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Cárie Dental

A cárie dentária é uma lesão do esmalte que reveste o dente e o protege. Quando a acidez corroi parte do esmalte, uma cavidade é formada e pode causar dor e mau hálito e, caso não seja tratada, pode até levar à perda do dente. Mas, melhor do que remediar, é previnir o problema. Por isso, é importante realizar um check up odontológico regular, que possibilita identificar pontos que ainda vão se transformar em cárie ou até mesmo quadros mais severos, em que é necessário o tratamento de canal para eliminar a dor. Os dentistas explicam que o mais recomendado é escovar os dentes regularmente e realizar a higiene completa da boca. Para tirar qualquer dúvida, o Cirurgião Dentista José Brasil esclarece 10 dúvidas mais frequentes dos pacientes. Confira a lista: O açúcar é o grande vilão dos dentes – A verdade é que o que causa cárie é o ácido produzido pelas bactérias da boca. Ao ingerir qualquer tipo de carboidrato, seja um doce ou macarrão, pães ou frutas, esse processo tem início. Todos temos milhares de bactérias na boca, mas, quando a higienização é falha, há um acúmulo de bactérias atuando no enfraquecimento do esmalte dos dentes e, consequentemente, no aparecimento da cárie. Crianças têm mais cárie do que adultos Antigamente, isso tinha um fundo de verdade. Na última década, entretanto, com a adição de flúor na água tratada de quase todos os lares brasileiros e o uso de selantes, a incidência de cárie foi drasticamente reduzida em crianças em idade escolar. Por outro lado, temos constatado um aumento na incidência de cárie entre idosos, muito provavelmente porque alguns dos medicamentos de uso contínuo produzem o efeito de ‘boca seca’ que, por sua vez, aumenta a população de bactérias na boca. Refrigerante estraga os dentes O que estraga os dentes é ingerir muitas bebidas e alimentos ácidos. Isso inclui desde sucos de frutas cítricas, até refrigerantes e bebidas esportivas. Portanto, é fundamental ter uma dieta equilibrada e adotar o hábito de fazer vários bochechos com água corrente durante o dia para evitar que a acidez da cavidade bucal não resulte no enfraquecimento dos dentes. Toda cárie provoca dor Nem toda. Em muitos casos, pontos pretos que vão se transformar em cárie ou ainda pequenas lesões são identificadas durante o check up odontológico sem que a pessoa tenha se queixado de dor. Já quando não tratada por um bom tempo, a cárie vai se intensificando até atingir o nervo do dente e provocar uma dor bastante incômoda. Nesse caso, só o tratamento de canal resolverá o problema. Quem usa aparelho tem mais cárie Quando uma pessoa está em tratamento ortodôntico tem de redobrar os cuidados com a higiene bucal, porque é muito comum que, não sendo móvel, os alimentos se prendam ao aparelho. Como a falta de escovação adequada está diretamente ligada ao surgimento de cárie, é claro que essa pessoa estará mais sujeita a esse e outros tipos de doença do aparelho mastigatório. Uma vez tratada, a cárie não surge mais Quando tratamos uma cárie, restauramos a cavidade do dente com uma resina que tem determinada expectativa de vida útil e precisa ser trocada depois de alguns anos. Nesse exato ponto não vai mais surgir outra cárie. Porém, se o paciente continuar a cuidar mal da higienização bucal, poderá surgir uma nova cárie ao lado ou em torno da antiga. Sendo assim, não é indicado descuidar da escovação dos dentes. Preencher a cavidade com aspirina ajuda a reduzir a dor de um dente cariado Isso é totalmente desaconselhado. Primeiramente, porque para surtir efeito contra a dor é preciso ingerir a aspirina. Depois, esse medicamento é ácido e sabemos que a acidez contribui ainda mais para a formação de cárie. Nesse caso, inclusive, a acidez do medicamento pode até queimar a gengiva e formar uma ferida ainda mais dolorosa. Bolachas e salgadinhos provocam cárie São dois problemas: um em relação aos carboidratos que se transformam em açúcar e aumentam a acidez da boca – favorecendo o surgimento de cárie, e outro problema são os alimentos que, uma vez mastigados, penetram todo tipo de espaço entre os dentes – dificultando a correta higienização. Além de eliminar esse hábito por questões de saúde em geral, o ideal é que a pessoa escove bem os dentes depois de ingerir esse tipo de alimento, fazendo uso também do fio dental. Dentes sensíveis geralmente têm cárie Isso não é verdade. A sensibilidade nos dentes pode ser provocada pelo desgaste do esmalte que, inclusive, piora se a pessoa emprega muita força na escovação. Como vimos, também a acidez de alimentos e bebidas resulta em erosão dentária. Outra causa é a ingestão de determinados medicamentos, bem como a existência de doenças como bulimia e refluxo gastresofágico. Por fim, até mesmo a retração da gengiva pode expor a raiz do dente e torná-lo mais sensível sem que haja cárie. Escovar bem os dentes é a melhor forma de evitar cárie Para uma grande maioria das pessoas, isso se aplica. Prevenção é palavra de ordem e a forma mais fácil, mais rápida e menos dispendiosa de evitar cárie e é feita através da correta escovação dos dentes e do uso de fio dental. Em geral, são necessárias duas ou três escovações por dia – lembrando-se de não empregar muita força, mas permanecer tempo suficiente para a completa higienização de cada um dos dentes e dos espaços entre eles. Vale lembrar que a remoção da placa bacteriana é mecânica, através de escova de dente macia com cerdas arredondadas e de creme dental com flúor. Quando a pessoa está longe de casa e sem acesso ao kit de higiene bucal, é importante fazer vários bochechos com água corrente depois de ingerir qualquer tipo de alimento ou bebida. O ato de “lavar” a boca ajuda bastante até que se possa fazer a limpeza ideal.     CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Gengivite

