Bráquetes Autoligados

Aparelhos ortodônticos autoligados têm como principal característica a baixa fricção entre os arcos ortodônticos e bráquetes durante o tratamento, facilitando o início do movimento dentário pela diminuição da resistência inicial à movimentação. Estes aparelhos ortodônticos são fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. O aparelho ortodôntico autoligado é indicado para vários casos de mal oclusão dentária, mas apresentam uma vantagem em casos que não necessitam de atrito entre as canaletas dos bráquetes e o fio, em que serão realizadas grandes movimentações por meio de deslizamento e em casos com necessidade de expansão transversal das arcadas. Vantagens do aparelho autoligado Nos aparelhos ortodônticos autoligados, não há a necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as borrachinhas coloridas, pois os próprios bráquetes possuem uma estrutura que serve para prender os arcos ortodônticos. Esse sistema permite um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. Tipos de aparelho ortodôntico autoligado Existem dois tipos distintos de sistemas de aparelhos ortodônticos autoligados, que são o passivo e o interativo. Os passivos são aqueles em que o sistema de fechamento do clip na canaleta do bráquete não faz pressão sobre o fio ortodôntico, tendo um melhor desempenho no deslizamento dentário e pior no controle de rotação e inclinação dos dentes. Os interativos se comportam como ativos e passivos, e as presilhas flexíveis que fecham a canaleta podem pressionar ou não o arco, dependendo do seu calibre. Ambos têm suas vantagens e desvantagens, e o profissional ortodontista vai escolher o tipo de aparelho de acordo com o tratamento mais indicado para cada paciente. [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”https://clinicaodontomania.com.br/ortodontia” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
Mordida Cruzada

A mordida cruzada, também referida como mordida invertida, é uma de muitas situações de alteração da posição dos dentes em que se verifica uma má oclusão na articulação entre os maxilares, dando por vezes a aparência de “boca torta” devido ao desvio mandibular que pode envolver. Quando colocamos os dentes em oclusão, ou seja, quando encostamos os dentes na posição de boca fechada, os dentes do maxilar inferior “fecham” por dentro dos seus antagonistas do maxilar superior. Quando acontece o contrário, em que um ou mais dentes do maxilar superior fecham por dentro dos dentes da arcada inferior, então estamos perante uma situação de mordida cruzada ou invertida. Esta alteração de posicionamento dentário é relativamente frequente, podendo ser uma mordida cruzada unilateral, caso essa inversão no fecho dos dentes se verifique apenas num dos lados dos maxilares ou mordida cruzada bilateral, caso envolva ambos os lados. Da mordida cruzada, podem advir algumas consequências indesejáveis. Efetivamente, para além do problema estético que origina (que pode afetar a autoestima do indivíduo), pode também prejudicar o desenvolvimento dos ossos da face, nos casos de crianças e adolescentes. Esta alteração pode causar transtornos na fonação (pronunciação das palavras), mastigação e até na respiração. No adulto, tende igualmente a ter repercussões negativas, quer ao nível da articulação entre os maxilares (atm), podendo inclusive ser uma causa de dor de cabeça ou zumbido nos ouvidos, quer a nível local, nomeadamente no aumento de recessão gengival e eventuais desgastes, fraturas e perda de dentes. A mordida cruzada pode ser apenas dentária (mordida cruzada dentoalveolar), quando se verificam apenas alterações na inclinação dos dentes ou esquelética, quando já existe um comprometimento das bases ósseas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO
Aparelho Estético de Safira

O aparelho de Cristal de Safira é o nome usado para um tipo específico de aparelho de porcelana, que, devido a um processo de fabricação mais avanço, é feito de um material mais tecnicamente avançado e extremamente transparente. O aparelho de Cristal de Safira é extremamente estético e bonito. Quando colocados aos dentes, os brquetes de safira ficam quase invisíveis. Como funciona o aparelho de safira? O Tratamento ortodôntico com aparelho de safira funciona da mesma maneira que o tradicional aparelho de metal. Ele segue os mesmos parâmetros do aparelho ortodôntico metálico tanto com relação à prescrição quanto com a funcionalidade. Todos os braquetes estéticos tem um coeficiente de atrito maior do que os braquetes metálicos, isso pode implicar em um maior tempo de tratamento ou em alguma dificuldade para a realização de determinados movimentos ortodônticos. Saiba disso. A grande diferença é a estética. O aparelho de Safira é uma excelente alternativa para aqueles que buscam uma solução estética, pois fica quase imperceptível na boca! Os bráquetes de Cristal de Safira mancham ou ficam amarelos? Não. Esse é outro benefício do aparelho de safira: não mancha. Mas, as borrachinhas, usadas para segurar e transmitir a força ao fio ortodôntico, podem manchar e absorver a cor de alimentos e bebidas. Para quem fuma, então, é muito pior. Mas, até isso já tem uma solução! Já existem borrachinhas ortodônticas estéticas com ótima estabilidade de cor, ou seja, que não ficam amareladas com o tempo. Pelo menos, não em poucos dias. Estas borrachinhas são importadas e recebem o nome de ‘Pearl Blue’, porque são, levemente, azuladas. Qual é o valor do investimento em um tratamento com Aparelho Ortodôntico de Cristal Safira? O Aparelho de Cristal de safira faz parte do grupo seleto de aparelhos ortodônticos estéticos. E como tal, ele é uma verdadeira joia! Ele tem uma estética superior ao aparelho de porcelana simples, ao de policarbonato e ao de metal. Sua composição transparente lhe confere discrição, beleza e leveza! Isso tudo somado ao seu desempenho diferenciado, durante o tratamento. A safira laboratorial é de fato muito resistente e não descola ou quebra com facilidade. Outra grande vantagem do uso do aparelho de safira é que a quantidade de atrito do material é inferior à da de porcelana e do policarbonato, o que faz do aparelho ser mais eficaz. Por ser o melhor dos melhores, é claro que tem um valor de investimento mais elevado ao ser comparado com os outros bráquetes existentes. Mas, o investimento vale a pena e você irá surpreender, positivamente, com o valor! CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
Ansiedade e Bruxismo

O ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente é chamado de bruxismo. Esse distúrbio pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite, quando é chamado de bruxismo noturno. O bruxismo é diagnosticado pelo dentista, e seu tratamento é feito com sessões de relaxamento e com o uso de uma placa de proteção dentária, que deve ser colocar entre os dentes para dormir. Causas do bruxismo O bruxismo noturno nem sempre tem uma causa definida, mas pode ser decorrente de: Problemas neurológicos, como ansiedade e Parkinson; Uso de medicamentos como Fluoxetina, Paroxetina, Venlafaxina; Problemas respiratórios, como ronco e apnéia do sono. O consumo excessivo de cafeína, álcool, fumo ou o uso frequente de drogas aumenta a frequência do bruxismo, tanto durante o dia quanto durante a noite. Sintomas de bruxismo Os sintomas de bruxismo são: Apertar e ranger os dentes; Desgaste da superfície dos dentes, como mostra a imagem 1; Dor nas articulações da mandíbula, como mostra a imagem 2; Dores de cabeça ao acordar; Cansaço diurno, pois a qualidade do sono é diminuída. O bruxismo pode levar a problemas que envolvam o mau funcionamento da articulação temporomandibular, conhecida como ATM, que é a articulação que liga a mandíbula ao crânio. O diagnóstico dessa doença é feito pelo dentista, a partir da avaliação dos sintomas e da aparência dos dentes. Como tratar o bruxismo O bruxismo não tem cura e o seu tratamento tem como objetivo aliviar a dor e evitar problemas nos dentes. Assim, deve-se usar uma placa de proteção dentária durante a noite, para evitar o atrito entre os dentes, e alguns medicamentos como relaxantes musculares, antidepressivos e calmantes, que normalmente são usados por pouco período de tempo para evitar dependência. Placa de proteção dentária Além disso, pode-se usar técnicas de relaxamento para reduzir o estresse e ansiedade e, se necessário, fazer acompanhamento psicológico. Para aliviar a dor, pode-se aplicar gelo ou água morna nos músculos da mandíbula, evitar ingerir alimentos duros, como nozes ou legumes crus, fazer massagem no pescoço, ombros e rosto e exercícios de alongamento ao acordar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
A Respiração Bucal e Suas Consequências

