Adenóide

Conhecida popularmente como “carne esponjosa”, a adenoide é uma massa composta por tecidos linfóides que fica localizada na nasofaringe. Juntamente com as amígdalas ajuda na manutenção de um organismo saudável retendo os germes nocivos que tentam passar pelo nariz e pela boca. As adenóides produzem anticorpos para auxiliar no combate e na prevenção de infecções. Não é possível observar esta massa ao abrir a boca, ao contrário do que ocorre com as amígdalas. Para tanto o médico necessita olhar com um pequeno espelho ou com um instrumento associado a uma fonte luz. Na grande parte dos casos um raio-x é a melhor forma de observar a “carne esponjosa”. Muitas vezes a região fica aumentada ou inflamada devido a algum tipo de infecção. Tal situação provoca dores e a respiração fica dificultada. A adenoidite é uma enfermidade que acomete a adenóide. É mais comum em crianças do que em adultos e não possui distinção entre os sexos. O tratamento costuma ser efetivo apenas com o uso de antibióticos. Em alguns casos, entretanto, pode ser preciso a realização de uma cirurgia para retirada das adenoides. Agente causador As adenóides, assim como as amígdalas, atuam na proteção do organismo. Ao respirarmos uma variedade de germes e de microrganismos acaba penetrando no corpo. A função destes componentes é, portanto, filtrar o que entra, deixando-nos protegidos contra muitos invasores. Algumas vezes as adenóides podem ficar sobrecarregadas por bactérias, por exemplo. Isto faz com que elas inchem e fiquem infectadas. Esta condição recebe o nome de adenoidite, muito mais presente em crianças do que em adultos. Como se descobre a doença? O diagnóstico para adenoidite costuma ser simples, sendo sobretudo clínico. Diante dos sintomas e dos sinais as pessoas logo tendem a buscar por ajuda. O médico irá realizar uma análise clínica, assim como irá fazer algumas perguntas e procurará estabelecer um diagnóstico diferencial. É preciso distinguir os sintomas da adenoidite dos sintomas da sinusite e da rinofaringite, por exemplo. Para isto é preciso uma boa conversa com o paciente e muitas vezes até mesmo alguns exames. Um raio-x e uma endoscopia nasal podem ser de grande utilidade. A inflamação das adenóides incomoda bastante. É comum que logo se busque por ajuda. Depois do diagnóstico um tratamento deve ter início o quanto antes. Quando os casos são muito repetitivos e quando o espaçamento entre uma infecção e outra é muito pequeno, alguns profissionais recomendam a retirada das adenoides. Para tanto é realizada uma adenoidectomia, cirurgia realizada por um especialista em hospital ou centro cirúrgico com anestesia geral. Podem restar alguns efeitos colaterais após o procedimento por em média 14 dias. Portanto, recomenda-se pensar bem sobre o assunto antes de recorrer a esta modalidade de tratamento. Sintomas A infecção das adenóides provoca na maioria das vezes os seguintes sintomas: Dor de garganta; Garganta inflamada; Glândulas no pescoço inchadas; Dor no ouvido ou problemas relacionados a ele; Congestão nasal; Boca aberta constantemente; Respiração pela boca; Fala com som nasal, da forma como se estivesse com o nariz entupido; Ronco alto; Apnéia do sono. De maneira geral estes são os principais sintomas de uma adenoidite. Dependendo do que está provocando a infecção eles podem variar um pouco. Quando o nariz fica entupido há dificuldade em respirar, o que leva a pessoa a permanecer sempre de boca aberta. Caso estes sintomas sejam notados não deixe de procurar por ajuda. Toda adenoidite necessita de um tratamento. Prevenção Não são em todas as ocasiões que se pode prevenir uma adenoidite ou ainda impedir o aumento das adenoides. Na realidade, o aumento do tamanho ajuda na captura e no combate aos invasores. O que se pode fazer, por exemplo, é manter bons hábitos de higiene. Desta forma a quantidade de microrganismos a serem combatidos reduz significativamente. É importante lavar as mãos antes de qualquer refeição e nunca colocar as mãos sujas na boca. Não se deve realizar automedicações quando estiver com os sintomas descritos acima. O uso indiscriminado de antibióticos é extremamente perigoso para a saúde. Sempre que qualquer incômodo for notado um médico deve ser consultado, pois somente ele saberá indicar a melhor abordagem para cada caso. Tratamento O tratamento da infecção das adenoides é feito basicamente através do uso de antibióticos. A cirurgia para a retirada das mesmas é indicada quando as infecções são recorrentes ou quando são contínuas. Portanto, quando os sintomas não forem excluídos apenas pelo uso de fármacos é possível que