A gengivite é a inflamação da gengiva que têm como principal sintoma a saída de sangue quando se escova os dentes. Ela normalmente é causada pela má higiene bucal mas também pode ser causada por alterações hormonais como ocorre na gravidez. Para evitar a gengivite ou que ela se agrave e cause até a perda dos dentes siga as 7 dicas abaixo: Escove os dentes corretamente 3 vezes ao dia por pelo menos 2 minutos de cada vez. Escove os dentes e a gengiva. Posicione a escova de dentes em um ângulo de 45 graus (inclinada) em relação aos dentes de maneira que metade da escova limpe a gengiva e a outra metade, os dentes. Este cuidado é necessário pois é nesta região que a gengivite se inicia. Tenha uma escova de dentes elétrica pois esse tipo de escova retira quase 90% das placa bacteriana enquanto a escova manual retira apenas 48%. Use o fio dental diariamente pelo menos 1 vez ao dia, antes de dormir. Tenha sempre uma escova de dentes e um creme dental dentro da bolsa ou no seu local de trabalho e sempre escove os dentes depois do almoço. Faça uma limpeza dentária a cada 6 meses para remover completamente qualquer placa bacteriana. Consuma regularmente alimentos ricos em vitamina C como laranja, acerola e abacaxi pois a carência de vitamina C também é uma das causas da gengivite. Abandone os vícios como a ingestão de bebidas alcoólicas e o cigarro pois eles podem diminuir a quantidade de sais minerais e vitaminas necessárias para uma boca sadia. Ao seguir estas dicas e possível evitar a gengivite e outros problemas bucais como cáries, aftas e inflamações. Essas medidas apesar de simples são determinantes para uma boa saúde bucal e uma melhor qualidade de vida. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Facetas Laminadas

