Afta

O que é Afta? Afta é uma ferida na boca, que costuma ser branca ou amarelada, rodeada por uma área vermelha brilhante, e geralmente surge na língua e nas paredes internas da boca. Causas Aftas são formas comuns de úlcera bocal, que costumam surgir em pessoas com baixa imunidade, seja ela causada por alguma doença específica ou por uso de medicamentos. Veja algumas dessas causas: HIV/Aids: O vírus do HIV, que pode levar à Aids, ataca diretamente o sistema imunológico. Pessoas infectadas com esse vírus são mais propensas ao surgimento de aftas e elas costumam ser um dos primeiros sinais de ação do HIV no organismo Câncer: a imunidade também abaixa quando o paciente tem câncer, principalmente por causa do tratamento realizado com radioterapia e quimioterapia Diabetes: diabéticos não tratados ou com a doença mal controlada, a saliva costuma apresentar grandes quantidades de açúcar, que encoraja o crescimento do fungo Infecções vaginais: o mesmo fungo causador da afta é o responsável por algumas infecções vaginais também. Apesar de não ser muito perigosa, esse tipo de infecção costumar causar mais problemas a mulheres grávidas, pois a doença pode ser transmitida ao bebê durante o parto. Outros fatores podem desencadear no surgimento de aftas: Estresse emocional Deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico na dieta Período menstrual Mudanças hormonais Alergias a alimentos. Fatores de risco Qualquer pessoa pode desenvolver aftas, mas alguns fatores podem contribuir para o surgimento dessas feridas. Veja: Idade: bebês e crianças pequenas costumam apresentar afta com mais frequência do que pessoas mais velhas Imunidade baixa: algumas doenças ou medicamentos podem comprometer o sistema imunológico e, assim, facilitar a ação do fungo que provoca aftas Próteses bucais: pessoas que usam dentaduras tendem a apresentar mais aftas também Problemas de saúde: outras complicações podem ajudar no surgimento de aftas, como diabetes e anemia Medicamentos: o uso de determinados tipos de medicamentos podem comprometer a imunidade e contribuir para o aparecimento de aftas na boca, como alguns antibióticos e corticosteroides Câncer: o tratamento da maioria dos tipos de câncer costuma ser bastante invasivo. Métodos como quimioterapia e radioterapia costumam comprometer a imunidade também Boca seca: doenças como xerostomia deixam a boca anormalmente seca, o que ajuda na proliferação do fungo causador da afta Fumo: o consumo de cigarro também pode provocar afta Histórico familiar: aftas também podem ser hereditárias. Sintomas Em um primeiro momento, você pode nem reparar que está com afta. Mas, em alguns casos, dependendo da causa, os sintomas podem aparecer de repente e persistir por muito tempo. Confira os mais comuns: Pequenas feridas abertas presentes no interior da boca, brancas ou amareladas, com contorno vermelho brilhante. Costumam estar mais presentes na língua e nas paredes da boca Dor Leve sangramento em casa de lesão na região da afta Vermelhidão e ressecamento da região lateral da boca Perda do paladar. Sintomas menos comuns incluem: Febre Indisposição Inchaço nos linfonodos. Em casos mais graves, as lesões podem se espalhar pelo esôfago, causando dificuldade para engolir e a sensação de comida presa na garganta. Bebês com aftas costumam sentir muita irritação e incômodo ao serem amamentados. Além disso, eles podem passar a infecção para a mãe durante a amamentação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Plástica Gengival

Conhecida por ser a moldura dos dentes, a gengiva nem sempre está no lugar que deveria. Retraída demais ou em excesso, as cirurgias plásticas são soluções recentes e ainda pouco conhecidas, mas que avançaram nas técnicas, possibilitando resultados mais precisos. Uma gengiva bem posicionada permite harmonia no sorriso e equilíbrio entre os dentes e o rosto. Há dois tipos de tecidos na boca, o gengival (rosa mais claro) e a mucosa (vermelha). O primeiro possui fibras e colágenos, que deixam a estrutura mais firme, tornando-se o tecido de proteção. Quando é muito fino ou há em pouca quantidade, é preciso acrescentar enxertos através da cirurgia plástica da gengiva ou gengivoplastia. Mais comum No caso do sorriso que destaca mais a gengiva que os dentes – uma das situações mais comuns – a cirurgia plástica também pode ajudar. Ou o dente não nasceu completamente e a gengiva cobriu boa parte do restante ou o tamanho do dente é normal, mas há excesso de tecido gengival ao sorrir. É preciso confirmar se é um excesso de verdade ou se a maxila da pessoa cresceu demais e a musculatura expôs o dente. Normalmente é o dente que é pequeno, mas se a musculatura estiver expondo, podemos usar botox no tratamento. Quando a maxila é muito crescida e há um osso grande, é feita uma cirurgia mais complexa. Causas Escovar os dentes pode ser a causa da retração na gengiva. Da mesma forma, as placas bacterianas, causadoras de processos inflamatórios, podem ser responsáveis por erros na linha da gengiva. Escovação de forma errada, vigorosa e tudo que gere um processo inflamatório e uma resposta do organismo pode destruir o tecido gengival. O biotipo do paciente também influencia, assim como fatores hereditários. Alternativa Algumas alterações no sorriso podem ser realizadas através de restaurações (próteses ou resinas), mas podem não fornecer a naturalidade, pelo uso de materiais artificiais, que a cirurgia plástica da gengiva pode alcançar com mais eficácia. Cuidados pós-cirurgia Com a região sensível, fica proibida qualquer escovação, permitido apenas o enxague bucal. Alimentos duros devem ser evitados por, pelo menos, uma semana. É importante que o paciente não “puxe” os lábios para ver o resultado, pois os pontos podem se soltar. De 45 a 60 dias, o tecido gengival estará maduro e estável. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontopediatria

1. Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja
Deglutição Atípica

Deglutição atípica: A Deglutição atípica ocorre devido a desequilíbrio entre a língua, lábio e músculos da bochecha, caracterizando-se por uma participação ativa da musculatura perioral. Causas da Deglutição Atípica: – Desequilíbrio do controle nervoso – problema neurológico. – Respirador bucal. – Pode ser adquirido em consequência de problemas crônicos como amigdalite ou faringite, que forçam o posicionamento da língua para frente, principalmente durante a deglutição para aliviar a dor. – Macroglossia (língua grande) – Mordida Aberta Anterior. – Perdas precoces de dentes decíduos na região anterior. Características da Deglutição Normal: 1 – Deglutição Infantil Normal: – observada apenas antes da erupção dos dentes decíduos. – durante a deglutição, a língua permanece entre os rebordos gengivais. A mandíbula é estabilizada por fortes contrações dos músculos faciais. – o músculo bucinador é particularmente potente na deglutição infantil. 2 – Deglutição Madura Normal: – é caracterizada pela ausência de atividade dos lábios e da bochecha, contração dos músculos elevadores da mandíbula, que leva à oclusão dos dentes e à acomodação da língua na cavidade bucal. Características da Deglutição Atípica: 1 – Com interposição labial: – lábios entreabertos quando em repouso. – musculatura labial inferior hipertônica, interpondo-se entre os incisivos superiores e inferiores. – musculatura labial superior hipotônica. – incisivos inferiores com inclinação lingual e os superiores vestibularizados. 2 – Com interposição lingual: 1 – simples: É caracterizada pela contração dos lábios, músculos mentoniano e elevadores da mandíbula. Dentes em oclusão enquanto, a língua se protrai para a mordida aberta. Geralmente, crianças respiradoras nasais com hábitos de sucção de dedos. Apresentam bom ajuste oclusal e boa intercuspidação, mesmo na presença de uma maloclusão. 2 – complexa: Contrações dos lábios e dos músculos facial e mentoniano. Nenhuma contração dos músculos elevadores da mandíbula. Interposição da língua entre os dentes e deglutição com os dentes separados. Mordida aberta difusa e difícil definir. Algumas vezes não apresenta mordida aberta. Instabilidade de intercuspidação. Geralmente, respiradores bucais e quase sempre com histórico de doença nasorrespiratório crônico ou alérgico. 3 – Deglutição Infantil Persistente: Persistência predominante do reflexo de deglutição infantil após a erupção dos dentes permanentes. Fortes contrações dos lábios e da musculatura facial. Interposição da língua entre os dentes, tanto na parte anterior como na lateral. Musculaturas facial e bucal poderosas, fortes contrações do músculo bucinador. Os pacientes apresentam sérias dificuldades na mastigação, pois os dentes quase sempre ocluem apenas sobre um molar de cada quadrante. Tratamento: – Para corrigir a deglutição atípica com interposições lingual e labial, é necessário o trabalho conjunto do otorrino, fono, odontopediatra e do ortodontista. – Placas reeducadoras e impedidoras – grade lingual – podem auxiliar no tratamento. – Crianças, com interposição do lábio inferior, em caso de Classe II, devem ser avaliadas pelo Ortodontista para determinar o momento oportuno do início da correção da maloclusão. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXE E AGENDE UMA CONSULTA NA ODONTOMANIA
Odontopediatria