se recorra a tal procedimento. Caso a infecção das adenoides esteja colocando em risco o organismo ao aumentar a suscetibilidade de uma doença mais séria como nefrite ou febre reumática também se recorre ao procedimento cirúrgico. Durante o procedimento as adenoides são removidas e a grande maioria dos pacientes leva em média 1 semana para se recuperar. Após a cirurgia algumas medidas devem ser tomadas como, por exemplo, com a alimentação, que deve leve e constituída principalmente de líquidos. Muitos pacientes sentem enjoos e ânsia de vômito após o procedimento. Diante de qualquer sinal de desidratação um médico deve ser contatado. A retirada das adenoides somente deve ser considerada quando já não há mais alternativas, ou seja, quando o tratamento a base de antibióticos já não é mais o suficiente. É muito importante conversar com o profissional para ficar a par de todos os riscos e efeitos colaterais antes da tomada de decisão por esta alternativa. Os problemas com as adenoides não costumam ser difíceis de resolver e não há necessidade de se conviver com dores. Diante dos sinais descritos acima entre em contato com um especialista, pois um tratamento adequado necessita ter início o quanto antes. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
A Primeira Consulta com O Odontopediatra

A primeira consulta com o Odontopediatra é a mais importante de todas, pois a partir dela, você decidirá o que fazer para atingir seus objetivos quanto à saúde bucal de seu filho, e solucionará questões pendentes como: dentes com cárie, restaurações que caem ou dentes com infecções. Quanto tempo dura a primeira consulta? Reserve algumas horas, pois além da conversa com os pais, a criança passará por exame clínico e será feito um planejamento do tratamento. Caso precise de orientação mais urgente com relação ao uso de acessórios de higiene bucal, os pais ou responsáveis serão orientados nessa primeira vez. Dependendo do caso será feita uma profilaxia para uma melhor visualização no exame clínico. Na primeira é possível a realização de tratamento de canal ou extração? Normalmente, os procedimentos serão realizados na primeira consulta apenas em casos emergenciais, em que o paciente estiver sentindo dor ou algum incômodo, depois de todas as dúvidas esclarecidas. Como funciona se a criança não deixa realizar algum procedimento? Todas as características da criança, bem como o tipo de condutas que os pais têm em casa, precisam ser conversadas na primeira consulta As atitudes a serem tomadas não seguem um padrão, portanto, o que precisa sempre ser realizado é uma conversa sincera, para definir o temperamento e o momento que a criança esteja vivendo, em casa e na escola. Assim, definem-se quais serão as ações necessárias, por parte do profissional e dos pais, no consultório e em casa. Quando deve ser realizada a primeira consulta ao Odontopediatra? Antes mesmo do bebê comparecer a clinica, o ideal seria que a futura mamãe realizasse uma consulta com o profissional, para receber orientações, que visam prevenção. Caso não seja possível a futura mamãe comparecer a esta consulta, o bebê devera ser levado ao odontopediatra assim que nascerem os primeiros dentes, por volta dos seis meses à uma ano de idade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Bruxismo Em Crianças

O hábito de ranger os dentes de forma inconsciente não é só exclusividade do estresse vivido pelos adultos. As crianças também podem sofrer com o bruxismo e o problema é mais comum do que parece. A boa notícia é que os pais não precisam se desesperar: com algumas mudanças simples na rotina é possível controlar o bruxismo infantil. O que é bruxismo? Batizado de bruxismo, o transtorno faz com que as crianças repitam movimentos como se estivessem mastigando algo, enquanto apertam os dentes. O barulho de ranger pode ser tão alto que os pais podem ficar com medo de gastar o esmalte ou quebrar os dentes dos filhos. Comum tanto a noite como durante o dia, o ato é totalmente inconsciente e é mais comum na segunda infância, entre os 5 e 8 anos, quando começa a troca dos dentes de leite para os definitivos. Entenda o que o transtorno pode ocasionar no seu filho Apesar das crianças ainda possuírem dentes de leite, o que traz consequências menos perigosas para a saúde bucal – o desgaste dos dentes definitivos precisa de uma atenção maior – o bruxismo pode trazer alguns outros problemas, como a disfunção de ATM (articulação temporomandibular). Isso acontece quando essa articulação é deformada e desgastada pela força da mordida, resultando em dores de cabeça, ouvido, mandíbula ou inchaços. O