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RESPIRAÇÃO BUCAL

Os problemas físicos, médicos e sociais associados à respiração bucal não são reconhecidos pela maioria dos profissionais de saúde. Odontopediatras  tipicamente solicitam que seus pacientes retornem  a cada seis meses, o que significa que algumas pessoas vêem o seu odontopediatra com mais freqüência do que vêem seu fisioterapeuta. Como resultado, os odontopediatras podem ser os primeiros a identificar os sintomas da respiração bucal, porque os odontopediatras compreendem os problemas associados com a respiração pela boca, que pode ajudar a prevenir os efeitos adversos. “As alergias podem causar obstrução das vias aéreas superiores, ou respiração bucal, em pacientes”. “Quase toda família tem alguém com problemas de respiração boca.” Se ao longo do tempo, as crianças que possuem respiração bucal não forem tratadas,  podem sofrer de desenvolvimento facial e dental anormal, como, faces longas e estreitas bocas, sorrisos gengivais, gengivite e dentes tortos. Os hábitos de sono pobres que resultam da respiração bucal pode afetar  negativamente o crescimento e desempenho acadêmico. Muitas dessas crianças são diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção (ADD) e hiperatividade.  Além disso, a respiração bucal pode causar concentração de oxigênio pobres na corrente sanguínea, o que pode causar pressão alta, problemas cardíacos, apneia do sono e outros problemas médicos. “As crianças que respiram pela boca, normalmente, não dormem bem, resultando no cansaço durante o dia e, possivelmente, na incapacidade de se concentrar. “Se a criança torna-se frustrada na escola, ele ou ela podem apresentar problemas de comportamento.” Por isso é necessária a regularidade de consultas com um odontopediatra. O tratamento para a respiração bucal está disponível e pode ser benéfico para as crianças se a condição for diagnosticada no início. O odontopediatra  pode verificar se há sinais de respiração oral e se as amígdalas estão inchadas. Se amígdalas e / ou adenoides estão inchados, eles podem ser removidos cirurgicamente por um  otorrinolaringologista. Se o rosto e boca são estreitas, os dentistas podem usar aparelhos de expansão para ajudar a ampliar os seios e abrir passagens das vias aéreas nasais. “Após a cirurgia e / ou intervenção ortodôntica, muitos pacientes apresentam melhora no comportamento, nível de energia, desempenho acadêmico, a aceitação pelos pares e de crescimento” . “O  tratamento para a respiração bucal pode melhorar significativamente a qualidade de vida.” Os odontopediatras e ortodontistas da Odontomania estão preparados para diagnosticar e tratar pacientes com Respiração Bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO  

Ronco ou Apnéia do Sono

O Ronco, ou  Apnéia,  é um problema que assola muitas pessoas e famílias ao redor do mundo, pois é um ruído grave, mais ou menos forte, da respiração de quem ronca enquanto dorme, e é esse barulho que geralmente incomoda  o sono das pessoas que vivem ao redor do paciente com Apnéia. Aparelhos dentários ou dispositivos orais podem ser utilizados para tratar a Apnéia . Existem vários dispositivos dentários e procedimentos disponíveis e aprovados para utilização no tratamento da Apnéia. Normalmente, é preciso ir a um dentista especializado para discutir qual será a melhor escolha e então ter o dispositivo feito, montado e personalizado. Eles são relativamente caros e possuem uma taxa de sucesso moderada, mas podem ser boas opções para alguns indivíduos. Em geral, os aparelhos dentários têm uma taxa de sucesso global maior do que a cirurgia. Muitas vezes alguns efeitos secundários ocorrem. Podem ser desconfortáveis ou causar outros problemas. Converse com um dentista qualificado sobre estes possíveis problemas. Um exemplo simples e comum de um dispositivo odontológico para tratar a apnéia disponível no mercado é o TMJ: O TMJ Snorer ou o TMJ MBV pode ser a ferramenta de diagnóstico ideal para certificar-se de que um dispositivo de uso intra-oral apresentará algum benefício para o paciente que ronca. Em seqüência, dispositivos mais complexos podem ser confeccionados em um laboratório, com a informação obtida pelo uso inicial do TMJ Snorer, sendo ainda bastante útil na certificação do desenho e eficácia dos aparelhos mais complexos.                                                                                                                                                                                         Porém, na maioria dos casos onde a retenção não é um problema, o TMJ Snorer ou o TMJ MBV é o dispositivo terapêutico ideal. Na Clínica Odontomania realizamos tratamentos para pacientes que apresentam Ronco ou Apnéia. Temos aparelhos para ronco leve, moderado e pesado, evitando processos cirúrgicos, com bastante sucesso. O tratamento melhora a qualidade de vida do paciente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO!