Nem todas as pessoas são candidatas para realizar o clareamento. O clareamento não é recomendado se você tem restaurações da própria cor dos dentes, coroas, jaquetas ou facetas em seus dentes incisivos – o clareador não alterará a cor desses materiais, que ficarão aparentes no seu novo sorriso clareado. Nestes casos, você poderá desejar pesquisar outras opções. Facetas laminadas são camadas finas de porcelana ou de plástico coladas na face frontal dos dentes. Para dentes extremamente descorados, lascados ou disformes, proporcionam um sorriso durável e agradável. Facetas laminadas são difíceis de serem manchadas tornando-as populares no público que busca um sorriso perfeito. Existem dois tipos de facetas laminadas: As facetas laminadas de porcelana (indireta), que devem ser primeiramente produzidas em um laboratório dental, para serem ajustados aos dentes; são necessárias duas visitas ao dentista. Facetas laminadas de porcelana têm duração de dez a quinze anos ou mais. As facetas laminadas compostas (direto), na qual uma resina é aplicada ao dente numa única visita. Resinas: utilizam resinas compostas para a restauração de dentes lascados ou quebrados, para o preenchimento de espaços e remodelar ou colorir o sorriso. Após aplicar uma solução levemente corrosiva que desgasta ligeiramente a superfície dos dentes,. Muitas pessoas escolhem restaurações de resinas em vez de amálgama porque a resina tem uma aparência mais natural – a cor do material pode ser alterada para igualar-se à cor natural do dente. Em comparação às em amálgama a desvantagem das restaurações em resina é o custo mais elevado, e por serem porosos, os fumantes verificarão que amarelará mais facilmente. Seu dentista pode lhe dizer se você é um bom candidato para facetas laminadas ou uso de resinas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Afta

O que é Afta? Afta é uma ferida na boca, que costuma ser branca ou amarelada, rodeada por uma área vermelha brilhante, e geralmente surge na língua e nas paredes internas da boca. Causas Aftas são formas comuns de úlcera bocal, que costumam surgir em pessoas com baixa imunidade, seja ela causada por alguma doença específica ou por uso de medicamentos. Veja algumas dessas causas: HIV/Aids: O vírus do HIV, que pode levar à Aids, ataca diretamente o sistema imunológico. Pessoas infectadas com esse vírus são mais propensas ao surgimento de aftas e elas costumam ser um dos primeiros sinais de ação do HIV no organismo Câncer: a imunidade também abaixa quando o paciente tem câncer, principalmente por causa do tratamento realizado com radioterapia e quimioterapia Diabetes: diabéticos não tratados ou com a doença mal controlada, a saliva costuma apresentar grandes quantidades de açúcar, que encoraja o crescimento do fungo Infecções vaginais: o mesmo fungo causador da afta é o responsável por algumas infecções vaginais também. Apesar de não ser muito perigosa, esse tipo de infecção costumar causar mais problemas a mulheres grávidas, pois a doença pode ser transmitida ao bebê durante o parto. Outros fatores podem desencadear no surgimento de aftas: Estresse emocional Deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico na dieta Período menstrual Mudanças hormonais Alergias a alimentos. Fatores de risco Qualquer pessoa pode desenvolver aftas, mas alguns fatores podem contribuir para o surgimento dessas feridas. Veja: Idade: bebês e crianças pequenas costumam apresentar afta com mais frequência do que pessoas mais velhas Imunidade baixa: algumas doenças ou medicamentos podem comprometer o sistema imunológico e, assim, facilitar a ação do fungo que provoca aftas Próteses bucais: pessoas que usam dentaduras tendem a apresentar mais aftas também Problemas de saúde: outras complicações podem ajudar no surgimento de aftas, como diabetes e anemia Medicamentos: o uso de determinados tipos de medicamentos podem comprometer a imunidade e contribuir para o aparecimento de aftas na boca, como alguns antibióticos e corticosteroides Câncer: o tratamento da maioria dos tipos de câncer costuma ser bastante invasivo. Métodos como quimioterapia e radioterapia costumam comprometer a imunidade também Boca seca: doenças como xerostomia deixam a boca anormalmente seca, o que ajuda na proliferação do fungo causador da afta Fumo: o consumo de cigarro também pode provocar afta Histórico familiar: aftas também podem ser hereditárias. Sintomas Em um primeiro momento, você pode nem reparar que está com afta. Mas, em alguns casos, dependendo da causa, os sintomas podem aparecer de repente e persistir por muito tempo. Confira os mais comuns: Pequenas feridas abertas presentes no interior da boca, brancas ou amareladas, com contorno vermelho brilhante. Costumam estar mais presentes na língua e nas paredes da boca Dor Leve sangramento em casa de lesão na região da afta Vermelhidão e ressecamento da região lateral da boca Perda do paladar. Sintomas menos comuns incluem: Febre Indisposição Inchaço nos linfonodos. Em casos mais graves, as lesões podem se espalhar pelo esôfago, causando dificuldade para engolir e a sensação de comida presa na garganta. Bebês com aftas costumam sentir muita irritação e incômodo ao serem amamentados. Além disso, eles podem passar a infecção para a mãe durante a amamentação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:    

