Aparelho Ortodôntico Auto Ligado

Sem borrachinhas O aparelho fixo convencional conta com as ligaduras ou as famosas borrachinhas, que prendem o arco aos bráquetes. Além de facilitarem o acumulo de bactérias, essas borrachinhas dificultam os moveimentos do arco, que acabam tornando o tratamento menos eficaz. Quando a higienização não é feita corretamente, o paciente pode ter alguns problemas, como é o caso de cáries ou gengivite, por exemplo. No aparelho auto ligado, os bráquetes funcionam praticamente como uma presilha, que fixa os arcos, impedindo que eles se movam. A ausência das borrachinhas facilita, ainda, a higienização e contribui até para evitar males como o mau hálito. Um sorriso mais clean Um aspecto do aparelho auto ligado que agrada muitos pacientes diz respeito à estética. Como os bráquetes são menores do que os dos aparelhos fixos convencionais, ele tem um aspecto mais bonito e mais discreto, agradando muitos pacientes, em especial aqueles cuja a estética interfere em aspectos profissionais, como atrizes e modelos, entre outros. Tratamento otimizado Como no caso do aparelho auto ligado não existem as ligaduras, não são necessárias tantas consultas. Além disso, como o arco fica preso aos bráquetes a movimentação é mais precisa, o que permite que o tempo de tratamento seja reduzido também quando comparado ao tratamento com um aparelho fixo tradicional. Segundo especialistas, o tratamento com o aparelho auto ligado chega a ser sete vezes mais eficiente do que o tratamento feito com o aparelho fixo tradicional. Menos machucados e mais conforto Uma das grandes queixas de pacientes com relação ao aparelho fixo tradicional diz respeito aos machucados causados nas bochechas pelo atrito com os bráquetes. Muitos chegam até a usar uma cera para proteger, até se acostumar com o aparelho. No caso do aparelho auto ligado, pelos bráquetes serem menores e anatomicamente mais curvos, eles não atritam, e, portanto, não causam aqueles pequenos machucados tão chatos e doloridos. Problemas de expansão da arcada Além dos benefícios citados, para alguns casos, o aparelho auto ligado é mais indicado, como é o caso de pacientes que têm problemas que necessitem de expansão da arcada. Nesses casos, esse tipo de aparelho costuma ser o mais indicado. Além disso, problemas relacionados à mordida cruzada ou aberta, alinhamento dos dentes, alterações ósseas entre outras também podem ser bem atendidos por esse tipo de aparelho. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontogeriatria

Odontogeriatria é a odontologia voltada para os idosos. Nela, uma atenção especial é dada aos pacientes idosos e aos seus problemas bucais. Por que a boca da pessoa idosa necessita de cuidados especiais? Porque com o passar dos anos a tendência de cárie e doenças na gengiva aumenta e a ida do paciente ao consultório se torna menos freqüente. Quais as mudanças que podem ocorrer na boca de um paciente idoso? Na boca podemos notar as seguintes mudanças: A “pele que recobre a parte de dentro da boca” (mucosa) fica mais sensível e fina (assim como a pele do corpo todo); A cor dos dentes pode mudar; Retrações na gengiva deixando a raiz exposta são mais comuns; Os desgastes nos dentes e raízes são maiores; Normalmente, os dentes são menos sensíveis; Pode ocorrer a diminuição da quantidade de saliva causando a secura na boca; “Sentir menos” o gosto dos alimentos, o que pode levar ao alto consumo de temperos na alimentação e agravar problemas como diabetes e pressão alta. Não abuse dos temperos Quais os problemas bucais mais comuns? Os problemas mais comuns são a cárie e a doença na gengiva (periodontal). Eles ocorrem quando existe a união de alguns fatores como: má higiene oral, diminuição da salivação, má alimentação e principalmente a falta de cuidados especiais. As próteses dentárias “gastas” (com muitos anos de uso) que não são trocadas no tempo certo podem causar problemas na gengiva, osso e nos dentes naturais que estão à sua volta. Até mesmo “tumores” podem surgir de uma prótese dentária (como dentaduras e pontes, por exemplo) mal adaptada! Quais são esses cuidados especiais? A saúde oral da pessoa idosa precisa de uma atenção extra. Um profissional bem treinado é capaz de reconhecer as reais necessidades de seu paciente e dar a ele todas as armas para combater os problemas bucais, além de participar diretamente neste combate. Paciência, carinho e atenção dobrados são fundamentais para o sucesso do tratamento. Por que é tão importante manter a saúde bucal? Pois somente com uma boca saudável é possível ter uma vida saudável. Estudos recentes têm mostrado que alguns problemas em nossa boca podem ter relação com outros acontecimentos como, por exemplo: partos prematuros, problemas cardíacos e pneumonias aspirativas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Reabilitação Oral

