Apneia em Crianças

Um dos maiores problemas na geração de conscientização para a apneia do sono é que muitas vezes as pessoas têm uma noção preconcebida de como é um paciente típico da apneia do sono. Quando a maioria das pessoas pensa em um paciente que sofre de apneia do sono, a imagem de um homem com sobrepeso de meia idade vem à mente. E, embora esta imagem possa ser bastante precisa em muitos casos, não é de modo algum uma representação completa de todos aqueles que poderiam potencialmente estar aflitos com a apneia do sono. Muitas mulheres que sofrem de apneia do sono são diagnosticadas com insônia em vez de apneia do sono devido a esse equívoco. E pior, muitas crianças com apneia do sono são diagnosticadas com outros distúrbios porque não se encaixam no perfil típico do paciente. Prevalência e riscos de apneia do sono não tratada em crianças A prevalência de apneia do sono em crianças pode ser muito menor do que em adultos (aproximadamente 5% das crianças em comparação com 26% dos adultos com idade entre 30 e 70 anos), mas ainda é comum o suficiente para ser motivo de preocupação. Crianças com apneia não tratada do sono correm o risco de ter problemas comportamentais, adaptativos e de aprendizagem. Muitos dos sintomas diurnos de um sono fraco causado pela apneia do sono podem se manifestar como sintomas muito semelhantes aos da hiperatividade do TDAH, dificuldade em aprender e concentração e mau desempenho na escola. Até 25% das crianças diagnosticadas com TDAH podem, de fato, ter sintomas de apneia do sono, e seus problemas de aprendizagem e comportamentais estão relacionados ao sono pobre / fragmentado. Outro estudo mostrou que a probabilidade de problemas comportamentais era 4-5 vezes maior em crianças com apneia incidente do sono e crianças 6 vezes maiores com apneia persistente do sono. O estudo também descobriu que “em comparação com os jovens que nunca tiveram respiração desordenada do sono, as crianças com apneia do sono eram mais propensas a ter problemas relatados pelos pais nas áreas de hiperatividade, atenção, comportamentos disruptivos, comunicação, competência social e auto -cuidado.” Essas crianças com apneia não tratada do sono também encontraram 3 vezes mais probabilidades de ter notas de “C” ou inferiores. Crianças com apneia não tratada do sono correm o risco de desenvolver hipertensão e problemas cardíacos à medida que crescem. Sintomas da apneia do sono infantil Se você está preocupado, os problemas de sono do seu filho podem ser um sinal de apnéia do sono, aqui estão alguns sintomas para manter o olho para fora. Muitos desses sinais podem ser observados durante o sono, enquanto alguns dos sintomas podem se manifestar durante o dia Ronco. Aproximadamente 10% das crianças que roncam têm apneia do sono Respiração bucal. Crianças com adenóides alargadas tendem a respirar com as bocas abertas. A respiração pausa durante o sono Sonolência diurna Dificuldade de concentração Pobre período de atenção Problemas comportamentais Pobre desempenho na escola Causas da apneia do sono infantil As causas da apneia do sono infantil podem variar significativamente das causas da apneia do sono em adultos. Considerando que, em adultos, os principais fatores que contribuem para a apneia do sono são peso, circunferência do pescoço e idade, para crianças a causa mais comum é amígdalas aumentadas e / ou adenóides. Quando estes tecidos são ampliados, podem causar dificuldades respiratórias durante o dia. Quando a criança está dormindo, os músculos do corpo relaxam, inclusive aqueles na garganta. O relaxamento desses músculos permite que as amígdalas e adenóides restrinjam ainda mais o fluxo de ar no sistema respiratório superior e causem eventos de apneia durante o sono. A obesidade infantil também pode contribuir para a apneia do sono da mesma forma que acontece nos adultos. Quanto mais tecidos gordurosos na garganta, mais provável que a respiração possa se romper durante o sono, pois o tecido extra macio pode restringir mais facilmente o fluxo de ar. No entanto, a obesidade só acredita ser um fator para a apneia do sono em crianças maiores de 12 a 18 anos e não crianças mais jovens. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”http://www.clinicaodontomania.com.br/odontopediatria” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
Tratamento Odontológico Para Crianças

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”http://www.clinicaodontomania.com.br/odontopediatria” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
As Dúvidas Mais Frequentes Em Odontopediatria

Escrevo essa matéria com 5 dúvidas mais frequentes entre as mães que nos procuram para cuidar dos dentes dos seus filhos ainda bebês, com respostas feitas pela minha equipe de odontopediatras. Espero que sejam úteis! 1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO (NASCIMENTO) DOS DENTES? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por exemplo) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo, para que, após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo a mamadeira substituída, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem (nasçam), promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições.
