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Odontopediatria

Em nenhum outro momento na vida os dentes, mandíbulas e estruturas faciais crescem tão rapidamente quanto entre o nascimento e a idade adulta adiantada. É por isso que pode ser benéfico para o seu filho para ver um dentista pediátrico. Este profissional de odontologia especializada em cuidados bucais para crianças e adolescentes com conhecimentos avançados em questões odontológicas infantis e como eles podem se relacionar com a sua saúde geral. Aqui estão 4 razões pelas quais uma Odontopediatra pode ser a escolha certa para o cuidado bucal do seu filho. Eles fornecem conhecimentos de cuidados através de cada fase do desenvolvimento da infância. No espaço de apenas dez a doze anos, o seu filho terá experimentado a chegada e partida de seus dentes primários ( “bebê”) e a entrada de seus dentes permanentes. Enquanto este processo é normal, há uma série de possíveis complicações como sabedoria impactada ou dentes caninos frontal que podem afetar sua mordida e aparência futuras. Os dentistas pediátricos estão familiarizados com os padrões de desenvolvimento e podem detectar quando algo está errado. Eles têm as técnicas para tratar decadência relacionada à infância. As crianças são tanto ou mais suscetíveis à cárie dentária como adultos – e as conseqüências dela em dentes primários especialmente podem afetar sua saúde dental bem na idade adulta. Dentistas pediátricos são bem qualificados em técnicas como selantes dentais, aplicações de fluoreto ou tratamentos modificados do canal radicular que podem ajudar a prolongar os dentes primários para a sua vida útil cheia. As Odontopediatras da Clínica Odontomania são “amigáveis para crianças.” Clínicas odontológicas podem ser lugares assustadores para crianças pequenas. São projetados para ajudar a aliviar seus medos com salas de espera e exame que são brilhantes e alegres e cheio de projetos e atividades que são atraentes para as crianças. Mais importante, os dentistas pediátricos e seu pessoal são treinados e qualificados em relação às crianças e fazê-los se sentir mais à vontade. Eles podem aconselhá-lo sobre o bom cuidado em casa para os dentes do seu filho. Boa higiene oral começa quando os primeiros dentes irrompem na boca do seu bebê, entre 6 meses e um ano. Dentistas pediátricos e sua equipe pode ajudar a orientá-lo em técnicas adequadas para a escovação e mais tarde passar o fio dental. Eles também podem aconselhá-lo sobre as práticas que podem afetar a saúde bucal do seu filho, como o copo de bebidas açucaradas durante a noite. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Cárie Dental