A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS.   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.

Apneia Do Sono

O que é apneia do sono? Apneia significa “parada da respiração”. Apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração (apneias) enquanto dorme. As apneias são causadas por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta de pelo menos 10 segundos de duração. Quando ocorrem apneias com frequência maior que 5x/hora no sono dizemos que o indivíduo é portador de apneia do sono. Estima-se que cerca de 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofram de apneia do sono, sendo que sua prevalência é maior entre os obesos e maiores de 35 anos. Curiosamente, apesar de possuir alta prevalência na população, apenas recentemente a medicina reconheceu, através de estudos científicos, os riscos trazidos por esta doença e a importância do seu diagnóstico. Deste modo, sabe-se que cerca de 90% dos indivíduos que possuem apneia do sono ainda não possuem o diagnóstico ou sequer foram alertados pelo seu médico para a possibilidade de sofrerem desta doença. O que provoca a apneia do sono? Aumento do peso (causa mais comum nos adultos): o excesso de tecido mole na garganta dificulta mantê-la aberta. Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal: isso tende a agravar-se com a idade. Alterações do formato da cabeça e pescoço pode resultar em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta. Amígdalas e adenóides grandes são causa comum de apneia do sono na criança. Quais as consequências da apneia do sono? Cada vez que ocorre uma apneia ocorre uma diminuição rápida da oxigenação sanguínea. A fim de evitar a morte por asfixia, o organismo envia um “sinal” ao cérebro despertando-o por tempo suficiente para conseguir desobstruir a garganta. Ou seja, ocorre um microdespertar que o indivíduo não percebe e nem lembra no dia seguinte. Esse fenômeno pode repetir-se até 1000 vezes em cada noite de sono nos casos mais graves. Após cada microdespertar ocorre também uma descarga aguda de hormônios do estresse como adrenalina e outros que, aliada a queda da oxigenação sanguínea, pode desencadear arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC) durante o sono. Além disso, a apneia do sono não tratada, a longo prazo, ocasiona ou agrava várias doenças. Devido ao grande número de microdespertares pelas apneias repetidas, o sono torna-se fragmentado ocorrendo diminuição do sono profundo e do sono REM nos indivíduos com apneia do sono. O sono profundo é fundamental para a recuperação do corpo, enquanto que a fase REM (Rapid Eye Movement – fase onde ocorrem os sonhos) é importante para a consolidação do aprendizado e da memória. Assim, a apneia do sono é uma das causas mais comuns de fadiga, sonolência e dificuldades de aprendizado e memória, entre outros sintomas. Quais os sintomas da Apneia do Sono? Quando suspeitar desse distúrbio? O indivíduo com apneia do sono raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo de vários anos até o seu diagnóstico. Em muitos casos, a suspeita da doença ocorre por outras pessoas que observam os episódios de apneia ou devido aos seguintes sintomas que podem ser observados: Ronco alto e interrompido Sono agitado Engasgos noturnos Sonolência excessiva durante o dia Despertares frequentes Levantar-se para urinar à noite Pesadelos Sono não reparador Fadiga crônica Dor de cabeça pela manhã Irritabilidade Apatia, Depressão Dificuldade de concentração Perda de memória Impotência sexual Como diagnosticar? O diagnóstico da apneia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. Em casos selecionados o exame pode ser realizado no próprio domicílio do paciente através de aparelhos portáteis. Qual o tratamento? O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. O ronco sem apeia, bem como a apneia do sono leve podem ter melhora significativa com medidas simples como: dormir de lado, perder peso, evitar uso de álcool ou tranquilizantes, entre outras. O uso de dispositivos orais confeccionado por dentistas que avançam a mandíbula durante o sono (placa oral) pode ser indicado em alguns casos. O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e restabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono. Alguns casos podem se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve ser cuidadosamente avaliado por médico especialista em distúrbios do sono para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou evitar uma cirurgia desnecessária.   Quando e como procurar ajuda? O indivíduo que apresenta as doenças e/ou os sintomas descritos anteriormente deve questionar o seu médico sobre este problema ou procurar um médico especializado em distúrbios do sono (medicina do sono). Este poderá encaminhá-lo ao exame de polissonografia para confirmar ou descartar a suspeita de apneia do sono, além de classificar a gravidade da doença. Caso confirme-se a suspeita da doença, o médico especialista poderá orientar e conduzir a melhor forma de tratamento para cada caso, restaurando assim um sono de qualidade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA

A Respiração Bucal e Suas Consequências

O nariz não serve apenas para sentir cheiros e transportar o ar até os pulmões, ele executa também três importantes funções: filtragem, umidificação e aquecimento do ar inspirado, de forma que este vá em condições adequadas até os pulmões. Mas afinal, porque algumas pessoas respiram pela boca? Há várias razões para que isso ocorra, e comumente tem início na infância. Podemos destacar o aumento das adenóides e/ou das amígdalas, desvio de septo do nariz, rinites, sinusites e bronquites. Alguns maus hábitos orais também podem contribuir para a instalação da respiração bucal, como sucção de dedo, uso de chupetas e de mamadeiras sem bico ortodôntico (bico anatomicamente mais parecido com o bico do seio materno) e morder ou chupar objetos de forma freqüente. Quando a respiração bucal se instala e se mantém por tempo prolongado, constitui o que se denomina de síndrome do respirador bucal devido ao conjunto de sinais e sintomas, embora seja mais comum falar simplesmente respirador bucal. É importante frisar que mesmo uma pessoa eliminando o impedimento orgânico (rinite, adenóide…) para a respiração nasal, pode assim mesmo continuar a respirar pela boca, ou seja, por mau hábito. Na maior parte do tempo, nossa respiração deve ser pelo nariz, mas em algumas situações restritas, a respiração bucal é permitida, ou melhor dizendo, normal de acontecer. É o caso da fala (inspiramos o ar pelo nariz, mas num discurso mais longo é comum que o ar entre pela boca) e de atividades físicas que exijam muito esforço, como numa corrida. Os sinais abaixo podem ser observados em um respirador bucal (não necessariamente todos os sinais estão numa mesma pessoa): Boca aberta a maior parte do tempo. Dorme mal à noite, ronca e baba. Sensação de boca seca ao acordar. Lábios ressecados. Presença de olheiras. Mastigação ruidosa e de boca aberta. É possível ver a língua numa postura entre os dentes ou rebaixada dentro da boca. O ato de engolir (deglutição) dos alimentos e líquidos fica alterada, com a língua projetada entre as arcadas dentárias, o que favorece problemas na oclusão dos dentes (encaixe dos dentes superiores ao dentes inferiores). Sonolência durante o dia, sendo comum a falta de atenção, concentração e problemas de aprendizagem pela pouca oxigenação do cérebro, proporcionada pela respiração bucal. Diminuição do rendimento físico. Aumento da probabilidade de cáries e infecções respiratórias. Além dos aspectos acima mencionados, o respirador bucal pode ter alterações significativas em sua estrutura muscular e óssea. Geralmente há um estreitamento do céu da boca (ele fica mais fundo); alteração na oclusão dentária; tendem a uma face alongada; a língua, bochechas e lábios apresentam-se com tônus diminuído (flacidez) por isso, as funções de mastigação, deglutição e fala podem estar alteradas, até a postura corporal global pode ficar prejudicada. O respirador bucal tende a preferir alimentos mais macios ou pastosos, costuma utilizar líquidos junto com os alimentos para amaciá-los e facilitar a deglutição. A mastigação costuma ocorrer de lábios abertos, de forma rápida, ruidosa e descoordenada, afinal de contas, respirar pela boca e comer ao mesmo tempo é bem complicado. Essas dificuldades na mastigação e deglutição podem levar a perda de peso e até mesmo desnutrição. Sendo assim, diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a respiração bucal tem efeitos nocivos para a saúde, afinal de contas não é um caminho natural, é como se fosse um atalho para a sobrevivência. A identificação, o diagnóstico e o tratamento da respiração bucal devem ser o mais precoce possível, de forma que se evite ou amenize os possíveis danos. A respiração nasal é importante para a qualidade de vida das pessoas proporcionando maior vitalidade e bem estar. Os Aparelhos Miofuncionais saõ eficazes no tratamento de pacientes respiradores bucais.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Respiração Bucal

