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As Diferenças Entre Aparelhos Auto-Ligados e Convencionais

Historicamente, a única escolha em usar aparelho era do tipo convencional, volumoso, exigindo ativação a cada 30 dias. Hoje, enquanto os aparelhos tradicionais ainda estão disponíveis há outras opções para você escolher. Ambos tradicional e a auto-ligado, alcançamos mesmos resultados básicos, mas os autoligados são mais confortáveis.         As diferenças incluem: O estilo tradicional dos bráquetes  são mais evidentes nos dentes. Há também a necessidade de bandas. Com os auto-ligados os bráquetes são mais discretos. Como eles funcionam: Embora ambos os estilos de tratamento ortodôntico obtem os mesmos resultados, a forma como esses resultados são alcançados é diferente. Aparelhos convencionais usam um processo em que você retorna ao ortodontista a cada quatro a seis semanas para sua ativação. Este processo aplica-se pressão ao sistema para ajustar suavemente os dentes para a posição desejada. Devido à nova tecnologia utilizada no aparelho de auto-ligação, a necessidade de aperto é eliminada. Extrações Dentárias Muitas pessoas que recebem os aparelhos convencionais podem ter vários dentes removidos no processo. Isto é para ter espaço suficiente para dentes apinhados. Com um aparelho auto-ligação isto não é normalmente necessário. Embora em alguns casos são necessárias extrações, é muito menos frequentemente do que com os aparelhos convencionais. Além disso, a necessidade de expansores (usados para Abrir a arcada) é significativamente reduzida. Isto é devido ao método de auto-ligação que usa a capacidade natural do organismo para se adaptar durante o processo. Tempo Envolvido Os aparelhos autoligados não necessitam de aperto e as consultas os compromissos durante o tratamento são mais espaçadas do que no tratamento convencional. Em muitos casos, o tempo real durante as consultas também é mais curto. Limpeza Limpar os dentes em torno de aparelhos convencionais é um processo complexo. Os elásticos proporcionam ajudam no acúmulo de restos alimentares. Como os aparelhos autoligados não utilizam borrachas,manter os dentes limpos ficou muito mais fácil. CLIQUE AQUI PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Saiba Tudo Sobre Os Aparelhos Ortodônticos Fixos

Hoje, o post é sobre os aparelhos ortodônticos fixos, sobre suas funções, suas características e outros tópicos. Primeiramente, será explicada a serventiado aparelho ortodôntico fixo, ou seja, qual é a sua função: 1-Funções: O aparelho fixo serve para corrigir os dentes de pessoa e deixá-los mais simétricos, alinhados, e consequentemente, mais bonitos. Basicamente,  serve para mover gradualmente os dentes, até suas posições ideais; 2-Funcionamento: O aparelho fixo movimenta os dentes através da aplicação de força. A peça que é colada no dente é chamada de bráquete, e permite a aplicação de uma determinada força nos dentes através dos arcos. O arco é aquele fio metálico que passa pelos bráquetes, e é o principal responsável pela movimentação dentária. Através desse tratamento, o dentista faz com que os dentes se movimentem, corrigindo os problemas estéticos e funcionais da boca. 3-Por que ter os dentes alinhados? Porque ter os dentes saudáveis e alinhados não é apenas uma questão de estética, mas também de saúde. Ter um sorriso bonito e uma mordida correta beneficia diversos fatores, como o sono e a respiração. A pessoa também passa a mastigar e a falar adequadamente, além de claro, aumentar a auto-estima e o bem-estar. Esses aparelhos, usados para reposicionar os dentes, podem ser colocados em qualquer idade, desde que a pessoa tenha dentes, gengivas e ossos saudáveis.

Você Sabe a diferença entre Ortodontia e Ortopedia Facial?

