Odontopediatria

Em nenhum outro momento na vida os dentes, mandíbulas e estruturas faciais crescem tão rapidamente quanto entre o nascimento e a idade adulta adiantada. É por isso que pode ser benéfico para o seu filho para ver um dentista pediátrico. Este profissional de odontologia especializada em cuidados bucais para crianças e adolescentes com conhecimentos avançados em questões odontológicas infantis e como eles podem se relacionar com a sua saúde geral. Aqui estão 4 razões pelas quais uma Odontopediatra pode ser a escolha certa para o cuidado bucal do seu filho. Eles fornecem conhecimentos de cuidados através de cada fase do desenvolvimento da infância. No espaço de apenas dez a doze anos, o seu filho terá experimentado a chegada e partida de seus dentes primários ( “bebê”) e a entrada de seus dentes permanentes. Enquanto este processo é normal, há uma série de possíveis complicações como sabedoria impactada ou dentes caninos frontal que podem afetar sua mordida e aparência futuras. Os dentistas pediátricos estão familiarizados com os padrões de desenvolvimento e podem detectar quando algo está errado. Eles têm as técnicas para tratar decadência relacionada à infância. As crianças são tanto ou mais suscetíveis à cárie dentária como adultos – e as conseqüências dela em dentes primários especialmente podem afetar sua saúde dental bem na idade adulta. Dentistas pediátricos são bem qualificados em técnicas como selantes dentais, aplicações de fluoreto ou tratamentos modificados do canal radicular que podem ajudar a prolongar os dentes primários para a sua vida útil cheia. As Odontopediatras da Clínica Odontomania são “amigáveis para crianças.” Clínicas odontológicas podem ser lugares assustadores para crianças pequenas. São projetados para ajudar a aliviar seus medos com salas de espera e exame que são brilhantes e alegres e cheio de projetos e atividades que são atraentes para as crianças. Mais importante, os dentistas pediátricos e seu pessoal são treinados e qualificados em relação às crianças e fazê-los se sentir mais à vontade. Eles podem aconselhá-lo sobre o bom cuidado em casa para os dentes do seu filho. Boa higiene oral começa quando os primeiros dentes irrompem na boca do seu bebê, entre 6 meses e um ano. Dentistas pediátricos e sua equipe pode ajudar a orientá-lo em técnicas adequadas para a escovação e mais tarde passar o fio dental. Eles também podem aconselhá-lo sobre as práticas que podem afetar a saúde bucal do seu filho, como o copo de bebidas açucaradas durante a noite. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Fluorose Dental

O excesso de Flúor corporal ou Fluorose dental provocam manchas dentárias, em geral esbranquiçadas, de forma simétrica. Acomete crianças de 0 a 12 anos em regiões onde a água é fluoretada ou possui nível de fluoreto natural maior que 4mg/L e em trabalhadores da industria de flúor. Higiene adequada durante a infância significa limpar a boca do bebê com água e algodão e, especialmente, evitar massas, alimentos e bebidas que contenham flúor. Isso é porque o excesso pode causar manchas na superfície dos dentes. Saiba um pouco mais sobre o problema e os cuidados necessários com os dentes da criança: O que é a Fluorose dentária? É uma anomalia causada pelo uso excessivo e prolongado de fluoreto durante a infância. É constituída por coloração que varia desde branco para castanho devido à destruição do esmalte dos dentes. Esta condição pode apresentar-se como leve, moderada ou grave e pode ocorrer tanto em dentes decíduos e permanentes. Qual é o período de maior risco? Especialistas dizem que as crianças menores de seis anos são mais propensas a ingestão prolongada de fluoreto, uma vez que são muitas vezes incapazes de lidar adequadamente com cremes dentais e controlar o uso do flúor em outros alimentos. Enquanto isso geralmente acontece durante a dentição, o consumo excessivo de flúor pode fazer com que dentes permanentes nasçam com manchas ou descoloridos. As manchas são permanentes? Uma vez que o fluoreto é parte de esmalte, não pode ser removido. Hoje você pode encontrar uma série de tratamentos de beleza para minimizar ou eliminar o problema. Estes tratamentos incluem clareamento dos dentes ou até mesmo coroas inteiras. A coisa mais importante é ir ao dentista para determinar o melhor tipo de intervenção, em função do grau de fluorose e idade do paciente. Como a fluorose dentária pode ser prevenida? O flúor é basicamente obtido através de alimentos, água, suplementos vitamínicos e cremes dentais. Em algumas partes do mundo fontes naturais de água contêm níveis muito mais elevados de flúor que o desejável. Por isso é necessário obter informações sobre a quantidade de flúor que a água em sua região tem para evitar o consumo excessivo. Além disso, os especialistas recomendam usar cremes dentais especiais para crianças, feitos com ingredientes naturais e sem flúor. Devemos ler as dicas de composição e de utilização a garantir que os produtos são adaptados à ingestão oportuna pelo bebê. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Perda Precoce dos “Dentes de Leite”

No inicio do desenvolvimento da dentição decídua, a criança encontra-se na fase de amadurecimento do seu organismo e por isso, esta menos resistente às agressões internas e externas, pois os anticorpos maternos desaparecem do sangue da criança nos primeiros seis meses de vida, coincidindo com o inicio da fase de erupção dentária. Por esta razão a criança fica um pouco manhosa. Existe uma relação entre erupção dentária e distúrbios orgânicos, como por exemplo: aumento da salivação, febre, distúrbios gastrointestinais (dor de barriga, diarreia), irritabilidade, perda do apetite. Alguns pesquisadores também concluíram que vários dentes nascendo ao mesmo tempo pode causar stress, o que diminui a resistência do corpo a infecções, aumentando a probabilidade de ter estes sintomas. O momento em que um dente irrompe (nasce) ou esfolia (cai), pode sofrer aceleração ou atraso devido a distúrbios orgânicos ou fatores pessoais e/ou ambientais. Agora você deve estar se perguntando, o que são esses fatores? Como identificar? Distúrbios orgânicos = o aumento dos hormônios tireoidianos, pituitário e sexuais podem aumentar o metabolismo do organismo, estimulando a erupção precoce dos dentes. Fatores locais = o hábito de “chupar” o dedo/chupeta “aumenta a atividade funcional” dos dentes anteriores, podendo levar à perda precoce dos dentes de leite. Fatores pessoais = raça e sexo afetam a cronologia de erupção dos dentes, como por exemplo: negros apresentam erupção dentária antecipada, e mulheres tendem a ter a erupção dos permanentes antecipada quando comparadas aos homens da mesma idade. Fatores ambientais = crianças residentes em zonas urbanas tendem a ter a erupção dentária antecipada quando comparadas às crianças residentes em zonas rurais. Essa mesma diferença também é observada com relação à temperatura, pois quanto mais baixa a temperatura de um país, observa-se um discreto atraso na erupção dos dentes das crianças quando comparado às crianças que vivem em países de clima mais quente. Existe uma média para tudo nesta vida, inclusive para o nascimento e a perda dos dentes decíduos, mas todos nós somos pessoas únicas e por isso seguimos o nosso tempo, o nosso processo fisiológico, o que explica o seu filho ser mais alto que o dele, ou até mesmo o dente do seu filho cair antes do filho dele. O que podemos fazer é observar nossas crianças e comparar com a média. Se surgir alguma dúvida, basta procurar um profissional especializado, ele esta apto a avaliar cada situação e se for o caso, indicar o melhor tratamento para seu filho. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Cárie Dental

A cárie dentária é uma lesão do esmalte que reveste o dente e o protege. Quando a acidez corroi parte do esmalte, uma cavidade é formada e pode causar dor e mau hálito e, caso não seja tratada, pode até levar à perda do dente. Mas, melhor do que remediar, é previnir o problema. Por isso, é importante realizar um check up odontológico regular, que possibilita identificar pontos que ainda vão se transformar em cárie ou até mesmo quadros mais severos, em que é necessário o tratamento de canal para eliminar a dor. Os dentistas explicam que o mais recomendado é escovar os dentes regularmente e realizar a higiene completa da boca. Para tirar qualquer dúvida, o Cirurgião Dentista José Brasil esclarece 10 dúvidas mais frequentes dos pacientes. Confira a lista: O açúcar é o grande vilão dos dentes – A verdade é que o que causa cárie é o ácido produzido pelas bactérias da boca. Ao ingerir qualquer tipo de carboidrato, seja um doce ou macarrão, pães ou frutas, esse processo tem início. Todos temos milhares de bactérias na boca, mas, quando a higienização é falha, há um acúmulo de bactérias atuando no enfraquecimento do esmalte dos dentes e, consequentemente, no aparecimento da cárie. Crianças têm mais cárie do que adultos Antigamente, isso tinha