A fase da troca é variável de criança para criança. Todo esse processo é lento, acompanha o crescimento da criança até aproximadamente os 12 anos. O fator genético também é determinante. Às vezes, percebendo o histórico daquela família, verificamos que é normal as trocas ocorrerem mais tarde.

Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Esse tempo é importante porque, além de permitir uma boa mastigação da mesma, esses dentes preparam a arcada dentária para receber os dentes permanentes, estimulando o crescimento ósseo das arcadas e da face como um todo.
Caso a troca da dentição esteja atrasada, algumas providências podem ser tomadas. A primeira delas é marcar uma avaliação com um Ortodontista para realizar uma radiografia panorâmica, que é indicada por volta dos cinco anos de idade. Com o raio X em mãos, o dentista consegue descartar inúmeros problemas.

A radiografia panorâmica revela ao dentista como está a dentição decídua (“de leite”), se a criança tem todos os dentes permanentes para trocar com os de leite, se há desvio de erupção ou algo que atrapalhe o nascimento dos dentes permanentes.
Podendo assim, intervir com um aparelho ortopédico visando uma correta troca e posicionamento dos dentes.