O Uso da Mamadeira e suas Complicações!

A utilização de mamadeiras causa prejuízos na saúde e no desenvolvimento da criança. Os dentes e o crescimento das estruturas ósseas são determinados pela pressão da língua para fora enquanto que a musculatura (bochechas) pressiona para dentro. Portanto, passa a ser compreensível que o crescimento cranio facial como um todo depende de um bom controle de toda a musculatura envolvida. Para que isso aconteça a musculatura necessita ser corretamente estimulada, permitindo que as funções e tonicidade sejam adequadas. Quando uma delas está em desequilíbrio, a direção do crescimento dos ossos pode ser alterada, deformando sua forma final. Caso a língua seja flácida ou as bochechas muito forte, os maxilares serão comprimidos, com os dentes anteriores inclinados para frente, normalmente com o “céu da boca” profundo, resultando em falta de espaço para a troca dos dentes. Em 2010, numa publicação de um artigo, foi comprovado, de maneira clara e irrefutável, a relação entre forma de aleitamento e estreitamento dos maxilares. Separando crianças em quatro grupos, onde o tempo de aleitamento no peito, era a diferença, foi observada uma clara relação entre mamadeira e mordida cruzada ( estreitamento maxilar). Ficou provado que quanto maior o tempo de aleitamento materno e menor o uso da mamadeira,, menores as possibilidades de desenvolver mordida cruzada. Mordida cruzada quando os dentes superiores ocluem (mordem) internamente aos dentes inferiores. Outra característica dom desenvolvimento maxilar e da cavidade nasal é a questão da língua. Uma língua bem posicionada, fica constantemente colada no céu da boca. Quando a língua se encontra flácida ou baixa, deixa de estimular o desenvolvimento maxilar, permitindo que palato (céu da boca) se afunde. Desta forma, a cavidade nasal fica mais baixa, acarretando um estreitamento na nariz e diminuição da cavidade nasal, consequentemente, a passagem de ar por ela, fica comprometida. Independente de infecções e alergias, a estrutura física do nariz está comprometida. Essa diminuição do fluxo de ar pelo nariz, obriga a criança a abrir a boca e, ao mesmo tempo, utilizar-se dela, também para compensar o fluxo de ar comprometido pela cavidade nasal. É a partir daí que se instala a respiração bucal, seja ela total ou parcial. Abaixo vejas algumas causas comuns que fazem com que alguém passe a respirar também pela boca: Rinite Alérgica: As condições da vida moderna (poeira doméstica, fungos, pelos de cães e gatos, poluentes do ar, cosméticos, produtos de limpeza) estão por trás dessa verdadeira epidemia. Estima-se hoje que 40% da população sofra de rinite alérgica, que além de poder trazer espirros repetidos, coriza e coceira no nariz, tem como um dos sintomas mais frequentes a obstrução nasal. Aumento da Adenóide: Comum nas crianças até os 5 ou 6 anos, o aumento da adenoide (e das amígdalas) pode levar a um quadro de respiração bucal, roncos à noite e mesmo à apneia do sono. Desvio do Septo Nasal:Um mal posicionamento da parede que separa internamente as duas cavidades nasais é comum em adultos e um pouco menos frequente em crianças. Sinusites ou Pólipos Nasais:Algumas pessoas têm uma tendência genética a sinusites ou a formação de pólipos dentro do nariz. Ambas situações provocam inchaço das paredes internas do nariz, levando à obstrução. Mal Formações da Face: Síndrome de Down, fendas palatina e outras síndromes podem levar à um padrão respiratório bucal. CONSEQUÊNCIAS O nariz é a porta de entrada natural do ar em nossas vias respiratórias. A respiração nasal, quando acontece da maneira adequada, propicia a filtragem, o aquecimento e a umidificação do ar que respiramos para que este chegue aos pulmões nas melhores condições possíveis. Além disso a respiração pela nariz ajuda a manter os pulmões dilatados e leva a sensação de bem estar difícil de se obter pela respiração pela boca. Se duvidar, repita a experiência do primeiro parágrafo! Respirar pela boca coloca as