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Respiração Bucal

Dificuldade para respirar, irritabilidade, roncos e até a suspensão da respiração durante o sono podem ser conseqüências de uma obstrução nasal, como as causadas pela rinite – doença que afeta 26% das crianças no Brasil, segundo um estudo internacional sobre asma e alergias entre crianças. A dificuldade de respirar pelo nariz faz com que os pequenos respirem pela boca, o que pode afetar o comportamento e até o rosto dos pequenos. Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da USP aponta que crianças e adultos sofrem com as consequências físicas e comportamentais da respiração bucal. Os problemas são variados: além de alterar a posição dos dentes, a respiração bucal separa e resseca os lábios, aumenta o volume da língua e causa olheiras profundas. Quem respira pela boca ainda apresenta quadros de ronco, mau hálito e apneia (suspensão involuntária da respiração durante o sono). A dificuldade para respirar durante o sono pode deixar as crianças irritadas, agressivas e com dificuldade de prestar atenção na escola. As crianças ainda sofrem com a dificuldade da oxigenação sanguínea, que pode acelerar o envelhecimento. O tratamento é simples, mas deve unir vários especialistas, como otorrinos, pediatras, fonoaudiólogos e ortodontistas. As crianças devem ser “retreinadas” a respirar pelo nariz, para que o desenvolvimento do rosto dos pequenos ocorra normalmente. Preste atenção se seu filho está roncando durante a noite e procure um médico o mais rápido possível. A respiração bucal deixa de filtrar, aquecer e umidificar o ar inspirado pelos pequenos. Fonte: Revista Pais e Filhos CONHEÇA OS APARELHOS MIOFUNCIONAIS QUE COMBATEM O RONCO E A RESPIRAÇÃO BUCAL EM CRIANÇAS. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO COM UM DE NOSSOS ORTODONTISTAS.

Autismo e Odontologia

O tratamento odontológico de pacientes com autismo é complexo, devido às suas características comportamentais inerentes e o desconhecimento da patologia pelos profissionais, pois nenhuma formação universitária se concentra em fornecer conhecimentos e habilidades para cuidar de pacientes com deficiências físicas, mentais e cognitivo e é por isso que muitos dentistas tem receio ao tratar esses pacientes. Especificamente pacientes com autismo têm problemas no desenvolvimento da linguagem e não mostram as emoções, sensações ou dor, o que dificulta a comunicação e colaboração durante o procedimento clínico. Um estudo publicado na revista da Rede Ibero-Americana de Peritos sobre a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em 2008, mostra o manejo do paciente autista dentro do consultório odontológico. Os autores afirmam que, geralmente, os dentistas se sentem temerosos ao atender um paciente com Autismo, devido a quantidade de complicações que podem surgir durante o tratamento além do difícil manejo psicológico dos mesmos. Porém, é cada vez mais indispensável a realização de tratamento preventivos e curativos. Eles mostram que é de grande importância realizar uma anamnese completa, com a historia clínica, médica/odontológica, pondo em ênfase os antecedentes pessoais e familiares. E que, por meio disso, será possível realizar um planejamento terapêutico que seja realizado dentro do consultório odontológico, evitando que seja necessário o uso de anestesia geral nesses pacientes. Sendo proposto que haja um condicionamento ao ambiente odontológico, incluindo um físico com o dentista e com a equipe presente no consultório, e fazer com que o paciente esteja ciente de todos os barulhos e odores que podem estar presentes dentro do ambiente odontológico. O estudo aponta que para que isso seja possível, é preciso lançar mão de todos os recursos possíveis, principalmente ajuda dos familiares, reforços positivos e recursos musicais. O estudo concluiu que é muito importante que o cirurgião-dentista lance mão de técnicas para o manejo do paciente autista dentro do consultório odontológico, para evitar o uso de sedação. E que depois de condicionado, o paciente autista pode ser tratado dentro do consultório odontológico com êxito. Na ODONTOMANIA, você encontra profissionais capacitados para o atendimento de pacientes autistas e com Síndrome de Down. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Apneia Em Crianças

Cerca de uma em cada dez crianças ronca quase todas as noites. Metade delas pode sofrer da síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), doença que pode trazer enorme prejuízo para o sistema cardiovascular, o crescimento e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Algumas sequelas decorrentes desses prejuízos podem se arrastar durante anos. A apneia também é fonte de muito estresse para os pais, que sem conseguirem dormir direito, passam as noites assustados com a dificuldade dos seus filhos em respirar enquanto dormem. Conheça dez sinais de que o ronco na criança pode estar relacionado a algo mais sério e deve ser investigado. 1. Suor excessivo a noite. Causado pela hiperatividade do sistema nervoso simpático durante o sono desregulado pela falta de oxigênio. 2. O esforço exagerado para respirar pode causar a retração (entrada) das costelas durante a inspiração. 3. Dormir com a cabeça estendida – ou esticada trás – pode ser uma maneira de manter a via aérea aberta, evitando a apneia. 4. Dor de cabeça pela manhã é um sinal da baixa oxigenação sanguínea e dos tecidos durante a noite 5. Xixi na cama. Crianças com apneia do sono apresentam com maior frequência a enurese noturna causada pelo descontrole dos hormônios que regulam a produção de urina. 6. Agitação e comprometimento da atenção na escola. Muitas crianças diagnosticadas erroneamente como portadoras de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), podem ser vítimas da apneia do sono 7. Sonambulismo e terror noturno 8. Todas as crianças portadoras de hipertensão arterial devem ser investigadas quanto a possibilidade de apneia do sono 9. A Síndrome de Down aumenta muito o risco da ocorrência da apneia o que pode prejudicar ainda mais o desenvolvimento a saúde física e mental dessas crianças. 10. 30% das crianças obesas sofrem apneia do sono, o que aumenta o risco de outras doenças metabólicas e dificulta o combate da própria obesidade. As crianças que roncam com frequência e que apresentam um ou mais dos sinais acima correm risco de serem portadores da apneia do sono. Se o seu filho apresenta algo parecido, procure atendimento médico. Diferentemente dos adultos, o ronco e a apneia nas crianças podem muitas vezes serem curados, principalmente quando estão relacionados ao aumento das amígdalas e adenoides. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Respiração Bucal

  É perfeitamente natural respirar através de boca em determinados momentos, como quando levantar uma carga pesada ou exercício. Respirar através da boca na maioria das vezes, no entanto, pode causar problemas de saúde. Estes problemas podem ser especialmente graves para as crianças porque pode afetar o desenvolvimento a longo prazo do rosto. A maioria de nós traz o ar em nosso corpo através de nosso nariz. O nariz é projetado para atuar como um umidificador natural e sistema de filtragem para o ar que respiramos. Quando não podemos obter suficiente ar através do nosso nariz, no entanto, a boca assume. Respirar pela boca na maioria das vezes não era intenção da natureza. Quando isso acontece, problemas podem ocorrer. Por que alguém respiraria pela boca? A respiração bucal é um hábito postural que pode se desenvolver por inúmeras razões. Abaixo estão os mais comuns: Alergias Hábito de sucção do polegar ou do dedo Amígdalas ou Adenóides aumentadas Congestão nasal crônica Infecção respiratória Cada um desses cinco fatores tornam fisicamente impossível para uma pessoa respirar nasal. Se a respiração nasal não é possível, a única escolha do corpo é respirar a boca. A respiração bucal muda a maneira como a língua funciona – desenvolve uma “pressão na língua”. Uma pressão na língua afeta a fala, a deglutição, a respiração e a mastigação de maneiras problemáticas. Crescimento Facial e Desenvolvimento Respiração bucal e como ela afeta a sua saúde Acredite ou não, respirar através de sua boca pode realmente mudar a forma do seu rosto e alterar a sua aparência. Isto é especialmente verdadeiro para as crianças, porque eles ainda estão crescendo. As crianças cuja respiração bucal não é tratada podem sofrer de desenvolvimento facial e odontológico anormal. Os sintomas incluem faces longas e estreitas e bocas, ossos da face menos definidos, mandíbulas menores e queixos “fracos”. Outros sintomas faciais incluem sorrisos gomosos e dentes tortos. Uma “boca respirador” expressão facial é tipicamente não visto como uma aparência atraente ou desejável de ter. Outros