RESPIRAÇÃO BUCAL

Os problemas físicos, médicos e sociais associados à respiração bucal não são reconhecidos pela maioria dos profissionais de saúde. Odontopediatras tipicamente solicitam que seus pacientes retornem a cada seis meses, o que significa que algumas pessoas vêem o seu odontopediatra com mais freqüência do que vêem seu fisioterapeuta. Como resultado, os odontopediatras podem ser os primeiros a identificar os sintomas da respiração bucal, porque os odontopediatras compreendem os problemas associados com a respiração pela boca, que pode ajudar a prevenir os efeitos adversos. “As alergias podem causar obstrução das vias aéreas superiores, ou respiração bucal, em pacientes”. “Quase toda família tem alguém com problemas de respiração boca.” Se ao longo do tempo, as crianças que possuem respiração bucal não forem tratadas, podem sofrer de desenvolvimento facial e dental anormal, como, faces longas e estreitas bocas, sorrisos gengivais, gengivite e dentes tortos. Os hábitos de sono pobres que resultam da respiração bucal pode afetar negativamente o crescimento e desempenho acadêmico. Muitas dessas crianças são diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção (ADD) e hiperatividade. Além disso, a respiração bucal pode causar concentração de oxigênio pobres na corrente sanguínea, o que pode causar pressão alta, problemas cardíacos, apneia do sono e outros problemas médicos. “As crianças que respiram pela boca, normalmente, não dormem bem, resultando no cansaço durante o dia e, possivelmente, na incapacidade de se concentrar. “Se a criança torna-se frustrada na escola, ele ou ela podem apresentar problemas de comportamento.” Por isso é necessária a regularidade de consultas com um odontopediatra. O tratamento para a respiração bucal está disponível e pode ser benéfico para as crianças se a condição for diagnosticada no início. O odontopediatra pode verificar se há sinais de respiração oral e se as amígdalas estão inchadas. Se amígdalas e / ou adenoides estão inchados, eles podem ser removidos cirurgicamente por um otorrinolaringologista. Se o rosto e boca são estreitas, os dentistas podem usar aparelhos de expansão para ajudar a ampliar os seios e abrir passagens das vias aéreas nasais. “Após a cirurgia e / ou intervenção ortodôntica, muitos pacientes apresentam melhora no comportamento, nível de energia, desempenho acadêmico, a aceitação pelos pares e de crescimento” . “O tratamento para a respiração bucal pode melhorar significativamente a qualidade de vida.” Os odontopediatras e ortodontistas da Odontomania estão preparados para diagnosticar e tratar pacientes com Respiração Bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
A Primeira Visita ao Dentista

Uma vida inteira de sorrisos saudáveis e sem dor começa com um exame bucal no primeiro aniversário da criança. A primeira visita ao dentista é um marco muito importante no primeiro aniversário de um bebê, é o momento perfeito para promover um exame de saúde bucal no bebê e isso é relativamente simples, indolor e barato. As lesões de cárie em crianças entre 2 a 5 anos aumentaram 14% na última década. A cárie dentária pode ser prevenida. No “check-up” dos dentes do bebê, além do diagnóstico da cárie e outros problemas, o dentista pode mostrar aos pais como limpar os dentes da criança corretamente e corrigir hábitos prejudiciais, como chupar o dedo. Ao contrário do pensamento popular, os dentes de leite da criança são tão importantes quanto os permanentes do adulto. Os dentes de leite normalmente começam a aparecer entre os seis meses e um ano de idade. Os dentes de leite ajudam as crianças a mastigar e falar. Eles também mantêm o espaço nos maxilares para a erupção dos dentes . “A correta higiene bucal diária e o apropriado uso de fio dental, a correta aplicação de selantes, exames bucais profissionais rotineiros e tratamentos restauradores precoces ajudam a evitar doenças bucais, poupando pacientes de todas as idades de infecções, dores e necessidade de tratamentos mais avançados e caros. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO
Criança no Dentista

1.Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja orientada
Odontopediatria

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem (nasçam) os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA OU SUCÇÃO DO DEDO? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem (nasçam), promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
Pré-Natal Odontológico

A gestante não estará saudável se não tiver uma boa saúde bucal Um novo ser colocado no mundo desperta indescritível emoção, é claro, quer por todo o seu esplendor de vida nascente, quer pela sua beleza. No entanto, atrás deste sentimento e desta constatação do belo, quanto há por ser descoberto! Com relação à face e ao sorriso, são importantíssimos os primeiros meses e anos de vida, inclusive o período de formação intra-uterina. O pré-natal odontológico consiste na assistência e no controle da saúde bucal da futura mamãe, no aconselhamento das manobras orientadoras e preventivas para a manutenção da saúde do bebê, com vistas à integridade dos dentes, equilíbrio da boca e harmonia da face. Isso significa que o contato da mãe com o dentista, para manter sua própria saúde bucal e para saber mais sobre a boca e os dentes do seu filho, deveria começar quando o bebê ainda está na sua barriga ou até mesmo antes da gravidez. É bom lembrar que a saúde bucal do bebê vai depender da saúde bucal dos pais e de todo o conjunto familiar, aí incluídos a babá ou o cuidador. Por esse motivo, é imprescindível discorrer sobre a importância da realização do exame pré-natal odontológico. As alterações hormonais que ocorrem na gravidez podem aumentar os sinais de uma inflamação já existente na gengiva. Assim se, no início da gravidez, a gengiva estiver sadia e os dentes mantidos bem higienizados, a atividade hormonal simplesmente não altera o estado gengival, que permanece íntegro. A gestante não estará saudável se não tiver uma boa saúde bucal. E o mais preocupante é que as infecções bucais podem interferir na gravidez. A ação das bactérias provoca a inflamação da gengiva e também do periodonto, liberando na corrente sangüínea toxinas que podem alcançar a placenta e estimular a produção de citocinas e prostaglandinas. O Parto Prematuro O parto prematuro é um sério problema que apresenta altos índices de mortalidade neonatal e seqüelas a longo prazo. Vários estudos demonstram uma forte associação entre infecção e parto prematuro de bebês com baixo peso. A associação entre a doença periodontal e o parto prematuro de bebês, com baixo peso, é que as infecções periodontais são um reservatório de organismos anaeróbios, de endotoxinas e de mediadores inflamatórios que podem constituir uma ameaça à unidade feto-placenta e influenciar na gravidez. Assim, é importante que a grávida faça um acompanhamento, o pré-natal odontológico, para prevenir e tratar desvios de saúde bucal que podem afetar a qualidade de vida tanto dela, quanto do seu filho. Com relação à cárie, se a gestante for portadora dessa doença, mais propensão terá o bebê ficará de desenvolvê-la, porque poderá adquiri-la pelo contágio materno. Da mesma forma que a mãe transfere carinho, nutrientes e defesa imunológica para o bebê na amamentação, também bactérias da boca da mãe são transmitidas para ele. Eis, portanto, mais uma razão pela qual não se deve descuidar da saúde da boca durante a gravidez. Os cuidados, naturalmente, devem se estender e continuar após o nascimento do filho e por toda a vida. Os bons hábitos de higiene bucal também são transmissíveis. A criança imita a conduta dos pais, por isso o bom exemplo conta muito para sensibilizar a criança e motivá-la para automatizar, sem traumas, o hábito de higienização da boca. A Gestante no Dentista – Cuidados Preventivos Na fase que antecede o nascimento do filho, tanto em benefício do bebê, como deles próprios, os pais precisam dedicar muita atenção à saúde bucal, buscando orientação a respeito do estado dos seus dentes e gengivas, mantendo a boca toda cuidada, sem incidência de cárie e de doença gengival, problemas esses que podem ser transmitidos ao bebê, através da saliva, do beijo ou de condutas erradas, como a de assoprar ou de experimentar o alimento da criança na colher. A gestante precisa de mais atenção odontológica durante o decorrer da gravidez, dentro de um contexto preventivo, quando um acompanhamento mais freqüente se faz necessário. Assim, se a mulher mantém uma alimentação balanceada e saudável, sem exagerar nos açúcares, fazendo sempre uma boa escovação e limpezas profissionais, quando visita regularmente o dentista, é bastante provável que não ocorram problemas com a sua boca. Além da mãe, o pai também deve manter a saúde bucal, pois a proliferação de microorganismos pode contaminar o bebê com a doença cárie, que é uma doença infecto-contagiosa, portanto transmissível, sendo a saliva o seu principal veículo transmissor. No entanto, o que se costuma presenciar é uma realidade bem diversa. Mesmo sendo divulgada a grande importância dos procedimentos de prevenção para o desenvolvimento da criança, ainda são poucas as gestantes que costumam visitar o dentista para aconselhamentos e orientação quanto à própria saúde e a respeito dos cuidados que deverão ser dedicados ao seu futuro bebê, desde a fase de recém-nascido. O alento é que está havendo gradativamente uma modificação nesse estado de coisas. Felizmente, é inegável, temos sentido um aumento do interesse e um crescimento paulatino da procura por parte de gestantes pelo acompanhamento odontológico, buscando adequar sua boca e manter a saúde bucal, nesta fase decisiva que é a de preparo para a chegada do bebê. Nos dias atuais, em que o conceito de estética está em alta, incluindo um sorriso branco, brilhante e atraente, convém lembrar que nada é mais bonito que uma boca saudável, livre da doença cárie e da doença gengival. Manter saúde bucal com gengivas e dentes íntegros, preservando a perfeição e beleza que foram concebidas pela natureza, é quase sempre possível e está ao alcance de todos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Pré-Natal Odontológico

Várias pesquisas comprovam que a infecção gengival da Gestante está associada a partos prematuros e ao baixo peso dos recém-nascidos. Isso ocorre porque as bactérias presentes em infecções gengivais severas migram para o líquido amniótico, aumentando o risco de prematuridade e também de pré-eclâmpsia, que é a forma mais perigosa de hipertensão durante a gestação. Para complicar, as mães ficam mais suscetíveis a problemas bucais por vários motivos. Um deles é o aumento do nível dos hormônios progesterona e estrogênio na gestação, responsáveis pela dilatação dos vasos sanguíneos dos tecidos que fixam os dentes, tornando a gengiva mais vulnerável à inflamação e a sangramentos – a chamada gengivite. Se não tratada, ela pode evoluir para periodontite: infecção que leva à perda do osso de sustentação dos dentes. Com a infecção, há ainda o risco da mudança no pH da saliva causada por vômitos constantes, que diminuem a proteção natural da boca. Se ainda a alimentação da gestante não for equilibrada, mas sim repleta de açúcar, esses alimentos vão estimular a formação de placa bacteriana. Dessa forma, a incidência de cárie também pode aumentar por culpa do erro alimentar e piora na higiene bucal. Na Gravidez, as mudanças hormonais ocorrem de forma mais agressiva, tornando a mulher mais suscetível à Doença Periodontal (Gengiva e Osso), por isso é importante realizar um tratamento preventivo assim que souber que está grávida. A saúde bucal comprometida pode gerar infecções periodontais. Estas liberam substâncias que podem até adiar uma concepção planejada. O ideal é visitar o dentista assim que souber que está grávida. Assim, se você tiver qualquer doença, ela pode ser tratada previamente. Está provado em estudos que a periodontite na paciente gestante pode causar danos no processo de gestação, como um parto prematuro e o nascimento de um bebê abaixo do peso. A Consulta de Prevenção Odontológica durante a gravidez possui papel preventivo em relação ao bebê também. O ideal é fazer um pré-natal odontológico, pois a saúde bucal, ou a falta dela, interferem no desenvolvimento da criança. Em casos de periodontite, ou cárie, as dores liberam uma descarga de adrenalina que prejudicam a gestação. A grávida tem uma propensão maior a doenças periodontais, pois os hormônios nesse período alteram as estruturas celulares e deixam uma resposta inflamatória ainda mais exacerbada. Além dos fatores naturais, há outros itens que podem influenciar no surgimento das cáries e periodontites na gestante. Geralmente, as grávidas comem mais carboidrato e o enjoo provocado pela gravidez pode fazer com não realizem uma higiene bucal eficaz. Daí a importância do Pré-Natal Odontológico: limpeza cuidadosa realizada em consultório, que deve ser feita com frequência específica, dependendo do caso. Por isso a Odontomania criou o “Protocolo de Prevenção para Pacientes Gestantes”, onde ela recebe orientação sobre a melhor forma de higienização diária, com uso correto de escova e fio dental para que não agridam a gengiva sensibilizada. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA AVALIAÇÃO