pessoas em risco dos seguintes problemas: Alterações da Face e da Oclusão Dentária: O fluxo aéreo natural deve acontecer pela cavidade nasal. Quando acontece pela boca, algumas forças atuam deslocando estryturas e guiando o crescimento ósseo de maneira anormal. Ronco e Apnéia do Sono:Seguindo as alterações faciais e com a possível soma de outros fatores, a via aérea alta tende a ficar obstruída durante o sono, o que pode levar ao ronco e à apneia do sono. Infecções das Vias Aéreas: O ar que entra pela boca perde o “condicionamento” realizado pelo nariz. Assim, a garganta e pulmão podem ficar fragilizados pela agressão desse ar de má qualidade. Cansaço Frequente: A respiração pela boca provoca desconforto durante o dia e um sono ruim durante a noite. O resultado pode ser um cansaço contínuo. Piora da Bronquite (Asma)
Autismo e Odontologia

O tratamento odontológico de pacientes com autismo é complexo, devido às suas características comportamentais inerentes e o desconhecimento da patologia pelos profissionais, pois nenhuma formação universitária se concentra em fornecer conhecimentos e habilidades para cuidar de pacientes com deficiências físicas, mentais e cognitivo e é por isso que muitos dentistas tem receio ao tratar esses pacientes. Especificamente pacientes com autismo têm problemas no desenvolvimento da linguagem e não mostram as emoções, sensações ou dor, o que dificulta a comunicação e colaboração durante o procedimento clínico. Um estudo publicado na revista da Rede Ibero-Americana de Peritos sobre a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em 2008, mostra o manejo do paciente autista dentro do consultório odontológico. Os autores afirmam que, geralmente, os dentistas se sentem temerosos ao atender um paciente com Autismo, devido a quantidade de complicações que podem surgir durante o tratamento além do difícil manejo psicológico dos mesmos. Porém, é cada vez mais indispensável a realização de tratamento preventivos e curativos. Eles mostram que é de grande importância realizar uma anamnese completa, com a historia clínica, médica/odontológica, pondo em ênfase os antecedentes pessoais e familiares. E que, por meio disso, será possível realizar um planejamento terapêutico que seja realizado dentro do consultório odontológico, evitando que seja necessário o uso de anestesia geral nesses pacientes. Sendo proposto que haja um condicionamento ao ambiente odontológico, incluindo um físico com o dentista e com a equipe presente no consultório, e fazer com que o paciente esteja ciente de todos os barulhos e odores que podem estar presentes dentro do ambiente odontológico. O estudo aponta que para que isso seja possível, é preciso lançar mão de todos os recursos possíveis, principalmente ajuda dos familiares, reforços positivos e recursos musicais. O estudo concluiu que é muito importante que o cirurgião-dentista lance mão de técnicas para o manejo do paciente autista dentro do consultório odontológico, para evitar o uso de sedação. E que depois de condicionado, o paciente autista pode ser tratado dentro do consultório odontológico com êxito. Na ODONTOMANIA, você encontra profissionais capacitados para o atendimento de pacientes autistas e com Síndrome de Down. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Apneia Em Crianças

Cerca de uma em cada dez crianças ronca quase todas as noites. Metade delas pode sofrer da síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), doença que pode trazer enorme prejuízo para o sistema cardiovascular, o crescimento e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Algumas sequelas decorrentes desses prejuízos podem se arrastar durante anos. A apneia também é fonte de muito estresse para os pais, que sem conseguirem dormir direito, passam as noites assustados com a dificuldade dos seus filhos em respirar enquanto dormem. Conheça dez sinais de que o ronco na criança pode estar relacionado a algo mais sério e deve ser investigado. 