Plástica Gengival

Conhecida por ser a moldura dos dentes, a gengiva nem sempre está no lugar que deveria. Retraída demais ou em excesso, as cirurgias plásticas são soluções recentes e ainda pouco conhecidas, mas que avançaram nas técnicas, possibilitando resultados mais precisos. Uma gengiva bem posicionada permite harmonia no sorriso e equilíbrio entre os dentes e o rosto. Há dois tipos de tecidos na boca, o gengival (rosa mais claro) e a mucosa (vermelha). O primeiro possui fibras e colágenos, que deixam a estrutura mais firme, tornando-se o tecido de proteção. Quando é muito fino ou há em pouca quantidade, é preciso acrescentar enxertos através da cirurgia plástica da gengiva ou gengivoplastia. Mais comum No caso do sorriso que destaca mais a gengiva que os dentes – uma das situações mais comuns – a cirurgia plástica também pode ajudar. Ou o dente não nasceu completamente e a gengiva cobriu boa parte do restante ou o tamanho do dente é normal, mas há excesso de tecido gengival ao sorrir. É preciso confirmar se é um excesso de verdade ou se a maxila da pessoa cresceu demais e a musculatura expôs o dente. Normalmente é o dente que é pequeno, mas se a musculatura estiver expondo, podemos usar botox no tratamento. Quando a maxila é muito crescida e há um osso grande, é feita uma cirurgia mais complexa. Causas Escovar os dentes pode ser a causa da retração na gengiva. Da mesma forma, as placas bacterianas, causadoras de processos inflamatórios, podem ser responsáveis por erros na linha da gengiva. Escovação de forma errada, vigorosa e tudo que gere um processo inflamatório e uma resposta do organismo pode destruir o tecido gengival. O biotipo do paciente também influencia, assim como fatores hereditários. Alternativa Algumas alterações no sorriso podem ser realizadas através de restaurações (próteses ou resinas), mas podem não fornecer a naturalidade, pelo uso de materiais artificiais, que a cirurgia plástica da gengiva pode alcançar com mais eficácia. Cuidados pós-cirurgia Com a região sensível, fica proibida qualquer escovação, permitido apenas o enxague bucal. Alimentos duros devem ser evitados por, pelo menos, uma semana. É importante que o paciente não “puxe” os lábios para ver o resultado, pois os pontos podem se soltar. De 45 a 60 dias, o tecido gengival estará maduro e estável. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

1. Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja

A Respiração Bucal e Suas Consequências

O nariz não serve apenas para sentir cheiros e transportar o ar até os pulmões, ele executa também três importantes funções: filtragem, umidificação e aquecimento do ar inspirado, de forma que este vá em condições adequadas até os pulmões. Mas afinal, porque algumas pessoas respiram pela boca? Há várias razões para que isso ocorra, e comumente tem início na infância. Podemos destacar o aumento das adenóides e/ou das amígdalas, desvio de septo do nariz, rinites, sinusites e bronquites. Alguns maus hábitos orais também podem contribuir para a instalação da respiração bucal, como sucção de dedo, uso de chupetas e de mamadeiras sem bico ortodôntico (bico anatomicamente mais parecido com o bico do seio materno) e morder ou chupar objetos de forma freqüente. Quando a respiração bucal se instala e se mantém por tempo prolongado, constitui o que se denomina de síndrome do respirador bucal devido ao conjunto de sinais e sintomas, embora seja mais comum falar simplesmente respirador bucal. É importante frisar que mesmo uma pessoa eliminando o impedimento orgânico (rinite, adenóide…) para a respiração nasal, pode assim mesmo continuar a respirar pela boca, ou seja, por mau hábito. Na maior parte do tempo, nossa respiração deve ser pelo nariz, mas em algumas situações restritas, a respiração bucal é permitida, ou melhor dizendo, normal de acontecer. É o caso da fala (inspiramos o ar pelo nariz, mas num discurso mais longo é comum que o ar entre pela boca) e de atividades físicas que exijam muito esforço, como numa corrida. Os sinais abaixo podem ser observados em um respirador bucal (não necessariamente todos os sinais estão numa mesma pessoa): Boca aberta a maior parte do tempo. Dorme mal à noite, ronca e baba. Sensação de boca seca ao acordar. Lábios ressecados. Presença de olheiras. Mastigação ruidosa e de boca aberta. É possível ver a língua numa postura entre os dentes ou rebaixada dentro da boca. O ato de engolir (deglutição) dos alimentos e líquidos fica alterada, com a língua projetada entre as arcadas dentárias, o que favorece problemas na oclusão dos dentes (encaixe dos dentes superiores ao dentes inferiores). Sonolência durante o dia, sendo comum a falta de atenção, concentração e problemas de aprendizagem pela pouca oxigenação do cérebro, proporcionada pela respiração bucal. Diminuição do rendimento físico. Aumento da probabilidade de cáries e infecções respiratórias. Além dos aspectos acima mencionados, o respirador bucal pode ter alterações significativas em sua estrutura muscular e óssea. Geralmente há um estreitamento do céu da boca (ele fica mais fundo); alteração na oclusão dentária; tendem a uma face alongada; a língua, bochechas e lábios apresentam-se com tônus diminuído (flacidez) por isso, as funções de mastigação, deglutição e fala podem estar alteradas, até a postura corporal global pode ficar prejudicada. O respirador bucal tende a preferir alimentos mais macios ou pastosos, costuma utilizar líquidos junto com os alimentos para amaciá-los e facilitar a deglutição. A mastigação costuma ocorrer de lábios abertos, de forma rápida, ruidosa e descoordenada, afinal de contas, respirar pela boca e comer ao mesmo tempo é bem complicado. Essas dificuldades na mastigação e deglutição podem levar a perda de peso e até mesmo desnutrição. Sendo assim, diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a respiração bucal tem efeitos nocivos para a saúde, afinal de contas não é um caminho natural, é como se fosse um atalho para a sobrevivência. A identificação, o diagnóstico e o tratamento da respiração bucal devem ser o mais precoce possível, de forma que se evite ou amenize os possíveis danos. A respiração nasal é importante para a qualidade de vida das pessoas proporcionando maior vitalidade e bem estar. Os Aparelhos Miofuncionais saõ eficazes no tratamento de pacientes respiradores bucais.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Prevenção Em Odontologia