Em um mundo competitivo e cheio de dificuldades como o de hoje, qualquer diferença pode trazer vantagem. Tanto na vida pessoal quanto na profissional, a primeira impressão é essencial. E todos nós sabemos que o sorriso é nosso principal cartão de visitas e ter dentes bonitos e alinhados deixa você em posição de destaque nas suas relações. Contudo, sabemos que muitas vezes temos problemas dentários por questões genéticas, bem como prejudicamos a saúde bucal com hábitos ruins, como tabagismo, má escovação, má alimentação e ingestão de bebidas como café ou vinho – que escurecem nossa dentição. E qual a solução para conseguir o sorriso dos sonhos? A resposta é uma só: reabilitação oral. Vamos explicar aqui o que é esse conjunto de procedimentos e por que vale a pena fazê-lo. Confira! O que é? A reabilitação oral é uma especialidade muito em alta na odontologia. Ela consiste em uma atuação multidisciplinar, onde são executados todos os procedimentos necessários para reabilitar a saúde e estética dentária do paciente. Cada caso pede certos tipos de procedimentos e o profissional capacitado saberá como realizá-los. Como é feita Cada caso é muito bem analisado, muitas vezes em equipe, e em situações muito problemáticas é demandado um planejamento maior para que as necessidades sejam totalmente atendidas. A expectativa do paciente é um fator que é sempre levado em conta, para deixar claro que não será possível superar as possibilidades reais que são oferecidas pelos tratamentos que temos nos dias de hoje. É produzido um modelo de gesso da arcada dentária que sofrerá correção e, a partir da sua análise, é trabalhada uma idealização do que pode ser executado e dos resultados que podem ser conseguidos. É necessária também uma completa avaliação radiológica para saber o estado bucal como um todo e prevenir e corrigir qualquer problema menos visível. Pacientes com indicação São inúmeros os benefícios da reabilitação oral e várias pessoas podem se valer deles. Os maiores candidatos ao tratamento são pessoas com muitos anos de falta de cuidado com a saúde bucal, com ocorrência concomitante de um problema periodontal. Também são candidatas pessoas que perderam um ou mais dentes, indivíduos com oclusão inadequada, pacientes com histórico de desgaste, erosão ou bruxismo. Por que fazer? Se você sofre de algum ou alguns desses males, a reabilitação fará muita diferença para você. Se seu caso é estético, esse tratamento também fará maravilhas. Como esse é um procedimento que agrega não só beleza, mas também saúde para a sua boca, qualquer pessoa obterá vantagens ao realizá-lo. As taxas de sucesso são altíssimas e você não se arrependerá. Mostre ao mundo seu sorriso! Muitas pessoas estão insatisfeitas com sua dentição e acabam ficando retraídas e evitando sorrir em público. Além disso, a falta de dentes e a má oclusão podem atrapalhar na funcionalidade da região e prejudicar muito o paciente. Se esse é o seu caso, você tem todo o potencial para se beneficiar da reabilitação oral. Portanto, não perca mais tempo, procure a Odontomania e mostre ao mundo seu melhor sorriso! CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Reabilitação Oral

Em um mundo competitivo e cheio de dificuldades como o de hoje, qualquer diferença pode trazer vantagem. Tanto na vida pessoal quanto na profissional, a primeira impressão é essencial. E todos nós sabemos que o sorriso é nosso principal cartão de visitas e ter dentes bonitos e alinhados deixa você em posição de destaque nas suas relações. Contudo, sabemos que muitas vezes temos problemas dentários por questões genéticas, bem como prejudicamos a saúde bucal com hábitos ruins, como tabagismo, má escovação, má alimentação e ingestão de bebidas como café ou vinho – que escurecem nossa dentição. E qual a solução para conseguir o sorriso dos sonhos? A resposta é