Tratamento Ortodôntico para Pessoas com Síndrome de Down.

A Síndrome de Down foi descrita pela primeira vez pelo médico inglês John Longdon Haydon Down em 1866. Devido às características faciais, era chamada Mongolismo, terminologia essa não mais utilizada modernamente. Conhecida por Trissomia do 21, é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra, total ou parcialmente. A característica mais frequente é o atraso mental, pois o cérebro, ao nascimento, se apresenta menor do que o normal. Fisicamente, tem cabeça pequena, nariz encurtado; dorso achatado; pescoço grosso, curto e alargado e ossos curtos e finos. Em alguns casos, podem apresentar problemas cardíacos, renais e respiratórios crônicos. São susceptíveis às infecções das vias respiratórias, às alterações auditivas, de memória e de linguagem. Além disso, estão predispostos a distúrbios, como: hipertrofia tonsilar e adenoideana, apnéia obstrutiva durante o sono e obstrução crônica das vias respiratórias superiores. Tais alterações podem provocar vários sintomas, como ronco, posições anormais na cama, fadiga durante o dia e apnéia do sono. Associadas aos aspectos bucais, todas essas características justificam o interesse pelo quadro e são sinalizadoras de que se deve atuar interdisciplinarmente em busca da minimização dos efeitos causados por essas deficiências. Diante desses dados, o uso de aparelhos ortopédicos bucais se faz muito necessário para a solução de mal-oclusões dentárias em pacientes portadores dessa síndrome. Assim como nas crianças sem a síndrome, um fator de grande importância para a realização do tratamento ortodôntico, é o início ser realizado o mais precoce possível, ainda na fase de troca de “dentes de leite” por dentes permanentes, tendo em vista que o uso de aparelhos ortodônticos fixos, impossibilita a correta higienização por parte desses pacientes. A grande novidade é que a Odontomania, através de uma busca constante por novidades na área Odontológica, já atua com aparelhos para pessoas com a Síndrome de Down. Um tratamento comprovado cientificamente e de resultados de sucesso. Entre em contato conosco e marque uma avaliação!
Saiba Como Controlar a Taxa de Açúcar Consumida de Uma Vez Por Todas

As diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o consumo de açúcares livres, reduziram os limites considerados aceitáveis para ingestão por crianças e adultos. Segundo a OMS, o consumo diário deve ficar abaixo de 10% das calorias ingeridas. Mas a organização enfatiza que seria melhor que fossem menos de 5%. O recomendável é utilizar, no máximo, 25 gramas por dia – equivalentes a seis colheres de chá – ou 10 quilos anuais por pessoa. A dificuldade para atingir essa meta é que boa parte dos açúcares está escondida em alimentos ultra-processados, como refeições prontas, temperos, sucos industrializados e refrigerantes, além daquele que já é incluído na alimentação preparada pelo consumidor em sua rotina doméstica. Dessa combinação, resulta a dificuldade de estimar quanto açúcar é ingerido cotidianamente pela população. O refrigerante, por exemplo, leva sozinho 10% de açúcar refinado em sua composição. As orientações da OMS visam trazer benefícios à saúde da população, evitar doenças como obesidade e diminuir a prevalência da Cárie. Há substitutos naturais do açúcar que são menos agressivos ao organismo, mas que também podem provocar cáries, se consumidos em excesso. O melaço de cana e o açúcar mascavo apresentam praticamente o mesmo valor calórico que o açúcar refinado, porém seu valor nutricional é superior porque fornece cálcio, manganês, fósforo e potássio. Esse é o motivo de serem indicados como substitutos do açúcar refinado. O mel também possui vantagens em relação ao açúcar tradicional, principalmente por ser um alimento menos processado. Recentemente no Brasil, surgiram dois produtos substitutos do açúcar: o açúcar da palma do coco e a calda de agave, que também são mais ricos em nutrientes em relação ao açúcar refinado. Porém, os benefícios de seu consumo ainda estão sendo estudados. Alguns trabalhos acadêmicos mostram que quanto maior o consumo de frutas, menor é a procura por outros alimentos doces. Dessa forma a inclusão de frutas no cardápio, por exemplo no café-da-manhã, lanches ou sobremesa é uma maneira eficaz de redução de consumo do açúcar refinado. Estudos em animais revelaram que as frutas causam menos cáries do que a sacarose (açúcar tradicional).
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