que é mais preciso ficar atento, no entanto, são nas causas do bruxismo. Fazendo parte dos distúrbios do sono, como sonambulismo e até mesmo o ato de fazer xixi na cama que são bem comuns na infância, ele costuma ser causado também por estresse nas crianças. Saiba como prevenir e tratar o bruxismo Para tratar o bruxismo, o primeiro passo é analisar a rotina do seu filho. Para evitar que ele deite na cama agitado, retire algumas das atividades extras e busque formas de deixá-lo bem relaxado antes de dormir. Vale apostar em conversas, leituras ou mesmo terapias alternativas, como aromaterapia ou musicoterapia. Já para proteger os dentes, o indicado é procurar um dentista para analisar a possibilidade de usar um aparelho ortodôntico para tratar o problema. As placas, tão conhecidas pelos adultos, não são as mais indicadas para os pequenos, já que a dentição ainda não está totalmente formada e a placa não acompanha o movimento dos dentes. Os Aparelhos miofuncionais são extremamente eficazes no tratamento do bruxismo. São removíveis e as crianças usam à noite para dormir. A Odontomania já dispõe aos seus pacientes essa técnica ortodôntica indicada para a remoção de hábitos, alinhamento dentário e desenvolvimentos dos maxilares. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Mordida Aberta

O que é Mordida Aberta? A mordida aberta é a deficiência de contato entre dentes superiores e inferiores, ou seja, os dentes superiores não se encontram com os inferiores. Pode ser na região anterior ou posterior. Pode estar presente na dentição de leite, mista (dentes de leite mais permanentes) ou na dentição permanente. As causas são várias, tais como a presença de hábitos com chupeta, mamadeira, sucção de dedo, sucção de objetos estranhos (fraldas, cobertores) e roer unhas. Pode ser hereditária, devido à respiração bucal, tamanho da língua, presença de síndromes, problemas neurológicos, etc. Como é feito o tratamento? Geralmente é feito com tratamento ortodôntico e tratamento fonoaudiológico. O tratamento ortodôntico é necessário para que aconteça o alinhamento dos dentes e o tratamento fonoaudiológico para que a criança (ou o adulto) aprendam a posicionar corretamente a língua durante a fala e deglutição. Quando criança, deverão ser usados aparelhos removíveis comuns ou ortopédicos. Nos adultos o uso deverá ser de aparelhos fixos. No caso da mordida aberta ser provocada por hábitos (chupeta, mamadeira, sucção digital), o hábito deverá ser removido para que se feche a mordida, através de aparelhos miofuncionais (Myobrace). No caso de crianças até 4 anos mais ou menos, quando a mordida aberta é provocada pelo uso de chupeta/mamadeira, ao se remover o hábito geralmente a mordida se fecha sozinha, mas geralmente tende a se cruzar na região posterior. Se você acha que o seu filho tem mordida aberta, procure um odontopediatra para que seja feito o diagnóstico o mais rápido possível, e também o tratamento o mais rápido possível. Algumas mordidas abertas são mais complicadas. São as mordidas abertas esqueléticas. A mordida aberta esquelética geralmente é acompanhada de uma face longa no adulto. É aquela criança que passou a infância toda com mordida aberta, que possui na família outros parentes com mordida aberta também, e acaba evoluindo para um adulto com mordida aberta esquelética (geralmente hereditário). Qual o tratamento da mordida aberta esquelética? Geralmente é orto-cirúrgico. Ou seja, há necessidade de se passar por um tratamento ortodôntico previamente à cirurgia, e estar de aparelho durante a cirurgia. Como a mordida aberta esquelética dificilmente será resolvida apenas com o uso de aparelhos ortodônticos. Quem dará o diagnóstico final será o ortodontista, após examinar a telerradiografia, modelos e aspectos clínicos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA NA ODONTOMANIA
A Perda Dos Dentes Permanentes

Prevenir a perda de dentes requer um compromisso de longo prazo para escolhas saudáveis e inteligentes de dieta. É importante notar que a perda do dente pode um sintoma de complicações de saúde. Portanto ir ao dentista regularmente e escovar com o uso de fio dental diariamente é importante se você quiser evitar a perda de dentes. O que causa a perda do dente? Há várias razões pelas quais os adultos perdem seus dentes. As razões mais comuns envolvem uma combinação de má higiene bucal e maus hábitos alimentares. Os dentistas recomendam que os adultos escovem os dentes pelo menos duas vezes ao dia e usem fio dental pelo menos uma vez por dia. Estes hábitos impedem que a placa se forme entre os dentes. A acúmulo de placa pode fazer com que as bactérias corroam o esmalte dos dentes. Ela também pode inflamar e infectar as gengivas. A cárie dentária e a doença periodontal pode enfraquecer tanto os tecidos de sustentação dos dentes, que podem fazer seus dentes se soltarem e caiam. Infelizmente, adiar o tratamento odontológico só pode piorar o problema e você pode vir a enfrentar a perda do dente se você ignorar os sintomas ou seus exames dentários regulares. Além de maus hábitos de higiene oral, comer muitos doces ou lanches açucarados pode levar à perda do dente, porque o açúcar contribui para a cárie dentária, especialmente se você não escovar depois de comer. Fumar ou mascar tabaco também pode danificar seus dentes e gengivas. Finalmente, ranger os dentes pode torná-los mais curtos e mais propensos à decadência. A perda do dente por idade: As crianças geralmente obtêm os seus primeiros dentes de leite quando têm cerca de um ano de idade, e começam a perdê-los quando têm entre quatro e seis anos ; no entanto, em casos raros, bebês ou crianças podem perder seus dentes decíduos. Se isso acontecer, consulte o seu dentista – perda de dentes em crianças e bebês pode ser um sinal de uma doença grave. As crianças muito pequenas, por vezes, perdem os dentes devido a uma falha no sistema imunológico. Estes tipos de transtornos causam doenças graves. Como resultado, as crianças que sofrem de doenças auto-imunes podem ter infecções de gengiva que podem levar à perda dentária precoce. Diabetes e outras doenças metabólicas podem também contribuir para a perda de dentes precoce em crianças . Entre as idades de quatro e oito anos, as raízes dos dentes da criança começam a se dissolver. Isto permite que os dentes caiam de modo que os permanentes possam crescer em seu lugar. Na maioria dos casos, os dentes permanentes irão crescer em pouco tempo depois da queda da dentição decídua. Uma vez que os dentes permanentes do seu filho crescerem, ele não terá outro conjunto dental se ele perdê-los. Portanto, as crianças que praticam esportes de contato deve certificar-se de usar um protetor bucal durante toda a atividade. Se uma criança é atingido na boca, pode quebrar os dentes. Adultos enfrentam muitos dos mesmos riscos para os dentes das crianças, especialmente se eles continuarem a ter hábitos ruins. Como a idade, perda de dentes torna-se mais uma preocupação. A perda de dentes pode ser um sintoma de diabetes , por isso é importante realizar um check-up geral, se você começar a perder seus dentes. Como evitar a perda de dentes: A melhor maneira de prevenir a perda do dente é a prática de bons hábitos de saúde bucal, que incluem escovação e uso do fio dental regularmente. Além disso, consulte o seu dentista pelo menos uma vez a cada seis meses e marque uma consulta o mais rapidamente possível se sentir dor de dente ou outros problemas dentais. Também é importante manter uma dieta saudável e fazer o teste de diabetes regularmente, especialmente se você tem uma histórico familiar ou experiência de perda de dente ou cárie em uma base regular. Seus dentes são mais importantes para a sua saúde geral do que você imagina. Perder os seus dentes não só faz você parecer pouco saudável, mas também pode ser o sinal de um problema de saúde grave. Identificação de problemas de saúde bucal e geral cedo lhe dá uma maior chance de se recuperar rapidamente e evitar complicações futuras. Mesmo que você tenha maus hábitos de higiene oral agora, você pode ter um novo começo hoje e evitar mais danos para os dentes. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Como Estimular A Escovação Dental Em Crianças

O cuidado com a saúde bucal dos filhos deve começar desde cedo. É importante despertar o entusiasmo da criança no cuidado com os dentes fazendo com que a criança perceba que esse hábito faz parte de uma rotina saudável para todos. Quanto antes os pais mostrarem aos filhos a importância de escovar os dentes corretamente, melhor será a adaptação deles. É preciso explicar de forma carinhosa a necessidade dessa tarefa e, por mais que pareça ser uma tarefa árdua, os pais precisam de muita paciência e um pouco de criatividade para que, com o passar do tempo, a criança comece a considerá-la uma atividade natural. É comum os adultos ficarem receosos em machucar a boca dos filhos ou nervosos por não conseguir realizar a tarefa. Entretanto, com um pouco de insistência, a dificuldade vai acabando e, uma vez que ambos ficarem habituados, pode se tornar um momento de diversão e prazer. A Odontomania selecionou algumas dicas para deixar esse momento mais descontraído e interessante: – Para os recém-nascidos, sempre que possível, passe delicadamente uma gaze ou fralda umedecida com água filtrada por toda a boca, limpando bochechas, gengiva, língua e removendo os resíduos do leite. – Assim que aparecerem os primeiros dentes, use uma dedeira (espécie de escova que encaixa no dedo) para higienizar e faça movimentos suaves por toda a boca, assim a criança vai acostumando com a escovação. – Dê um bom exemplo! Como as crianças copiam a postura dos pais, sempre escove os seus dentes após as refeições. É muito mais fácil para a criança entender que a escovação faz parte dos hábitos saudáveis quando ela cresce em um ambiente em que a família realmente possua esses hábitos. – Faça da escovação um momento divertido: abaixe-se e escove frente a frente ao seu filho. Vale brincar de mímica, até que ele aprenda os sentidos dos movimentos da escova (sobe e desce nos dentes da frente e circulares nos dentes ao fundo). – Invista em escovas coloridas ou com personagens, pois chamam a atenção dos pequenos para esse momento e eles adoraram! – Use a imaginação: você pode comprar fantasias para “combater” as cáries, usando de personagens que entram em ação para fazer a limpeza bucal todos os dias. Diversão garantida! – Escove os dentes juntos dos seus filhos: um pode escovar os dentes do outro – Nessa hora, aproveite para verificar se a criança está escovando os dentes de forma correta e faça pequenas correções quanto à força (lembrando que a gengiva das crianças é muito mais delicada). – Ou dê autonomia para seus filhos escovarem os dentes totalmente sozinhos. – Aproveite para elogiar a ação e sempre os orientem em cuspir a pasta. – Use de mecanismos de compensação: prometa brincar com ele, contar uma história ou ouvir música logo após escovar os dentes. Vai mantê-lo focado em terminar a tarefa. – Livros específicos sobre a saúde bucal para as crianças também são ótimos aliados. O importante é sempre demonstrar prazer pela escovação. – E nunca deixe de dizer que é bom ir ao dentista! Esclareça que uma consulta periódica ajuda manter a higiene bucal adequada. Sua atitude positiva diante disso o estimula a ter vontade de ir ao dentista regularmente.
Odontopediatria: Uma Especialidade Que Cuida Dos Dentes Do Seu Filho.

A primeira visita ao odontopediatra deverá acontecer no primeiro ano de vida do bebê, entre o oitavo e o décimo mês, com os primeiros dentes se posicionando. Essa consulta trará certamente muitas orientações e dicas de alimentação e higiene oral adequada para cada faixa etária. No primeiro ano de vida do neném, é dever dos pais uma consulta mensal com o pediatra, portanto, 12 consultas. Nós, odontopediatras, entretanto, pedimos pelo menos uma consulta preventiva com foco principal na orientação aos pais e cuidadores, nesse primeiro ano de vida. O cuidado com a primeira dentição do bebê é sinônimo de um sorriso saudável no futuro. Geralmente, uma única visita no primeiro ano de vida é o suficiente em caso de bebês sem cárie ou sem intercorrências de traumatismos bucais anteriores. Ao examinar a boca do bebê, o profissional irá avaliar a qualidade do esmalte dos dentes, a sua posição, arcadas e gengivas. Qualquer sinal de descalcificação no esmalte dentário será percebido e até tratado nessa época da vida. Crianças acompanhadas, desde cedo, são ensinadas e motivadas a praticarem a saúde bucal com gestos simples, necessários e positivos. Elas são capazes de entender e aprender mais do que imaginamos! Outra vantagem de começar os cuidados mais cedo é que a criança vai se acostumando com o ambiente, com os profissionais e com os procedimentos. Um bom vínculo com o odontopediatra evita ansiedade durante o atendimento. Muitas vezes, a visita é tão tardia que a criança já precisa tratar cáries, canal ou até mesmo extrair o dente. Para que a criança não sofra tendo que passar por tratamentos complexos, o melhor é prevenir! As doenças bucais podem ser evitadas com a prevenção. Como deve ser feita a higiene bucal da criança enquanto ainda não nasceram seus dentes? A limpeza da boca do bebê deve começar a partir do segundo mês de vida, mesmo antes dos dentes aparecerem. Recomendamos usar apenas gaze embebida em água filtrada e fervida, uma vez ao dia, para as bocas sem dentes (gengivas, bochechas e língua). Com a aparição dos primeiros dentes, essa higiene aumenta em quantidade e qualidade: passaremos a usar escova pequena e macia (adaptada para essa faixa etária), com água, na frequência de duas a três vezes ao dia. O creme dental ainda é dispensável. Quais as principais doenças bucais que atingem os bebês? Os traumatismos bucais acontecem