Bráquetes Autoligados

Aparelhos ortodônticos autoligados têm como principal característica a baixa fricção entre os arcos ortodônticos e bráquetes durante o tratamento, facilitando o início do movimento dentário pela diminuição da resistência inicial à movimentação. Estes aparelhos ortodônticos são fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. O aparelho ortodôntico autoligado é indicado para vários casos de mal oclusão dentária, mas apresentam uma vantagem em casos que não necessitam de atrito entre as canaletas dos bráquetes e o fio, em que serão realizadas grandes movimentações por meio de deslizamento e em casos com necessidade de expansão transversal das arcadas. Vantagens do aparelho autoligado Nos aparelhos ortodônticos autoligados, não há a necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as borrachinhas coloridas, pois os próprios bráquetes possuem uma estrutura que serve para prender os arcos ortodônticos. Esse sistema permite um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. Tipos de aparelho ortodôntico autoligado Existem dois tipos distintos de sistemas de aparelhos ortodônticos autoligados, que são o passivo e o interativo. Os passivos são aqueles em que o sistema de fechamento do clip na canaleta do bráquete não faz pressão sobre o fio ortodôntico, tendo um melhor desempenho no deslizamento dentário e pior no controle de rotação e inclinação dos dentes. Os interativos se comportam como ativos e passivos, e as presilhas flexíveis que fecham a canaleta podem pressionar ou não o arco, dependendo do seu calibre. Ambos têm suas vantagens e desvantagens, e o profissional ortodontista vai escolher o tipo de aparelho de acordo com o tratamento mais indicado para cada paciente. [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”https://clinicaodontomania.com.br/ortodontia” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
Bráquetes Autoligados

São aparelhos ortodônticos fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. Esse sistema funciona com um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
Aparelho Ortodôntico Auto Ligado

Sem borrachinhas O aparelho fixo convencional conta com as ligaduras ou as famosas borrachinhas, que prendem o arco aos bráquetes. Além de facilitarem o acumulo de bactérias, essas borrachinhas dificultam os moveimentos do arco, que acabam tornando o tratamento menos eficaz. Quando a higienização não é feita corretamente, o paciente pode ter alguns problemas, como é o caso de cáries ou gengivite, por exemplo. No aparelho auto ligado, os bráquetes funcionam praticamente como uma presilha, que fixa os arcos, impedindo que eles se movam. A ausência das borrachinhas facilita, ainda, a higienização e contribui até para evitar males como o mau hálito. Um sorriso mais clean Um aspecto do aparelho auto ligado que agrada muitos pacientes diz respeito à estética. Como os bráquetes são menores do que os dos aparelhos fixos convencionais, ele tem um aspecto mais bonito e mais discreto, agradando muitos pacientes, em especial aqueles cuja a estética interfere em aspectos profissionais, como atrizes e modelos, entre outros. Tratamento otimizado Como no caso do aparelho auto ligado não existem as ligaduras, não são necessárias tantas consultas. Além disso, como o arco fica preso aos bráquetes a movimentação é mais precisa, o que permite que o tempo de tratamento seja reduzido também quando comparado ao tratamento com um aparelho fixo tradicional. Segundo especialistas, o tratamento com o aparelho auto ligado chega a ser sete vezes mais eficiente do que o tratamento feito com o aparelho fixo tradicional. Menos machucados e mais conforto Uma das grandes queixas de pacientes com relação ao aparelho fixo tradicional diz respeito aos machucados causados nas bochechas pelo atrito com os bráquetes. Muitos chegam até a usar uma cera para proteger, até se acostumar com o aparelho. No caso do aparelho auto ligado, pelos bráquetes serem menores e anatomicamente mais curvos, eles não atritam, e, portanto, não causam aqueles pequenos machucados tão chatos e doloridos. Problemas de expansão da arcada Além dos benefícios citados, para alguns casos, o aparelho auto ligado é mais indicado, como é o caso de pacientes que têm problemas que necessitem de expansão da arcada. Nesses casos, esse tipo de aparelho costuma ser o mais indicado. Além disso, problemas relacionados à mordida cruzada ou aberta, alinhamento dos dentes, alterações ósseas entre outras também podem ser bem atendidos por esse tipo de aparelho. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Aparelho Bucal Melhora a Respiração e o Sono

Bruxismo infantil e os maxilares podem interferir na Respiração, Sono e se relaciona com a qualidade do Aprendizado, assim deve receber tratamento precoce desde a idade pré-escolar, escolar, na criança e adolescência até a idade adulta. Quanto antes a criança for tratada, menor o tempo de tratamento e maiores serão os ganhos da respiração, de crescimento e saúde geral, cerebral e aprendizado devido a respiração e sono eficiente ligado aos maxilares. Aparelhos Bucais ampliam os maxilares e as vias aéreas respiratórias da criança, a qual terá mais oxigenação cerebral que influi na inteligência. A prevenção e o tratamento desses distúrbios respiratórios são feitos com aparelhos Bucais indicados pela odontologia do sono, precocemente em crianças desde os “dentes de leite”. Em alguns casos severos o médico pediatra já encaminha as crianças com atresias das vias aéreas respiratórias ao otorrinopediatra para avaliar a necessidade da indicação cirurgica das amígdalas, adenóides, e ao cirurgião dentista do Respirador Bucal para ampliar os maxilares. Estes tratamentos podem incluir os aparelhos bucais expansores dos maxilares, que certamente no diagnóstico radiográfico odontológico mostrará a necessidade do tratamento odontológico ligado a ampliar em conjunto as vias aéreas respiratórias da criança. A Odontologia dará ênfâse para a prevenção com Expansão dos Maxilares, ajustes dentais e Aparelhos Miofuncionais.O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade afeta de 3 a 5% das crianças em idade escolar, (American Psychiatric Association, 1994) sendo sua etiologia ainda controversa. A literatura mostra tratamentos eficazes do Respirador Bucal com aparelhos expansores dos maxilares. A prevalência em meninos é maior que em meninas, na proporção de 9:1. Estas crianças apresentam várias características de respiração bucal, que prejudicam o crescimento orofacial, a oclusão dentária. A qualidade da respiração e estágios do sono influem na qualidade do humor, atenção, aprendizado e memorização. Movimentações noturnas: Não é normal a criança dormir de boca aberta, babar dormindo, ranger os dentes, roncar, falar à noite, ter refluxo gastroesofágico, transpirar na cabeça e no tórax, sofrer de enurese noturna (fazer xixi na cama até 7 ou 8 anos ou mais), nem movimentar as pernas durante o sono, ou agitar as pernas e mãos durante o dia. Os problemas como a rinite alérgica crônica e amigdalites são o caos da respiração. Que prejudica o crescimento dos maxilares, assim pode faltar espaço para a respiração na boca logo atrás da língua, quando esta pode fragmentar a respiração. Como a criança não consegue respirar de forma eficiente, ela tem um sono agitado e fragmentado! O Bruxismo faz tocar dente com dente e em conjunto leva a mandíbula e a língua para frente, para deixar o ar passar atrás da língua. Os movimentos orofaciais acontecem devido a descontinuidade da respiração e a criança pode ainda sofrer com pesadelos e acordar gritando, no caso do Bruxismo ligado a dificuldade de respiração durante o sono. O Bruxismo ou ranger dental. O bruxismo pode ajudar no avanço da mandíbula e ajudar na respiração com os movimentos, assim dimiinuir a dificuldade de respirar durante o sono, e a respiração bucal pode ser percebida desde o nascimento pelos pais ou aparecer em qualquer idade, sendo o ranger dental um fator que faz com que a criança tenha um sono cansativo e não reparador.O Bruxismo e a Respiração bucal pode estar associada à agitações do sono no pré escolar, e mais tarde pode ser agravado pelas atresais dos maxilares na idade escolar e poderá receber o diagnóstico do Transtorno de Déficit de Aternção e Hiperatividade (TDA/H), que na verdade será um sintoma da respiração bucal, e dos distúrbios que também geram falta de atenção e hiperatividade, que deve ter o diagnóstico do otorrinopediatra e da Odontologia do Bruxismo, ronco e Sono que prejudica a atenção e o aprendizado nas crianças, sendo inicialmente no pré escolar um problema familiar e depois no escolar um problema escolar e social. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Dentes Supranumerários