1. Suor excessivo a noite. Causado pela hiperatividade do sistema nervoso simpático durante o sono desregulado pela falta de oxigênio. 2. O esforço exagerado para respirar pode causar a retração (entrada) das costelas durante a inspiração. 3. Dormir com a cabeça estendida – ou esticada trás – pode ser uma maneira de manter a via aérea aberta, evitando a apneia. 4. Dor de cabeça pela manhã é um sinal da baixa oxigenação sanguínea e dos tecidos durante a noite 5. Xixi na cama. Crianças com apneia do sono apresentam com maior frequência a enurese noturna causada pelo descontrole dos hormônios que regulam a produção de urina. 6. Agitação e comprometimento da atenção na escola. Muitas crianças diagnosticadas erroneamente como portadoras de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), podem ser vítimas da apneia do sono 7. Sonambulismo e terror noturno 8. Todas as crianças portadoras de hipertensão arterial devem ser investigadas quanto a possibilidade de apneia do sono 9. A Síndrome de Down aumenta muito o risco da ocorrência da apneia o que pode prejudicar ainda mais o desenvolvimento a saúde física e mental dessas crianças. 10. 30% das crianças obesas sofrem apneia do sono, o que aumenta o risco de outras doenças metabólicas e dificulta o combate da própria obesidade. As crianças que roncam com frequência e que apresentam um ou mais dos sinais acima correm risco de serem portadores da apneia do sono. Se o seu filho apresenta algo parecido, procure atendimento médico. Diferentemente dos adultos, o ronco e a apneia nas crianças podem muitas vezes serem curados, principalmente quando estão relacionados ao aumento das amígdalas e adenoides. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Respiração Bucal

É perfeitamente natural respirar através de boca em determinados momentos, como quando levantar uma carga pesada ou exercício. Respirar através da boca na maioria das vezes, no entanto, pode causar problemas de saúde. Estes problemas podem ser especialmente graves para as crianças porque pode afetar o desenvolvimento a longo prazo do rosto. A maioria de nós traz o ar em nosso corpo através de nosso nariz. O nariz é projetado para atuar como um umidificador natural e sistema de filtragem para o ar que respiramos. Quando não podemos obter suficiente ar através do nosso nariz, no entanto, a boca assume. Respirar pela boca na maioria das vezes não era intenção da natureza. Quando isso acontece, problemas podem ocorrer. Por que alguém respiraria pela boca? A respiração bucal é um hábito postural que pode se desenvolver por inúmeras razões. Abaixo estão os mais comuns: Alergias Hábito de sucção do polegar ou do dedo Amígdalas ou Adenóides aumentadas Congestão nasal crônica Infecção respiratória Cada um desses cinco fatores tornam fisicamente impossível para uma pessoa respirar nasal. Se a respiração nasal não é possível, a única escolha do corpo é respirar a boca. A respiração bucal muda a maneira como a língua funciona – desenvolve uma “pressão na língua”. Uma pressão na língua afeta a fala, a deglutição, a respiração e a mastigação de maneiras problemáticas. Crescimento Facial e Desenvolvimento Respiração bucal e como ela afeta a sua saúde Acredite ou não, respirar através de sua boca pode realmente mudar a forma do seu rosto e alterar a sua aparência. Isto é especialmente verdadeiro para as crianças, porque eles ainda estão crescendo. As crianças cuja respiração bucal não é tratada podem sofrer de desenvolvimento facial e odontológico anormal. Os sintomas incluem faces longas e estreitas e bocas, ossos da face menos definidos, mandíbulas menores e queixos “fracos”. Outros sintomas faciais incluem sorrisos gomosos e dentes tortos. Uma “boca respirador” expressão facial é tipicamente não visto como uma aparência atraente ou desejável de ter. Outros Efeitos no Corpo Usando a boca para respirar perturba a nossa mecânica natural do corpo. Ele pode afetar uma série de funções corporais e levar a sintomas como: Dores de cabeça Gengivite e doença das gengivas Sintomas de