com muita frequência, principalmente quando o bebê começa a andar. Podem ser sérios e assustadores quando sangram muito ou fraturam os dentes do bebê. Podem até precisar de atendimento imediato. Infelizmente, as cáries ainda são uma realidade para muitos bebês e crianças pequenas no nosso estado e no nosso país. Ainda existe a crença errada de que os dentes de leite vão ser trocados. Lembramos que, em algumas crianças, eles podem ficar na boca até os 12 anos de idade. A monilíase, conhecida popularmente por sapinho, também é comum e precisa de tratamento simples e higiene bucal. A partir de qual idade é recomendado que a escovação de dentes da criança seja feita com a pasta de dentes convencional? Por que ela deve ser evitada antes desse período? Crianças menores de três anos devem utilizar cremes dentais com critério. Como nessa idade não há coordenação motora, nem maturidade para cuspir, a criança tende a engolir toda a pasta durante a escovação. Os pais ou responsáveis podem executar a escovação, utilizando mínimas quantidades de creme dental com flúor (fala-se em um grão de arroz cru), se estiverem certos de que a água de abastecimento da cidade onde residem preenche os requisitos de fluoretação criteriosa (algo em torno de 0,6 a 1,0 ppm de flúor). A ingestão excessiva de creme dental com flúor pode aumentar o risco de fluorose, que são manchas brancas no esmalte dos dentes permanentes. A orientação de um dentista especializado nessa faixa etária é importante para individualizar a necessidade de cada criança e, até mesmo, o uso de flúor no consultório. A primeira dentição, normalmente, está formada quando a criança está com quantos anos? Geralmente, até os três anos de idade, a criança terá todos os dentes de leite. Ao todo, são 20 dentes (10 superiores e 10 inferiores). É normal um pequeno atraso ou adiantamento dos dentes, nessa fase. Qualquer dúvida maior deve ser tirada com um odontopediatra. O que os pais podem fazer para aliviar o incômodo da criança com o aparecimento dos primeiros dentes? Os primeiros sinais de que os dentes estão chegando são: coceira na gengiva, pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação, por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade de o bebê engolir toda a saliva. Todos esses sintomas podem deixar o sono do bebê mais agitado e com apetite diminuído. O seu bebê pode ficar irritado e instável. A chegada dos primeiros dentes geralmente ocorre no período em que a criança já senta e aumenta seu espaço para brincar. Nessa fase, o bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê, podendo, assim, ocasionar estados febris, vômitos e diarreias, sintomas comumente relacionados pelos pais ao aparecimento dos primeiros dentes. Mordedores de borracha e silicone ajudam a aliviar a coceira gengival, funcionando como massageadores da gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, pois o frio traz conforto às gengivas. A mamãe pode ainda fazer massagem com o dedo indicador em toda a gengiva, sempre com a mão bem limpa e as unhas curtas. Se a irritação for muito forte, consulte o odontopediatra e o pediatra, que poderão receitar analgésicos e antitérmicos, após examinar a criança. Preferimos prescrever medicações fitoterápicas ou homeopáticas para esse período que pode ser muito intenso e desagradável para o bebê. A dedeira é uma boa coadjuvante para esse período, pois massageia bastante. Qual é a frequência ideal em que os pais devem levar a criança ao dentista? Após examinar e conhecer a
Cárie De Mamadeira

Ao contrário do que muitos pensam, a prevenção da cárie em crianças se inicia antes mesmo do aparecimento do primeiro “dente de leite no bebê”. Isto significa um cuidado dos pais em relação aos hábitos alimentares e de higiene da criança. Logo nos primeiros meses de vida, época em que os primeiros dentes decíduos (dentes de leite) começam a aparecer eles podem apresentar cárie, que se não for tratada, evolui rapidamente destruindo as estruturas dos dentes de leite. A perda precoce destes dentes, podem desencadear diversos problemas como dificuldade da criança na alimentação, na sua adaptação aos alimentos sólidos e também problemas no seu desenvolvimento crânio-facial, podendo causar no futuro, problemas ortodônticos de difícil correção. Essas lesões de cárie que aparecem logo após a erupção dos dentes de leite são chamadas cárie de mamadeira, pois ocorrem no período de aleitamento na primeira infância e são causadas por diversos fatores como por exemplo: Hábitos alimentares ricos em açúcar (adicionar açúcar ao leite ou sucos dados à criança na mamadeira). Falta de informação dos pais quanto à importância da higiene oral do bebê e treinamento para sua correta execução. O primeiro sinal da cárie em crianças é o aparecimento de manchas brancas que surgem na superfície do esmalte dental (conhecida como cárie incipiente) onde ainda não ocorreu a formação de cavidade. Nessa fase é possível o tratamento com aplicações de flúor sob a orientação do Odontopediatra sem a necessidade de uso de motores ou materiais restauradores, portanto deve-se estar sempre atento e o controle com um odontopediatra deve ser constante, para prevenir este tipo de cárie. Para evitar este tipo de cárie em bebês, deve-se tomar os seguintes cuidados: – Evitar adição de açúcar ao leite ou qualquer outro líquido dado á criança. Se ela for acostumada sem o açúcar, não sentirá sua falta. – Evitar dar a mamadeira para a criança dormir. Durante o sono a salivação diminui e aumenta a proliferação de placa bacteriana. – Fazer a escovação dos dentinhos do bebê após cada mamada com gaze umidecida para os dentes anteriores ou escovas especiais para bebês caso já tenham aparecido os molares. – Se o bebê usa chupeta, evite mergulha-lo em mel ou líquidos açucarados. – Evitar compartilhar talheres com o bebê. – Consultar um Odontopediatra assim que aparecer o primeiro dentinho. Isto é importante para que os pais possam colher informações quanto a higiene oral do bebê e manutenção de sua saúde bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA CONSULTA
Perguntas e Respostas Sobre a Dentição Das Crianças

Quando que meu bebê começará a ter dentes? Normalmente os dois primeiros dentes inferiores da frente nascem aos 6 meses de idade, seguido pelos 2 superiores. Durante os próximos 18 a 24 meses, os outros dentes aparecem. Os dentes de leite devem aparecer aos 2 ou 3 anos de idade. Com que frequência as crianças devem visitar o Odontopediatra? Crianças e adolescentes deveriam visitar o dentista a cada 6 meses para prevenir as cáries e outros problemas dentais. Quando deve acontecer a primeira visita da criança ao Odontopediatra? A partir dos seis meses, quando começam a nascer os primeiros dentes. Nesta visita, a mãe recebe orientação sobre dieta, higiene, aplicação de flúor, uso adequado da mamadeira, chupeta e também correção dos maus hábitos como chupar dedo. O que são os chamados dentes de leite? São os primeiros dentes a erupcionarem na cavidade oral, são denominados de dentes decíduos e são conhecidos como dentes de leite por serem brancos e mais claros que os permanentes. A partir de que idade os dentes de leite começam a cair? Por que? Os dentes de leite começam a cair entre 5 e 7 anos, e isso ocorre porque os dentes permanentes vão se formando e reabsorvendo a raiz do dente de leite. Com isso, os dentes decíduos iniciam uma mobilidade que irá progredir até cair (esfoliar), para então permitir a erupção (nascimento) dos dentes permanentes. Qual a seqüência de queda dos dente de leite? Os primeiros dentinhos a cair, normalmente são os anteriores, depois segue a troca dentaria com a esfoliação dos caninos e por fim os dentes posteriores. A troca dos dentes anteriores inicia-se com os incisivos centrais inferiores, em seguida os incisivos laterais e por fim os incisivos centrais superiores, podendo variar esta seqüência. Existe algum cuidado especial com os dentes permanentes que irão nascer após a queda do dente de leite? Explique. Os dentes permanentes devem receber cuidados especiais, porque são dentes que ficarão para a vida toda. Ao nascerem os dentes posteriores se encontram num nível mais baixo de que os outros dentes de leite, permitindo assim um maior acúmulo de restos alimentares. Deve-se orientar a higiene com escovas diferenciadas (bitufo) que alcançam individualmente cada um desses dentes, além de aplicações de verniz de flúor, para fortalecer este esmalte. Depois de nascidos por completo deve-se avaliar a necessidade individual de cada criança e a possível indicação de selantes, que são resinas fluídas que selam a superfície dental, uma maneira de diminuir a profundidade dos sulcos existentes em dentes permanentes, facilitando a higiene e diminuindo o acúmulo de placa. É importante salientar que os primeiros molares permanentes, nascem aos 6 anos de idade, atrás do último dentinho de leite ( segundo molar decíduo), sem que haja a troca. Porém algumas mães ficam surpresas quando vão ao consultório e dizem a elas que são dentes permanentes. Pode acontecer de a criança demorar mais a perder o dente de leite? Isso é comum? O que fazer nesse caso? Em média a criança começa a trocar dentes aos 6 anos de idade e termina aos 12. Porém pode haver variação, com isto pode ocorrer troca dentária mais tardia, mas o odontopediatra deve avaliar se está dentro dos padrões de normalidade. Existem casos em que pode ocorrer a retenção tardia, isto é, quando o dente de leite não cai e o permanente já está na hora de nascer. Neste caso após uma avaliação clínica e radiográfica poderá ser indicada a extração do dente de leite para a erupção do permanente. O que os pais devem fazer quando perceber que o dente está ficando mole? Os pais devem agir naturalmente com a criança, explicar que está na hora de trocar o seu dentinho. Deve-se evitar que a criança fique levando à mão suja a boca tentando amolecer o dentinho, e cuidar da sua higiene bucal. O ideal é que o dente caia naturalmente, quando isso não acontece é importante a avaliação do odontopediatra que irá removê-lo, cuidando dessa criança para que não tenha trauma devido a esta extração. O que os pais podem fazer se o dente permanente começar a nascer antes de o dente de leite cair? Isso é comum? Explique. Os dentes permanentes podem começar a nascer antes de cair o dente de leite e isso acontece devido a uma diminuição da função mastigatória, caracterizada pela ingestão de alimentos mais pastosos e menos fibrosos. Pode ocorrer principalmente na região anterior, o nascimento do dente permanente atrás do dente de leite, quando isto ocorre, o Odontopediatra deverá fazer uma avaliação clínica e radiográfica e indicar a remoção ou extração do dente de leite. Clique No Botão Abaixo Para Agendar Uma Consulta!
S.O.S. Respiração Bucal

S.O.S respiração bucal Para alguns, a frase “a primavera está no ar” é bastante literal. Quando a neve do inverno derrete e as flores florescem, pólen e outros materiais podem causar estragos em pessoas que sofrem de alergias sazonais, geralmente causando um hábito chamado de “respiração bucal.” Os problemas físicos, médicos e sociais associados à respiração bucal não são reconhecidos pela maioria dos profissionais de saúde. Odontopediatras tipicamente solicitam que seus pacientes retornem a cada seis meses, o que significa que algumas pessoas veêm o seu odontopediatra com mais freqüência do que veêm seu fisioterapeuta. Como resultado, os odontopediatras podem ser os primeiros a identificar os sintomas da respiração bucal, porque os odontopediatras compreendem os problemas associados com a respiração pela boca, que pode ajudar a prevenir os efeitos adversos. “As alergias podem causar obstrução das vias aéreas superiores, ou respiração bucal, em pacientes”. “Quase toda família tem alguém com problemas de respiração boca.” Ao longo do tempo, as crianças cujos a respiração bucal não for tratada pode sofrer de desenvolvimento facial e dental anormal, como, faces longas e estreitas bocas, sorrisos gengivais, gengivite e dentes tortos. Os hábitos de sono pobres que resultam da respiração bucal pode afetar negativamente o crescimento e desempenho acadêmico. Muitas dessas crianças são diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção (ADD) e hiperatividade. Além disso, a respiração bucal pode causar concentração de oxigênio pobres na corrente sanguínea, o que pode causar pressão alta, problemas cardíacos, apnéia do sono e outros problemas médicos. “As crianças que respiram pela boca, normalmente, não dormem bem, resultando no cansaço durante o dia e, possivelmente, na incapacidade de se concentrar. “Se a criança torna-se frustrada na escola, ele ou ela podem apresentar problemas de comportamento.” Por isso é necessária a regularidade de consultas com um odontopediatra. O tratamento para a respiração bucal está disponível e pode ser benéfico para as crianças se a condição for diagnosticada no início. O odontopediatra pode verificar se há sinais de respiração oral e se as amígdalas estão inchadas. Se amígdalas e / ou adenóides estão inchados, eles podem ser removidos cirurgicamente por um otorrinolarinologista. Se o rosto e boca são estreitas, os dentistas podem usar aparelhos de expansão para ajudar a ampliar os seios e abrir passagens das vias aéreas nasais. “Após a cirurgia e / ou intervenção ortodôntica, muitos pacientes apresentam melhora no comportamento, nível de energia, desempenho acadêmico, a aceitação pelos pares e de crescimento” . “O tratamento para a respiração bucal pode melhorar significativamente a qualidade de vida.” Neste momento, muitos profissionais de saúde não estão conscientes dos problemas de saúde associados com a respiração bucal. Se você ou seu filho sofrem com esta condição, fale com um Odontopediatra que tem conhecimento sobre a respiração bucal.