A Respiração Bucal é decorrente de múltiplos fatores que levam a uma obstrução nasal completa ou incompleta, podendo ser uni ou bilateral e não é considerada uma doença e sim uma síndrome com sinais e sintomas característicos e com um grande números que etiologias. A Respiração Bucal incide principalmente na faixa etária pediátrica e é justamente nessa faixa que as repercussões do tratamento inadequado são mais importantes e evidentes. O respirador bucal podem ter sintomas típicos que variam desde os da apnéia do sono até uma leve obstrução do trato respiratório. Nem todos os sinais e sintomas estão presentes no respirador bucal. A apresentação de sintomas isolados pode mascarar a respiração bucal. O uso de chupetas e mamadeiras ou o hábito de chupar dedo podem desencadear o aparecimento da respiração bucal. Esse tipo de respirador tem preferência por alimentos macios e moles e bebe muito líquido junto com os alimentos, decido a dificuldade em mastigar. Sua mastigação costuma ser bem alterada, ruidosa e desordenada, com os lábios entreabertos, por não conseguir respirar pelo nariz. O respirador bucal é obrigado a manter os lábios abertos durante a mastigação para poder respirar.   SINAIS E SINTOMAS DO RESPIRADOR BUCAL Obstrução Nasal 2. Dor de garganta 3. Tosse Seca Persistente 4. Mau Hálito 5. Sonolência 6. Irritabilidade 7. Dificuldade de Alimentação 8. Mau aproveitamento escolar 9. Olheiras 10. Má Oclusões Dentárias Em outras postagens  detalharemos cada sinais e sintomas, explicando suas origens e complicações. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO  

As Consequências da Respiração Bucal

Teste para saber o que é Respirar pela Boca: Feche o nariz com os dedos como se fosse mergulhar na água e respire pela boca por cinco minutos. Em seguida, continue a leitura… Se você conseguiu completar essa tarefa, você deve ter constatado ao menos três coisas: Você nunca pensou que cinco minutos fosse tanto tempo Sua boca deve estar bem mais ressecada do que o normal e talvez você já esteja com um copo de água na mão Respirar pela boca é muito ruim Agora imagine que cerca de 50% das crianças respiram pela boca com frequência e também um grande número de adultos. CAUSAS Por trás da respiração bucal está quase sempre a incapacidade de se respirar bem e confortavelmente pelo nariz, restando a boca o papel de suprir nossos pulmões de todo o ar e oxigênio que nossos órgãos precisam para desempenhar bem suas funções mais básicas como comer, dormir, se exercitar… Por isso nós que lidamos com esse tipo de situação costumamos chamar esse erro respiratório de Respiração Bucal de Suplência. Abaixo vejas algumas causas comuns que fazem com que alguém passe a respirar também pela boca: Rinite Alérgica: As condições da vida moderna (poeira doméstica, fungos, pelos de cães e gatos, poluentes do ar, cosméticos, produtos de limpeza) estão por trás dessa verdadeira epidemia. Estima-se hoje que 40% da população sofra de rinite alérgica, que além de poder trazer espirros repetidos, coriza e coceira no nariz, tem como um dos sintomas mais frequentes a Obstrução Nasal. Aumento da Adenóide: Comum nas crianças até os 5 ou 6 anos, o aumento da adenoide (e das amígdalas) pode levar a um quadro de respiração bucal, roncos à noite e mesmo à apneia do sono. Desvio do Septo Nasal: Um mal posicionamento da parede que separa internamente as duas cavidades nasais é comum em adultos e um pouco menos frequente em crianças. Sinusite ou Pólipos Nasais: Algumas pessoas têm uma tendência genética a sinusites ou a formação de pólipos dentro do nariz. Ambas situações provocam inchaço das paredes internas do nariz, levando à obstrução. Mal Formações da Face: Síndrome de Down, fendas palatina e outras síndromes podem levar à um padrão respiratório bucal. CONSEQUÊNCIAS O nariz é a porta de entrada natural do ar em nossas vias respiratórias. A respiração nasal, quando acontece da maneira adequada, propicia a filtragem, o aquecimento e a umidificação do ar que respiramos para que este chegue aos pulmões nas melhores condições possíveis. Além disso a respiração pela nariz ajuda a manter os pulmões dilatados e leva a sensação de bem estar difícil de se obter pela respiração pela boca. Se duvidar, repita a experiência do primeiro parágrafo! Respirar pela boca coloca as pessoas em risco dos seguintes problemas: Alterações da Face e da Oclusão Dentária: O fluxo aéreo natural deve acontecer pela cavidade nasal. Quando acontece pela boca, algumas forças atuam deslocando estruturas e guiando o crescimento ósseo de maneira anormal. Ronco a Apnéia Do Sono: Seguindo as alterações faciais e com a possível soma de outros fatores, a via aérea alta tende a ficar obstruída durante o sono, o que pode levar ao ronco e à apneia do sono. Infecções das Vias Aéreas: O ar que entra pela boca perde o “condicionamento” realizado pelo nariz. Assim, a garganta e pulmão podem ficar fragilizados pela agressão desse ar de má qualidade. Cansaço Frequente: A respiração pela boca provoca desconforto durante o dia e um sono ruim durante a noite. O resultado pode ser um cansaço contínuo. Piora da Bronquite (Asma)   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA AVALIAÇÃO