garganta e resfriado Mau hálito e maior risco de cavidades Sono deficiente – levando à fadiga crônica Distúrbios digestivos – gás, dor de estômago, refluxo ácido, etc. A haste do problema em muitos casos é privação de oxigênio. Quando tomamos ar através da boca, menos oxigênio é capaz de ser absorvido pela corrente sanguínea. Pobre hábitos de sono muitas vezes resultam de níveis mais baixos de oxigênio. Nas crianças, isso pode afetar negativamente o crescimento e o desempenho acadêmico. Ele ainda tem sido conectado a ADD e sintomas de TDAH. Nos adultos, a concentração pobre do oxigênio no sangue foi associada com a pressão de sangue elevada, problemas de coração, apnéia do sono e outras edições médicas. A respiração bucal causa alterações na postura também. Para abrir a via aérea, a cabeça descansa numa posição para a frente e os ombros caem. Isto em insalubre para a coluna. Respiração bucal também pode afetar a posição de seus dentes e sua mordida. A postura de repouso dos lábios e a posição da língua também foram mostrados para causar problemas com o tratamento ortodôntico – tempo gasto em chaves pode ser mais longo, e a chance de recaída após a retirada das chaves é maior. O que pode ser feito para tratar a respiração bucal? A respiração bucal pode parecer um hábito fácil de mudar. Apenas feche a boca, certo? Infelizmente, para as pessoas que lutam com respiração oral, não é tão fácil. Isso ocorre porque todos os músculos da face e da boca foram programados para ajudá-los a respirar de forma disfuncional. Seu corpo não sabe respirar normalmente. A fim de parar a respiração oral, os músculos devem ser “re-treinados” para funcionar de novas maneiras. Um terapeuta miofuncional como eu pode ser uma figura instrumental em ajudá-lo a aprender a respirar de uma maneira saudável. Os terapeutas miofuncionais são habilidosos em ajudar crianças e adultos a terem controle sobre os hábitos de padronização muscular, incluindo aqueles envolvidos na respiração bucal. Uma consulta com um ortodontista miofuncional pode ser muito valiosa. Se os músculos não são re-treinados, problemas com saúde geral, fala, tratamento ortodôntico, saúde dental, deglutição e respiração pode persistir ao longo da vida. A terapia miofuncional é necessária para fazer as alterações musculares associadas à respiração bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Aparelhos Miofuncionais

Pesquisas mostram que respiradores bucais têm rostos menos atraentes que respiradores nasais. O design do Aparelho Miofuncional ensina as crianças a respirar pelo nariz. A mudança do modo respiratório auxilia na correção do crescimento dos maxilares e melhora a saúde geral, podendo prevenir a necessidade de tratamento ortodôntico e extrações dentárias. O crescimento e desenvolvimento corretos das crianças são tão importantes quanto sua saúde ou educação. Crianças se desenvolvem mais rapidamente entre 2 e 5 anos de idade. Durante este período, ocorre 70% do crescimento do rosto e maxilares. Infelizmente, a maioria das crianças não passa pelo desenvolvimento correto da face e maxilares, resultando em rostos pouco atraentes e dentes apinhados. As crianças querem, naturalmente, mastigar objetos. Este é um impulso importante que assegura que a mandíbula receba o exercício necessário para se desenvolver corretamente. Raças primitivas ingeriam alimentos duros, ossos e vegetais crus para obter este desenvolvimento. Hoje em dia as crianças freqüentemente não têm acesso a tais estímulos, e, como resultado, sofrem diversos problemas associados ao crescimento facial e maxilar. O instinto de uma criança é mastigar para estimular o crescimento dos maxilares, mas as dietas modernas não levam a tal resultado. Os Aparelhos Miofuncionais são utilizados à noite e permitem um exercício ativo, incentivando a criança a mastigar corretamente ao usar os músculos dos maxilares. Mais importante, fazem com que a criança respire pelo nariz e também treine a deglutição e o posicionamento correto da língua. As pesquisas mostram, claramente, que o desenvolvimento correto da face, maxilares e dentes depende intensamente de todos esses fatores. O EFEITO MIOFUNCIONAL Todos os Aparelhos Miofuncionais foram projetados para reeducar a musculatura oral (Efeito Miofuncional), auxiliando na correção do alinhamento dental e maxilar. Se não tratados, os hábitos parafuncionais, como respiração bucal, deglutição atípica e interposição lingual, serão prejudiciais ao desenvolvimento facial e dental e tornarão instável qualquer tratamento ortodôntico futuro. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
Odontopediatria

Em nenhum outro momento na vida os dentes, mandíbulas e estruturas faciais crescem tão rapidamente quanto entre o nascimento e a idade adulta adiantada. É por isso que pode ser benéfico para o seu filho para ver um dentista pediátrico. Este profissional de odontologia especializada em cuidados bucais para crianças e adolescentes com conhecimentos avançados em questões odontológicas infantis e como eles podem se relacionar com a sua saúde geral. Aqui estão 4 razões pelas quais uma Odontopediatra pode ser a escolha certa para o cuidado bucal do seu filho. Eles fornecem conhecimentos de cuidados através de cada fase do desenvolvimento da infância. No espaço de apenas dez a doze anos, o seu filho terá experimentado a chegada e partida de seus dentes primários ( “bebê”) e a entrada de seus dentes permanentes. Enquanto este processo é normal, há uma série de possíveis complicações como sabedoria impactada ou dentes caninos frontal que podem afetar sua mordida e aparência futuras. Os dentistas pediátricos estão familiarizados com os padrões de desenvolvimento e podem detectar quando algo está errado. Eles têm as técnicas para tratar decadência relacionada à infância. As crianças são tanto ou mais suscetíveis à cárie dentária como adultos – e as conseqüências dela em dentes primários especialmente podem afetar sua saúde dental bem na idade adulta. Dentistas pediátricos são bem qualificados em técnicas como selantes dentais, aplicações de fluoreto ou tratamentos modificados do canal radicular que podem ajudar a prolongar os dentes primários para a sua vida útil cheia. As Odontopediatras da Clínica Odontomania são “amigáveis para crianças.” Clínicas odontológicas podem ser lugares assustadores para crianças pequenas. São projetados para ajudar a aliviar seus medos com salas de espera e exame que são brilhantes e alegres e cheio de projetos e atividades que são atraentes para as crianças. Mais importante, os dentistas pediátricos e seu pessoal são treinados e qualificados em relação às crianças e fazê-los se sentir mais à vontade. Eles podem aconselhá-lo sobre o bom cuidado em casa para os dentes do seu filho. Boa higiene oral começa quando os primeiros dentes irrompem na boca do seu bebê, entre 6 meses e um ano. Dentistas pediátricos e sua equipe pode ajudar a orientá-lo em técnicas adequadas para a escovação e mais tarde passar o fio dental. Eles também podem aconselhá-lo sobre as práticas que podem afetar a saúde bucal do seu filho, como o copo de bebidas açucaradas durante a noite. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Tratamento Odontológico Para Pacientes Autistas

A Síndrome do Autismo foi detectada pela primeira vez em 1943 pelo psiquiatra infantil Leo Kanner (1894-1981) em seu estudo “Distúrbio Autísticos do Contato Afetivo”. Atualmente, a Síndrome do Autismo é tida como “uma falta de adaptação no desenvolvimento que se manifesta de uma maneira grave, durante toda a vida”, definição esta aceita desde 1998. O autismo costuma atingir crianças até o terceiro ano de vida, sendo que os meninos sofrem mais de autismo do que as meninas, com uma média de uma menina para quatro meninos. Porém, a doença costuma ser mais grave nas crianças do sexo feminino. O desenvolvimento da criança fica comprometido com o surgimento da doença, causando uma dificuldade no seu relacionamento com o mundo. A criança autista evita o contato