Atualmente, duas técnicas são utilizadas nos problemas das má-oclusões (mal-posicionamento dentário). São elas técnicas Ortodônticas e técnicas Ortopédicas. As ortodônticas atuam sobre os dentes e seu posicionamento nas arcadas, não provocando crescimento e desenvolvimento ósseo, têm ação física e mecânica sobre o movimento dentário. Provocam movimentos dentários, posicionando os dentes sobre as arcadas. São aparelhos fixos. As técnicas Ortopédicas atuam sobre crescimento dos ossos e seu desenvolvimento. Provocam o crescimento das bases ósseas, desta forma conseguindo espaço para os dentes em arcadas ósseas atrofiadas (pequenas) por falta de crescimento e desenvolvimento. Atuam também sobre o posicionamento dental, posicionando os dentes nas arcadas. São aparelhos ortopédicos e removíveis.  Para as crianças, a mais utilizada é a técnica com aparelhos de ortopedia funcional dos maxilares, com elas conseguimos provocar crescimento e criar espaços para dentes sobre as arcadas. Nas crianças encontramos uma grande incidência de dentes tortos, bases ósseas pequenas (atrofiadas), problemas respiratórios e fonoaudiológicos. Tais problemas têm origem na falta de estímulo que deveria ocorrer desde o nascimento com a amamentação natural e a mastigação. Nestes casos os Aparelhos Ortopédicos são mais eficientes pois agem no crescimento e desenvolvimento ósseo. Quando os pais percebem que os dentes de seus filhos estão ficando tortos e procuram um profissional, quase sempre são aconselhados a esperar o término da dentição mista até que o uso de aparelhos fixos seja possível. Até chegar a esta fase, por volta dos 13 anos de idade, provavelmente os dentes estarão ainda mais mal posicionados, afetando a aparência física e a autoestima da criança. Então, por que não iniciar o tratamento mais cedo? Alguns estudos mostram que os dentes tortos em crianças não são um problema hereditário, e que em 60% dos casos estas complicações já podem ser observadas antes dos seis anos de idade, fase em que toda estrutura dental está em desenvolvimento, guiada pelos lábios, pelas bochechas, pela língua e pela respiração da criança. Quando este processo acontece de maneira errada, ocorrem problemas no encaixe das arcadas, o que prejudica o desenvolvimento ósseo da face e das articulações da mandíbula, resultando em dentes apinhados ou sobrepostos, interferindo até mesmo na oxigenação do cérebro. Para tratar desde cedo os maus hábitos orais nas crianças, a australiana Myofuncional Research Co. desenvolveu o Sistema Myobrace que é composto por aparelhos confeccionados em silicone que permitem que o tratamento em crianças se inicie a partir dos 3 anos de idade, impedindo que o problema se torne mais difícil de tratar no futuro, evitando também a necessidade de tratamento com aparelho fixo e possíveis extrações dentárias. Iniciar o tratamento antecipadamente diminui os custos, já que quanto antes o problema for tratado, mais rápidos e melhores serão os resultados, além de evitar a volta do problema. O Sistema Myobrace é uma excelente ferramenta para corrigir os maus hábitos bucais que atrapalham o desenvolvimento facial e dentário. Tratando as causas verdadeiras, conseguimos resultados mais saudáveis, com estabilidade e beleza. Além de serem ideais para crianças, os aparelhos não precisam de moldes, são confortáveis e necessitam de uso somente uma hora durante o dia e durante o período do sono, proporcionando liberdade exercer as atividades cotidianas. A equipe de ortodontistas da Odontomania, já trabalha com o Sistema Myobrace. Ligue, marque uma avaliação e tenha acesso a mais avançada técnica ortodôntica para resolver o problema de má-oclusão do seu filho.    

Dificuldades Motoras e a Saúde Bucal

No Brasil existe mais de 24 milhões de pessoas portadoras de necessidades especiais, equivalente a 14,5% da população do País. Grande parte desses brasileiros apresenta distúrbios neuropsicomotores (que atingem as partes neurológica, cognitiva e motora) ou neuromotores (que afetam apenas as partes neurológica e motora). A dificuldade de cuidar da própria higiene,faz com que pessoas tenham um sério comprometimento da saúde bucal. Dentre eles, cáries e doenças periodontais. É importante manter uma higienização bucal adequada caso contrário, irá repercutir negativamente nos indivíduos com necessidades especiais. Existem escovas e aparelhos que auxiliam no cuidado com a higiene oral. É necessário não apenas que o paciente esteja envolvido, mas também a família e, principalmente, o “cuidador”, seja esse um membro da família ou do grupo de enfermagem. As dificuldades motoras podem decorrer de diversos fatores, como da paralisia cerebral, AVE (Acidente Vascular Encefálico), lesão medular, Alzheimer, de procedência tumoral. Muitos desses pacientes utilizam medicamentos anticonvulsivantes e alguns desses podem influir no tecido gengival, causando a hiperplasia gengival que pode até recobrir o dente. Entretanto, se a escovação for bem realizada, a pessoa não desenvolve a doença. Algumas dicas simples podem facilitar muito a higienização bucal, entre elas a confecção de um abridor de boca com palitos de sorvete envolvidos por uma gaze, utilizados para aqueles pacientes sem controle da abertura bucal. Vamos cuidar dessas pessoas com carinho.

Atendimento à Pacientes Especiais em Odontologia

Ultimamente, na Odontologia existe um movimento maior no entendimento e na prática clínica oferecida a pessoas com necessidades especiais. Foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia a especialidade de Odontologia em Pacientes com Necessidades Especiais. Os pacientes com necessidades especiais podem ser classificados conforme segue abaixo: Classificação pacientes com necessidades especiais: Deficiência mental Deficiência física Anomalias congênitas (deformações, síndromes) Distúrbios comportamentais (autismo) Transtornos psiquiátricos Distúrbios sensoriais e de comunicação Doenças sistêmicas crônicas (diabetes, cardiopatias, doenças hematológicas, insuficiência renal crônica, doenças auto imunes, doenças vesículo bolhosas, etc) Insuficiência renal crônica Doenças infectocontagiosas (hepatites, HIV, tuberculose) Condições sistêmicas (irradiados, transplantados , oncológicos, gestantes, imunocomprometidos)  O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado. Estas pessoas têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico; para prevenção de cárie e doenças periodontais. A maioria destes pacientes não apresenta plena capacidade de realizar seus cuidados bucais necessitando da ajuda de demais pessoas. A participação de familiares ou responsáveis nestes cuidados é fundamental para o sucesso do tratamento odontológico e para promoção da saúde bucal do paciente. A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes. Salienta-se que muitos destes pacientes apresentam complicações orgânicas. O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica, social, etc. O dentista especialista realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos. Para pessoas com deficiência ou doença mental, da mesma forma que para crianças normais, faz-se o condicionamento psicológico do paciente especial, para que se obtenha sua cooperação, antes de quaisquer outros recursos. A contenção física ou química somente é utilizada diante da ineficiência dos métodos psicológicos. Segundo Gargione, (1998), o atendimento odontológico em pacientes especiais, atualmente, pode ser feito em três modalidades: a normal, que é o atendimento em que existe a cooperação por parte do paciente, alternando-se somente o tipo de ambiente, instrumental e material odontológico a ser empregado; o condicionado, que utiliza técnicas de demonstração com todo o aparato odontológico, para que o paciente saiba, antes de ser atendido, o que será utilizado em sua boca, incluindo as de vibrações e ruídos que farão parte do atendimento proposto; e o sob contenção (mecânica, química, hipnose). Os pacientes que apresentem problemas graves no que se refere à cooperação e ao manejo devem ser considerados dentro do grupo com indicação para a contenção química e anestesia geral. Todo tratamento odontológico é considerado como parte de um programa permanente de saúde bucal. Dentro desse programa, as medidas preventivas e as restauradoras devem estar perfeitamente integradas, ficando na dependência de cada paciente, a predominância de umas sobre as outras. Os locais para o atendimento da população de pacientes especiais devem, preferencialmente, estar junto às instituições que oferecem tratamentos globais para as deficiências abordadas. Nelas, o Cirurgião Dentista integra uma equipe de trabalho multi e interdisciplinar.

4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista

DIABETES E ODONTOLOGIA Sempre deixamos a boca em segundo plano, é mais comum nos preocuparmos com inflamações e infecções no corpo. Entretanto, é importante destacar que a boca necessita de tanta atenção quanto o resto do organismo. Que quem tem diabetes possui maio risco de desenvolver a doença periodontal (gengivite e periodontite), principalmente pelo aumento da descompensação glicêmica, o que facilita o aparecimento de alterações bucais. A inflamação mais comum é a gengivite, que acomete a região em torno do dente, podendo em alguns indivíduos levar a processos infecciosos com perda óssea (periodontite) e ocorrer halitose, dor, mobilidade dental. Indivíduos mal controlados podem se queixar da diminuição do fluxo salivar, queimação na boca ou língua, podendo haver a manifestação de infecções oportunistas como a Candidíase. “Há evidência científica que existe uma relação entre o diabetes mal controlado e a periodontite. A manifestação e a progressão da periodontite estão relacionadas com a idade, tempo do diabetes, controle glicêmico, suscetibilidade à periodontite e hábitos deletérios, como o fumo. Estes fatores serão agravados quando associados à má higiene oral. Entretanto, ao procurar um dentista é necessário observar algumas regras importantes: relatar sua condição de saúde, hábitos e medicamentos utilizados, além de ficar o mais tranqüilo possível. “O histórico médico é necessário para o correto planejamento e tratamento odontológico. Na consulta, deve-se avaliar a glicemia capilar, pressão arterial e freqüência cardíaca do paciente. O controle do diabetes favorece o atendimento e o sucesso do tratamento. Procedimentos cirúrgicos devem ser evitados no caso de elevação da glicemia, pelo risco de sangramentos e infecções, e pela demora na cicatrização gengival. 4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista! Atenção! • Controle o seu diabetes. Informe ao dentista sobre seus índices glicêmicos e marque uma consulta com seu médico antes do início do tratamento para avaliação de sua condição de saúde; • Em caso de cirurgia, poderá haver mudança na dieta e dosagem de insulina; • Talvez seja uma opção adiar procedimentos não – emergenciais, caso sua dosagem de glicemia esteja com valores muito elevados. Mas lembre-se: discuta com seu dentista sobre as possibilidades e conseqüências dessa decisão; • Faça consultas e reavaliações periódicas, preferencialmente a cada três meses, com seu dentista.

4 Duvidas Respondidas Para Trocar a Sua Obturação Antiga!

Tenho restaurações escuras (metálicas) nos dentes posteriores. Vale a pena trocá-las por restaurações de cor branca ou da cor dos dentes? A troca de uma restauração metálica por uma estética ou, como dizem os pacientes, “por uma branca”, pode se dar por dois motivos principais: por problemas que envolvem a saúde do dente, como uma fratura da restauração pré-existente ou mesmo por de cárie Infiltração, ou por motivo exclusivamente estético (quando uma restauração metálica em bom estado vai ser trocada, surgem, então, alguns questionamentos). Quais os materiais que podem ser utilizados na troca de uma restauração metálica por uma estética? Existem, em princípio, duas possibilidades de materiais. O primeiro é a cerâmica (ou porcelana), o segundo são as resinas compostas. A restauração de cerâmica pode ser executada apenas pelo método indireto, isto é, o cirurgião-dentista prepara o dente, molda, e um técnico de laboratório executa, sobre o modelo, o trabalho, que é cimentado pelo dentista. A resina composta tanto pode ser usada pelo método direto, feita diretamente sobre o dente do paciente, em uma única sessão, ou pelo método indireto. A resina composta usada na forma indireta tem uma composição diferente da utilizada na forma direta e é chamada de resina composta. A indicação das técnicas depende do tamanho da restauração. Quanto maior o tamanho, a porcelana é mais indicada por ser uma material mais resistente. As restaurações em amálgama são realmente tóxicas e, por isso, devem ser trocadas? Existe muita discussão sobre o poder tóxico do mercúrio nas restaurações de amálgama. Provou-se que o aumento dos níveis de mercúrio no sangue e na urina pode estar associado à presença dessas restaurações, embora nenhum trabalho tenha conseguido relacionar o desenvolvimento de doenças sistêmicas causadas por mercúrio em pacientes com as restaurações de amálgama. Dentes manchados por uma restauração de amálgama podem ser corrigidos com a troca? O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca melhora muito o problema estético sem, contudo, resolvê-lo completamente, pois seria necessária a retirada completa desse esmalte manchado para se conseguir uma perfeita solução estética.

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