Todas As Consequências Da Respiração Bucal

Dificuldade para respirar, irritabilidade, roncos e até a suspensão da respiração durante o sono podem ser conseqüências de uma obstrução nasal, como as causadas pela rinite – doença que afeta 26% das crianças no Brasil, segundo um estudo internacional sobre asma e alergias entre crianças. A dificuldade de respirar pelo nariz faz com que os pequenos respirem pela boca, o que pode afetar o comportamento e até o rosto dos pequenos. Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da USP aponta que crianças e adultos sofrem com as consequências físicas e comportamentais da respiração bucal. Os problemas são variados: além de alterar a posição dos dentes, a respiração bucal separa e resseca os lábios, aumenta o volume da língua e causa olheiras profundas. Quem respira pela boca ainda apresenta quadros de ronco, mau hálito e apneia (suspensão involuntária da respiração durante o sono). A dificuldade para respirar durante o sono pode deixar as crianças irritadas, agressivas e com dificuldade de prestar atenção na escola. As crianças ainda sofrem com a dificuldade da oxigenação sanguínea, que pode acelerar o envelhecimento. O tratamento é simples, mas deve unir vários especialistas, como otorrinos, pediatras, fonoaudiólogos e ortodontistas. As crianças devem ser “retreinadas” a respirar pelo nariz, para que o desenvolvimento do rosto dos pequenos ocorra normalmente. Preste atenção se seu filho está roncando durante a noite e procure um médico o mais rápido possível. A respiração bucal deixa de filtrar, aquecer e umidificar o ar inspirado pelos pequenos. Fonte: Revista Pais e Filhos CONHEÇA OS APARELHOS MIOFUNCIONAIS QUE COMBATEM O RONCO EM CRIANÇAS. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO COM UM DE NOSSOS ORTODONTISTAS.  

Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS)

Quando você coloca o seu filho para dormir, já prestou atenção se ele ronca? Ronco noturno, paradas respiratórias, sono agitado e respiração bucal são sintomas da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), que costuma afetar de 0,7% a 3% das crianças, sendo mais comum entre os 3 e os 6 anos de idade. A principal causa do problema nesta faixa etária é a hipertrofia (aumento) das amídalas e da adenóide. Mas não são só os sintomas noturnos que preocupam. Invariavelmente, essas crianças têm sinais de cansaço e irritação frequentes, olheiras, alteração de crescimento, são difíceis para comer, têm déficit de atenção e problemas de relacionamento por irritabilidade constante. Cerca de uma em cada dez crianças ronca quase todas as noites. Metade delas pode sofrer da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), doença que traz enorme prejuízo para o coração, o crescimento e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Algumas sequelas decorrentes desses prejuízos podem se arrastar durante anos. A apneia também é fonte de muito estresse para os pais, sem conseguirem dormir direito, assustados com a dificuldade dos seus filhos em respirar à noite. Aqui vão 8 sinais de que o ronco na criança pode estar relacionado a algo mais sério e deve ser investigado. 1. O esforço exagerado para respirar pode causar a retração (entrada) das costelas durante a inspiração. 2.Dor de cabeça pela manhã é um sinal da baixa oxigenação sanguínea e dos tecidos durante a noite 3. Xixi na cama. Crianças com apneia do sono apresentam com maior frequência a enurese noturna causada pelo descontrole dos hormônios que regulam a produção de urina. 4. Agitação e comprometimento da atenção na escola. Muitas crianças diagnosticadas erroneamente como portadoras de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), podem ser vítimas da apneia do sono 5. Sonambulismo e terror noturno 6. Todas as crianças portadoras de hipertensão arterial devem ser investigadas quanto a possibilidade de apneia do sono 7. A Síndrome de Down aumenta muito o risco da ocorrência da apneia o que pode prejudicar ainda mais o desenvolvimento a saúde física e mental dessas crianças. 8. 30% das crianças obesas sofrem apneia do sono, o que aumenta o risco de outras doenças metabólicas e dificulta o combate da própria obesidade. CONHEÇA OS APARELHOS MIOFUNCIONAIS QUE COMBATEM O RONCO EM CRIANÇAS. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO COM UM DE NOSSOS ORTODONTISTAS.

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