A cárie dentária é uma lesão do esmalte que reveste o dente e o protege. Quando a acidez corroi parte do esmalte, uma cavidade é formada e pode causar dor e mau hálito e, caso não seja tratada, pode até levar à perda do dente. Mas, melhor do que remediar, é previnir o problema. Por isso, é importante realizar um check up odontológico regular, que possibilita identificar pontos que ainda vão se transformar em cárie ou até mesmo quadros mais severos, em que é necessário o tratamento de canal para eliminar a dor. Os dentistas explicam que o mais recomendado é escovar os dentes regularmente e realizar a higiene completa da boca. Para tirar qualquer dúvida, o Cirurgião Dentista José Brasil esclarece 10 dúvidas mais frequentes dos pacientes. Confira a lista: O açúcar é o grande vilão dos dentes – A verdade é que o que causa cárie é o ácido produzido pelas bactérias da boca. Ao ingerir qualquer tipo de carboidrato, seja um doce ou macarrão, pães ou frutas, esse processo tem início. Todos temos milhares de bactérias na boca, mas, quando a higienização é falha, há um acúmulo de bactérias atuando no enfraquecimento do esmalte dos dentes e, consequentemente, no aparecimento da cárie. Crianças têm mais cárie do que adultos Antigamente, isso tinha um fundo de verdade. Na última década, entretanto, com a adição de flúor na água tratada de quase todos os lares brasileiros e o uso de selantes, a incidência de cárie foi drasticamente reduzida em crianças em idade escolar. Por outro lado, temos constatado um aumento na incidência de cárie entre idosos, muito provavelmente porque alguns dos medicamentos de uso contínuo produzem o efeito de ‘boca seca’ que, por sua vez, aumenta a população de bactérias na boca. Refrigerante estraga os dentes O que estraga os dentes é ingerir muitas bebidas e alimentos ácidos. Isso inclui desde sucos de frutas cítricas, até refrigerantes e bebidas esportivas. Portanto, é fundamental ter uma dieta equilibrada e adotar o hábito de fazer vários bochechos com água corrente durante o dia para evitar que a acidez da cavidade bucal não resulte no enfraquecimento dos dentes. Toda cárie provoca dor Nem toda. Em muitos casos, pontos pretos que vão se transformar em cárie ou ainda pequenas lesões são identificadas durante o check up odontológico sem que a pessoa tenha se queixado de dor. Já quando não tratada por um bom tempo, a cárie vai se intensificando até atingir o nervo do dente e provocar uma dor bastante incômoda. Nesse caso, só o tratamento de canal resolverá o problema. Quem usa aparelho tem mais cárie Quando uma pessoa está em tratamento ortodôntico tem de redobrar os cuidados com a higiene bucal, porque é muito comum que, não sendo móvel, os alimentos se prendam ao aparelho. Como a falta de escovação adequada está diretamente ligada ao surgimento de cárie, é claro que essa pessoa estará mais sujeita a esse e outros tipos de doença do aparelho mastigatório. Uma vez tratada, a cárie não surge mais Quando tratamos uma cárie, restauramos a cavidade do dente com uma resina que tem determinada expectativa de vida útil e precisa ser trocada depois de alguns anos. Nesse exato ponto não vai mais surgir outra cárie. Porém, se o paciente continuar a cuidar mal da higienização bucal, poderá surgir uma nova cárie ao lado ou em torno da antiga. Sendo assim, não é indicado descuidar da escovação dos dentes. Preencher a cavidade com aspirina ajuda a reduzir a dor de um dente cariado Isso é totalmente desaconselhado. Primeiramente, porque para surtir efeito contra a dor é preciso ingerir a aspirina. Depois, esse medicamento é ácido e sabemos que a acidez contribui ainda mais para a formação de cárie. Nesse caso, inclusive, a acidez do medicamento pode até queimar a gengiva e formar uma ferida ainda mais dolorosa. Bolachas e salgadinhos provocam cárie São dois problemas: um em relação aos carboidratos que se transformam em açúcar e aumentam a acidez da boca – favorecendo o surgimento de cárie, e outro problema são os alimentos que, uma vez mastigados, penetram todo tipo de espaço entre os dentes – dificultando a correta higienização. Além de eliminar esse hábito por questões de saúde em geral, o ideal é que a pessoa escove bem os dentes depois de ingerir esse tipo de alimento, fazendo uso também do fio dental. Dentes sensíveis geralmente têm cárie Isso não é verdade. A sensibilidade nos dentes pode ser provocada pelo desgaste do esmalte que, inclusive, piora se a pessoa emprega muita força na escovação. Como vimos, também a acidez de alimentos e bebidas resulta em erosão dentária. Outra causa é a ingestão de determinados medicamentos, bem como a existência de doenças como bulimia e refluxo gastresofágico. Por fim, até mesmo a retração da gengiva pode expor a raiz do dente e torná-lo mais sensível sem que haja cárie. Escovar bem os dentes é a melhor forma de evitar cárie Para uma grande maioria das pessoas, isso se aplica. Prevenção é palavra de ordem e a forma mais fácil, mais rápida e menos dispendiosa de evitar cárie e é feita através da correta escovação dos dentes e do uso de fio dental. Em geral, são necessárias duas ou três escovações por dia – lembrando-se de não empregar muita força, mas permanecer tempo suficiente para a completa higienização de cada um dos dentes e dos espaços entre eles. Vale lembrar que a remoção da placa bacteriana é mecânica, através de escova de dente macia com cerdas arredondadas e de creme dental com flúor. Quando a pessoa está longe de casa e sem acesso ao kit de higiene bucal, é importante fazer vários bochechos com água corrente depois de ingerir qualquer tipo de alimento ou bebida. O ato de “lavar” a boca ajuda bastante até que se possa fazer a limpeza ideal.     CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

1. Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja

Odontopediatria

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

Odontopediatria é a especialização da odontologia que cuida de crianças. O objetivo do odontopediatra é cuidar e preservar os dentes de leite que possuem importantes funções no desenvolvimento dos ossos da face, na preservação do espaço para os dentes permanentes não permitindo a redução do arco dentário nem a disfunção na articulação da mandíbula, no desenvolvimento da fala e na mastigação dos alimentos. Assim que o dente “nasce” na boca do bebê, seu esmalte se adere à placa bacteriana que é formada por bactérias e pelo ácido lático que a bactéria produz, desmineralizando o dente e deixando-o mais frágil à ação da cárie. A criança deve ir a um odontopediatra quando o primeiro dente nasce para que a mãe receba informações importantes sobre a higiene bucal e dicas para realizar a higienização com mais facilidade fazendo com que a criança seja tratada da maneira correta e com seus devidos cuidados. Outra função importante que o odontopediatra desempenha é na prevenção da fluorose provocada pelo excesso consumo de flúor, pela criança, na água e nos cremes dentais que elas engolem. A fluorose apresenta manchas nos dentes incisivos que normalmente são brancas e prejudicam a estética dentária. Este profissional também ensina a criança a ter prazer e diversão na hora da escovação. Auxilia os pais a comprarem mais de uma escova de cor e forma diferentes, a colocar a criança de frente a um espelho, assim ela vê o que acontece e permite com mais facilidade a escovação, a ter o hábito do fio-dental que retira a sujeira onde a escova não alcança e a usar cremes dentais sem flúor, que podem ser ingeridos pela criança sem causar danos. As idas regulares ao dentista fazem parte da manutenção preventiva. Afinal, além de aprenderem a forma correta da higienização, o dentista está sempre atento a pequenas alterações que possam colocar em risco a saúde bucal dos pequenos. Para ampliar ainda mais esse controle, as  odontopediatras da Odontomania analisam o Diário de Dieta da criança. A partir desse registro, o profissional avalia a chance da criança desenvolver cárie, ou seja, em que situação a dieta é capaz de provocar essa doença. Sabe-se que alimentação desequilibrada, com excesso de carboidrato e de açúcar, estimula a formação de placa bacteriana. Com essas informações em mãos, o odontopediatra sugere os possíveis erros alimentares relacionados à cárie e, eventualmente, encaminha a criança ao nutricionista. Uma das orientações é acrescentar, por exemplo, o consumo de frutas fibrosas que agem como autolimpantes dos dentes. Essas são algumas das dicas valiosas que profissionais da Odontomania se preocupam em passar aos pequenos clientes – e a seus pais e cuidadores. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Os Primeiros Dentes Do Bebê

Certamente as mamães experientes já perceberam essa incômoda situação: o nascimento dos primeiros dentes deixa a criança chata e irritada por causa do desconforto que a erupção. Algumas mães ficam preocupadas e não sabem o que fazer para acalmar o bebê. O surgimento dos dentes ocorre mais ou menos aos 6 meses de idade e os primeiros a aparecer são os incisivos centrais inferiores. Depois aparecem os incisivos centrais superiores, seguido pelos incisivos laterais inferiores. Por volta de 1 ano e meio surgem os incisivos laterais superiores. Então começa a erupção dos dentes mais posteriores como os primeiros molares, os caninos e os segundos molares. Aos 3 anos, seu filho terá todos os dentes de leite. Ao todo, são 10 dentes na arcada de cima e 10 na arcada de baixo. As mamães não devem ficar preocupadas se no primeiro aniversário do seu filho nenhum dente aparecer. É normal um atraso de até 8 meses. Pode acontecer casos de bebês que nascem com dentes. Mas não pense que o seu filho antecipou várias fases de vida logo após sair da barriga da mãe. Não, não. Esses dentes são chamados de dentes natais. Algo normal. Os dentes que aparecem nas primeiras semanas de vida são chamados de neonatais. Dente antes do tempo pode machucar o nenê e a mamãe – Normalmente, os dentes natais ou neonatais são os incisivos inferiores. O dente pode ser deixado caso não estiver causando qualquer dificuldade à criança. Essa dentição precoce, entretanto, pode machucar a língua do bebê e o seio da mamãe durante o aleitamento materno. Para que isso não aconteça, o odontopediatra fará um polimento dos dentes. Mas se o dente estiver muito mole com perigo da criança aspirá-lo, o odontopediatra então fará uma cirurgia simples para extraí-lo. A mãe pode ficar despreocupada que outro dente nascerá no lugar do dente extraído. Dica: mamãe, nunca tente retirar o dente do seu bebê em casa. Os primeiros sinais de que os dentes estão chegando são coceira na gengiva pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade do bebê engolir toda a saliva. Todos esses sintomas deixam o sono do bebê mais agitado. Bebê irritado com a chegada dos dentes – A erupção dos primeiros dentes geralmente ocorre no período em que a criança já senta e aumenta seu espaço para brincar. Essa época é onde o bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê podendo ocasionar estados febris, vômitos e os sintomas sempre relacionados com o aparecimento dos primeiros dentinhos. Para aliviar a coceira gengival, ofereça ao bebê mordedores para massagear a gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, o frio ajuda a confortar a região. Aos seis meses, o período de introdução de novos alimentos também se inicia. Comece aumentar a consistência dos alimentos gradualmente. Alimentos mais consistentes também ajudarão a massagear a gengiva além de estimular e ensinar a mastigação. A mãe pode ainda fazer uma massagem com o dedo indicador em toda gengiva, sempre com a mão bem limpa. Se a irritação for muito forte, consulte o médico que poderá receitar analgésicos e antitérmicos. Os dentes de leite servem como guia para o posicionamento e a fixação correta da dentição permanente além de auxiliar na mastigação e no desenvolvimento da fala. Então os cuidados devem começar mesmo antes do nascimento dos primeiros dentes. É preciso caprichar na higiene bucal do bebê. Nos primeiros meses de vida, os pais devem fazer uma limpeza da gengiva, bochecha e língua com uma gaze ou fralda embebida em água filtrada pelo menos três vezes ao dia. A primeira visita ao dentista que dará orientações sobre como fazer a higienização deve ser nos primeiros meses também. Com a erupção do primeiro dente, pode-se começar a utilizar uma escova pequena, macia e com cerdas arredondadas. O cuidado com a dentição precoce do seu bebê é sinônimo de um sorriso saudável no futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

