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Respiração Bucal

A Respiração Bucal ocorre quando, na maioria das vezes, existe um impedimento à respiração nasal e pode ser um sinal de que algo vai mal nas vias respiratórias superiores (boca, nariz, faringe, laringe) como alergias respiratórias, obstruções mecânicas: desvio de septo, hipertrofia das adenóides e ou amígdalas, problemas ortodônticos e presença de hábitos parafuncionais, como sucção de polegar e/ou chupeta por período prolongado, roer unhas. As Consequências da Respiração Bucal, além de maior exposição às infecções, o respirador bucal, possui uma fisionomia de pessoa cansada, formato do rosto longo, com olheiras, boca sempre aberta, cansaço respiratório, mau hálito, “baba” noturna e roncos. A postura de toda estrutura facial e corporal fica alterada. O corpo reage com compensações para respirar melhor, modificando sua postura. Além de poder ser um sintoma, a respiração bucal também pode trazer alterações como, por exemplo: * alterações no desenvolvimento das suas arcadas dentárias levando as alterações na oclusão dentária – mordida aberta ou protrusão dentária; * por consequência, alterações na mastigação que ainda podem levar à alteração digestiva; * piora do quadro respiratório devido às alterações anatômicas como diminuição do espaço aéreo nasal pelo posicionamento elevado do céu da boca (palato); * alterações posturais adaptativas que começam com a anteriorização do pescoço (cabeça para frente) para aumento da passagem aérea na faringe, que leva à rotação interna de ombros, projeção anterior de quadril (a criança “senta no bumbum”), giro interno de joelhos e de pés (isto se dá por adaptações em cadeia); * a criança tende a ficar mais cansada, pois seu sono é de baixa qualidade e sua oxigenação não é das melhores. Por isso, se você repara que seu filho respira mais pela boca do que pelo nariz, você devera procurar tais profissionais como um médico Otorrinolaringologista para avaliação das estruturas do aparelho respiratório, um Odontopediatra para avaliar se há algum impacto da respiração bucal no desenvolvimento de arcadas dentárias e um FONOAUDIÓLOGO para reabilitação do padrão respiratório. A Ortodontia Miofuncional corrige os hábitos para-funcionais com Respiração Bucal, Posição errada da língua, dedo, chupeta e etc, através de aparelhos específicos. A indicação ideal para seu uso é o estágio tardio da dentição mista, entre 8-12 anos. Como em qualquer aparelho da família dos posicionadores, a erupção dos dentes permanentes é o momento ideal para mudar a forma do arco e o alinhamento dentário anterior, quando há uma maior dinâmica na dentição. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO

Síndrome de Down

Síndrome de Down não é doença, e, sim, uma ocorrência genética. Pessoas com a alteração cromossômica não são deficientes mentais, mas elas têm deficiência intelectual. Não são especiais, mas têm necessidades específicas. Não são portadoras da síndrome, são pessoas com Down. O termo síndrome refere-se aos sintomas e sinais da presença da trissomia do cromossomo 21. Elas também apresentam algumas características na anatomia bucal bem particulares. Normalmente, eles têm alterações craniofaciais, como o hipodesenvolvimento maxilar e o céu da boca estreito e profundo. Também podem apresentar macroglossia, ou seja, a língua é maior em relação à cavidade bucal. Por isso, a recomendação do Ministério da Saúde é que seja feito o acompanhamento odontológico anual das pessoas com a síndrome, desde o primeiro ano de vida, antes mesmo do surgimento da dentição. A visita ao dentista, além de buscar a prevenção e o cuidado com as alterações dentárias, é importante para estimular a higiene da região bucal. 1. Algumas manifestações sistêmicas, como o funcionamento da glândula da tireoide, podem causar modificações no quadro de saúde bucal dos pacientes com síndrome de Down. Quais são as principais alterações sistêmicas? Como tais manifestações podem interferir na saúde bucal? O hipotireoidismo, o diabetes mellitus, a hepatite crônica ativa são alguns exemplos de patologias autoimunes, cuja incidência está aumentada nesses pacientes. A prevalência de doenças da glândula tireoide em pacientes com síndrome de Down é alta. O hipotireoidismo é mais comum nestes pacientes. Os sinais e sintomas do hipotireoidismo, são: diminuição dos reflexos, pele seca, retardo no desenvolvimento intelectual e músculo esquelético, queda de cabelo, sonolência, aumento de peso, colesterol elevado, etc. Tais alterações podem interferir na saúde bucal, visto que interferem na saúde geral do paciente. O diabetes mellitus, também frequente nestes pacientes, requer todos os cuidados inerentes aos pacientes com a patologia.2.Quais são as manifestações orais mais apre-sentadas pelos pacientes portadores da síndrome de Down? As manifestações orais na síndrome de Down incluem: mandíbula e cavidade bucal pequena, palato estreito alto e ogival, macroglossia relativa e língua geográfica. É comum a postura da língua aberta, devido a uma nasofaringe estreita, tonsilas e adenoide hipertrofiada. A protrusão da língua e a respiração bucal frequente resultam em secura e fissura dos lábios. Na região das comissuras labiais, podemos observar a presença de queilite angular, devido à dificuldade do indivíduo em fechar a boca. A dentição apresenta anomalias características, e a doença periodontal é prevalente. Dentre as anomalias dentais, as mais frequentes referem-se à oligodontia, microdontia, hipodontia, fusão e taurodontia. A hipodontia ocorre nas duas dentições e a microdontia é a mais prevalecente das alterações observadas. As anomalias dentárias de desenvolvimento, como as malformações coronárias e radiculares, também são comuns. Desarmonias oclusais, mordidas cruzadas posteriores, apertognatia e apinhamento pronunciado dos dentes são habituais nestes pacientes.3.Os pacientes com síndrome de Down, nor-malmente, apresentam algum tipo de alteração na composição salivar. Como esta modificação pode influenciar na saúde bucal geral? O fluxo salivar de pacientes com síndrome de Down é, em média, 50% menor do que em crianças normais. Esta redução está vinculada, preferencialmente, ao metabolismo da glândula parótida. Além disso, o pH salivar é mais alto, assim como os níveis de sódio, cálcio e bicarbonato. Consequentemente, a capacidade tampão também é elevada, o que acarreta uma baixa incidência de cárie.  4.Qual é a importância da abordagem no atendimento do bebê com síndrome de Down nos primeiros seis meses? É muito importante examinar a cavidade bucal e detectar, precocemente, alguns problemas de saúde, propiciar a identificação e a intervenção prematura acerca de problemas, tais como: o desmame precoce, a anquiloglossia e as doenças bucais da primeira infância. Alertar quanto à erupção tardia dos dentes decíduos e a higiene, que deve começar antes da erupção, na cavidade bucal. Uma alimentação adequada – do ponto de vista de consistência e qualidade – e o fracionamento das refeições têm influência direta na saúde oral. A adoção de hábitos alimentares saudáveis na infância contribui para o bom crescimento, desenvolvimento e prevenção de doenças, portanto, é de fundamental importância detectar, precocemente, os erros alimentares, devido à repercussão na saúde oral e no estado nutricional.  CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS.   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.

Amamentação e as Más-Oclusões

Má-oclusão é a má relação entre a maxila e a mandíbula. Quando não há um encaixe perfeito entre as arcadas dentárias, podendo prejudicar o desenvolvimento ósseo da face e das articulações temporomandibulares (ATM). A má-oclusão é um defeito físico. Tipos de má oclusão: Classe II Classe III Mordida Aberta. Mordida Cruzada. Mordida Profunda. Apinhamento   IMPORTANTE: Devemos levar em consideração sempre a função. Isso significa que a avaliação apenas estática não oferece um diagnóstico definitivo. Pode ocorrer de uma oclusão estática ser perfeita e, no entanto, nos movimentos de lateralidade percebermos que aquela boca esteticamente bonita não é funcional e está patológica. Na má oclusão, o fator hereditário (genética) responde por 40%, enquanto 60% dependem do meio ambiente. Causas ambientais responsáveis pela má oclusão: Hábitos bucais: chupeta, dedo, mamadeira, etc. Problemas respiratórios: adenóide, rinite, sinusite, respiração bucal, Alterações funcionais: alimentação pastosa ou líquida, que não oferece estímulo de atrição aos dentes, que não estimula a função mastigatória. Perda precoce de dentes decíduos (de leite), Influências nutricionais. Alterações hormonais. Traumas e tumores. O profissional poderá intervir nas questões relacionadas ao meio ambiente: orientando, prevenindo ou corrigindo o problema já instalado. As más posições dentárias ou más oclusões são sempre causadas pelo subdesenvolvimento funcional, que reflete na falta de desenvolvimento ósseo para abrigar os dentes, essa é uma das consequências da alimentação industrializada. Quando a criança não é amamentada, ou não mastiga de forma adequada, ou respira pela boca, ou possui hábitos bucais, terá como conseqüência um desenvolvimento patológico das arcadas dentárias. O melhor exercício é o da amamentação. Nele há vedamento labial, respiração nasal, posicionamento correto da língua e trabalho ativo das articulações (ATM’s), na ordenha do peito. Esse trabalho muscular irá corrigir a distoclusão fisiológica que todo bebê apresenta (queixo da criança nasce bem retraído em relação à maxila), oferecerá condições para um bom desenvolvimento da face, bem como irá iniciar o treinamento dos músculos da mastigação.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Cirurgia Ortognática

A Cirurgia Ortognática é um tratamento indicado para pessoas que têm deformidades envolvendo os ossos da face e os dentes, visando restabelecer o equilíbrio anatômico da face. Quando não for possível resolver o caso somente com o aparelho ortodôntico, uma vez que o problema está no tamanho dos ossos do esqueleto e não somente na posição dos dentes, faz-se necessário uma correção óssea. As deformidades dos ossos da face podem se originar de distúrbios de crescimento, síndromes e anomalias específicas, traumas na face, ou serem de origem genética, dentre outros fatores. Essas alterações podem estar localizadas num osso, como no prognatismo mandibular (mandíbula grande) ou no retrognatismo mandibular (mandíbula pequena), sendo que muitas vezes é um problema combinado, associando o maxilar superior à mandíbula. Por exemplo, quando a mandíbula for grande e o maxilar superior for pequeno, será necessário operar os dois ossos, com o posicionamento cirúrgico da mandíbula para trás e do maxilar superior para a frente. O paciente deverá realizar uma documentação ortodôntica completa, em clínica especializada em radiologia odontológica, para que os profissionais ( Cirurgião Buco Maxilo Facial e Ortodontista ) analisem as correções necessárias através de um tratamento ortodôntico-cirúrgico-ortodôntico. Isto é, inicia-se com a ortodontia preparando os dentes por período que varia de seis meses a um ano (primeira etapa), a partir daí planeja-se a cirurgia ortognática, fazendo uma moldagem de estudo e confeccionando modelos de gesso e montagem em articulador; opera-se o paciente e, logo que se recupere, a ortodontia realizará os últimos ajustes na oclusão. Antes da cirurgia, o paciente deverá realizar alguns exames complementares. A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar e sob anestesia geral, envolvendo normalmente dois cirurgiões, um instrumentador e uma equipe multidisciplinar. A cirurgia é realizada totalmente por dentro da boca, não deixando cicatriz na face e, dependendo do porte da cirurgia e recuperação da anestesia, a alta hospitalar é dada ao paciente na manhã do dia seguinte. A correção das deformidades faciais através da cirurgia ortognática traz grandes benefícios aos pacientes operados, com sensível melhora na relação entre os dentes, músculos, ossos, respiração, fonação, posição da língua, articulação temporo-mandibular (ATM), mastigação, digestão e em muitos casos, no relacionamento social. A Cirurgia Ortognática moderna busca um equilíbrio das funções mastigatória, respiratória e da beleza estética. Perguntas frequentes: Com qual idade pode-se fazer essa cirurgia? A Cirurgia Ortognática está indicada a partir dos 17 anos de idade (momento em que o crescimento dos ossos faciais já está no final). Caso haja dúvida, o cirurgião dentista pode solicitar exames específicos para avaliação da idade óssea. Existe alguma prevenção para as deformidades faciais? Depende. Existe uma especialidade odontológica chamada Ortopedia Funcional dos maxilares, que trata preventivamente as deformidades faciais auxiliando o crescimento facial correto em pacientes em idade infantil. Porém,em alguns casos de herança genética, esta prevenção pode não ser suficiente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA AVALIAÇÃO

Como ter Um Belo Sorriso

Muito mais do que ter dentes brancos iguais aos das celebridades, mantê-los em ordem significa cuidar da saúde. Alguns problemas como doenças do coração podem estar associados à condição dos seus dentes. Listamos algumas dicas para você cuidar da sua saúde bucal. Aos 30 anos: preste atenção aos hormônios  A gravidez faz com que a visita ao dentista seja necessária. Níveis mais altos dos hormônios estrogênio e progesterona podem deixar as gengivas mais sensíveis e suscetíveis a infecções secundárias. Passar fio dental é primordial, porque ajuda a reduzir o risco de periodontite. Estudos têm relacionado a doença periodontal não tratada com o nascimento de bebês prematuros e de baixo peso. Faça escovação correta  Na hora de escovar os dentes, a recomendação é usar uma escova macia com cerdas arredondadas e de náilon. Faça movimentos circulares num ângulo de 45º na linha da gengiva. Se doer ou sangrar continue o mesmo procedimento. E passe bastante fio dental, quanto mais usá-lo, mais as gengivas ficam resistentes. Pare de fumar  Tente parar de fumar, pois os fumantes têm três vezes mais chances de desenvolver doença periodontal. Além disso, a recuperação não é tão boa após o tratamento quanto os não fumantes. Dê um tempo em refrigerante diet  Mesmo sem açúcar, o refrigerante diet pode prejudicar os dentes brancos, principalmente os compostos à base de cola, já que possuem alto teor de ácido, que enfraquece o esmalte dentário. Aos 40 anos: vá ao dentista  Algumas doenças graves podem ser detectadas com uma visita ao dentista. A gengivite, por exemplo, pode ser um sinal de diabetes não controlada. Além disso, o câncer bucal é mais comum após os 40, o seu dentista poderá detectar alguns sintomas, como inchaço anormal ou feridas, bem como lesões indolores. Tente desestressar  Ranger ou apertar os dentes (o que se intensifica se você está estressado) pode causar desgaste excessivo e até rachaduras e lascas dentárias. Se você tem alguns destes sintomas, o dentista pode lhe prescrever um protetor bucal, que geralmente é feito à base de silicone. Tente maneiras de se livrar do estresse, como fazer exercícios físicos e manter um tempo para o lazer. Renove as obturações  Obturações e coroas se desgastam com o tempo. E um dente rachado ou lascado pode ser uma porta de entrada para bactérias e uma consequente deterioração dentária. Cuidado com clareamento excessivo  Se você já atingiu o tom dos dentes que deseja, dê um tempo no clareamento. Embora não seja comprovado que o procedimento corrói o esmalte dentário, é verdade que ele aumenta a sensibilidade. Além disso, com o passar da idade a brancura do dente atinge até certo limite. Aos 50: cuide dos seus ossos  A perda óssea é uma das principais razões para as pessoas perderem os dentes. Por isso é importante manter uma dieta saudável, com ingestão de cálcio e vitamina D. Se você tiver histórico familiar de osteoporose, exames dentários são necessários, já que uma radiografia pode detectar degeneração óssea. Lave a boca  Alguns medicamentos, como antidepressivos, para o coração ou para a dor podem secar a boca, o que aumenta o risco de cárie. Se você tem a boca seca, a dica é enxaguar com um pouco de fluoreto (forma iônica do flúor), o que ajuda a proteger o esmalte. Beber muita água e mascar chicletes sem açúcar também podem colaborar para combater o problema. De olho no coração  Estudos mostram que pessoas com doença periodontal podem ter maiores riscos de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, possivelmente porque a infecção aumenta a inflamação por todo o corpo. Portanto, faça visitas periódicas ao dentista.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA AVALIAÇÃO

A Idade Certa para Começar O Tratamento Ortodôntico

A Ortodontia é a especialidade da Odontologia que corrige o mau posicionamento dos dentes. A Ortodontia, além de corrigir dentes tortos, pode melhorar a saúde bucal e outras funções inerentes ao sistema mastigatório, como a mastigação, fala e deglutição com um menor risco de desenvolvimento de doenças como desordens da articulação temporomandibular (ruídos e limitações de abertura e dores de cabeça e na face de origem muscular), que também podem se manisfestar em crianças e adolescentes. Outra grande vantagem é que a Ortodontia também pode ajudar a melhorar a aparência facial do paciente, aumentado sua autoestima. Muitos pais sabem da importância de levar seus filhos a um Ortodontista. Entretanto, não sabem ao certo o melhor momento dessa consulta. É recomendável que a primeira avaliação de Ortodontia na faixa dos 6 anos de idade, quando começam a nascer os primeiros dentes permanentes. Existem pais extremamente preocupados com os filhos e que os trazem para uma consulta de Ortodontia aos 3 anos de idade, outros quando todos os dentes de leite caíram e até aqueles que não têm esta preocupação e nunca os levaram para referida análise pelo profissional de Ortodontia. Felizmente, a atual geração de crianças e adolescentes com certeza será avaliada ainda durante a infância e adolescência, devido a um grande número de fontes geradoras de informações, como, por exemplo, a internet, a melhora do padrão de vida da população e o aumento significativo da quantidade e qualidade dos dentistas. Afinal, qual seria a idade ideal para a primeira visita ao dentista de Ortodontia? Não existe uma idade ideal para o início de um tratamento de Ortodontia e sim o momento mais oportuno. É recomendável que a primeira avaliação de Ortodontia aconteça na faixa dos 6 anos de idade, quando começam a nascer os primeiros dentes permanentes. Existem casos onde há a presença de grandes discrepâncias ósseas, onde o especialista em Ortodontia irá indicar uma avaliação antes dessa idade. Os principais problemas encontrados nesta faixa etária são: falta de espaço para a correta acomodação de dentes permanentes; dentes encavalados; dentes fora de posição; mordidas cruzadas; mordida profunda; mordida aberta; perda precoce ou retenção prolongada dos dentes de leite; respiração bucal; hábitos de sucção (dedo ou chupeta); diastemas (espaços entre os dentes); dificuldade na mastigação; articulações que emitem ruídos e falta de proporção entre os maxilares (queixo grande, mandíbula para trás, etc). Para crianças que necessitam de intervenção ortodôntica nesta idade, pode-se citar alguns benefícios como: diminuir as chances de impacção de dentes permanentes (dentes que não conseguiram nascer); evitar desenvolvimento de maloclusões como mordida cruzada, aberta e/ou profunda; guiar o crescimento do complexo maxilo-mandibular com a ajuda de aparelhos ortopédicos funcionais; guiar o nascimento dos dentes permanentes para a posição correta; corrigir hábitos bucais danosos (como chupar dedo e chupeta); reduzir ou eliminar problemas de deglutição anormal e de fala; diminuir o risco de traumas dentário nos dentes incisivos superiores (pela melhora da inclinação dos mesmos); manter ou recuperar espaço para o nascimento dos dentes permanentes; melhorar a aparência e a autoestima; simplificar e/ou diminuir o tempo de tratamento do tratamento ortodôntico corretivo posterior; além de ser uma idade onde encontra-se muita colaboração dos pacientes em relação ao uso de aparelhos removíveis. Sabendo de todos estes benefícios relatados sobre a intervenção de Ortodontia na hora certa, o que está esperando para fazer uma avaliação de seu filho com um especialista? Procure seu Dentista de Ortodontia!