visual, raramente se comunica através da fala e cria certa aversão a contatos físicos como toques e abraços. É como se o portador de autismo vivesse em um mundo completamente isolado dos demais, e por isso permanece tão ligado a objetos e espaços onde vive. A Síndrome pode aparecer de maneira isolada, associada a patologias pré-natais (caxumba, rubéola, herpes, toxoplasmose) ou a condições genéticas (acidose lática, fenilcetonúria, Síndrome de Down, albinismo). O autismo deixa algumas sequelas que permanecem durante a adolescência e a idade adulta. Em 80% dos casos, a pessoa desenvolve o retardo mental, e, nos outros 20%, ocorre o chamado “Autismo de Alto Desempenho”, em que as crianças aprendem a ler muito cedo e, muitas vezes, são rotuladas como gênios depois de grandes. Onde entra a Odontologia? Devido à dificuldade de relacionamentos das crianças portadoras de Autismo Infantil, o tratamento odontológico fica comprometido, pois as ações do profissional são consideradas invasivas pelo paciente portador de necessidades especiais. Situação esta que, muitas vezes, exige que o tratamento seja feito em ambiente hospitalar, sob anestesia geral. A aversão ao tratamento dentário pode ser menor quando o paciente acostuma-se com o ambiente odontológico desde pequeno, o que muitas vezes não acontece. Como a criança portadora de autismo apresenta outras dificuldades, o tratamento odontológico é deixado de lado, por ser considerado menos importante. A criança só fará sua primeira visita ao cirurgião dentista quando e se sentir algum dente doendo, quando a criança já está com mais de sete anos. Nesses casos, o problema dentário é mais grave e exige um tratamento mais intensivo e, conseqüentemente, mais invasivo para a criança. O correto seria que o contato com o profissional acontecesse desde o nascimento dos primeiros dentes, como deve ser com qualquer criança. Assim, haveria um maior contato com o profissional e a aversão passa a ser menor, portanto os tratamentos se tornariam mais simples, sem a necessidade de anestesia geral. Um tratamento diferenciado Os portadores de autismo costumam apresentar problemas periodontais (gengivias), que levam à necessidade de raspagens e, em alguns casos, cirurgias. Além dos tratamentos específicos, o papel do profissional de odontologia também engloba a orientação de higiene bucal e alimentação. O tratamento de pacientes portadores de Autismo Infantil pode ser feito por um profissional habilitado, desde que ele esteja disposto a buscar informações e adaptar o tratamento para esses pacientes, tomando alguns cuidados: Os autistas são pessoas hipersensíveis, que se sentem incomodados facilmente. Por isso, contatos físicos, ou até mesmo determinados sons, podem transformar-se em tortura para esses pacientes. Até mesmo o uso de perfumes pode incomodar o paciente e dificultar o tratamento. Um requisito principal para o sucesso da consulta é manter o paciente calmo. Para isso, escolha um ambiente tranqüilo e evite ao máximo mudar os móveis de lugar, pois os portadores de autismo são muito sensíveis a qualquer tipo de mudança, e não costumam reagir de maneira positiva. É muito importante que o paciente seja atendido sempre pelo mesmo profissional e no mesmo consultório, para que ele se habitue e crie uma identificação com o local. É necessário levar em consideração alguns aspectos como idade, grau de severidade da síndrome e as habilidades específicas de cada indivíduo. Os pais precisam ser conscientizados sobre a importância do acompanhamento odontológico para as crianças portadoras de autismo, já que uma saúde bucal fora das condições adequadas pode comprometer o resultado de outros tratamentos. Com um acompanhamento iniciado quando o paciente especial ainda é bebê, o cirurgião dentista, seguindo essas orientações básicas, pode minimizar a rejeição e diminuir o número de pacientes especiais que necessitam de anestesia geral para realizarem o tratamento. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA: