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Enxerto Ósseo

Para aqueles que vivem a falta de um ou mais dentes, o efeito cosmético de um implante dentário é extremamente positivo. Os implantes dentários funcionam e têm a mesma aparência de um dente normal, cumprem seu papel da mesma maneira que um dente regular, e um implante bem feito é imperceptível. É sempre importante ter a certeza de compreender todos os vários aspectos de uma cirurgia bucal, e com os implantes dentários não é diferente. Uma das principais questões a ser considerada é a possibilidade de necessitar de um enxerto ósseo para implantes dentários. Um Implante Dentário é composto por duas partes: um pino metálico que é colocado no osso do maxilar e funciona como a raiz do dente, e uma coroa que é posicionada sobre a primeira peça. O cirurgião bucal pode sugerir um enxerto ósseo para o implante dentário se ele julgar que o osso da sua mandíbula é muito fino ou mole para manter o implante no lugar em seu atual estado. Se o osso não conseguir dar suporte ao implante, a cirurgia poderá ser mal sucedida. Em um procedimento de enxerto ósseo, o cirurgião tirará um pedaço de osso de outra área do seu corpo, ou – como é o caso mais frequente agora – usará um material sintético para enxerto ósseo. Portanto, você terá que esperar 6 meses para que o enxerto ósseo crie um novo osso forte para garantir que o implante fique estável e seguro. É possível que, se você só precisar de um enxerto pequeno, o procedimento possa ser feito ao mesmo tempo que a cirurgia do implante, mas seu dentista decidirá o que fazer. Um enxerto ósseo bem feito permite que o osso do maxilar seja forte o suficiente para suportar o implante dentário. Assim que o enxerto ósseo estiver concluído, o restante da cirurgia de implante poderá ter continuidade. Como todo procedimento cirúrgico, é importante conversar com seu dentista a respeito do seu histórico médico e todos os riscos e benefícios da cirurgia. Uma vez decidido que você está em condições de ser submetido ao procedimento, você poderá aspirar pelo novo sorriso. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Endodontia

Seu dente está doendo e você procura um dentista, mas ele lhe encaminha para outro profissional, especialista em endodontia. Sabe por que ou o que é e o que faz essa especialidade? Se esta é sua dúvida, confira o post a seguir. Endodontia é uma das várias especialidades dentro da odontologia. Endo significa “dentro/interno”, e dontia é “dente”. Portanto, a endodontia visa tratar o dente internamente, curando lesões e doenças da polpa (o nervo) e da raiz do dente. Em suma, é o famoso e mais popularmente conhecido tratamento de canal. O dentista que após sua graduação se especializa e faz pós-graduação em endodontia passa a ser chamado de endodontista. Todos os dentistas são aptos a tratar uma dor de dente e um canal, porém é o endodontista que conhece mais profundamente sobre diversas técnicas e casos, apresentando um domínio e um conhecimento mais profundo, além de mais destreza e experiência sobre o assunto. Por estes motivos, alguns dentistas preferem encaminhar alguns casos mais específicos para um colega especialista. Quando usar? Quando há cáries profundas e quando o dente sofre algum trauma ou fratura mais grave, lesionando, necrosando ou inflamando de maneira irreversível a polpa dentária (o nervo). Os sintomas (sensações) indicativos de tratamento de canal são dor espontânea, sensibilidade prolongada ao frio e/ou ao calor e incômodo ao toque e na mastigação. Já os sinais (o que se enxerga) que mostram a necessidade de uma endodontia são presença de abcesso ou fístula (lesão em forma de bolha na gengiva por onde extravasa pus). Importância do tratamento A endodontia, além de eliminar os sinais e sintomas citados anteriormente e tratar patologias ligadas à polpa, salva e mantém o dente em boca, esquivando futuros custos com implantes. Também evita complicações e em conjunto com a posterior reconstrução, devolve ao dente sua função mastigatória. Como é feito? O tratamento no endodontista, na grande maioria das vezes, é realizado em sessão única. O primeiro passo é remover a polpa. Para tanto, é tomada anestesia local. Com a broca, é feita uma abertura na coroa do dente para acessar o tecido pulpar e com um instrumental específico, o remover. O espaço onde a polpa se encontrava e os canais que ficam nas raízes são esvaziados, alargados, irrigados e desinfeccionados para seu preenchimento com material obturador específico ou curativos. Uma restauração temporária e provisória é feita para selar o que foi acrescentado, também com o objetivo de proteger o dente no intervalo entre as consultas. Na visita seguinte ou quando o tratamento endodôntico estiver finalizando, a restauração provisória é removida e a cavidade pulpar e os canais são preenchidos permanentemente, e aí uma restauração definitiva é realizada, de modo a readquirir a aparência natural do dente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

A Dor De Dente

Dor de dente é causada pela inflamação e irritação pulpar dentro do dente. Infecção dentária, inflamação gengival, retração gengival, cárie e trauma são as causas mais comuns da dor de dente. A dor de dente ocorre quando a camada de dentina torna-se exposta devido à retração gengival.  As raízes, diferentemente da coroa dos dentes, não são recobertas por uma camada de esmalte e contêm milhares de pequenos túbulos que levam ao centro do dente, onde está localizada a polpa dentária, que é o nervo do dente. Esses túbulos dentinários transmitem os estímulos – por exemplo, a comida quente, fria ou doce, ou até mesmo um leve suspiro – sensibilizando o nervo do dente e resultando em sua sensibilidade. A dor de dente também pode ocorrer após uma extração de um ou mais dentes. No entanto, a dor de dente também pode fazer o caminho inverso, ao começar em outras áreas e irradiar para a mandíbula, parecendo ser uma dor de dente. As áreas mais comuns incluem a articulação da mandíbula (articulação temporomandibular ou ATM), dor de ouvido, e até problemas cardíacos. O que causa a dor de dente? Além de uma cárie profunda, a inflamação pulpar (pulpite) também pode ser ocasionada por um trauma ao dente. Bater os dentes ou até mesmo uma leve pancada pode cortar o suprimento de nutrientes provenientes do osso e fazer com que o tecido pulpar necrose (morte) lentamente. Uma terceira maneira de irritação pulpar e consequentemente dor dente, ocorre através da doença periodontal crônica (doença de gengiva). Bactérias podem penetrar na camada de dentina e causar um resposta inflamatória do tecido pulpar. Com dente contaminado, a polpa eventualmente é necrosada e, quando não tratada, pode causar um abscesso periodontal. Em alguns casos, o dente pode não apresentar nenhum sintoma, porém a necrose da polpa (morte do nervo) já ocorreu, causando dor e desconforto. Em todas essas situações de dor de dente, uma radiografia da região da raiz é obrigatória, pois ela é um dos métodos de diagnóstico mais confiável e fornece valiosas informações. Causas da dor de dente: Cárie profunda; Abscesso dentário; Abscesso gengival; Exposição radicular; Fratura do dente; Infiltração de uma restauração antiga; Bruxismo. Sinais e sintomas da dor de dente: Dor aguda e pulsátil; Dor irradiada e difusa; Dor ao mastigar; Dor com alimentos quentes e mornos; Dor com alimentos açucarados e cítricos; Sensibilidade e desconforto com alimentos frios; Sensibilidade ao toque; Febre e dor de cabeça; Inchaço da gengiva ao redor do dente; Sensação de dente grande; Sensação de pressão no interior do dente; Dificuldade para abrir e fechar a boca. Tratamentos disponíveis para a dor de dente O tratamento para a dor de dente depende da causa da dor. Se a dor for originária de uma cárie ou uma infiltração de uma restauração antiga, a cárie e a restauração devem ser removidas e uma nova restauração feita. Agora, se a cárie for muito profunda, talvez seja necessário realizar um tratamento de canal para a remoção da polpa do dente. A dor também pode ter origem na gengiva. É muito dolorido, um corpo estranho (pedaço de pipoca, pele de amendoim, gergelim) ficar retido abaixo da linha da gengiva. Nesses casos, a remoção logo traz alívio. Dentro das inflamações gengivais, a pericoronarite é uma que ocorre próxima ao dente do siso (3º molar), causando dor e abscesso com presença de pus. Nesse caso, é necessário uma profilaxia do local com a drenagem do abscesso e o uso de medicamentos para controlar a dor e a inflamação. Um abscesso periodontal ocorre quando há um grande acúmulo de placa bacteriana dentro de uma bolsa gengival. Nesse caso, a raspagem periodontal e o desbridamento local são o tratamento de escolha. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Como Eliminar O Problema De Lesão Na “Ponta” Da Raiz Do Dente.

Através da Apicetomia É uma cirurgia que tem por finalidade a remoção da lesão que se forma no ápice (ponta da raiz do dente). Existem dois tipos básicos de cirurgia: uma que apenas remove a lesão através de curetagem e outra que, além disso, remove o ápice da raiz. Por que ocorre essa lesão na ponta da raiz?  Nessa região da raiz, existe um orifício pelo qual passam vasos e nervos que vão nutrir a polpa dentária. Quando a polpa está infectada, a região do ápice também poderá estar infectada e aí se forma um processo inflamatório. Como isso e resolvido? Normalmente, apenas a remoção da polpa dentária e a desinfecção do canal (tratamento de canal) são suficientes para promover a cura. Então, por que é necessário realizar a cirurgia? Porque nem sempre só com o tratamento consegue-se a eliminação da lesão no ápice da raiz. Essa lesão causa dor? Nem sempre. Muitas vezes, ela é assintomática, de desenvolvimento gradual e lento, provocando destruição óssea da região. Na maioria das vezes, apenas com a radiografia essa lesão poderá ser percebida. Não há outros recursos? Tomar antibióticos resolve? A prescrição de antibióticos em determinadas circunstâncias é um bom auxiliar; porém, a intervenção cirúrgica é necessária para a cura completa. Através dela, removem-se tecidos contaminados que estão fora do alcance das medicações. O problema estará resolvido definitivamente com essa cirurgia? Dificilmente ocorrerá recidiva do processo. Esse fato é mais freqüente quando apenas se faz a curetagem sem a remoção da ponta da raiz. Aconselha-se controle radiográfico periódico.

Você Sabia Que Tratar O Canal Do Dente Não Dói?

A Endodontia (canal) é a especialidade da odontologia popularmente conhecida como tratamento de canal ou canal do dente, sendo a vertente odontológica responsável pela prevenção e tratamento das doenças da polpa do dente. O especialista em endodontia (canal) atua promovendo o alívio da dor em dentes inflamados, e/ou também na descontaminação devido à necrose pulpar (nervo do dente) e suas possíveis conseqüências, como abscessos, cistos de pequeno e médio porte, entre outros. A realização da endodontia (canal) hoje é considerada tanto pelos especialistas em endodontia tanto pelos clínicos que atuam na área como um procedimento de rotina, devido ao avanço das modernas técnicas de realização dos procedimentos, e com os novos e mais potente anestésicos, o tratamento torna-se indolor. Basicamente, a endodontia (canal), se resume em uma completa eliminação do tecido pulpar de dentro do canal radicular e posterior obturação. O tratamento de canal do dente pode ainda ser necessário em casos de traumas dentais, infecções ou por necessidades restauradoras. Tudo isso é feito rapidamente e sem dor e normalmente pode ser realizado em apenas uma consulta utilizando as técnicas atuais que garantem um pós- operatório bem mais rápido e tranqüilo.

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