Tire suas dúvidas sobre Aparelhos Ortodônticos!

Os tratamentos com Aparelhos Ortodônticos têm a função de corrigir “maloclusões”, ou dentes tortos. Em alguns casos, os dentes podem estar alinhados, mas a maxila e a mandíbula podem não encaixarem- se  adequadamente. Esses problemas de alinhamento da mandíbula ou dos dentes podem ser hereditários ou podem ser resultados de traumas. Se você tem uma mordida anormal seu dentista pode recomendar um Aparelho Ortodôntico alinhar seu dentes. Corrigir o problema pode criar um sorriso bonito, mas o mais importante, o tratamento ortodôntico resulta em uma boca saudável. Não corrigir uma mordida anormal pode resultar em mais problemas de saúde bucal, incluindo:   -A cárie dentária -Gengivite -Perda de dentes -Desgaste anormal ao esmalte do dente -Problemas nos maxilares O alinhamento dos dentes pode ser feito de maneiras diferentes. O tipo de tratamento ortodôntico que você vai usar depende de sua preferência e as opções fornecidas pelo seu dentista ou ortodontista. Aparelhos Ortodônticos tradicionais realinham os dentes aplicando pressão. Eles geralmente consistem em pequenos suportes cimentados aos seus dentes, ligados por um fio, que é periodicamente ativado por seu dentista ou ortodontista. Os suportes podem ser de metal ou coloridos. Aparelhos Ortodônticos removíveis são outra opção para o tratamento de problemas ortodônticos. O tratamento ortodôntico pode ser fornecido pelo seu dentista ou ortodontista, um dentista especializado no diagnóstico, prevenção e tratamento das irregularidades dentais e faciais. Vai depender da experiência ortodôntica do seu dentista e da gravidade do seu caso. Mordidas anormais geralmente se tornam perceptíveis entre as idades de 6 e 12 anos, e muitas vezes começa nas idades entre 8 e 14 anos. O tratamento que começa enquanto a criança está crescendo ajuda a produzir melhores resultados. Isso não significa que os adultos não podem ter Aparelhos Ortodônticos; dentes saudáveis ​​podem ser tratados ortodonticamente em qualquer idade. Planos de tratamento variam de acordo com a sua situação, mas a maioria das pessoas ficam em tratamento de um a três anos. Isto é seguido por um período de utilização de um aparelho de contenção que mantém os dentes nas suas novas posições. Atualmente eles são mais confortáveis ​​do que nunca. Materiais mais recentes aplicam uma força constante e suave para mover os dentes e requerem menos ajustes. Quando você usa Aparelhos Ortodônticos, é importante manter uma dieta equilibrada para a saúde dos seus dentes. É claro que uma dieta saudável é sempre importante, mas comer muitos alimentos açucarados com o aparelho podem danificá-lo. Evitar alimentos como pipoca, milho em espiga, goma de mascar, maçãs inteiras, e  outros alimentos pegajosos, também é uma boa idéia. Pergunte ao seu dentista sobre alimentos para evitar enquanto estiver em tratamento. Confira o manual de Aparelhos Ortodônticos da Odontomania, clicando no link abaixo. Manual Para Aparelhos Ortodônticos Odontomania  

Saiba Tudo Sobre as Más-Oclusões

A má-oclusão, um mau funcionamento no encaixe das mandíbulas, pode causar muita dor e desconforto no paciente, além de prejudicar a estética dental do mesmo. Nesse post, falarei sobre a má-oclusão em 5 tópicos: 1-Definição:  A má-oclusão é a má relação entre a maxila e a mandíbula, ou seja, quando não há um encaixe perfeito entre essas duas arcadas dentárias. Esse defeito pode causar um mau desenvolvimento ósseo da face e das articulações temporo-mandibulares e é um defeito físico.     2- Causas: As causas da má-oclusão são: -Maus hábitos orais (chupeta, mamadeira, etc.); -Problemas respiratórios, como adenóide, rinite, sinusite,  etc; -Perda precoce de dentes decíduos (dentes-de-leite); -Alterações hormonais ; -Traumas e tumores. 3- Sintomas: A má-oclusão resulta em vários sintomas que geralmente influenciam na qualidade de vida do paciente, mas entre eles, os principais são: -Desgaste dos dentes; -Perda de um ou mais dentes pela perda óssea ou por fraturas dos dentes; -Retração da gengiva deixando uma parte do dente mais sensível e exposta, causando desconforto ao ingerir alimentos frios e doces; -Dores de cabeça, dor e zumbido nos ouvidos; -Problemas na articulação temporo-mandibular; -Quando a má-oclusão chega a um certo estado avançado, ela pode afetar a coluna, o que pode causar problemas na postura e na qualidade de vida do paciente.   4-Tratamento: No tratamento para má oclusão dentária pode-se indicar o uso de aparelhos ortodônticos, extrações de dentes e nos casos mais graves, cirurgias para reposicionamento das estruturas. Quando a má oclusão gera má postura e problemas de coluna, um fisioterapeuta deve ser consultado para corrigir estas situações. O tratamento pode durar meses ou anos, mas os resultados geralmente são satisfatórios.     5-Prevenção:  Para prevenir a má-oclusão, deve-se evitar a respiração oral. Pois esse costume permite a entrada de substâncias prejudiciais às arcadas dentárias. Outra forma de prevenir esse defeito físico é tendo consultas com o dentista periodicamente, pois este poderá lhe dar dicas e ajudar a resolver o seu problema.

Aparelhos Myobrace

Pesquisas mostram que respiradores bucais têm rostos menos atraentes que respiradores nasais. O design do Myobrace ensina as crianças a respirar pelo nariz. A mudança do modo respiratório auxilia na correção do crescimento dos maxilares e melhora a saúde geral, podendo prevenir a necessidade de tratamento ortodôntico e extrações dentárias. O crescimento e desenvolvimento corretos das crianças são tão importantes quanto sua saúde ou educação. Crianças se desenvolvem mais rapidamente entre 2 e 5 anos de idade. Durante este período, ocorre 70% do crescimento do rosto e maxilares. Infelizmente, a maioria das crianças não passa pelo desenvolvimento correto da face e maxilares, resultando em rostos pouco atraentes e dentes apinhados. As crianças querem, naturalmente, mastigar objetos. Este é um impulso importante que assegura que a mandíbula receba o exercício necessário para se desenvolver corretamente. Raças primitivas ingeriam alimentos duros, ossos e vegetais crus para obter este desenvolvimento. Hoje em dia as crianças freqüentemente não têm acesso a tais estímulos, e, como resultado, sofrem diversos problemas associados ao crescimento facial e maxilar. O instinto de uma criança é mastigar para estimular o crescimento dos maxilares, mas as dietas modernas não levam a tal resultado. Os Aparelhos Myobrace permitem um exercício ativo, incentivando a criança a mastigar corretamente ao usar os músculos dos maxilares. Mais importante, fazem com que a criança respire pelo nariz e também treine a deglutição e o posicionamento correto da língua. As pesquisas mostram, claramente, que o desenvolvimento correto da face, maxilares e dentes depende intensamente de todos esses fatores. O EFEITO MIOFUNCIONAL Todos os aparelhos Myobrace foram projetados para reeducar a musculatura oral (Efeito Miofuncional), auxiliando na correção do alinhamento dental e maxilar. Se não tratados, os hábitos miofuncionais, como respiração bucal, deglutição atípica e interposição lingual, serão prejudiciais ao desenvolvimento facial e dental e tornarão instável qualquer tratamento ortodôntico futuro.

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