Os dentes são considerados supranumerários quando são dentes a mais na cavidade bucal, a dentição decídua tem 20 dentes, quando passa esse número são considerados supranumerários e inferior a esse número é considerado que a criança tem agenesia e o mesmo acontece na dentição permanente, quando é superior a 32 dentes. O diagnóstico de dente supranumerários pode variar de paciente para paciente, varia de acordo com o tanto de dentes a mais na cavidade, com seu posicionamento na cavidade bucal, com a forma e tamanho. Para facilitar a descrição de qual dente supranumerários está falando, foram feitas nomenclaturas para eles, dentes mesiodentes (localizado na região de incisivos), dentes conóides (pequenos) é o mais comum deles), dentes tuberculados (aparecem em forma de barril, cheio de cúspides). Os dentes supranumerários podem surgir por várias causas, como o excesso de crescimento da lamina dura, hereditariedade, síndromes (Down, Gardner, Apert) e outras doenças gerais. Para o tratamento desses dentes, existe a técnicas conservadoras que é feita através de aparelho ortodôntico, e as técnicas mais invasivas que através de remoção cirúrgica. Caso não é feito o tratamento desses dentes, podem causar futuros problemas para o paciente: Causar atraso na erupção dentaria, Mal posicionamento dos dentes, Alteração do crescimento ósseo, Incômodos como a dor, Má higienização. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS. Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.
Aparelhos Auto-Ligados

Aparelhos ortodônticos autoligados têm como principal característica a baixa fricção entre os arcos ortodônticos e bráquetes durante o tratamento, facilitando o início do movimento dentário pela diminuição da resistência inicial à movimentação. Estes aparelhos ortodônticos são fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. O aparelho ortodôntico autoligado é indicado para vários casos de mal oclusão dentária, mas apresentam uma vantagem em casos que não necessitam de atrito entre as canaletas dos bráquetes e o fio, em que serão realizadas grandes movimentações por meio de deslizamento e em casos com necessidade de expansão transversal das arcadas. Vantagens do aparelho autoligado Nos aparelhos ortodônticos autoligados, não há a necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as borrachinhas coloridas, pois os próprios bráquetes possuem uma estrutura que serve para prender os arcos ortodônticos. Esse sistema permite um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. Tipos de aparelho ortodôntico autoligado Existem dois tipos distintos de sistemas de aparelhos ortodônticos autoligados, que são o passivo e o interativo. Os passivos são aqueles em que o sistema de fechamento do clip na canaleta do bráquete não faz pressão sobre o fio ortodôntico, tendo um melhor desempenho no deslizamento dentário e pior no controle de rotação e inclinação dos dentes. Os interativos se comportam como ativos e passivos, e as presilhas flexíveis que fecham a canaleta podem pressionar ou não o arco, dependendo do seu calibre. Ambos têm suas vantagens e desvantagens, e o profissional ortodontista vai escolher o tipo de aparelho de acordo com o tratamento mais indicado para cada paciente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Aparelho Ortodôntico Autoligado

O que é aparelho autoligado? Para a alegria de muitos ortodontistas (dentista especialista em ortodontia: a arte de colocar aparelho, alinhar dentes e proporcionalizar bases ósseas) o aparelho autoligado está cada dia mais acessível financeiramente, com marcas nacionais investindo forte e as importadas tendo que acompanhar os preços para manter a concorrência. Conheça as vantagens do aparelho ortodôntico autoligado É uma certeza que existem muitos pacientes que amam ficar trocando as liguinhas coloridas e alguns são obrigados a ir nas manutenções mensais somente devido a liga estar muito suja ou descolorindo ou soltou alguma parte do aparelho. Sinto uma imensa necessidade de um maior comprometimento dos pacientes com o tratamento ortodôntico: Com o fato de estar melhorando a posição dos dentes ou do osso. Quanto antes acabar o tratamento, melhor e menos efeitos colaterais. Para isso é extremamente necessária a cooperação dos pacientes Para que isso aconteça, essa nova ferramenta tem melhorias que diminuem a necessidade do dentista da cooperação do paciente e acelera o tratamento. O aparelho autoligado nada mais é do que um aparelho como o padrão só que cada peça, em vez de levar uma liga para prender o arco na peça, vai ter sua própria “tampa”, já fixada na peça(bráquete). Essa tampa é do mesmo material da peça e com isso provoca uma série de vantagens: Por serem duas estruturas de metal- o arco do aparelho e a tampa do bráquete- o atrito é bem menor do que com a liga e com isso o dente anda mais rápido e com menos trauma. Para os que buscam estética, fica mais elegante e não tem o problema de manchar os elásticos. Já possui os aparelhos também em porcelana e com isso ficam mais estéticos ainda. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Ortodontia

Como fazer uma boa higiene bucal com o uso de Aparelhos Ortodônticos: Escovação:Escove sempre após as refeições e, principalmente, antes de dormir.Sempre faça movimentos circulares com a escova. Não esqueça de escovar as superfícies mastigatórias e as internas de todos os dentes.É muito importante escovar onde as gengivas se encontram com os dentes. Seu ortodontista saberá lhe indicar as técnicas mais apropriadas e os tipos de escovas específicas. Fio dental: O uso do fio dental é imprescindível, principalmente, antes de dormir.É ideal para remover a placa que fica entre os dentes, local que a escova não consegue agir. Para colocar o fio entre os dentes, pode ser utilizado um “passador de fio”. Passe o fio puxando contra a face lateral de cada dente, até um ou dois milímetros para dentro da gengiva.Faça movimentos de cima para baixo. Seu Ortodontista lhe explicará as melhores técnicas e fio dentais específicos. Flúor: O uso diário de flúor é muito importante no combate as cáries. Ele inibe a corrosão do esmalte dentário, deixando os dentes mais resistentes ao ataque da cárie, e recompõe esse esmalte quando do início da mesma. Seu uso é recomendado para crianças e adultos. O flúor é encontrado em cremes dentais, enxaguatórios fluoretados ou em forma de verniz e gel para aplicação em moldeiras em consultórios. Seu Ortodontista lhe recomendará as soluções fluoretadas específicas e a maneira de usá-las. Qual o tipo, duração e custo de um tratamento ortodôntico? Durante o planejamento do caso, vários fatores devem ser avaliados como o tipo de problema, a idade e a complexidade do tratamento. Esta avaliação definirá quais aparelhos serão usados, podendo ser fixos ou removíveis. O tempo desse tratamento em média varia de doze a trinta e seis meses, dependendo da evolução do caso , do grau de colaboração do paciente e da freqüência às consultas. Em relação aos custos, os valores irão variar em cada caso específico de acordo com os fatores acima. Após a colocação e montagem do aparelho ortodôntico, preciso ir constantemente ao Ortodontista?Quantas consultas mensais são necessárias? Após a colocação e montagem do aparelho, o paciente deve consultar o seu Ortodontista pelo menos uma a duas vezes por mês.Caso haja queda ou quebra de algum acessório, a consulta deve ser imediata. Quando eu terminar o tratamento, há a possibilidade de os dentes retornarem às posições iniciais(recidivar)? A respeito da estabilidade das correções, os resultados em geral têm mostrado que apenas 5% dos casos tratados tendem a recidivar, depois da correção, para sua posição inicial. O aparelho ortodôntico causa dor? Os aparelhos, após a sua instalação (48 a72 horas) podem causar algum desconforto, até que os dentes iniciem sua movimentação, então este desaparecerá. Se o paciente sente algum desconforto, interrompe o uso dos elásticos, molas ou aparelhos extra-bucais, quando voltar a usá-los, o desconforto ou pequena dor voltará a acontecer. Durante o tratamento ortodôntico podem ocorrer emergências? Raramente ocorrem emergências durante um tratamento ortodôntico, porém se por qualquer motivo seu aparelho danificar-se, ligue imediatamente para a nossa clínica, pois uma quebra de aparelho que possa parecer simples para você, pode ser muito séria e comprometer todo o tratamento. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Terceiro Molar

O terceiro molar é igual estruturalmente aos outros dentes que temos e inicia o processo de erupção por volta dos 16 aos 22 anos de idade. Com a evolução do ser humano, o tamanho das arcadas dentárias está diminuindo e o espaço para esse dente está reduzido, o que impede ou dificulta muito sua erupção, que às vezes ocorre apenas parcialmente. Nem todas as pessoas precisam extrair os seus “dentes do siso”, como é chamado também o terceiro molar. Se o terceiro molar estiver na posição correta na boca, ajudando na mastigação, ele não precisa ser extraído. Naturalmente, alguns problemas podem ser decorrentes da permanência de dentes inclusos ou parcialmente inclusos. Dentre os mais comuns, podemos citar os processos infecciosos e inflamatórios, cárie no próprio terceiro molar ou no dente adjacente, doença periodontal (que acontece nos tecidos em torno dos dentes), compressão de nervos, reabsorção da raiz do dente vizinho e o desenvolvimento de cistos e tumores. Atualmente, os motivos ortodônticos são uma das maiores incidências de indicações para a retirada cirúrgica dos terceiros molares. Outro mito muito comum acerca da permanência dos terceiros molares é a ideia de que, se a pessoa não procurar fazer a extração, poderá sofrer as conseqüências, padecendo de um câncer. Na verdade, o que pode eventualmente acontecer é o desenvolvimento de cistos e tumores originados das células de formação do dente e, por isso, são chamados cistos e tumores odontogênicos. O grau de complexidade da cirurgia depende da posição do dente no osso e sua relação com o dente vizinho, do tamanho e forma da coroa e das raízes, da abertura bucal do paciente e, também, da habilidade e treinamento do cirurgião-dentista. A cirurgia, se for feita com aplicação das técnicas anestésica e cirúrgica corretas, não é dolorosa. Alguns procedimentos especiais podem ser aplicados para controlar dor e estresse dos pacientes nessas cirurgias, como o uso de ansiolíticos, sedação venosa, sedação com óxido nitroso e oxigênio e, até mesmo, anestesia geral. As principais possíveis complicações decorrentes da extração de um terceiro molar são dor, edema, infecção, hemorragia, fratura da mandíbula, lesões aos tecidos moles adjacentes (como gengiva e nervos), lesões aos dentes vizinhos ou lesões no nervo mandibular provocando a parestesia. Tudo isso pode ser evitado através de um correto planejamento da cirurgia e a realização por um profissional capacitado. A parestesia é a perda da sensibilidade de uma região anatômica por lesão do nervo. Pode ser reversível ou irreversível, a depender do grau de lesão que o nervo sofreu. Nos casos de cirurgia para extração de terceiro molar, a parestesia pode acontecer caso as raízes do dente estejam muito próximas ou envolvendo o nervo que passa dentro do osso mandibular. Normalmente, as parestesias provocadas por cirurgias de terceiros molares são temporárias e a situação normal volta em alguns dias. PÓS-OPERATÓRIO REQUER CUIDADOS Naturalmente, numa cirurgia de extração de terceiro molar, os cuidados pós-operatórios são fundamentais para a boa recuperação da cirurgia. É necessário que o paciente faça repouso nos primeiros três dias e tenha restrição de atividades esportivas por, pelo menos, uma semana. A dieta deve ser líquida ou pastosa, de preferência fria ou gelada, por 24 a 48 horas. Outra exigência é a manutenção da higiene bucal por meio da escovação e uso de antissépticos bucais. A aplicação de compressas de gelo na região operada, por fora da boca, ajuda no controle da dor e do edema formado no pós-operatório. Em geral, o edema, que é o inchaço que ocorre depois da cirurgia, dura em média 48 a 72 horas, quando começa o seu processo de regressão. Também é recomendado que o paciente não toque a área operada com o dedo, palito ou outros objetos, pois isso pode causar infecção ou sangramento. Quanto ao sangramento, ele sempre vai ocorrer de forma leve, principalmente, no primeiro dia. Se for abundante e contínuo, é indicado que o paciente morda uma compressa limpa de gaze e entre em contato com seu dentista ou se dirija a um posto de saúde ou consultório odontológico para atendimento de emergência. Outro cuidado importante é o retorno para revisão da cirurgia com o profissional que a fez no prazo de 5 a 10 dias. NEM TODO MUNDO TEM TERCEIRO MOLAR Uma informação curiosa que nem todos conhecem é o fato de que, ao contrário do que poderia parecer, algumas pessoas realmente não apresentam na idade esperada um ou até mesmo todos os terceiros molares. A arcada dentária normal deve ter 32 dentes, sendo 16 na arcada superior e 16, na inferior. Existe uma discussão no meio científico com correntes afirmando que os quatro dentes do tipo terceiro molar podem causar desalinhamento dos outros dentes e outras correntes dizendo que eles não causam este tipo de problema. De maneira geral, na prática clínica, podemos observar alguns casos de desalinhamento possivelmente associado ao terceiro molar, principalmente ao inferior. Outra informação recorrente é a de que um terceiro molar, mesmo ainda incluso, poderia ter cáries. Entretanto, quando o dente está totalmente dentro do osso e totalmente coberto pela gengiva ele não tem cárie. O que normalmente acontece é que o dente pode erupcionar (sair da gengiva) parcialmente e dificultar a escovação, o que levaria ao desenvolvimento de cárie. A indicação para a extração de dentes inclusos totalmente ou parcialmente existe porque são dentes que não são úteis para a mastigação, podem causar problemas e não irão fazer falta, pois os outros dentes realizam a mastigação. A indicação para extrair os quatro terceiros molares se deve ao fato de que todo dente necessita do antagonista para mastigar, e, caso ele seja extraído, além da função mastigatória na região ficar prejudicada, existe uma tendência do antagonista extruir, ou seja, sair do alvéolo com o passar dos anos, o que prejudicaria a oclusão dentária – as relações de mordida entre a arcada dentária superior com a inferior e suas implicações em estruturas anexas. Podemos fazer a extração de um dente por vez, do superior e inferior do mesmo lado, ou dos quatro dentes em