um fundo de verdade. Na última década, entretanto, com a adição de flúor na água tratada de quase todos os lares brasileiros e o uso de selantes, a incidência de cárie foi drasticamente reduzida em crianças em idade escolar. Por outro lado, temos constatado um aumento na incidência de cárie entre idosos, muito provavelmente porque alguns dos medicamentos de uso contínuo produzem o efeito de ‘boca seca’ que, por sua vez, aumenta a população de bactérias na boca. Refrigerante estraga os dentes O que estraga os dentes é ingerir muitas bebidas e alimentos ácidos. Isso inclui desde sucos de frutas cítricas, até refrigerantes e bebidas esportivas. Portanto, é fundamental ter uma dieta equilibrada e adotar o hábito de fazer vários bochechos com água corrente durante o dia para evitar que a acidez da cavidade bucal não resulte no enfraquecimento dos dentes. Toda cárie provoca dor Nem toda. Em muitos casos, pontos pretos que vão se transformar em cárie ou ainda pequenas lesões são identificadas durante o check up odontológico sem que a pessoa tenha se queixado de dor. Já quando não tratada por um bom tempo, a cárie vai se intensificando até atingir o nervo do dente e provocar uma dor bastante incômoda. Nesse caso, só o tratamento de canal resolverá o problema. Quem usa aparelho tem mais cárie Quando uma pessoa está em tratamento ortodôntico tem de redobrar os cuidados com a higiene bucal, porque é muito comum que, não sendo móvel, os alimentos se prendam ao aparelho. Como a falta de escovação adequada está diretamente ligada ao surgimento de cárie, é claro que essa pessoa estará mais sujeita a esse e outros tipos de doença do aparelho mastigatório. Uma vez tratada, a cárie não surge mais Quando tratamos uma cárie, restauramos a cavidade do dente com uma resina que tem determinada expectativa de vida útil e precisa ser trocada depois de alguns anos. Nesse exato ponto não vai mais surgir outra cárie. Porém, se o paciente continuar a cuidar mal da higienização bucal, poderá surgir uma nova cárie ao lado ou em torno da antiga. Sendo assim, não é indicado descuidar da escovação dos dentes. Preencher a cavidade com aspirina ajuda a reduzir a dor de um dente cariado Isso é totalmente desaconselhado. Primeiramente, porque para surtir efeito contra a dor é preciso ingerir a aspirina. Depois, esse medicamento é ácido e sabemos que a acidez contribui ainda mais para a formação de cárie. Nesse caso, inclusive, a acidez do medicamento pode até queimar a gengiva e formar uma ferida ainda mais dolorosa. Bolachas e salgadinhos provocam cárie São dois problemas: um em relação aos carboidratos que se transformam em açúcar e aumentam a acidez da boca – favorecendo o surgimento de cárie, e outro problema são os alimentos que, uma vez mastigados, penetram todo tipo de espaço entre os dentes – dificultando a correta higienização. Além de eliminar esse hábito por questões de saúde em geral, o ideal é que a pessoa escove bem os dentes depois de ingerir esse tipo de alimento, fazendo uso também do fio dental. Dentes sensíveis geralmente têm cárie Isso não é verdade. A sensibilidade nos dentes pode ser provocada pelo desgaste do esmalte que, inclusive, piora se a pessoa emprega muita força na escovação. Como vimos, também a acidez de alimentos e bebidas resulta em erosão dentária. Outra causa é a ingestão de determinados medicamentos, bem como a existência de doenças como bulimia e refluxo gastresofágico. Por fim, até mesmo a retração da gengiva pode expor a raiz do dente e torná-lo mais sensível sem que haja cárie. Escovar bem os dentes é a melhor forma de evitar cárie Para uma grande maioria das pessoas, isso se aplica. Prevenção é palavra de ordem e a forma mais fácil, mais rápida e menos dispendiosa de evitar cárie e é feita através da correta escovação dos dentes e do uso de fio dental. Em geral, são necessárias duas ou três escovações por dia – lembrando-se de não empregar muita força, mas permanecer tempo suficiente para a completa higienização de cada um dos dentes e dos espaços entre eles. Vale lembrar que a remoção da placa bacteriana é mecânica, através de escova de dente macia com cerdas arredondadas e de creme dental com flúor. Quando a pessoa está longe de casa e sem acesso ao kit de higiene bucal, é importante fazer vários bochechos com água corrente depois de ingerir qualquer tipo de alimento ou bebida. O ato de “lavar” a boca ajuda bastante até que se possa fazer a limpeza ideal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Gengivite

A gengivite é a inflamação da gengiva que têm como principal sintoma a saída de sangue quando se escova os dentes. Ela normalmente é causada pela má higiene bucal mas também pode ser causada por alterações hormonais como ocorre na gravidez. Para evitar a gengivite ou que ela se agrave e cause até a perda dos dentes siga as 7 dicas abaixo: Escove os dentes corretamente 3 vezes ao dia por pelo menos 2 minutos de cada vez. Escove os dentes e a gengiva. Posicione a escova de dentes em um ângulo de 45 graus (inclinada) em relação aos dentes de maneira que metade da escova limpe a gengiva e a outra metade, os dentes. Este cuidado é necessário pois é nesta região que a gengivite se inicia. Tenha uma escova de dentes elétrica pois esse tipo de escova retira quase 90% das placa bacteriana enquanto a escova manual retira apenas 48%. Use o fio dental diariamente pelo menos 1 vez ao dia, antes de dormir. Tenha sempre uma escova de dentes e um creme dental dentro da bolsa ou no seu local de trabalho e sempre escove os dentes depois do almoço. Faça uma limpeza dentária a cada 6 meses para remover completamente qualquer placa bacteriana. Consuma regularmente alimentos ricos em vitamina C como laranja, acerola e abacaxi pois a carência de vitamina C também é uma das causas da gengivite. Abandone os vícios como a ingestão de bebidas alcoólicas e o cigarro pois eles podem diminuir a quantidade de sais minerais e vitaminas necessárias para uma boca sadia. Ao seguir estas dicas e possível evitar a gengivite e outros problemas bucais como cáries, aftas e inflamações. Essas medidas apesar de simples são determinantes para uma boa saúde bucal e uma melhor qualidade de vida. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Facetas Laminadas

Nem todas as pessoas são candidatas para realizar o clareamento. O clareamento não é recomendado se você tem restaurações da própria cor dos dentes, coroas, jaquetas ou facetas em seus dentes incisivos – o clareador não alterará a cor desses materiais, que ficarão aparentes no seu novo sorriso clareado. Nestes casos, você poderá desejar pesquisar outras opções. Facetas laminadas são camadas finas de porcelana ou de plástico coladas na face frontal dos dentes. Para dentes extremamente descorados, lascados ou disformes, proporcionam um sorriso durável e agradável. Facetas laminadas são difíceis de serem manchadas tornando-as populares no público que busca um sorriso perfeito. Existem dois tipos de facetas laminadas: As facetas laminadas de porcelana (indireta), que devem ser primeiramente produzidas em um laboratório dental, para serem ajustados aos dentes; são necessárias duas visitas ao dentista. Facetas laminadas de porcelana têm duração de dez a quinze anos ou mais. As facetas laminadas compostas (direto), na qual uma resina é aplicada ao dente numa única visita. Resinas: utilizam resinas compostas para a restauração de dentes lascados ou quebrados, para o preenchimento de espaços e remodelar ou colorir o sorriso. Após aplicar uma solução levemente corrosiva que desgasta ligeiramente a superfície dos dentes,. Muitas pessoas escolhem restaurações de resinas em vez de amálgama porque a resina tem uma aparência mais natural – a cor do material pode ser alterada para igualar-se à cor natural do dente. Em comparação às em amálgama a desvantagem das restaurações em resina é o custo mais elevado, e por serem porosos, os fumantes verificarão que amarelará mais facilmente. Seu dentista pode lhe dizer se você é um bom candidato para facetas laminadas ou uso de resinas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Afta

O que é Afta? Afta é uma ferida na boca, que costuma ser branca ou amarelada, rodeada por uma área vermelha brilhante, e geralmente surge na língua e nas paredes internas da boca. Causas Aftas são formas comuns de úlcera bocal, que costumam surgir em pessoas com baixa imunidade, seja ela causada por alguma doença específica ou por uso de medicamentos. Veja algumas dessas causas: HIV/Aids: O vírus do HIV, que pode levar à Aids, ataca diretamente o sistema imunológico. Pessoas infectadas com esse vírus são mais propensas ao surgimento de aftas e elas costumam ser um dos primeiros sinais de ação do HIV no organismo Câncer: a imunidade também abaixa quando o paciente tem câncer, principalmente por causa do tratamento realizado com radioterapia e quimioterapia Diabetes: diabéticos não tratados ou com a doença mal controlada, a saliva costuma apresentar grandes quantidades de açúcar, que encoraja o crescimento do fungo Infecções vaginais: o mesmo fungo causador da afta é o responsável por algumas infecções vaginais também. Apesar de não ser muito perigosa, esse tipo de infecção costumar causar mais problemas a mulheres grávidas, pois a doença pode ser transmitida ao bebê durante o parto. Outros fatores podem desencadear no surgimento de aftas: Estresse emocional Deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico na dieta Período menstrual Mudanças hormonais Alergias a alimentos. Fatores de risco Qualquer pessoa pode desenvolver aftas, mas alguns fatores podem contribuir para o surgimento dessas feridas. Veja: Idade: bebês e crianças pequenas costumam apresentar afta com mais frequência do que pessoas mais velhas Imunidade baixa: algumas doenças ou medicamentos podem comprometer o sistema imunológico e, assim, facilitar a ação do fungo que provoca aftas Próteses bucais: pessoas que usam dentaduras tendem a apresentar mais aftas também Problemas de saúde: outras complicações podem ajudar no surgimento de aftas, como diabetes e anemia Medicamentos: o uso de determinados tipos de medicamentos podem comprometer a imunidade e contribuir para o aparecimento de aftas na boca, como alguns antibióticos e corticosteroides Câncer: o tratamento da maioria dos tipos de câncer costuma ser bastante invasivo. Métodos como quimioterapia e radioterapia costumam comprometer a imunidade também Boca seca: doenças como xerostomia deixam a boca anormalmente seca, o que ajuda na proliferação do fungo causador da afta Fumo: o consumo de cigarro também pode provocar afta Histórico familiar: aftas também podem ser hereditárias. Sintomas Em um primeiro momento, você pode nem reparar que está com afta. Mas, em alguns casos, dependendo da causa, os sintomas podem aparecer de repente e persistir por muito tempo. Confira os mais comuns: Pequenas feridas abertas presentes no interior da boca, brancas ou amareladas, com contorno vermelho brilhante. Costumam estar mais presentes na língua e nas paredes da boca Dor Leve sangramento em casa de lesão na região da afta Vermelhidão e ressecamento da região lateral da boca Perda do paladar. Sintomas menos comuns incluem: Febre Indisposição Inchaço nos linfonodos. Em casos mais graves, as lesões podem se espalhar pelo esôfago, causando dificuldade para engolir e a sensação de comida presa na garganta. Bebês com aftas costumam sentir muita irritação e incômodo ao serem amamentados. Além disso, eles podem passar a infecção para a mãe durante a amamentação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Plástica Gengival

Conhecida por ser a moldura dos dentes, a gengiva nem sempre está no lugar que deveria. Retraída demais ou em excesso, as cirurgias plásticas são soluções recentes e ainda pouco conhecidas, mas que avançaram nas técnicas, possibilitando resultados mais precisos. Uma gengiva bem posicionada permite harmonia no sorriso e equilíbrio entre os dentes e o rosto. Há dois tipos de tecidos na boca, o gengival (rosa mais claro) e a mucosa (vermelha). O primeiro possui fibras e colágenos, que deixam a estrutura mais firme, tornando-se o tecido de proteção. Quando é muito fino ou há em pouca quantidade, é preciso acrescentar enxertos através da cirurgia plástica da gengiva ou gengivoplastia. Mais comum No caso do sorriso que destaca mais a gengiva que os dentes – uma das situações mais comuns – a cirurgia plástica também pode ajudar. Ou o dente não nasceu completamente e a gengiva cobriu boa parte do restante ou o tamanho do dente é normal, mas há excesso de tecido gengival ao sorrir. É preciso confirmar se é um excesso de verdade ou se a maxila da pessoa cresceu demais e a musculatura expôs o dente. Normalmente é o dente que é pequeno, mas se a musculatura estiver expondo, podemos usar botox no tratamento. Quando a maxila é muito crescida e há um osso grande, é feita uma cirurgia mais complexa. Causas Escovar os dentes pode ser a causa da retração na gengiva. Da mesma forma, as placas bacterianas, causadoras de processos inflamatórios, podem ser responsáveis por erros na linha da gengiva. Escovação de forma errada, vigorosa e tudo que gere um processo inflamatório e uma resposta do organismo pode destruir o tecido gengival. O biotipo do paciente também influencia, assim como fatores hereditários. Alternativa Algumas alterações no sorriso podem ser realizadas através de restaurações (próteses ou resinas), mas podem não fornecer a naturalidade, pelo uso de materiais artificiais, que a cirurgia plástica da gengiva pode alcançar com mais eficácia. Cuidados pós-cirurgia Com a região sensível, fica proibida qualquer escovação, permitido apenas o enxague bucal. Alimentos duros devem ser evitados por, pelo menos, uma semana. É importante que o paciente não “puxe” os lábios para ver o resultado, pois os pontos podem se soltar. De 45 a 60 dias, o tecido gengival estará maduro e estável. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontopediatria

1. Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja
A Respiração Bucal e Suas Consequências

O nariz não serve apenas para sentir cheiros e transportar o ar até os pulmões, ele executa também três importantes funções: filtragem, umidificação e aquecimento do ar inspirado, de forma que este vá em condições adequadas até os pulmões. Mas afinal, porque algumas pessoas respiram pela boca? Há várias razões para que isso ocorra, e comumente tem início na infância. Podemos destacar o aumento das adenóides e/ou das amígdalas, desvio de septo do nariz, rinites, sinusites e bronquites. Alguns maus hábitos orais também podem contribuir para a instalação da respiração bucal, como sucção de dedo, uso de chupetas e de mamadeiras sem bico ortodôntico (bico anatomicamente mais parecido com o bico do seio materno) e morder ou chupar objetos de forma freqüente. Quando a respiração bucal se instala e se mantém por tempo prolongado, constitui o que se denomina de síndrome do respirador bucal devido ao conjunto de sinais e sintomas, embora seja mais comum falar simplesmente respirador bucal. É importante frisar que mesmo uma pessoa eliminando o impedimento orgânico (rinite, adenóide…) para a respiração nasal, pode assim mesmo continuar a respirar pela boca, ou seja, por mau hábito. Na maior parte do tempo, nossa respiração deve ser pelo nariz, mas em algumas situações restritas, a respiração bucal é permitida, ou melhor dizendo, normal de acontecer. É o caso da fala (inspiramos o ar pelo nariz, mas num discurso mais longo é comum que o ar entre pela boca) e de atividades físicas que exijam muito esforço, como numa corrida. Os sinais abaixo podem ser observados em um respirador bucal (não necessariamente todos os sinais estão numa mesma pessoa): Boca aberta a maior parte do tempo. Dorme mal à noite, ronca e baba. Sensação de boca seca ao acordar. Lábios ressecados. Presença de olheiras. Mastigação ruidosa e de boca aberta. É possível ver a língua numa postura entre os dentes ou rebaixada dentro da boca. O ato de engolir (deglutição) dos alimentos e líquidos fica alterada, com a língua projetada entre as arcadas dentárias, o que favorece problemas na oclusão dos dentes (encaixe dos dentes superiores ao dentes inferiores). Sonolência durante o dia, sendo comum a falta de atenção, concentração e problemas de aprendizagem pela pouca oxigenação do cérebro, proporcionada pela respiração bucal. Diminuição do rendimento físico. Aumento da probabilidade de cáries e infecções respiratórias. Além dos aspectos acima mencionados, o respirador bucal pode ter alterações significativas em sua estrutura muscular e óssea. Geralmente há um estreitamento do céu da boca (ele fica mais fundo); alteração na oclusão dentária; tendem a uma face alongada; a língua, bochechas e lábios apresentam-se com tônus diminuído (flacidez) por isso, as funções de mastigação, deglutição e fala podem estar alteradas, até a postura corporal global pode ficar prejudicada. O respirador bucal tende a preferir alimentos mais macios ou pastosos, costuma utilizar líquidos junto com os alimentos para amaciá-los e facilitar a deglutição. A mastigação costuma ocorrer de lábios abertos, de forma rápida, ruidosa e descoordenada, afinal de contas, respirar pela boca e comer ao mesmo tempo é bem complicado. Essas dificuldades na mastigação e deglutição podem levar a perda de peso e até mesmo desnutrição. Sendo assim, diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a respiração bucal tem efeitos nocivos para a saúde, afinal de contas não é um caminho natural, é como se fosse um atalho para a sobrevivência. A identificação, o diagnóstico e o tratamento da respiração bucal devem ser o mais precoce possível, de forma que se evite ou amenize os possíveis danos. A respiração nasal é importante para a qualidade de vida das pessoas proporcionando maior vitalidade e bem estar. Os Aparelhos Miofuncionais saõ eficazes no tratamento de pacientes respiradores bucais. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA: