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Bruxismo

A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS.   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.

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Periodontia

Gengivite

A gengivite é a inflamação da gengiva que têm como principal sintoma a saída de sangue quando se escova os dentes. Ela normalmente é causada pela má higiene bucal mas também pode ser causada por alterações hormonais como ocorre na gravidez. Para evitar a gengivite ou que ela se agrave e cause até a perda dos dentes siga as 7 dicas abaixo: Escove os dentes corretamente 3 vezes ao dia por pelo menos 2 minutos de cada vez. Escove os dentes e a gengiva. Posicione a escova de dentes em um ângulo de 45 graus (inclinada) em relação aos dentes de maneira que metade da escova limpe a gengiva e a outra metade, os dentes. Este cuidado é necessário pois é nesta região que a gengivite se inicia. Tenha uma escova de dentes elétrica pois esse tipo de escova retira quase 90% das placa bacteriana enquanto a escova manual retira apenas 48%. Use o fio dental diariamente pelo menos 1 vez ao dia, antes de dormir. Tenha sempre uma escova de dentes e um creme dental dentro da bolsa ou no seu local de trabalho e sempre escove os dentes depois do almoço. Faça uma limpeza dentária a cada 6 meses para remover completamente qualquer placa bacteriana. Consuma regularmente alimentos ricos em vitamina C como laranja, acerola e abacaxi pois a carência de vitamina C também é uma das causas da gengivite. Abandone os vícios como a ingestão de bebidas alcoólicas e o cigarro pois eles podem diminuir a quantidade de sais minerais e vitaminas necessárias para uma boca sadia. Ao seguir estas dicas e possível evitar a gengivite e outros problemas bucais como cáries, aftas e inflamações. Essas medidas apesar de simples são determinantes para uma boa saúde bucal e uma melhor qualidade de vida. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Estética

Facetas Laminadas

Nem todas as pessoas são candidatas para realizar o clareamento. O clareamento não é recomendado se você tem restaurações da própria cor dos dentes, coroas, jaquetas ou facetas em seus dentes incisivos – o clareador não alterará a cor desses materiais, que ficarão aparentes no seu novo sorriso clareado. Nestes casos, você poderá desejar pesquisar outras opções. Facetas laminadas são camadas finas de porcelana ou de plástico coladas na face frontal dos dentes. Para dentes extremamente descorados, lascados ou disformes, proporcionam um sorriso durável e agradável. Facetas laminadas são difíceis de serem manchadas tornando-as populares no público que busca um sorriso perfeito. Existem dois tipos de facetas laminadas: As facetas laminadas de porcelana (indireta), que devem ser primeiramente produzidas em um laboratório dental, para serem ajustados aos dentes; são necessárias duas visitas ao dentista. Facetas laminadas de porcelana têm duração de dez a quinze anos ou mais. As facetas laminadas compostas (direto), na qual uma resina é aplicada ao dente numa única visita. Resinas: utilizam resinas compostas para a restauração de dentes lascados ou quebrados, para o preenchimento de espaços e remodelar ou colorir o sorriso. Após aplicar uma solução levemente corrosiva que desgasta ligeiramente a superfície dos dentes,. Muitas pessoas escolhem restaurações de resinas em vez de amálgama porque a resina tem uma aparência mais natural – a cor do material pode ser alterada para igualar-se à cor natural do dente. Em comparação às em amálgama a desvantagem das restaurações em resina é o custo mais elevado, e por serem porosos, os fumantes verificarão que amarelará mais facilmente. Seu dentista pode lhe dizer se você é um bom candidato para facetas laminadas ou uso de resinas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontologia

Afta

O que é Afta? Afta é uma ferida na boca, que costuma ser branca ou amarelada, rodeada por uma área vermelha brilhante, e geralmente surge na língua e nas paredes internas da boca. Causas Aftas são formas comuns de úlcera bocal, que costumam surgir em pessoas com baixa imunidade, seja ela causada por alguma doença específica ou por uso de medicamentos. Veja algumas dessas causas: HIV/Aids: O vírus do HIV, que pode levar à Aids, ataca diretamente o sistema imunológico. Pessoas infectadas com esse vírus são mais propensas ao surgimento de aftas e elas costumam ser um dos primeiros sinais de ação do HIV no organismo Câncer: a imunidade também abaixa quando o paciente tem câncer, principalmente por causa do tratamento realizado com radioterapia e quimioterapia Diabetes: diabéticos não tratados ou com a doença mal controlada, a saliva costuma apresentar grandes quantidades de açúcar, que encoraja o crescimento do fungo Infecções vaginais: o mesmo fungo causador da afta é o responsável por algumas infecções vaginais também. Apesar de não ser muito perigosa, esse tipo de infecção costumar causar mais problemas a mulheres grávidas, pois a doença pode ser transmitida ao bebê durante o parto. Outros fatores podem desencadear no surgimento de aftas: Estresse emocional Deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico na dieta Período menstrual Mudanças hormonais Alergias a alimentos. Fatores de risco Qualquer pessoa pode desenvolver aftas, mas alguns fatores podem contribuir para o surgimento dessas feridas. Veja: Idade: bebês e crianças pequenas costumam apresentar afta com mais frequência do que pessoas mais velhas Imunidade baixa: algumas doenças ou medicamentos podem comprometer o sistema imunológico e, assim, facilitar a ação do fungo que provoca aftas Próteses bucais: pessoas que usam dentaduras tendem a apresentar mais aftas também Problemas de saúde: outras complicações podem ajudar no surgimento de aftas, como diabetes e anemia Medicamentos: o uso de determinados tipos de medicamentos podem comprometer a imunidade e contribuir para o aparecimento de aftas na boca, como alguns antibióticos e corticosteroides Câncer: o tratamento da maioria dos tipos de câncer costuma ser bastante invasivo. Métodos como quimioterapia e radioterapia costumam comprometer a imunidade também Boca seca: doenças como xerostomia deixam a boca anormalmente seca, o que ajuda na proliferação do fungo causador da afta Fumo: o consumo de cigarro também pode provocar afta Histórico familiar: aftas também podem ser hereditárias. Sintomas Em um primeiro momento, você pode nem reparar que está com afta. Mas, em alguns casos, dependendo da causa, os sintomas podem aparecer de repente e persistir por muito tempo. Confira os mais comuns: Pequenas feridas abertas presentes no interior da boca, brancas ou amareladas, com contorno vermelho brilhante. Costumam estar mais presentes na língua e nas paredes da boca Dor Leve sangramento em casa de lesão na região da afta Vermelhidão e ressecamento da região lateral da boca Perda do paladar. Sintomas menos comuns incluem: Febre Indisposição Inchaço nos linfonodos. Em casos mais graves, as lesões podem se espalhar pelo esôfago, causando dificuldade para engolir e a sensação de comida presa na garganta. Bebês com aftas costumam sentir muita irritação e incômodo ao serem amamentados. Além disso, eles podem passar a infecção para a mãe durante a amamentação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:    

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Periodontia

Plástica Gengival

Conhecida por ser a moldura dos dentes, a gengiva nem sempre está no lugar que deveria. Retraída demais ou em excesso, as cirurgias plásticas são soluções recentes e ainda pouco conhecidas, mas que avançaram nas técnicas, possibilitando resultados mais precisos. Uma gengiva bem posicionada permite harmonia no sorriso e equilíbrio entre os dentes e o rosto. Há dois tipos de tecidos na boca, o gengival (rosa mais claro) e a mucosa (vermelha). O primeiro possui fibras e colágenos, que deixam a estrutura mais firme, tornando-se o tecido de proteção. Quando é muito fino ou há em pouca quantidade, é preciso acrescentar enxertos através da cirurgia plástica da gengiva ou gengivoplastia. Mais comum No caso do sorriso que destaca mais a gengiva que os dentes – uma das situações mais comuns – a cirurgia plástica também pode ajudar. Ou o dente não nasceu completamente e a gengiva cobriu boa parte do restante ou o tamanho do dente é normal, mas há excesso de tecido gengival ao sorrir. É preciso confirmar se é um excesso de verdade ou se a maxila da pessoa cresceu demais e a musculatura expôs o dente. Normalmente é o dente que é pequeno, mas se a musculatura estiver expondo, podemos usar botox no tratamento. Quando a maxila é muito crescida e há um osso grande, é feita uma cirurgia mais complexa. Causas Escovar os dentes pode ser a causa da retração na gengiva. Da mesma forma, as placas bacterianas, causadoras de processos inflamatórios, podem ser responsáveis por erros na linha da gengiva. Escovação de forma errada, vigorosa e tudo que gere um processo inflamatório e uma resposta do organismo pode destruir o tecido gengival. O biotipo do paciente também influencia, assim como fatores hereditários. Alternativa Algumas alterações no sorriso podem ser realizadas através de restaurações (próteses ou resinas), mas podem não fornecer a naturalidade, pelo uso de materiais artificiais, que a cirurgia plástica da gengiva pode alcançar com mais eficácia. Cuidados pós-cirurgia Com a região sensível, fica proibida qualquer escovação, permitido apenas o enxague bucal. Alimentos duros devem ser evitados por, pelo menos, uma semana. É importante que o paciente não “puxe” os lábios para ver o resultado, pois os pontos podem se soltar. De 45 a 60 dias, o tecido gengival estará maduro e estável. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontologia

Halitose

Para eliminar o mau hálito de uma vez por todas deve-se comer alimentos de fácil digestão, como saladas cruas, manter a boca sempre úmida, além de manter a boa higiene bucal, escovando os dentes e passando o fio dental todos os dias. No entanto, é importante observar atentamente o interior da boca porque as cáries nos dentes e o tártaro também podem causar halitose, assim como outras alterações como amigdalite e sinusite, por exemplo. Assim, para curar o mau hálito é aconselhado: 1. Manter os dentes limpos Ao acordar, após as refeições e antes de ir dormir deve-se passar o fio dental entre os dentes e a seguir, escovar corretamente os dentes com uma esova firme, mas macia e cerca de meio centímetro de pasta de dente, esfregando todos os dentes e também a língua, interior das bochechas e o céu da boca. Após enxaguar a boca deve-se usar um antisséptico bucal para eliminar os germes que possam ainda estar alojados dentro da boca. 2. Ter a boca sempre úmida Beber bastante água ajuda a manter as mucosas devidamente hidratadas e o hálito puro, e quem não gosta muito de beber somente água pode experimentar colocar o suco de meio limão, ou outras frutas fatiadas em 1 litro de água, por exemplo, para que seja mais fácil consumir 2 litros de água por dia. Os sucos de frutas cítricas como laranja ou tangerina também são boas opções para acabar com o mau hálito, mas devem ser consumidos regularmente. 3. Evitar ficar mais de 3 horas sem comer Ficar mais de 3 horas sem comer é uma das causas do mau hálito e, por isso, é importante ingerir frequentemente alimentos de fácil digestão, como saladas cruas, legumes cozidos e carnes magras porque possuem menos gorduras e passam rapidamente pelo estômago. Para os lanches as frutas e o iogurte são os mais indicados porque fornecem energia com menos calorias do que salgadinhos e refrigerante, por exemplo, e também são mais facilmente digeridos. Além disso, deve-se evitar o consumo de alimentos que promovem o mau hálito como alho e cebola crua, por exemplo. No entanto, o mau hálito também pode ser causado por outras situações como amigdalite, sinusite ou inflamações na garganta e, por isso, deve-se observar se existem outro sintomas envolvidos como dor de garganta ou na face. 4. Utilizar soluções caseiras Mascar folhinhas de hortelã, cravo-da-índia ou pedacinhos de gengibre podem ajudar a manter o hálito puro porque são aromáticas e possuem propriedades antissépticas que combatem os micro-organismos que podem estar no interior da boca. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Ortodontia

O Que é Diastema?

Na odontologia, o diastema é compreendido como o espaço existente entre os dentes. O que antes, na Idade Média, era considerado um luxo por muitas mulheres, atualmente, dentes bem alinhados e em perfeita harmonia com o sorriso tem se tornado a prioridade dos pacientes. O diastema pode ter origem patológica ou fisiológica, seja pelo desenvolvimento normal dos dentes, hereditariedade ou problemas periodontais, lesão nos tecidos moles e até mesmo pela postura anormal da língua. Esse tipo de problema pode aparecer nos dentes centrais, laterais e posteriores. Entretanto, é mais comum nos dentes frontais da parte superior. Muitas crianças podem apresentar esse tipo de problema. Com a queda dos dentes de leite o diastema pode vir a aparecer, mas, na maior parte dos casos esses espaços se fecham com o nascimento dos dentes permanentes. Alguns hábitos, como chupar dedo, chupeta e mamadeira exercem grande pressão na região dos dentes, podendo assim, desencadear o diastema. Para solucionar e prever esses problemas é preciso ter um acompanhamento com especialistas no assunto. Por isso, realizar visitas frequentes ao dentista é fundamental, principalmente, durante as primeiras dentições da criança. A prevenção sempre é uma das melhores alternativas. Entretanto, há métodos inovadores que podem ajudar a resolver esse tipo de problema. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Implantes

Implantes Dentários

Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles. Como funcionam os implantes dentários? Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais. Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais. Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes. Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos. O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados. Implantes ósseo integrado: — são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante, individualmente, ou agrupado em uma prótese que pode ser de dois tipos: Prótese Protocolo: — Prótese total implantosuportada e implantoretida, fixada sobre 4 a 8 implantes em média, este tipo de prótese é parafusada e retirada apenas pelo seu dentista, é uma prótese que confere boa estética e é uma ótima opção para quem pretende fugir da dentadura, o único incoveniente é que este tipo de prótese é mais difícil de ser higienizada pois todos os detes são conectados entre si, exigindo bastante cuidado do paciente. Pode ser feita em resina ou porcelana. Prótese Overdenture: — Prótese total removível sobre implante, este tipo de prótese é mais barata que a prótese protocolo porque exige menos implantes (2 a 6 em média) e é confeccionada em resina. Esta prótese é como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que conecta os implantes à prótese, conferindo a esta mais estabilidade e retenção. Esta prótese pode ser retirada pelo paciente e por isto a sua higienização é facilitada. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontopediatria

Odontopediatria

1. Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja

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Ortodontia

Deglutição Atípica

Deglutição atípica: A Deglutição atípica ocorre devido a desequilíbrio entre a língua, lábio e músculos da bochecha, caracterizando-se por uma participação ativa da musculatura perioral. Causas da Deglutição Atípica: – Desequilíbrio do controle nervoso – problema neurológico. – Respirador bucal. – Pode ser adquirido em consequência de problemas crônicos como amigdalite ou faringite, que forçam o posicionamento da língua para frente, principalmente durante a deglutição para aliviar a dor. – Macroglossia (língua grande) – Mordida Aberta Anterior. – Perdas precoces de dentes decíduos na região anterior. Características da Deglutição Normal: 1 – Deglutição Infantil Normal: – observada apenas antes da erupção dos dentes decíduos. – durante a deglutição, a língua permanece entre os rebordos gengivais. A mandíbula é estabilizada por fortes contrações dos músculos faciais. – o músculo bucinador é particularmente potente na deglutição infantil. 2 – Deglutição Madura Normal: – é caracterizada pela ausência de atividade dos lábios e da bochecha, contração dos músculos elevadores da mandíbula, que leva à oclusão dos dentes e à acomodação da língua na cavidade bucal. Características da Deglutição Atípica: 1 – Com interposição labial: – lábios entreabertos quando em repouso. – musculatura labial inferior hipertônica, interpondo-se entre os incisivos superiores e inferiores. – musculatura labial superior hipotônica. – incisivos inferiores com inclinação lingual e os superiores vestibularizados. 2 – Com interposição lingual: 1 – simples: É caracterizada pela contração dos lábios, músculos mentoniano e elevadores da mandíbula. Dentes em oclusão enquanto, a língua se protrai para a mordida aberta. Geralmente, crianças respiradoras nasais com hábitos de sucção de dedos. Apresentam bom ajuste oclusal e boa intercuspidação, mesmo na presença de uma maloclusão. 2 – complexa: Contrações dos lábios e dos músculos facial e mentoniano. Nenhuma contração dos músculos elevadores da mandíbula. Interposição da língua entre os dentes e deglutição com os dentes separados. Mordida aberta difusa e difícil definir. Algumas vezes não apresenta mordida aberta. Instabilidade de intercuspidação. Geralmente, respiradores bucais e quase sempre com histórico de doença nasorrespiratório crônico ou alérgico. 3 – Deglutição Infantil Persistente: Persistência predominante do reflexo de deglutição infantil após a erupção dos dentes permanentes. Fortes contrações dos lábios e da musculatura facial. Interposição da língua entre os dentes, tanto na parte anterior como na lateral. Musculaturas facial e bucal poderosas, fortes contrações do músculo bucinador. Os pacientes apresentam sérias dificuldades na mastigação, pois os dentes quase sempre ocluem apenas sobre um molar de cada quadrante. Tratamento: – Para corrigir a deglutição atípica com interposições lingual e labial, é necessário o trabalho conjunto do otorrino, fono, odontopediatra e do ortodontista. – Placas reeducadoras e impedidoras – grade lingual – podem auxiliar no tratamento. – Crianças, com interposição do lábio inferior, em caso de Classe II, devem ser avaliadas pelo Ortodontista para determinar o momento oportuno do início da correção da maloclusão. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXE E AGENDE UMA CONSULTA NA ODONTOMANIA

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