só uma: reabilitação oral. Vamos explicar aqui o que é esse conjunto de procedimentos e por que vale a pena fazê-lo. Confira! O que é? A reabilitação oral é uma especialidade em evidência na odontologia. Ela consiste em uma atuação multidisciplinar, onde são executados todos os procedimentos necessários para reabilitar a saúde e estética dentária do paciente. Cada caso pede certos tipos de procedimentos e o profissional capacitado saberá como realizá-los. Como é feita? Cada caso é muito bem analisado, muitas vezes em equipe, e em situações muito problemáticas é demandado um planejamento maior para que as necessidades sejam totalmente atendidas. A expectativa do paciente é um fator que é sempre levado em conta, para deixar claro que não será possível superar as possibilidades reais que são oferecidas pelos tratamentos que temos nos dias de hoje. É produzido um modelo de gesso da arcada dentária que sofrerá correção e, a partir da sua análise, é trabalhada uma idealização do que pode ser executado e dos resultados que podem ser conseguidos. É necessária também uma completa avaliação radiológica para saber o estado bucal como um todo e prevenir e corrigir qualquer problema menos visível. Qual a indicação? São inúmeros os benefícios da reabilitação oral e várias pessoas podem se valer deles. Os maiores candidatos ao tratamento são pessoas com muitos anos de falta de cuidado com a saúde bucal, com ocorrência concomitante de um problema periodontal. Também são candidatas pessoas que perderam um ou mais dentes, indivíduos com oclusão inadequada, pacientes com histórico de desgaste, erosão ou bruxismo. Por que fazer? Se você sofre de algum ou alguns desses males, a reabilitação fará muita diferença para você. Se seu caso é estético, esse tratamento também fará maravilhas. Como esse é um procedimento que agrega não só beleza, mas também saúde para a sua boca, qualquer pessoa obterá vantagens ao realizá-lo. As taxas de sucesso são altíssimas e você não se arrependerá. Mostre ao mundo seu sorriso! Muitas pessoas estão insatisfeitas com sua dentição e acabam ficando retraídas e evitando sorrir em público. Além disso, a falta de dentes e a má oclusão podem atrapalhar na funcionalidade da região e prejudicar muito o paciente. Se esse é o seu caso, você tem todo o potencial para se beneficiar da reabilitação oral. Portanto, não perca mais tempo, procure um profissional de confiança e qualidade e mostre ao mundo seu melhor sorriso! CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontogeriatria

O Brasil passa por um processo de envelhecimento populacional rápido e intenso, tanto que a expectativa de vida do brasileiro continuará aumentando nas próximas décadas. Por isso, há a necessidade de se proporcionar maior qualidade de vida ao segmento idoso da população, focando os aspectos físico, social e psicológico. Dentro dessa realidade, o estado de saúde bucal dos idosos tem adquirido maior importância nas últimas décadas nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, visto que essa faixa da população cresce lentamente, porém continuamente, em razão do aumento da expectativa de vida. Quanto mais longa é a vida média da população, mais importante se torna o conceito de qualidade de vida, e a saúde bucal tem um papel relevante nesse contexto. Saúde bucal comprometida pode afetar o nível nutricional, o bem-estar físico e mental e diminuir o prazer de uma vida social ativa. A terceira idade, atualmente chamada de “melhor idade” é formada por um grupo heterogêneo de pessoas em virtude das diferentes experiências de vida acumuladas pelo indivíduo. Existem idosos de diferentes níveis econômicos, culturais e de saúde, além de idosos com diferentes níveis de motivação quanto à manutenção da saúde bucal. Dessa forma, essas diferenças podem afetar a aceitação, a realização e o sucesso do tratamento. É necessário conhecer as alterações fisiológicas e patológicas que acometem o organismo do paciente idoso, bem como os aspectos psicossociais de interesse para este indivíduo. O cirurgião-dentista também deve estar em contato direto com o médico geriatra, com o intuito de avaliar a administração das drogas, visto que o idoso faz uso de alguns medicamentos que apresentam efeitos colaterais, ou, mesmo, provocam alterações no nível de saúde geral. O papel da odontologia em relação a essa