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Escova Ortodôntica de Mastigação

Quando nascem os primeiros dentes, as crianças têm uma tendência natural à mastigação, o que ajuda na erupção (nascimento) dos dentes e alivia a irritação causada pela erupção. Entretanto, depois da erupção dos dentes, dois novos problemas surgem: os dentes precisam ser limpos e os maxilares precisam ser exercitados para estimular o crescimento ósseo. Nos humanos primitivos, uma dieta natural de alimento rígidos e sem açúcar proporcionava limpeza e desenvolvimento de forma natural. Todavia, as dietas modernas, constituídas predominantemente de alimentos macios e com muito açúcar, tornam essencial a limpeza ativa e regular dos dentes para prevenir as cáries. A Escova Ortodôntica de Mastigação é uma alternativa para a tendência natural da criança de mastigar durante a limpeza dos dentes. Além de ser uma solução eficaz e conveniente para auxiliar nas dificuldades encaradas pelos pais na limpeza dos dentes dos seus filhos. Essa escova pode substituir o uso da chupeta tradicional durante o dia, evitando problemas ortodônticos e proporcionar outros benefícios à saúde, incentivando a respiração nasal e a relação correta entre os maxilares. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
Prevenção Em Odontologia

A prevenção em odontologia é sem dúvida alguma a chave para a saúde bucal e para a redução do orçamento familiar com gastos odontológicos, por isso que a ODONTOMANIA trata esta área como uma especialidade sua. É incrível o que se pode economizar em dinheiro e em possíveis sofrimentos quando se faz um esforço e se observa alguns princípios básicos. Higienize a boca do bebê desde cedo. Hábitos saudáveis aprendidos nos primeiros meses de vida serão levados para a vida adulta. Faça a limpeza da boca com uma gaze ou a ponta de uma fralda embebida em água filtrada e com o aparecimento do primeiro dente na boca, comece a fazer a escovação com uma escova de cerdas macias e arredondadas e cabeça pequena. No início, utilize cremes dentais sem flúor e com sabores agradáveis e torne o momento o mais divertido e interessante possível, ensinando-os sobre a importância da higiene e deixando-os realizar a escovação tão logo eles manifestem esse desejo. Com isso as crianças vão ganhando destreza e habilidade para escovar os dentes sozinhos. A frequência que se devem escovar os dentes, na realidade, deve acompanhar a frequência de refeições que se realiza no dia-a-dia, e devemos entender que lanches, principalmente com a presença de doces, devem ser considerados refeições que requerem uma higienização logo após. O segredo está em não alimentar as bactérias que possuímos em nosso meio bucal com restos alimentares que ficam depois de qualquer refeição. Portanto, comeu, escove! Acompanhar a escovação dos filhos, principalmente a que precede a hora de dormir é uma ótima pedida, pois é o período em que ocorre uma diminuição na produção de saliva e os dentes ficam mais susceptíveis aos ataques ácidos. O uso do fio dental é muito importante tão logo à criança possa manipulá-lo, e é lógico que o bom exemplo e uma ajudinha no princípio são essenciais. Se vocês, papai e mamãe, não usam como então irão cobrar de seus filhos? Existem regras sim para a correta forma de se usar a escova e o fio dental. Se você ainda não obteve estas informações ou ainda não as memorizou, o correto é marcar uma consulta com um dentista especializado e levar toda a família. Livros e artigos podem mostrar gravuras e orientar, mas nunca substituirão ensinamentos que são passados ao vivo e a cores. Visite o dentista regularmente e não esqueça de levar as crianças até que elas apresentem uma boa higienização com uma boa condição clínica. Problemas de ordem dentária, ortopédica e funcional podem ser detectadas logo cedo pelo odontopediatra ou ortodontiista, e isto pode significar um ganho inimaginável em tempo, dinheiro e para o sucesso do tratamento. Tenha pulso firme e não compactue com hábitos que podem acarretar consequências desastrosas, como o bico e a mamadeira em excesso e o hábito de chupar o dedo após os quatro anos de idade. Amar realmente o filho significa também impor limites e buscar ajuda quando necessário. Uma grade palatina, por exemplo, que é um aparelho muito simples, quando utilizado na hora certa, pode corrigir problemas que somente uma cirurgia extensa poderia corrigir no futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontopediatria

Odontopediatria é a especialização da odontologia que cuida de crianças. O objetivo do odontopediatra é cuidar e preservar os dentes de leite que possuem importantes funções no desenvolvimento dos ossos da face, na preservação do espaço para os dentes permanentes não permitindo a redução do arco dentário nem a disfunção na articulação da mandíbula, no desenvolvimento da fala e na mastigação dos alimentos. Assim que o dente “nasce” na boca do bebê, seu esmalte se adere à placa bacteriana que é formada por bactérias e pelo ácido lático que a bactéria produz, desmineralizando o dente e deixando-o mais frágil à ação da cárie. A criança deve ir a um odontopediatra quando o primeiro dente nasce para que a mãe receba informações importantes sobre a higiene bucal e dicas para realizar a higienização com mais facilidade fazendo com que a criança seja tratada da maneira correta e com seus devidos cuidados. Outra função importante que o odontopediatra desempenha é na prevenção da fluorose provocada pelo excesso consumo de flúor, pela criança, na água e nos cremes dentais que elas engolem. A fluorose apresenta manchas nos dentes incisivos que normalmente são brancas e prejudicam a estética dentária. Este profissional também ensina a criança a ter prazer e diversão na hora da escovação. Auxilia os pais a comprarem mais de uma escova de cor e forma diferentes, a colocar a criança de frente a um espelho, assim ela vê o que acontece e permite com mais facilidade a escovação, a ter o hábito do fio-dental que retira a sujeira onde a escova não alcança e a usar cremes dentais sem flúor, que podem ser ingeridos pela criança sem causar danos. As idas regulares ao dentista fazem parte da manutenção preventiva. Afinal, além de aprenderem a forma correta da higienização, o dentista está sempre atento a pequenas alterações que possam colocar em risco a saúde bucal dos pequenos. Para ampliar ainda mais esse controle, as odontopediatras da Odontomania analisam o Diário de Dieta da criança. A partir desse registro, o profissional avalia a chance da criança desenvolver cárie, ou seja, em que situação a dieta é capaz de provocar essa doença. Sabe-se que alimentação desequilibrada, com excesso de carboidrato e de açúcar, estimula a formação de placa bacteriana. Com essas informações em mãos, o odontopediatra sugere os possíveis erros alimentares relacionados à cárie e, eventualmente, encaminha a criança ao nutricionista. Uma das orientações é acrescentar, por exemplo, o consumo de frutas fibrosas que agem como autolimpantes dos dentes. Essas são algumas das dicas valiosas que profissionais da Odontomania se preocupam em passar aos pequenos clientes – e a seus pais e cuidadores. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Os Primeiros Dentes Do Bebê

Certamente as mamães experientes já perceberam essa incômoda situação: o nascimento dos primeiros dentes deixa a criança chata e irritada por causa do desconforto que a erupção. Algumas mães ficam preocupadas e não sabem o que fazer para acalmar o bebê. O surgimento dos dentes ocorre mais ou menos aos 6 meses de idade e os primeiros a aparecer são os incisivos centrais inferiores. Depois aparecem os incisivos centrais superiores, seguido pelos incisivos laterais inferiores. Por volta de 1 ano e meio surgem os incisivos laterais superiores. Então começa a erupção dos dentes mais posteriores como os primeiros molares, os caninos e os segundos molares. Aos 3 anos, seu filho terá todos os dentes de leite. Ao todo, são 10 dentes na arcada de cima e 10 na arcada de baixo. As mamães não devem ficar preocupadas se no primeiro aniversário do seu filho nenhum dente aparecer. É normal um atraso de até 8 meses. Pode acontecer casos de bebês que nascem com dentes. Mas não pense que o seu filho antecipou várias fases de vida logo após sair da barriga da mãe. Não, não. Esses dentes são chamados de dentes natais. Algo normal. Os dentes que aparecem nas primeiras semanas de vida são chamados de neonatais. Dente antes do tempo pode machucar o nenê e a mamãe – Normalmente, os dentes natais ou neonatais são os incisivos inferiores. O dente pode ser deixado caso não estiver causando qualquer dificuldade à criança. Essa dentição precoce, entretanto, pode machucar a língua do bebê e o seio da mamãe durante o aleitamento materno. Para que isso não aconteça, o odontopediatra fará um polimento dos dentes. Mas se o dente estiver muito mole com perigo da criança aspirá-lo, o odontopediatra então fará uma cirurgia simples para extraí-lo. A mãe pode ficar despreocupada que outro dente nascerá no lugar do dente extraído. Dica: mamãe, nunca tente retirar o dente do seu bebê em casa. Os primeiros sinais de que os dentes estão chegando são coceira na gengiva pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade do bebê engolir toda a saliva. Todos esses sintomas deixam o sono do bebê mais agitado. Bebê irritado com a chegada dos dentes – A erupção dos primeiros dentes geralmente ocorre no período em que a criança já senta e aumenta seu espaço para brincar. Essa época é onde o bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê podendo ocasionar estados febris, vômitos e os sintomas sempre relacionados com o aparecimento dos primeiros dentinhos. Para aliviar a coceira gengival, ofereça ao bebê mordedores para massagear a gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, o frio ajuda a confortar a região. Aos seis meses, o período de introdução de novos alimentos também se inicia. Comece aumentar a consistência dos alimentos gradualmente. Alimentos mais consistentes também ajudarão a massagear a gengiva além de estimular e ensinar a mastigação. A mãe pode ainda fazer uma massagem com o dedo indicador em toda gengiva, sempre com a mão bem limpa. Se a irritação for muito forte, consulte o médico que poderá receitar analgésicos e antitérmicos. Os dentes de leite servem como guia para o posicionamento e a fixação correta da dentição permanente além de auxiliar na mastigação e no desenvolvimento da fala. Então os cuidados devem começar mesmo antes do nascimento dos primeiros dentes. É preciso caprichar na higiene bucal do bebê. Nos primeiros meses de vida, os pais devem fazer uma limpeza da gengiva, bochecha e língua com uma gaze ou fralda embebida em água filtrada pelo menos três vezes ao dia. A primeira visita ao dentista que dará orientações sobre como fazer a higienização deve ser nos primeiros meses também. Com a erupção do primeiro dente, pode-se começar a utilizar uma escova pequena, macia e com cerdas arredondadas. O cuidado com a dentição precoce do seu bebê é sinônimo de um sorriso saudável no futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontopediatria

A Odontopediatria é uma ramificação da odontologia que se dedica à saúde bucal das crianças. Muitos adultos ainda têm receio de sentar na cadeira do dentista por não terem boas recordações da infância. Por isso, o trabalho do odontopediatra é fundamental. Além das atividades de praxe, ele tem que estar apto a agir quase como um psicólogo para ganhar a confiança das crianças. Por essa razão, a Odontomania dispõe de um ambiente atrativo e de profissionais preparados para lidar com o seu filho, para que as avaliações, tratamento e intervenções sejam feitas de forma descontraída, deixando-o à vontade. 1 – Qual a idade ideal para levar o meu filho ao odontopediatra? Mesmo antes do nascimento, as gestantes devem procurar orientações sobre as precauções a serem tomadas com a saúde bucal do seu bebê logo após o parto. Depois do nascimento da criança, a primeira consulta pode ocorrer a partir do terceiro mês de vida da criança para que ela já se familiarize com o ambiente e para que a mãe receba as orientações de higienização da boca do bebê. 2 – A chupeta faz mal para a formação da arcada dentária do bebê? Se usada de forma não racional, ela pode provocar desalinhamento dos dentes, deslocamento dos maxilares e modificações na respiração, deglutição e na fala. O ideal é que a chupeta não esteja sempre à disposição e somente seja usada após a amamentação e retirada assim que o bebê dormir. A odontopediatra entende que a chupeta complementa a necessidade psicoemocional no ato de sucção do bebê, mas seu uso deve ser fiscalizado de perto pelos pais. O ideal é que este hábito, de sucção de chupeta, exista até o segundo ano de vida da criança. Após esta idade, pode tornar-se inadequado e gerar consequências indesejadas. 3 – Quais os riscos de uma criança pequena ter cárie? Muitos. Devido à sua falta de coordenação motora, a escovação fica comprometida. Por esse motivo, é importante que tenha sempre a supervisão de um adulto para orientá-la sobre a forma correta de escovar os dentes. O ideal seria, ao final da escovação, pelo menos duas vezes ao dia, que o responsável auxiliasse na escovação da criança. Mas lembre-se de sempre motivá-la a escovar os dentes após as refeições. Afinal, é de pequeno que se cria o hábito da higienização bucal. 4 – Qual a maneira correta de se fazer a escovação? A escova deve ter a cabeça pequena, ser macia e com cerdas arredondadas. O adulto deve afastar com uma das mãos os lábios e bochecha da criança e com a outra mão deve fazer movimentos circulares e de vaivém com a escova. Quando a criança ainda é muito pequena e ainda não sabe cuspir, deve-se evitar o uso de creme dental com flúor. Em crianças maiores, é recomendado utilizar creme dental com flúor em pequena quantidade, bem como, assim que possível, fazer o uso do fio dental junto com a escovação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA: