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O Hábito de Chupar o Dedo

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É comum que desde o ultrassom sejam captadas imagens do feto chupando o dedo! Os bebês têm desde antes do nascimento, um reflexo de sucção muito forte, sugando tudo que surge próximo à sua boca. Esse reflexo é justamente para sua sobrevivência, já que dele depende da amamentação, sua primeira forma de alimentação. Mas muitas vezes o dedo pode ser uma boa opção para isso. Normalmente esse reflexo desaparece até uns 4 meses de idade. Porém a criança pode continuar com esse hábito por prazer ou por ter uma sensação de acolhimento. O grande problema da persistência do hábito de chupar é que pode interferir no posicionamento dos dentes quando eles começam a erupcionar (nascer) ou até no crescimentodos ossos da face além de distúrbios da fala. Mas como fazer a criança largar o hábito? Só se consegue retirar mesmo o hábito se a criança tiver força de vontade para isso. Da mesma forma que funciona com adultos que são motivados a abandonar um vício, é preciso motivar seu filho para a mudança. Listo abaixo algumas ações para você testar qual funciona melhor com seu filho. Boa sorte! 1) Troque o dedo por uma chupeta: é mais fácil tirar a chupeta do que o dedo. O dedo não tem como ser afastado da criança. 2) Não deixe da dar de mamar: A criança que mama no seio, raramente desenvolve o hábito de chupar o dedo. 3) Ocupe as mãos do seu filho: quando a criança se concentra em atividades com as mãos, a necessidade de chupar o dedo é deixada de lado. 4) Motive seu filho: Algumas crianças tem o hábito de chupar o dedo por ansiedade ou insegurança. Carinho e atenção são as melhores formas de libertá-la desse sentimento. 5) Brigar não é a melhor opção: Chamar a atenção para o fato, com punições somente piora o quadro.

Aparelhos Miofuncionais

Pesquisas mostram que respiradores bucais têm rostos menos atraentes que respiradores nasais. O design do Aparelho Miofuncional ensina as crianças a respirar pelo nariz. A mudança do modo respiratório auxilia na correção do crescimento dos maxilares e melhora a saúde geral, podendo prevenir a necessidade de tratamento ortodôntico e extrações dentárias.               O crescimento e desenvolvimento corretos das crianças são tão importantes quanto sua saúde ou educação. Crianças se desenvolvem mais rapidamente entre 2 e 5 anos de idade. Durante este período, ocorre 70% do crescimento do rosto e maxilares. Infelizmente, a maioria das crianças não passa pelo desenvolvimento correto da face e maxilares, resultando em rostos pouco atraentes e dentes apinhados. As crianças querem, naturalmente, mastigar objetos. Este é um impulso importante que assegura que a mandíbula receba o exercício necessário para se desenvolver corretamente. Raças primitivas ingeriam alimentos duros, ossos e vegetais crus para obter este desenvolvimento. Hoje em dia as crianças freqüentemente não têm acesso a tais estímulos, e, como resultado, sofrem diversos problemas associados ao crescimento facial e maxilar. O instinto de uma criança é mastigar para estimular o crescimento dos maxilares, mas as dietas modernas não levam a tal resultado. Os Aparelhos Miofuncionais são utilizados à noite e permitem um exercício ativo, incentivando a criança a mastigar corretamente ao usar os músculos dos maxilares. Mais importante, fazem com que a criança respire pelo nariz e também treine a deglutição e o posicionamento correto da língua. As pesquisas mostram, claramente, que o desenvolvimento correto da face, maxilares e dentes depende intensamente de todos esses fatores. O EFEITO MIOFUNCIONAL Todos os Aparelhos Miofuncionais  foram projetados para reeducar a musculatura oral (Efeito Miofuncional), auxiliando na correção do alinhamento dental e maxilar. Se não tratados, os hábitos parafuncionais, como respiração bucal, deglutição atípica e interposição lingual, serão prejudiciais ao desenvolvimento facial e dental e tornarão instável qualquer tratamento ortodôntico futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO  

Tratamento Odontológico Para Pacientes Autistas

  A Síndrome do Autismo foi detectada pela primeira vez em 1943 pelo psiquiatra infantil Leo Kanner (1894-1981) em seu estudo “Distúrbio Autísticos do Contato Afetivo”. Atualmente, a Síndrome do Autismo é tida como “uma falta de adaptação no desenvolvimento que se manifesta de uma maneira grave, durante toda a vida”, definição esta aceita desde 1998. O autismo costuma atingir crianças até o terceiro ano de vida, sendo que os meninos sofrem mais de autismo do que as meninas, com uma média de uma menina para quatro meninos. Porém, a doença costuma ser mais grave nas crianças do sexo feminino. O desenvolvimento da criança fica comprometido com o surgimento da doença, causando uma dificuldade no seu relacionamento com o mundo. A criança autista evita o contato visual, raramente se comunica através da fala e cria certa aversão a contatos físicos como toques e abraços. É como se o portador de autismo vivesse em um mundo completamente isolado dos demais, e por isso permanece tão ligado a objetos e espaços onde vive. A Síndrome pode aparecer de maneira isolada, associada a patologias pré-natais (caxumba, rubéola, herpes, toxoplasmose) ou a condições genéticas (acidose lática, fenilcetonúria, Síndrome de Down, albinismo). O autismo deixa algumas sequelas que permanecem durante a adolescência e a idade adulta. Em 80% dos casos, a pessoa desenvolve o retardo mental, e, nos outros 20%, ocorre o chamado “Autismo de Alto Desempenho”, em que as crianças aprendem a ler muito cedo e, muitas vezes, são rotuladas como gênios depois de grandes. Onde entra a Odontologia? Devido à dificuldade de relacionamentos das crianças portadoras de Autismo Infantil, o tratamento odontológico fica comprometido, pois as ações do profissional são consideradas invasivas pelo paciente portador de necessidades especiais. Situação esta que, muitas vezes, exige que o tratamento seja feito em ambiente hospitalar, sob anestesia geral. A aversão ao tratamento dentário pode ser menor quando o paciente acostuma-se com o ambiente odontológico desde pequeno, o que muitas vezes não acontece. Como a criança portadora de autismo apresenta outras dificuldades, o tratamento odontológico é deixado de lado, por ser considerado menos importante. A criança só fará sua primeira visita ao cirurgião dentista quando e se sentir algum dente doendo, quando a criança já está com mais de sete anos. Nesses casos, o problema dentário é mais grave e exige um tratamento mais intensivo e, conseqüentemente, mais invasivo para a criança. O correto seria que o contato com o profissional acontecesse desde o nascimento dos primeiros dentes, como deve ser com qualquer criança. Assim, haveria um maior contato com o profissional e a aversão passa a ser menor, portanto os tratamentos se tornariam mais simples, sem a necessidade de anestesia geral. Um tratamento diferenciado Os portadores de autismo costumam apresentar problemas periodontais (gengivias), que levam à necessidade de raspagens e, em alguns casos, cirurgias. Além dos tratamentos específicos, o papel do profissional de odontologia também engloba a orientação de higiene bucal e alimentação. O tratamento de pacientes portadores de Autismo Infantil pode ser feito por um profissional habilitado, desde que ele esteja disposto a buscar informações e adaptar o tratamento para esses pacientes, tomando alguns cuidados: Os autistas são pessoas hipersensíveis, que se sentem incomodados facilmente. Por isso, contatos físicos, ou até mesmo determinados sons, podem transformar-se em tortura para esses pacientes. Até mesmo o uso de perfumes pode incomodar o paciente e dificultar o tratamento. Um requisito principal para o sucesso da consulta é manter o paciente calmo. Para isso, escolha um ambiente tranqüilo e evite ao máximo mudar os móveis de lugar, pois os portadores de autismo são muito sensíveis a qualquer tipo de mudança, e não costumam reagir de maneira positiva. É muito importante que o paciente seja atendido sempre pelo mesmo profissional e no mesmo consultório, para que ele se habitue e crie uma identificação com o local. É necessário levar em consideração alguns aspectos como idade, grau de severidade da síndrome e as habilidades específicas de cada indivíduo. Os pais precisam ser conscientizados sobre a importância do acompanhamento odontológico para as crianças portadoras de autismo, já que uma saúde bucal fora das condições adequadas pode comprometer o resultado de outros tratamentos. Com um acompanhamento iniciado quando o paciente especial ainda é bebê, o cirurgião dentista, seguindo essas orientações básicas, pode minimizar a rejeição e diminuir o número de pacientes especiais que necessitam de anestesia geral para realizarem o tratamento.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Síndrome de Down

Síndrome de Down não é doença, e, sim, uma ocorrência genética. Pessoas com a alteração cromossômica não são deficientes mentais, mas elas têm deficiência intelectual. Não são especiais, mas têm necessidades específicas. Não são portadoras da síndrome, são pessoas com Down. O termo síndrome refere-se aos sintomas e sinais da presença da trissomia do cromossomo 21. Elas também apresentam algumas características na anatomia bucal bem particulares. Normalmente, eles têm alterações craniofaciais, como o hipodesenvolvimento maxilar e o céu da boca estreito e profundo. Também podem apresentar macroglossia, ou seja, a língua é maior em relação à cavidade bucal. Por isso, a recomendação do Ministério da Saúde é que seja feito o acompanhamento odontológico anual das pessoas com a síndrome, desde o primeiro ano de vida, antes mesmo do surgimento da dentição. A visita ao dentista, além de buscar a prevenção e o cuidado com as alterações dentárias, é importante para estimular a higiene da região bucal. 1. Algumas manifestações sistêmicas, como o funcionamento da glândula da tireoide, podem causar modificações no quadro de saúde bucal dos pacientes com síndrome de Down. Quais são as principais alterações sistêmicas? Como tais manifestações podem interferir na saúde bucal? O hipotireoidismo, o diabetes mellitus, a hepatite crônica ativa são alguns exemplos de patologias autoimunes, cuja incidência está aumentada nesses pacientes. A prevalência de doenças da glândula tireoide em pacientes com síndrome de Down é alta. O hipotireoidismo é mais comum nestes pacientes. Os sinais e sintomas do hipotireoidismo, são: diminuição dos reflexos, pele seca, retardo no desenvolvimento intelectual e músculo esquelético, queda de cabelo, sonolência, aumento de peso, colesterol elevado, etc. Tais alterações podem interferir na saúde bucal, visto que interferem na saúde geral do paciente. O diabetes mellitus, também frequente nestes pacientes, requer todos os cuidados inerentes aos pacientes com a patologia.2.Quais são as manifestações orais mais apre-sentadas pelos pacientes portadores da síndrome de Down? As manifestações orais na síndrome de Down incluem: mandíbula e cavidade bucal pequena, palato estreito alto e ogival, macroglossia relativa e língua geográfica. É comum a postura da língua aberta, devido a uma nasofaringe estreita, tonsilas e adenoide hipertrofiada. A protrusão da língua e a respiração bucal frequente resultam em secura e fissura dos lábios. Na região das comissuras labiais, podemos observar a presença de queilite angular, devido à dificuldade do indivíduo em fechar a boca. A dentição apresenta anomalias características, e a doença periodontal é prevalente. Dentre as anomalias dentais, as mais frequentes referem-se à oligodontia, microdontia, hipodontia, fusão e taurodontia. A hipodontia ocorre nas duas dentições e a microdontia é a mais prevalecente das alterações observadas. As anomalias dentárias de desenvolvimento, como as malformações coronárias e radiculares, também são comuns. Desarmonias oclusais, mordidas cruzadas posteriores, apertognatia e apinhamento pronunciado dos dentes são habituais nestes pacientes.3.Os pacientes com síndrome de Down, nor-malmente, apresentam algum tipo de alteração na composição salivar. Como esta modificação pode influenciar na saúde bucal geral? O fluxo salivar de pacientes com síndrome de Down é, em média, 50% menor do que em crianças normais. Esta redução está vinculada, preferencialmente, ao metabolismo da glândula parótida. Além disso, o pH salivar é mais alto, assim como os níveis de sódio, cálcio e bicarbonato. Consequentemente, a capacidade tampão também é elevada, o que acarreta uma baixa incidência de cárie.  4.Qual é a importância da abordagem no atendimento do bebê com síndrome de Down nos primeiros seis meses? É muito importante examinar a cavidade bucal e detectar, precocemente, alguns problemas de saúde, propiciar a identificação e a intervenção prematura acerca de problemas, tais como: o desmame precoce, a anquiloglossia e as doenças bucais da primeira infância. Alertar quanto à erupção tardia dos dentes decíduos e a higiene, que deve começar antes da erupção, na cavidade bucal. Uma alimentação adequada – do ponto de vista de consistência e qualidade – e o fracionamento das refeições têm influência direta na saúde oral. A adoção de hábitos alimentares saudáveis na infância contribui para o bom crescimento, desenvolvimento e prevenção de doenças, portanto, é de fundamental importância detectar, precocemente, os erros alimentares, devido à repercussão na saúde oral e no estado nutricional.  CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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