O nariz não serve apenas para sentir cheiros e transportar o ar até os pulmões, ele executa também três importantes funções: filtragem, umidificação e aquecimento do ar inspirado, de forma que este vá em condições adequadas até os pulmões. Mas afinal, porque algumas pessoas respiram pela boca? Há várias razões para que isso ocorra, e comumente tem início na infância. Podemos destacar o aumento das adenóides e/ou das amígdalas, desvio de septo do nariz, rinites, sinusites e bronquites. Alguns maus hábitos orais também podem contribuir para a instalação da respiração bucal, como sucção de dedo, uso de chupetas e de mamadeiras sem bico ortodôntico (bico anatomicamente mais parecido com o bico do seio materno) e morder ou chupar objetos de forma freqüente. Quando a respiração bucal se instala e se mantém por tempo prolongado, constitui o que se denomina de síndrome do respirador bucal devido ao conjunto de sinais e sintomas, embora seja mais comum falar simplesmente respirador bucal. É importante frisar que mesmo uma pessoa eliminando o impedimento orgânico (rinite, adenóide…) para a respiração nasal, pode assim mesmo continuar a respirar pela boca, ou seja, por mau hábito. Na maior parte do tempo, nossa respiração deve ser pelo nariz, mas em algumas situações restritas, a respiração bucal é permitida, ou melhor dizendo, normal de acontecer. É o caso da fala (inspiramos o ar pelo nariz, mas num discurso mais longo é comum que o ar entre pela boca) e de atividades físicas que exijam muito esforço, como numa corrida. Os sinais abaixo podem ser observados em um respirador bucal (não necessariamente todos os sinais estão numa mesma pessoa): Boca aberta a maior parte do tempo. Dorme mal à noite, ronca e baba. Sensação de boca seca ao acordar. Lábios ressecados. Presença de olheiras. Mastigação ruidosa e de boca aberta. É possível ver a língua numa postura entre os dentes ou rebaixada dentro da boca. O ato de engolir (deglutição) dos alimentos e líquidos fica alterada, com a língua projetada entre as arcadas dentárias, o que favorece problemas na oclusão dos dentes (encaixe dos dentes superiores ao dentes inferiores). Sonolência durante o dia, sendo comum a falta de atenção, concentração e problemas de aprendizagem pela pouca oxigenação do cérebro, proporcionada pela respiração bucal. Diminuição do rendimento físico. Aumento da probabilidade de cáries e infecções respiratórias. Além dos aspectos acima mencionados, o respirador bucal pode ter alterações significativas em sua estrutura muscular e óssea. Geralmente há um estreitamento do céu da boca (ele fica mais fundo); alteração na oclusão dentária; tendem a uma face alongada; a língua, bochechas e lábios apresentam-se com tônus diminuído (flacidez) por isso, as funções de mastigação, deglutição e fala podem estar alteradas, até a postura corporal global pode ficar prejudicada. O respirador bucal tende a preferir alimentos mais macios ou pastosos, costuma utilizar líquidos junto com os alimentos para amaciá-los e facilitar a deglutição. A mastigação costuma ocorrer de lábios abertos, de forma rápida, ruidosa e descoordenada, afinal de contas, respirar pela boca e comer ao mesmo tempo é bem complicado. Essas dificuldades na mastigação e deglutição podem levar a perda de peso e até mesmo desnutrição. Sendo assim, diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a respiração bucal tem efeitos nocivos para a saúde, afinal de contas não é um caminho natural, é como se fosse um atalho para a sobrevivência. A identificação, o diagnóstico e o tratamento da respiração bucal devem ser o mais precoce possível, de forma que se evite ou amenize os possíveis danos. A respiração nasal é importante para a qualidade de vida das pessoas proporcionando maior vitalidade e bem estar. Os Aparelhos Miofuncionais saõ eficazes no tratamento de pacientes respiradores bucais. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Linha Média

São vários os trabalhos atuais que visam analisar o sorriso ou a harmonia do sorriso ou mesmo um bom alinhamento dentário. A coincidência da linha média dentária superior e inferior representa um dos objetivos a serem estabelecidos no tratamento ortodôntico. São vários os objetivos e nem todos podem ser alcançados de forma completa em 100% dos casos. Um dos fatores que explica a crescente valorização da Odontologia Estética é a inserção das pessoas numa sociedade extremamente competitiva, onde a aparência tem importância fundamental na aceitação social. Outro fator é a mídia em geral com a divulgação das possibilidades de tratamentos estéticos que podem proporcionar uma melhora na aparência do sorriso. Na análise facial, toma-se como base um protocolo clínico para permitir uma avaliação usual, rápida e objetiva. Pesquisas mostram que a face é o ponto básico do equilíbrio estético, sendo o sorriso, o mais importante e o primeiro que as pessoas fixam o olhar, seguido dos olhos, nariz e cabelo. Existem 3 linhas médias: a facial, a maxilar e a mandibular que devem ser avaliadas para diagnóstico e tratamento adequado de cada caso. A coordenação das linhas médias e a assimetria facial constituem a base para uma face harmoniosa e agradável. Esse alinhamento terá importância não só funcional como estética para o paciente. A decisão de onde posicionar a linha mediana é importante não só por considerações estéticas, mas também porque irá determinar a posição dos dentes posteriores. Agora você já tem o conhecimento necessário para saber o que é linha média, bem como avaliar a harmonia do seu sorriso pode marcar uma consulta com um ortodontista para modificar o que não está normal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO ORTODÔNTICA
Bruxismo

Bruxismo é uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o dia ou durante à noite ao dormir. Causas Ainda não entendemos completamente as causas que levam ao bruxismo. As possíveis razões físicas ou psicológicas para esse distúrbio podem incluir: Sensações de ansiedade, estresse, raiva, frustração ou tensão Alinhamento anormal dos dentes superiores e/ou inferiores (má oclusão) Outros problemas do sono, como a apneia do sono Resposta à dor de ouvido ou dor de dente (principalmente em crianças) Refluxo do ácido estomacal para o esôfago e para a boca Efeito colateral incomum de alguns medicamentos psiquiátricos, tais como certos antidepressivos Fatores de risco Alguns fatores aumentam o risco de bruxismo. Confira: Estresse O aumento da ansiedade ou do estresse, bem como sensações de raiva e frustração, podem levar ao ranger dos dentes. Idade Bruxismo é comum em crianças e geralmente desaparece durante a adolescência. Tipo de personalidade Ter um tipo de personalidade agressiva, competitiva ou hiperativa pode aumentar o risco de bruxismo. Substâncias estimulantes A nicotina do cigarro, álcool, cafeína e drogas também podem aumentar o risco de bruxismo. Sintomas de Bruxismo Os sinais e sintomas de bruxismo costumam incluir: Ranger ou apertar os dentes: às vezes tão alto que pode despertar uma pessoa que estiver dormindo ao lado Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos Esmalte dental desgastado, expondo camadas mais profundas do dente Aumento da sensibilidade dentária Mandíbula ou dor na face Dor na mandíbula Dor que se sente como se fosse uma dor de ouvido – mas que na verdade é resultado de bruxismo Dor de cabeça. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Bruxismo: Você Range Os Dentes à Noite?

O ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente é chamado de Bruxismo. Esse distúrbio pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite, quando é chamado de bruxismo noturno. O Bruxismo é diagnosticado pelo dentista, e seu tratamento é feito com sessões de relaxamento e com o uso de um aparelho mio funcional entre as arcadas para dormir. Causas do bruxismo O bruxismo noturno nem sempre tem uma causa definida, mas pode ser decorrente de: Problemas neurológicos, como ansiedade e Parkinson; Uso de medicamentos como Fluoxetina, Paroxetina, Venlafaxina; Problemas respiratórios, como ronco e apneia do sono. Más oclusões dentárias. O consumo excessivo de cafeína, álcool, fumo ou o uso frequente de drogas aumenta a frequência do bruxismo, tanto durante o dia quanto durante a noite. Sintomas de bruxismo Os sintomas de bruxismo são: Apertar e ranger os dentes; Desgaste da superfície dos dentes, Dor nas articulações da mandíbula, Dores de cabeça ao acordar; Cansaço diurno, pois a qualidade do sono é diminuída. O bruxismo pode levar a problemas que envolvam o mau funcionamento da articulação temporomandibular, conhecida como ATM, que é a articulação que liga a mandíbula ao crânio. O diagnóstico dessa doença é feito pelo dentista, a partir da avaliação dos sintomas e da aparência dos dentes. Como tratar o bruxismo O bruxismo não tem cura e o seu tratamento tem como objetivo aliviar a dor e evitar problemas nos dentes. Assim, deve-se usar uma placa de proteção dentária durante a noite, para evitar o atrito entre os dentes, e alguns medicamentos como relaxantes musculares, antidepressivos e calmantes, que normalmente são usados por pouco período de tempo para evitar dependência. 1. Aparelho para desprogramação muscular (TMJ), é um dispositivo pré-fabricado macio especialmente desenhado para o tratamento inicial dos sintomas das Desordens da Articulação Temporo-Mandibular (D/ATM). O desenho único permite tratamento imediato em tempo mínimo. 2. Além disso, pode-se usar técnicas de relaxamento para reduzir o estresse e ansiedade e, se necessário, fazer acompanhamento psicológico. 3. Para aliviar a dor, pode-se aplicar gelo ou água morna nos músculos da mandíbula, evitar ingerir alimentos duros, como nozes ou legumes crus, fazer massagem no pescoço, ombros e rosto e exercícios de alongamento ao acordar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Adenóide

Conhecida popularmente como “carne esponjosa”, a adenoide é uma massa composta por tecidos linfóides que fica localizada na nasofaringe. Juntamente com as amígdalas ajuda na manutenção de um organismo saudável retendo os germes nocivos que tentam passar pelo nariz e pela boca. As adenóides produzem anticorpos para auxiliar no combate e na prevenção de infecções. Não é possível observar esta massa ao abrir a boca, ao contrário do que ocorre com as amígdalas. Para tanto o médico necessita olhar com um pequeno espelho ou com um instrumento associado a uma fonte luz. Na grande parte dos casos um raio-x é a melhor forma de observar a “carne esponjosa”. Muitas vezes a região fica aumentada ou inflamada devido a algum tipo de infecção. Tal situação provoca dores e a respiração fica dificultada. A adenoidite é uma enfermidade que acomete a adenóide. É mais comum em crianças do que em adultos e não possui distinção entre os sexos. O tratamento costuma ser efetivo apenas com o uso de antibióticos. Em alguns casos, entretanto, pode ser preciso a realização de uma cirurgia para retirada das adenoides. Agente causador As adenóides, assim como as amígdalas, atuam na proteção do organismo. Ao respirarmos uma variedade de germes e de microrganismos acaba penetrando no corpo. A função destes componentes é, portanto, filtrar o que entra, deixando-nos protegidos contra muitos invasores. Algumas vezes as adenóides podem ficar sobrecarregadas por bactérias, por exemplo. Isto faz com que elas inchem e fiquem infectadas. Esta condição recebe o nome de adenoidite, muito mais presente em crianças do que em adultos. Como se descobre a doença? O diagnóstico para adenoidite costuma ser simples, sendo sobretudo clínico. Diante dos sintomas e dos sinais as pessoas logo tendem a buscar por ajuda. O médico irá realizar uma análise clínica, assim como irá fazer algumas perguntas e procurará estabelecer um diagnóstico diferencial. É preciso distinguir os sintomas da adenoidite dos sintomas da sinusite e da rinofaringite, por exemplo. Para isto é preciso uma boa conversa com o paciente e muitas vezes até mesmo alguns exames. Um raio-x e uma endoscopia nasal podem ser de grande utilidade. A inflamação das adenóides incomoda bastante. É comum que logo se busque por ajuda. Depois do diagnóstico um tratamento deve ter início o quanto antes. Quando os casos são muito repetitivos e quando o espaçamento entre uma infecção e outra é muito pequeno, alguns profissionais recomendam a retirada das adenoides. Para tanto é realizada uma adenoidectomia, cirurgia realizada por um especialista em hospital ou centro cirúrgico com anestesia geral. Podem restar alguns efeitos colaterais após o procedimento por em média 14 dias. Portanto, recomenda-se pensar bem sobre o assunto antes de recorrer a esta modalidade de tratamento. Sintomas A infecção das adenóides provoca na maioria das vezes os seguintes sintomas: Dor de garganta; Garganta inflamada; Glândulas no pescoço inchadas; Dor no ouvido ou problemas relacionados a ele; Congestão nasal; Boca aberta constantemente; Respiração pela boca; Fala com som nasal, da forma como se estivesse com o nariz entupido; Ronco alto; Apnéia do sono. De maneira geral estes são os principais sintomas de uma adenoidite. Dependendo do que está provocando a infecção eles podem variar um pouco. Quando o nariz fica entupido há dificuldade em respirar, o que leva a pessoa a permanecer sempre de boca aberta. Caso estes sintomas sejam notados não deixe de procurar por ajuda. Toda adenoidite necessita de um tratamento. Prevenção Não são em todas as ocasiões que se pode prevenir uma adenoidite ou ainda impedir o aumento das adenoides. Na realidade, o aumento do tamanho ajuda na captura e no combate aos invasores. O que se pode fazer, por exemplo, é manter bons hábitos de higiene. Desta forma a quantidade de microrganismos a serem combatidos reduz significativamente. É importante lavar as mãos antes de qualquer refeição e nunca colocar as mãos sujas na boca. Não se deve realizar automedicações quando estiver com os sintomas descritos acima. O uso indiscriminado de antibióticos é extremamente perigoso para a saúde. Sempre que qualquer incômodo for notado um médico deve ser consultado, pois somente ele saberá indicar a melhor abordagem para cada caso. Tratamento O tratamento da infecção das adenoides é feito basicamente através do uso de antibióticos. A cirurgia para a retirada das mesmas é indicada quando as infecções são recorrentes ou quando são contínuas. Portanto, quando os sintomas não forem excluídos apenas pelo uso de fármacos é possível que se recorra a tal procedimento. Caso a infecção das adenoides esteja colocando em risco o organismo ao aumentar a suscetibilidade de uma doença mais séria como nefrite ou febre reumática também se recorre ao procedimento cirúrgico. Durante o procedimento as adenoides são removidas e a grande maioria dos pacientes leva em média 1 semana para se recuperar. Após a cirurgia algumas medidas devem ser tomadas como, por exemplo, com a alimentação, que deve leve e constituída principalmente de líquidos. Muitos pacientes sentem enjoos e ânsia de vômito após o procedimento. Diante de qualquer sinal de desidratação um médico deve ser contatado. A retirada das adenoides somente deve ser considerada quando já não há mais alternativas, ou seja, quando o tratamento a base de antibióticos já não é mais o suficiente. É muito importante conversar com o profissional para ficar a par de todos os riscos e efeitos colaterais antes da tomada de decisão por esta alternativa. Os problemas com as adenoides não costumam ser difíceis de resolver e não há necessidade de se conviver com dores. Diante dos sinais descritos acima entre em contato com um especialista, pois um tratamento adequado necessita ter início o quanto antes. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Terceiro Molar

O terceiro molar é igual estruturalmente aos outros dentes que temos e inicia o processo de erupção por volta dos 16 aos 22 anos de idade. Com a evolução do ser humano, o tamanho das arcadas dentárias está diminuindo e o espaço para esse dente está reduzido, o que impede ou dificulta muito sua erupção, que às vezes ocorre apenas parcialmente. Nem todas as pessoas precisam extrair os seus “dentes do siso”, como é chamado também o terceiro molar. Se o terceiro molar estiver na posição correta na boca, ajudando na mastigação, ele não precisa ser extraído. Naturalmente, alguns problemas podem ser decorrentes da permanência de dentes inclusos ou parcialmente inclusos. Dentre os mais comuns, podemos citar os processos infecciosos e inflamatórios, cárie no próprio terceiro molar ou no dente adjacente, doença periodontal (que acontece nos tecidos em torno dos dentes), compressão de nervos, reabsorção da raiz do dente vizinho e o desenvolvimento de cistos e tumores. Atualmente, os motivos ortodônticos são uma das maiores incidências de indicações para a retirada cirúrgica dos terceiros molares. Outro mito muito comum acerca da permanência dos terceiros molares é a ideia de que, se a pessoa não procurar fazer a extração, poderá sofrer as conseqüências, padecendo de um câncer. Na verdade, o que pode eventualmente acontecer é o desenvolvimento de cistos e tumores originados das células de formação do dente e, por isso, são chamados cistos e tumores odontogênicos. O grau de complexidade da cirurgia depende da posição do dente no osso e sua relação com o dente vizinho, do tamanho e forma da coroa e das raízes, da abertura bucal do paciente e, também, da habilidade e treinamento do cirurgião-dentista. A cirurgia, se for feita com aplicação das técnicas anestésica e cirúrgica corretas, não é dolorosa. Alguns procedimentos especiais podem ser aplicados para controlar dor e estresse dos pacientes nessas cirurgias, como o uso de ansiolíticos, sedação venosa, sedação com óxido nitroso e oxigênio e, até mesmo, anestesia geral. As principais possíveis complicações decorrentes da extração de um terceiro molar são dor, edema, infecção, hemorragia, fratura da mandíbula, lesões aos tecidos moles adjacentes (como gengiva e nervos), lesões aos dentes vizinhos ou lesões no nervo mandibular provocando a parestesia. Tudo isso pode ser evitado através de um correto planejamento da cirurgia e a realização por um profissional capacitado. A parestesia é a perda da sensibilidade de uma região anatômica por lesão do nervo. Pode ser reversível ou irreversível, a depender do grau de lesão que o nervo sofreu. Nos casos de cirurgia para extração de terceiro molar, a parestesia pode acontecer caso as raízes do dente estejam muito próximas ou envolvendo o nervo que passa dentro do osso mandibular. Normalmente, as parestesias provocadas por cirurgias de terceiros molares são temporárias e a situação normal volta em alguns dias. PÓS-OPERATÓRIO REQUER CUIDADOS Naturalmente, numa cirurgia de extração de terceiro molar, os cuidados pós-operatórios são fundamentais para a boa recuperação da cirurgia. É necessário que o paciente faça repouso nos primeiros três dias e tenha restrição de atividades esportivas por, pelo menos, uma semana. A dieta deve ser líquida ou pastosa, de preferência fria ou gelada, por 24 a 48 horas. Outra exigência é a manutenção da higiene bucal por meio da escovação e uso de antissépticos bucais. A aplicação de compressas de gelo na região operada, por fora da boca, ajuda no controle da dor e do edema formado no pós-operatório. Em geral, o edema, que é o inchaço que ocorre depois da cirurgia, dura em média 48 a 72 horas, quando começa o seu processo de regressão. Também é recomendado que o paciente não toque a área operada com o dedo, palito ou outros objetos, pois isso pode causar infecção ou sangramento. Quanto ao sangramento, ele sempre vai ocorrer de forma leve, principalmente, no primeiro dia. Se for abundante e contínuo, é indicado que o paciente morda uma compressa limpa de gaze e entre em contato com seu dentista ou se dirija a um posto de saúde ou consultório odontológico para atendimento de emergência. Outro cuidado importante é o retorno para revisão da cirurgia com o profissional que a fez no prazo de 5 a 10 dias. NEM TODO MUNDO TEM TERCEIRO MOLAR Uma informação curiosa que nem todos conhecem é o fato de que, ao contrário do que poderia parecer, algumas pessoas realmente não apresentam na idade esperada um ou até mesmo todos os terceiros molares. A arcada dentária normal deve ter 32 dentes, sendo 16 na arcada superior e 16, na inferior. Existe uma discussão no meio científico com correntes afirmando que os quatro dentes do tipo terceiro molar podem causar desalinhamento dos outros dentes e outras correntes dizendo que eles não causam este tipo de problema. De maneira geral, na prática clínica, podemos observar alguns casos de desalinhamento possivelmente associado ao terceiro molar, principalmente ao inferior. Outra informação recorrente é a de que um terceiro molar, mesmo ainda incluso, poderia ter cáries. Entretanto, quando o dente está totalmente dentro do osso e totalmente coberto pela gengiva ele não tem cárie. O que normalmente acontece é que o dente pode erupcionar (sair da gengiva) parcialmente e dificultar a escovação, o que levaria ao desenvolvimento de cárie. A indicação para a extração de dentes inclusos totalmente ou parcialmente existe porque são dentes que não são úteis para a mastigação, podem causar problemas e não irão fazer falta, pois os outros dentes realizam a mastigação. A indicação para extrair os quatro terceiros molares se deve ao fato de que todo dente necessita do antagonista para mastigar, e, caso ele seja extraído, além da função mastigatória na região ficar prejudicada, existe uma tendência do antagonista extruir, ou seja, sair do alvéolo com o passar dos anos, o que prejudicaria a oclusão dentária – as relações de mordida entre a arcada dentária superior com a inferior e suas implicações em estruturas anexas. Podemos fazer a extração de um dente por vez, do superior e inferior do mesmo lado, ou dos quatro dentes em