A prevenção em odontologia é sem dúvida alguma a chave para a saúde bucal e para a redução do orçamento familiar com gastos odontológicos, por isso que a ODONTOMANIA trata esta área como uma especialidade sua. É incrível o que se pode economizar em dinheiro e em possíveis sofrimentos quando se faz um esforço e se observa alguns princípios básicos. Higienize a boca do bebê desde cedo. Hábitos saudáveis aprendidos nos primeiros meses de vida serão levados para a vida adulta. Faça a limpeza da boca com uma gaze ou a ponta de uma fralda embebida em água filtrada e com o aparecimento do primeiro dente na boca, comece a fazer a escovação com uma escova de cerdas macias e arredondadas e cabeça pequena. No início, utilize cremes dentais sem flúor e com sabores agradáveis e torne o momento o mais divertido e interessante possível, ensinando-os sobre a importância da higiene e deixando-os realizar a escovação tão logo eles manifestem esse desejo. Com isso as crianças vão ganhando destreza e habilidade para escovar os dentes sozinhos. A frequência que se devem escovar os dentes, na realidade, deve acompanhar a frequência de refeições que se realiza no dia-a-dia, e devemos entender que lanches, principalmente com a presença de doces, devem ser considerados refeições que requerem uma higienização logo após. O segredo está em não alimentar as bactérias que possuímos em nosso meio bucal com restos alimentares que ficam depois de qualquer refeição. Portanto, comeu, escove! Acompanhar a escovação dos filhos, principalmente a que precede a hora de dormir é uma ótima pedida, pois é o período em que ocorre uma diminuição na produção de saliva e os dentes ficam mais susceptíveis aos ataques ácidos. O uso do fio dental é muito importante tão logo à criança possa manipulá-lo, e é lógico que o bom exemplo e uma ajudinha no princípio são essenciais. Se vocês, papai e mamãe, não usam como então irão cobrar de seus filhos? Existem regras sim para a correta forma de se usar a escova e o fio dental. Se você ainda não obteve estas informações ou ainda não as memorizou, o correto é marcar uma consulta com um dentista especializado e levar toda a família. Livros e artigos podem mostrar gravuras e orientar, mas nunca substituirão ensinamentos que são passados ao vivo e a cores. Visite o dentista regularmente e não esqueça de levar as crianças até que elas apresentem uma boa higienização com uma boa condição clínica. Problemas de ordem dentária, ortopédica e funcional podem ser detectadas logo cedo pelo odontopediatra ou ortodontiista, e isto pode significar um ganho inimaginável em tempo, dinheiro e para o sucesso do tratamento. Tenha pulso firme e não compactue com hábitos que podem acarretar consequências desastrosas, como o bico e a mamadeira em excesso e o hábito de chupar o dedo após os quatro anos de idade. Amar realmente o filho significa também impor limites e buscar ajuda quando necessário. Uma grade palatina, por exemplo, que é um aparelho muito simples, quando utilizado na hora certa, pode corrigir problemas que somente uma cirurgia extensa poderia corrigir no futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

Odontopediatria é a especialização da odontologia que cuida de crianças. O objetivo do odontopediatra é cuidar e preservar os dentes de leite que possuem importantes funções no desenvolvimento dos ossos da face, na preservação do espaço para os dentes permanentes não permitindo a redução do arco dentário nem a disfunção na articulação da mandíbula, no desenvolvimento da fala e na mastigação dos alimentos. Assim que o dente “nasce” na boca do bebê, seu esmalte se adere à placa bacteriana que é formada por bactérias e pelo ácido lático que a bactéria produz, desmineralizando o dente e deixando-o mais frágil à ação da cárie. A criança deve ir a um odontopediatra quando o primeiro dente nasce para que a mãe receba informações importantes sobre a higiene bucal e dicas para realizar a higienização com mais facilidade fazendo com que a criança seja tratada da maneira correta e com seus devidos cuidados. Outra função importante que o odontopediatra desempenha é na prevenção da fluorose provocada pelo excesso consumo de flúor, pela criança, na água e nos cremes dentais que elas engolem. A fluorose apresenta manchas nos dentes incisivos que normalmente são brancas e prejudicam a estética dentária. Este profissional também ensina a criança a ter prazer e diversão na hora da escovação. Auxilia os pais a comprarem mais de uma escova de cor e forma diferentes, a colocar a criança de frente a um espelho, assim ela vê o que acontece e permite com mais facilidade a escovação, a ter o hábito do fio-dental que retira a sujeira onde a escova não alcança e a usar cremes dentais sem flúor, que podem ser ingeridos pela criança sem causar danos. As idas regulares ao dentista fazem parte da manutenção preventiva. Afinal, além de aprenderem a forma correta da higienização, o dentista está sempre atento a pequenas alterações que possam colocar em risco a saúde bucal dos pequenos. Para ampliar ainda mais esse controle, as  odontopediatras da Odontomania analisam o Diário de Dieta da criança. A partir desse registro, o profissional avalia a chance da criança desenvolver cárie, ou seja, em que situação a dieta é capaz de provocar essa doença. Sabe-se que alimentação desequilibrada, com excesso de carboidrato e de açúcar, estimula a formação de placa bacteriana. Com essas informações em mãos, o odontopediatra sugere os possíveis erros alimentares relacionados à cárie e, eventualmente, encaminha a criança ao nutricionista. Uma das orientações é acrescentar, por exemplo, o consumo de frutas fibrosas que agem como autolimpantes dos dentes. Essas são algumas das dicas valiosas que profissionais da Odontomania se preocupam em passar aos pequenos clientes – e a seus pais e cuidadores. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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