A Odontopediatria é uma ramificação da odontologia que se dedica à saúde bucal das crianças. Muitos adultos ainda têm receio de sentar na cadeira do dentista por não terem boas recordações da infância. Por isso, o trabalho do odontopediatra é fundamental. Além das atividades de praxe, ele tem que estar apto a agir quase como um psicólogo para ganhar a confiança das crianças. Por essa razão, a Odontomania dispõe de um ambiente atrativo e de profissionais preparados para lidar com o seu filho, para que as avaliações, tratamento e intervenções sejam feitas de forma descontraída, deixando-o à vontade. 1 – Qual a idade ideal para levar o meu filho ao odontopediatra? Mesmo antes do nascimento, as gestantes devem procurar orientações sobre as precauções a serem tomadas com a saúde bucal do seu bebê logo após o parto. Depois do nascimento da criança, a primeira consulta pode ocorrer a partir do terceiro mês de vida da criança para que ela já se familiarize com o ambiente e para que a mãe receba as orientações de higienização da boca do bebê. 2 – A chupeta faz mal para a formação da arcada dentária do bebê? Se usada de forma não racional, ela pode provocar desalinhamento dos dentes, deslocamento dos maxilares e modificações na respiração, deglutição e na fala. O ideal é que a chupeta não esteja sempre à disposição e somente seja usada após a amamentação e retirada assim que o bebê dormir. A odontopediatra entende que a chupeta complementa a necessidade psicoemocional no ato de sucção do bebê, mas seu uso deve ser fiscalizado de perto pelos pais. O ideal é que este hábito, de sucção de chupeta, exista até o segundo ano de vida da criança. Após esta idade, pode tornar-se inadequado e gerar consequências indesejadas. 3 – Quais os riscos de uma criança pequena ter cárie? Muitos. Devido à sua falta de coordenação motora, a escovação fica comprometida. Por esse motivo, é importante que tenha sempre a supervisão de um adulto para orientá-la sobre a forma correta de escovar os dentes. O ideal seria, ao final da escovação, pelo menos duas vezes ao dia, que o responsável auxiliasse na escovação da criança. Mas lembre-se de sempre motivá-la a escovar os dentes após as refeições. Afinal, é de pequeno que se cria o hábito da higienização bucal. 4 – Qual a maneira correta de se fazer a escovação? A escova deve ter a cabeça pequena, ser macia e com cerdas arredondadas. O adulto deve afastar com uma das mãos os lábios e bochecha da criança e com a outra mão deve fazer movimentos circulares e de vaivém com a escova. Quando a criança ainda é muito pequena e ainda não sabe cuspir, deve-se evitar o uso de creme dental com flúor. Em crianças maiores, é recomendado utilizar creme dental com flúor em pequena quantidade, bem como, assim que possível, fazer o uso do fio dental junto com a escovação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA:

O Mau Hábito De Chupar O Dedo

De onde vem o hábito de chupar o dedo? As crianças podem chupar o dedo como forma de se consolar ou de se acalmar. Seu filho treinou muito este hábito quando ainda era um bebezinho na sua barriga, e teve a chance de aperfeiçoá-lo depois de nascer. Agora pode ser que ele chupe o dedo quando está cansado, ansioso, entediado, doente ou tentando se ajustar a um novo desafio na vida, como o início da escolinha, por exemplo. Ele também pode chupar o dedo na hora de deitar ou para pegar de novo no sono quando acorda no meio da noite. O que fazer para ele parar de chupar o dedo? É importante lembrar que existem maneiras diferentes de chupar o dedo e que nem todas são igualmente nocivas. De acordo com os especialistas, o que deforma o arcada dentária e torna necessário o uso de aparelho mais adiante é a intensidade da sucção e o tipo de movimento que a criança faz com a língua. As crianças que descansam o dedão passivamente na boca têm menos chance de desenvolver problemas dentários do que as que sugam o dedo com força. Tente observar a “técnica” do seu filho. Se ele chupa o dedo vigorosamente, é bom tentar ajudá-lo a largar o hábito o quanto antes. Se você notar qualquer diferença na boca ou nos dentes do seu filho, ou se você não tem certeza se chupar o dedo está gerando problemas, é melhor consultar um dentista pediátrico, algo que deve ser feito de qualquer jeito para a avaliação geral dos dentes. Se o dedão da criança fica vermelho ou a pele fica rachada de tanto sugar, aplique um hidratante à noite, enquanto ele dorme (se você aplicar durante o dia, ele vai chupar e retirar o creme). A maioria das crianças deixa de chupar o dedo sozinhas, entre 2 e 4 anos. Algumas continuam por mais tempo, mas normalmente a pressão dos coleguinhas na escola acaba sendo um bom incentivo para largar o hábito. Não adianta muito reclamar ou punir, porque chupar o dedo é uma coisa que seu filho normalmente faz sem perceber. Pressioná-lo para parar costuma intensificar mais ainda a vontade, e outros métodos, como cobrir o dedo com esparadrapo, podem ser vistos como punição injusta, já que seu filho chupa o dedo para se acalmar e se sentir seguro. As crianças costumam parar de chupar o dedo quando descobrem outras forma de se consolar e de se acalmar, dizem os especialistas. Por exemplo, um criança de 2 anos pode chupar o dedo quando sente fome, mas uma criança mais velha (de 3 ou 4 anos) vai simplesmente procurar ou pedir comida. Se você consegue antecipar os momentos e ocasiões em que seu filho tem mais probabilidade de chupar o dedo — assistindo TV, por exemplo, você pode tentar distrai-lo com alguma coisa que mantenha suas mãos ocupadas, como uma bolinha de borracha ou fantoches para ele brincar. Se ele costuma chupar o dedo quando está cansado, tente não demorar para colocá-lo para dormir aos primeiros sinais de cansaço. E se ele leva o dedão à boca quando se frustra, ajude-o a achar palavras para expressar seus sentimentos. O segredo é perceber quando e onde o hábito acontece e tentar redirecionar a atenção do seu filho oferecendo outra alternativa. Os hábitos, como chupar o dedo, são tratados com aparelhos Miofuncionais.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO

Seu Dente Permanente Não “Nasce”? Saiba Como Resolver Esse Problema?

Normalmente, após a queda o dente de leite, o dente permanente demora cerca de 1 mês para nascer. No entanto, se o dente de leite cair e o dente permanente não surgir, os pais devem levar a criança num odontopediatra para uma avaliação porque pode ser necessário colocar aparelho nos dentes ou um implante dentário. Quando ir ao dentista É recomendado ir ao dentista sempre que os dentes permanentes demorarem mais de 3 meses para nascer e sempre que apresentar sintomas como dor de dente, alterações na gengiva e mal hálito, por exemplo. O dentista poderá esclarecer todas as dúvidas, dizendo o que é normal e o que deve ser tratado, conforme a necessidade. Exames O odontopediatra deverá observar a idade, a dentição da criança e realizar um exame de raio-x panorâmico para verificar toda a arcada dentária e se o dente que não nasceu encontra-se escondido em outros locais da boca. Tratamento O tratamento pode ser feito de duas formas, com uso de aparelho nos dentes ou com implante dentário. Quando o dente não nasceu, mas se encontra presente na gengiva, o dentista pode optar por colocar um aparelho ortodôntico para tracionar os dentes, abrindo espaço para que o dente permanente consiga se posicionar e nascer. O tempo de espera pelo dente permanente pode demorar cerca de 2 a 3 anos. Se não houver nenhum dente sobressalente na gengiva, o dentista pode recomendar a colocação de aparelho nos dentes para que os outros dentes permaneçam na sua posição ideal e no futuro, quando a criança completar cerca de 17 ou 18 anos, possa ser colocado um implante dentário permanente. No entanto, quando os dentes se acomodam bem, apesar da falta do outro dente, pode não ser necessário realizar nenhum tratamento porque neste caso, não prejudica a mastigação, nem a aparência da criança. O que pode dificultar o nascimento do dente permanente? A demora do nascimento do dente permanente pode ocorrer quando o dente de leite caiu antes do período ideal, devido a uma pancada ou presença de cáries, por exemplo. Neste caso, o dente permanente só deve surgir na época prevista, que pode variar entre os 6 e os 12 anos, dependendo do dente afetado. Os dentes permanentes geralmente nascem na seguinte ordem: Quando a criança já passou dos 6 anos e começou a perder os dentes de leite, mas nem todos os dentes permanentes estão surgindo, devem esperar até 3 meses para levar a criança ao dentista para uma avaliação, para verificar se o germe do dente encontra-se presente ou não. Nos casos onde o dente de leite caiu e após alguns meses o dente permanente não apareceu, a não existe nem mesmo o germe do dente em outro local da boca, a chamada anodontia parcial, a causa está relacionada a uma alteração genética e por isso é comum que hajam outras pessoas na família com o mesmo problema. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontologia para Bebês

Quais os benefícios do aleitamento materno à saúde bucal do bebê? Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária. Como devo fazer a higiene bucal do bebê? Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso. Quando devo fazer a primeira visita ao dentista? O ideal é que a mãe faça uma consulta durante a gestação para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento. O que é cárie de mamadeira? É uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior. Meu filho usa mamadeira e tenho medo de que, ao remover o hábito, ele passe a não tomar mais leite. O que devo fazer para que ele continue tomando leite? Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição. Meu filho está usando chupeta, como faço para acabar com esse hábito? Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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