faixa populacional é o de manter os pacientes em condições de saúde bucal que não comprometam a alimentação normal nem tenham repercussões negativas sobre a saúde geral e sobre o estado psicológico do indivíduo. Algumas enfermidades comuns ao paciente idoso apresentam consequências bucais para as quais o cirurgião-dentista deve estar atento, a fim de minimizar interferências no tratamento odontológico. Dentre essas doenças podem-se citar o câncer, a artrite, o diabetes e o mal de Parkinson. Muitos pacientes submetidos à terapia de câncer apresentam-se mal nutridos, com cicatrização alterada, perda da capacidade gustativa, diminuição da resistência às infecções, além de redução do fluxo salivar, o que pode provocar mucosites. Os pacientes portadores de artrite apresentam perda da habilidade manual necessária para uma completa higiene bucal, e os diabéticos têm alta prevalência de xerostomia, candidíase, cáries múltiplas e doença periodontal. O mal de Parkinson, assim como a artrite, afeta a capacidade do paciente de realizar uma completa higiene bucal. Algumas das condições clínicas fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento que podem estar presentes na cavidade bucal do idoso podem ser: 1 – Redução da capacidade gustativa A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é verificada a partir dos cinquenta anos e atinge cerca de 80% dos pacientes idosos. A gustação sofre alterações com o avanço da idade porque o número de botões gustativos na papila diminui significativamente, principalmente após os setenta anos. 2 – Alterações nas glândulas salivares A função adequada das glândulas salivares é essencial para todos os aspectos das funções bucais. A saliva ajuda na proteção dos tecidos bucais, lubrificando a mucosa, prevenindo a desmineralização e promovendo a remineralização dos dentes. As alterações nas glândulas salivares podem provocar xerostomia (boca seca) e diminuição na produção da amilase salivar, o que dificulta a deglutição e posterior digestão dos alimentos. 3 – Alterações no periodonto Como a cárie dental, a doença periodontal é causada pela placa bacteriana que se acumula e adere à superfície dos dentes, acarretando uma destruição dos tecidos locais. Então, os produtos das bactérias penetram nos tecidos periodontais iniciando a resposta inflamatória. 4 – Alterações nos dentes/uso de próteses Dos problemas bucais existentes no paciente da “melhor idade”, a perda de dentes é um dos mais frequentes. Em decorrência disso, a reabilitação protética torna-se fator importante para o restabelecimento das condições bucais ideais do paciente. A perda da dentição permanente influenciará na mastigação e, consequentemente, na digestão, bem como na gustação, na pronúncia e na estética. A odontologia voltada para a terceira idade recentemente foi reconhecida como uma especialidade: a Odontogeriatria. A manutenção da saúde bucal contribui para o bem-estar físico, psíquico e social do paciente. Existe uma falta de percepção quanto à necessidade de tratamento odontológico, tanto por parte do paciente idoso como pelos seus familiares, pessoal de apoio e demais profissionais consultados por ele. Tanto os idosos como seus familiares devem ser conscientizados de que existe uma necessidade contínua de cuidados bucais. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Causas de Perda do Implante Dentário

Os problemas com Implantes Dentais são muito menos frequentes hoje do que foram no passado. Atualmente a taxa de sucesso dos implantes ronda impressionantes 98%. Os problemas que surgem estão normalmente relacionados com a ossointegração (processo de cicatrização). As consequências da não ligação do implante dental ao osso, podem originar as seguintes complicações: 1. Infecção do implante dentário: Pode derivar de infecção provocada durante a cirurgia do implante dentário. Igualmente, uma má higiene dentária pode provocar uma infecção. Em ambos os casos a infecção causa a inflamação do osso na área do implante provocando uma perda óssea. As infecções são a principal causa de rejeição do implante dentário. 2. Osso insuficiente: Se um implante dentário for colocado numa área do maxilar onde o volume do osso é demasiado pequeno, o implante pode não aderir convenientemente. A solução é a realização da cirurgia de enxerto ósseo. Consequentemente isso reduzirá as chances de qualquer complicação. 3. Fumo: O risco de insucesso aumenta consideravelmente em pacientes fumantes. É indicado que o paciente diminua a quantidade de cigarros antes de iniciar qualquer procedimento relativo ao implante dentário. 4. Estado de saúde do paciente: Pacientes em melhor condição física usufruem das melhores taxas de sucesso. Pacientes com doenças crônicas como o diabetes, pressão arterial alta ou outra condição de saúde que interfira com a recuperação e crescimento ósseo, são os mais susceptíveis de enfrentar complicações. Seus níveis precisam estar controlados. 5. Carga imediata: Alguns dentistas preferem carregar os implantes imediatamente a seguir à sua fixação (colocação da coroa ou dente sobre o implante, imediatamente após o seu posicionamento no osso da arcada dentária). Ao adoptarem este procedimento, as forças sobre o dente (implante) podem perturbar a ossointegração e causar a falha do implante. Este cenário é raro porque os dentistas normalmente não carregam o implante imediatamente, e se o fizerem asseguram-se da não existência de forças ou pressão aplicada sobre o dente recém implantado. Estas são as razões de problemas nos implantes dentários. No caso de algo correr mal, o implante é removido e se as condições permitirem, o local é imediatamente preparado para receber outro implante. Senão, o dentista deixará recuperar a zona durante alguns meses até condições satisfatórias estarem de novo reunidas, para uma segunda tentativa. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
As Diferenças Entre Aparelhos Auto-Ligados e Convencionais

Historicamente, a única escolha em usar aparelho era do tipo convencional, volumoso, exigindo ativação a cada 30 dias. Hoje, enquanto os aparelhos tradicionais ainda estão disponíveis há outras opções para você escolher. Ambos tradicional e a auto-ligado, alcançamos mesmos resultados básicos, mas os autoligados são mais confortáveis. As diferenças incluem: O estilo tradicional dos bráquetes são mais evidentes nos dentes. Há também a necessidade de bandas. Com os auto-ligados os bráquetes são mais discretos. Como eles funcionam: Embora ambos os estilos de tratamento ortodôntico obtem os mesmos resultados, a forma como esses resultados são alcançados é diferente. Aparelhos convencionais usam um processo em que você retorna ao ortodontista a cada quatro a seis semanas para sua ativação. Este processo aplica-se pressão ao sistema para ajustar suavemente os dentes para a posição desejada. Devido à nova tecnologia utilizada no aparelho de auto-ligação, a necessidade de aperto é eliminada. Extrações Dentárias Muitas pessoas que recebem os aparelhos convencionais podem ter vários dentes removidos no processo. Isto é para ter espaço suficiente para dentes apinhados. Com um aparelho auto-ligação isto não é normalmente necessário. Embora em alguns casos são necessárias extrações, é muito menos frequentemente do que com os aparelhos convencionais. Além disso, a necessidade de expansores (usados para Abrir a arcada) é significativamente reduzida. Isto é devido ao método de auto-ligação que usa a capacidade natural do organismo para se adaptar durante o processo. Tempo Envolvido Os aparelhos autoligados não necessitam de aperto e as consultas os compromissos durante o tratamento são mais espaçadas do que no tratamento convencional. Em muitos casos, o tempo real durante as consultas também é mais curto. Limpeza Limpar os dentes em torno de aparelhos convencionais é um processo complexo. Os elásticos proporcionam ajudam no acúmulo de restos alimentares. Como os aparelhos autoligados não utilizam borrachas,manter os dentes limpos ficou muito mais fácil. CLIQUE AQUI PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
A Falta De Um Dente E Suas Consequências

Quando uma criança cai e quebra um dente, os seus pais logo se preocupam com as possíveis consequências dessa perda, buscando antecipar-se a elas, pois, ainda que possam desconhecer todos os eventuais prejuízos decorrentes da ausência de um dente neste período da vida, eles sabem, de algum modo, que não se trata de algo a ser deixado para depois, independentemente de corresponder ou não a um dente de leite. Essas ocorrências inesperadas podem se dar não apenas com as crianças, mas também com os adultos, muito embora as causas referentes à perda de um ou mais dentes destes últimos costumem ser outras – na maioria das vezes, cárie, doença periodontal ou traumatismo. E, quando o dente quebrado ou extraído é um daqueles d frente, a preocupação em relação ao que fazer se potencializa, já que, evidentemente, a ausência de dentes, mesmo que seja somente um, não faz parte dos nossos requisitos sociais quando se trata de qualificar um sorriso como “bonito”, podendo comprometer a autoestima de quem não o (s) tem. Assim, o que se espera dessas situações é que as pessoas procurem logo pela intervenção do cirurgião-dentista, na tentativa de que o problema seja resolvido o mais rapidamente possível. Quando, porém, o dente que falta não estava numa daquelas posições mais evidenciadas pelo sorriso, há um número expressivo de pessoas que acaba adiando a procura por ajuda especializada, deixando para depois a reposição do dente no espaço que permanece indevidamente aberto, uma vez que a sua aparência não está visivelmente comprometida. E, por não se sentirem diretamente afetadas no quesito estético, muitas descuidam da importância da própria saúde bucal, acreditando que a perda do dente não trará maiores prejuízos – o que é um grande equívoco. (O alerta, portanto, também vai para quem prefere EXTRAIR um dente (um molar, por exemplo) a tratá-lo adequadamente, valendo-se da justificativa de que “ninguém vai ver” ou de que “um dente só não fará falta”.) O fato é que, muito antes de voltar as atenções à apreciação de um sorriso (se ele é ou não referência de beleza), é fundamental pensarmos na funcionalidade da nossa arcada dentária. A perda de um único dente, independentemente da posição que ele ocupava (tanto faz se na arcada dentária superior ou inferior), desencadeia alterações na saúde, cuja gravidade pode ser maior ou menor. Isto porque a sua principal ação consiste na mastigação dos alimentos, que é feita com os dentes movimentando-se um na direção do outro. Porém, quando um encontra um espaço vazio no lugar do outro, o alimento acaba preenchendo essa área, e, no contato direto com a gengiva, pode machucá-la. Este ferimento, por sua vez, é capaz de causar um incômodo que, muito provavelmente, incidirá sobre as escolhas alimentares da pessoa, que selecionará em maior quantidade aquilo que lhe parecerá mais fácil de mastigar. Consequentemente, o fato de preterir os alimentos que lhe dificultariam a mastigação representará a abstenção do consumo de nutrientes essenciais à manutenção da sua boa saúde, aumentando o risco de surgimento de diversas doenças. E, se já não bastasse todo o problema gerado até aí, ainda é preciso ter em vista que, na ausência de um dente de um determinado lado, a nossa tendência é transferir a mastigação para o outro – principalmente quando a gengiva se encontra ferida em uma dessas partes. Logo, com a sobrecarga da mastigação de um lado só, este sofrerá um desgaste maior. Outra alteração provocada pela falta de um dente está no fato de que os próprios dentes passam a “se comportar” como se quisessem fechar o espaço em aberto. Assim, os dentes que estão imediatamente ao lado daquele ausente (“dentes adjacentes”) começam a se inclinar na direção do buraco, ao passo que o “dente oposto” (o correspondente a este na outra arcada) “cresce”, na tentativa de “tocar” alguma coisa, cedendo a um fenômeno denominado “extrusão” (uma espécie de “saída forçada”). Portanto, esses desajustes da mordida (“oclusão”) interferirão no funcionamento adequado do processo mastigatório. Ainda se retomarmos aquilo que aprendemos nas aulas de Ciências desde as séries iniciais, poderemos facilmente estabelecer um paralelo entre a perda de um dente, o problema da mastigação e a dificuldade de uma boa digestão (problemas estomacais e/ou intestinais), uma vez que o processo digestivo dos alimentos tem início na própria mastigação. Como se vê, a perda de um único dente pode interferir significativamente na estrutura de toda a cavidade bucal, prejudicando não apenas aspectos referentes à estética, mas à própria funcionalidade, como no caso de desajustes da mordida. Portanto, a orientação a ser seguida é a de que, em tendo perdido e/ou até mesmo extraído um dente, um cirurgião-dentista seja procurado o mais rapidamente possível. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA:
Retração Gengival – Consequências e Tratamento.

Retração Gengival (ou recessão) é o deslocamento da gengiva que provoca a exposição da raiz do dente, e pode acontecer por diversos motivos como: escovação traumática devido a uma fricção forçada de escova com cerdas duras, inflamação da gengiva por acúmulo de tártaro e placa bacteriana; trauma oclusal que é uma força sobre os dentes ocasionada devido ao mau posicionamento dos mesmos; restaurações dentárias com excesso nas margens ou até mesmo movimentações ortodônticas realizadas de forma errada. A Retração Gengival, além de expor o colo dos dentes, pode provocar muita sensibilidade nos mesmos, pois a raiz dental é formada apenas por dentina que é um tecido extremamente sensível ao frio, calor, doce e fricção das cerdas das escovas. Quais as consequências da Retração ou Recessão Gengival? A retração gengival pode resultar em diversas consequências, entre elas: – Dificuldade de higienização (esse fator pode piorar ainda mais a recessão); – Inflamação gengival; – Alta sensibilidade nos dentes; – Estética dentária, pois os dentes podem ficar muito alongados ou desproporcionais no arco, ocasionando problemas de auto-estima, pelo fato dos dentes ficarem muito grandes e desproporcionais com a face e a boca; – Perda de elemento(s) dentários(s), pois todo processo de retração ou recessão gengival ocorre devido à reabsorção do osso que circunda as raízes dentárias. Como evitar a Recessão Gengival? Pode-se evitar a Retração ou Recessão Gengival de várias formas: – Realizando uma correta técnica de escovação que deve ser ministrada pelo cirurgião-dentista; – Utilizando escovas de cerdas ultra-macias; – Fazendo visitas regulares ao consultório odontológico (a cada 4 ou 6 meses), evitando longos períodos de ausência; – Fazendo uso de placas de mordida; – Bebendo muita água diariamente, para manter as mucosas da boca sempre bem hidratadas; – Dormindo de boca fechada, pois nos respiradores bucais ocorre um ressecamento das mucosas orais, o que favorece a Retração Gengival; – Mantendo uma alimentação saudável, com muitas frutas, verduras e legumes. Quais os tipos de tratamento para a Retração ou Recessão Gengival? Existem dois tipos de tratamentos para os casos de Retração Gengival, o cirúrgico e o não cirúrgico. No caso do não cirúrgico, pode-se recobrir os “colos” dentários com restaurações de resina composta ou ionômero de vidro, e em muitos casos, dependendo do grau de destruição do elemento dental e do envolvimento estético, indica-se a realização de coroas de porcelana “metal free” ou até mesmo daslentes de contato em porcelana. O tratamento cirúrgico, através de técnicas de deslocamento gengival associado à enxerto de tecido conjuntivo do próprio paciente, é, sem dúvida, a melhor opção, desde que muito bem planejado e indicado, pois não é todo caso de Retração Gengival que pode ser resolvido com este tipo de cirurgia. Através da cirurgia plástica gengival para correção da recessão, consegue-se reposicionar o tecido gengival em sua localização inicial, justaposto à coroa do dente, promovendo desta forma a proteção da raiz antes exposta e eliminando de vez o incômodo da sensibilidade e da dor. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA CONSULTA
As Causas Mais Comuns De Perdas Dentais

Se você perdeu um ou mais dentes, os Implantes Dentários são uma excelente opção de tratamento. A perda de dentes pode ocorrer por uma variedade de razões – ausência congênita, trauma, doença dental (por exemplo, cárie ou doença periodontal), bem como falha mecânica. Mais comumente, o dente decíduo está presente, mas não há nenhum sucessor (dente permanente) para substituí-lo. Frequentemente, este será aparente quando a esfoliação dente de leite, ou cai fora (geralmente durante a adolescência). Muitas vezes, no entanto, o dente de leite permanecerá no lugar e irá funcionar até a troca devido à perda de apoio raiz ou outra doença dental. Neste ponto, ele terá de ser removido. Trauma pode causar a perda de dentes em uma variedade de formas. Os dentes podem ser perdidos num trauma, como uma criança cair de sua bicicleta. Frequentemente no entanto, traumatismo pode afetar os dentes de maneira que não se manifestam até meses ou anos mais tarde. A fratura de raiz pode não ser aparente até algum tempo depois, quando a infecção se desenvolve. Doenças dentárias A razão mais comum para a perda do dente é a Doença Periodontal. Esta é essencialmente uma infecção localizada nas gengivas e as estruturas de suporte dos dentes que conduzem a perda de osso. Isso pode progredir para o ponto que dentes caem por conta própria ou são consideradas além do reparo ou estão muito comprometidos para ser útil e deve ser extraído. A cárie dentária, também pode progredir para o ponto em que os dentes estão para além da capacidade para ser restaurado em função. Também pode levar a infecção significativa do osso em torno das extremidades das raízes, que conduz a extração dentária. Finalmente, os dentes podem rachar ou fraturar de tal modo que eles devem ser removidos. Isto pode acontecer como resultado do bruxismo (ranger os dentes), ou por razões mecânicas relacionadas com a falta de apoio suficiente dos outros dentes que provoca estresse extremo para os dentes que permanecem na função.