Efeitos no Corpo Usando a boca para respirar perturba a nossa mecânica natural do corpo. Ele pode afetar uma série de funções corporais e levar a sintomas como: Dores de cabeça Gengivite e doença das gengivas Sintomas de garganta e resfriado Mau hálito e maior risco de cavidades Sono deficiente – levando à fadiga crônica Distúrbios digestivos – gás, dor de estômago, refluxo ácido, etc. A haste do problema em muitos casos é privação de oxigênio. Quando tomamos ar através da boca, menos oxigênio é capaz de ser absorvido pela corrente sanguínea. Pobre hábitos de sono muitas vezes resultam de níveis mais baixos de oxigênio. Nas crianças, isso pode afetar negativamente o crescimento e o desempenho acadêmico. Ele ainda tem sido conectado a ADD e sintomas de TDAH. Nos adultos, a concentração pobre do oxigênio no sangue foi associada com a pressão de sangue elevada, problemas de coração, apnéia do sono e outras edições médicas. A respiração bucal causa alterações na postura também. Para abrir a via aérea, a cabeça descansa numa posição para a frente e os ombros caem. Isto em insalubre para a coluna. Respiração bucal também pode afetar a posição de seus dentes e sua mordida. A postura de repouso dos lábios e a posição da língua também foram mostrados para causar problemas com o tratamento ortodôntico – tempo gasto em chaves pode ser mais longo, e a chance de recaída após a retirada das chaves é maior. O que pode ser feito para tratar a respiração bucal? A respiração bucal pode parecer um hábito fácil de mudar. Apenas feche a boca, certo? Infelizmente, para as pessoas que lutam com respiração oral, não é tão fácil. Isso ocorre porque todos os músculos da face e da boca foram programados para ajudá-los a respirar de forma disfuncional. Seu corpo não sabe respirar normalmente. A fim de parar a respiração oral, os músculos devem ser “re-treinados” para funcionar de novas maneiras. Um terapeuta miofuncional como eu pode ser uma figura instrumental em ajudá-lo a aprender a respirar de uma maneira saudável. Os terapeutas miofuncionais são habilidosos em ajudar crianças e adultos a terem controle sobre os hábitos de padronização muscular, incluindo aqueles envolvidos na respiração bucal. Uma consulta com um ortodontista miofuncional pode ser muito valiosa. Se os músculos não são re-treinados, problemas com saúde geral, fala, tratamento ortodôntico, saúde dental, deglutição e respiração pode persistir ao longo da vida. A terapia miofuncional é necessária para fazer as alterações musculares associadas à respiração bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Odontopediatria

Em nenhum outro momento na vida os dentes, mandíbulas e estruturas faciais crescem tão rapidamente quanto entre o nascimento e a idade adulta adiantada. É por isso que pode ser benéfico para o seu filho para ver um dentista pediátrico. Este profissional de odontologia especializada em cuidados bucais para crianças e adolescentes com conhecimentos avançados em questões odontológicas infantis e como eles podem se relacionar com a sua saúde geral. Aqui estão 4 razões pelas quais uma Odontopediatra pode ser a escolha certa para o cuidado bucal do seu filho. Eles fornecem conhecimentos de cuidados através de cada fase do desenvolvimento da infância. No espaço de apenas dez a doze anos, o seu filho terá experimentado a chegada e partida de seus dentes primários ( “bebê”) e a entrada de seus dentes permanentes. Enquanto este processo é normal, há uma série de possíveis complicações como sabedoria impactada ou dentes caninos frontal que podem afetar sua mordida e aparência futuras. Os dentistas pediátricos estão familiarizados com os padrões de desenvolvimento e podem detectar quando algo está errado. Eles têm as técnicas para tratar decadência relacionada à infância. As crianças são tanto ou mais suscetíveis à cárie dentária como adultos – e as conseqüências dela em dentes primários especialmente podem afetar sua saúde dental bem na idade adulta. Dentistas pediátricos são bem qualificados em técnicas como selantes dentais, aplicações de fluoreto ou tratamentos modificados do canal radicular que podem ajudar a prolongar os dentes primários para a sua vida útil cheia. As Odontopediatras da Clínica Odontomania são “amigáveis para crianças.” Clínicas odontológicas podem ser lugares assustadores para crianças pequenas. São projetados para ajudar a aliviar seus medos com salas de espera e exame que são brilhantes e alegres e cheio de projetos e atividades que são atraentes para as crianças. Mais importante, os dentistas pediátricos e seu pessoal são treinados e qualificados em relação às crianças e fazê-los se sentir mais à vontade. Eles podem aconselhá-lo sobre o bom cuidado em casa para os dentes do seu filho. Boa higiene oral começa quando os primeiros dentes irrompem na boca do seu bebê, entre 6 meses e um ano. Dentistas pediátricos e sua equipe pode ajudar a orientá-lo em técnicas adequadas para a escovação e mais tarde passar o fio dental. Eles também podem aconselhá-lo sobre as práticas que podem afetar a saúde bucal do seu filho, como o copo de bebidas açucaradas durante a noite. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Tratamento Odontológico Para Pacientes Autistas

  A Síndrome do Autismo foi detectada pela primeira vez em 1943 pelo psiquiatra infantil Leo Kanner (1894-1981) em seu estudo “Distúrbio Autísticos do Contato Afetivo”. Atualmente, a Síndrome do Autismo é tida como “uma falta de adaptação no desenvolvimento que se manifesta de uma maneira grave, durante toda a vida”, definição esta aceita desde 1998. O autismo costuma atingir crianças até o terceiro ano de vida, sendo que os meninos sofrem mais de autismo do que as meninas, com uma média de uma menina para quatro meninos. Porém, a doença costuma ser mais grave nas crianças do sexo feminino. O desenvolvimento da criança fica comprometido com o surgimento da doença, causando uma dificuldade no seu relacionamento com o mundo. A criança autista evita o contato visual, raramente se comunica através da fala e cria certa aversão a contatos físicos como toques e abraços. É como se o portador de autismo vivesse em um mundo completamente isolado dos demais, e por isso permanece tão ligado a objetos e espaços onde vive. A Síndrome pode aparecer de maneira isolada, associada a patologias pré-natais (caxumba, rubéola, herpes, toxoplasmose) ou a condições genéticas (acidose lática, fenilcetonúria, Síndrome de Down, albinismo). O autismo deixa algumas sequelas que permanecem durante a adolescência e a idade adulta. Em 80% dos casos, a pessoa desenvolve o retardo mental, e, nos outros 20%, ocorre o chamado “Autismo de Alto Desempenho”, em que as crianças aprendem a ler muito cedo e, muitas vezes, são rotuladas como gênios depois de grandes. Onde entra a Odontologia? Devido à dificuldade de relacionamentos das crianças portadoras de Autismo Infantil, o tratamento odontológico fica comprometido, pois as ações do profissional são consideradas invasivas pelo paciente portador de necessidades especiais. Situação esta que, muitas vezes, exige que o tratamento seja feito em ambiente hospitalar, sob anestesia geral. A aversão ao tratamento dentário pode ser menor quando o paciente acostuma-se com o ambiente odontológico desde pequeno, o que muitas vezes não acontece. Como a criança portadora de autismo apresenta outras dificuldades, o tratamento odontológico é deixado de lado, por ser considerado menos importante. A criança só fará sua primeira visita ao cirurgião dentista quando e se sentir algum dente doendo, quando a criança já está com mais de sete anos. Nesses casos, o problema dentário é mais grave e exige um tratamento mais intensivo e, conseqüentemente, mais invasivo para a criança. O correto seria que o contato com o profissional acontecesse desde o nascimento dos primeiros dentes, como deve ser com qualquer criança. Assim, haveria um maior contato com o profissional e a aversão passa a ser menor, portanto os tratamentos se tornariam mais simples, sem a necessidade de anestesia geral. Um tratamento diferenciado Os portadores de autismo costumam apresentar problemas periodontais (gengivias), que levam à necessidade de raspagens e, em alguns casos, cirurgias. Além dos tratamentos específicos, o papel do profissional de odontologia também engloba a orientação de higiene bucal e alimentação. O tratamento de pacientes portadores de Autismo Infantil pode ser feito por um profissional habilitado, desde que ele esteja disposto a buscar informações e adaptar o tratamento para esses pacientes, tomando alguns cuidados: Os autistas são pessoas hipersensíveis, que se sentem incomodados facilmente. Por isso, contatos físicos, ou até mesmo determinados sons, podem transformar-se em tortura para esses pacientes. Até mesmo o uso de perfumes pode incomodar o paciente e dificultar o tratamento. Um requisito principal para o sucesso da consulta é manter o paciente calmo. Para isso, escolha um ambiente tranqüilo e evite ao máximo mudar os móveis de lugar, pois os portadores de autismo são muito sensíveis a qualquer tipo de mudança, e não costumam reagir de maneira positiva. É muito importante que o paciente seja atendido sempre pelo mesmo profissional e no mesmo consultório, para que ele se habitue e crie uma identificação com o local. É necessário levar em consideração alguns aspectos como idade, grau de severidade da síndrome e as habilidades específicas de cada indivíduo. Os pais precisam ser conscientizados sobre a importância do acompanhamento odontológico para as crianças portadoras de autismo, já que uma saúde bucal fora das condições adequadas pode comprometer o resultado de outros tratamentos. Com um acompanhamento iniciado quando o paciente especial ainda é bebê, o cirurgião dentista, seguindo essas orientações básicas, pode minimizar a rejeição e diminuir o número de pacientes especiais que necessitam de anestesia geral para realizarem o tratamento.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Respiração Bucal

Toda noite, depois que minha esposa e eu dizemos nossas boas noites, pego um rolo de fita na gaveta da minha mesa de cabeceira. Relaxando meus lábios, coloco a fita sobre eles, com minha boca fechada antes de eu desligar as luzes. Os benefícios de saúde e melhoria na qualidade do sono são inegáveis. Eu faço tudo isso porque eu quero ser um respirador nariz e vou explicar o porquê. Comece a reparar nas pessoas ao seu redor – sua família, seus colegas de trabalho. Você vai notar que muitas pessoas respiram pela boca por padrão. A respiração bucal eleva a pressão arterial e a freqüência cardíaca, piora a asma, alergias e priva o coração, o cérebro e outros órgãos da oxigenação ideal. Já acordou com uma boca seca? Isso também não é normal. A boca seca não desconfortável e prejudicial para o bioflme de bactérias orais, que pode ter efeitos no resto do corpo. A boca seca promove cavideses dentárias porque os dentes não estão sendo banhados pela saliva, que ajuda na resistência à carie através de um processo chamado remineralização. A respiração Bucal também pode ser a causa do mau hálito. Quando você passa mais tempo respirando pelo nariz durante o sono, você: Acorda sentindo descansado;             Reduz a pressão arterial elevada e risco de doença cardíaca;         Reduz a ansiedade e depressão               Melhora a concentração e a memória             Reduz o déficit de atenção e hiperatividade             Alivia dores de cabeça, enxaquecas, dor nas costas, ciática e neuralgia;             Fortalece seu sistema imunológico e resistência ao resfriado comum.               Se você está pensando, “mas como vou respirar?” Saiba o seguinte: respiração nasal é a maneira normal de respirar. A boca é para comer e o nariz é para respirar, mas nosso estilo de vida moderno modificou essa importante distinção. Vedar a boca com fita adesiva não só me obriga a respirar nariz durante o sono, como funciona como uma grande ferramenta de diagnóstico em casa: se eu não acordar com a fita na minha boca, então eu sei que eu não respirarei corretamente naquela noite. Muitos de meus pacientes têm procurado a ajuda de um alergista ou otorrino por não conseguirem manter a fita em sua boca durante toda a noite e esses especialistas foram capazes de tratar a causa do bloqueio, ajudando-os a respirar pelo nariz sem esforço durante todo o dia e durante toda a noite. Preciso falar um pouco da Ortodontia Miofuncional. Responsável pelo estudo das maloclusões e que tem como principal fator para o início de um desarranjo oclusal a Respiração Bucal. Através do uso noturno de aparelhos Miofuncionais, conseguimos devolver uma respiração nasal, através do correto posicionamento da língua e bases ósseas enter si, além de proporcionar um crescimento correto das arcadas facilitando as trocas dentais. A utilização da fita para selar os lábios dos meus pacientes, durante a noite, se fa necessária, pois, com o uso do aparelho Miofuncional, os lábios relaxam, favorecendo a respiração Bucal. A fita obriga você a respirar nariz mesmo enquanto você está inconsciente em sono profundo. Marcela, uma de minhas pacientes, disse: “Eu era uma pessoa diferente”, antes de aprender a respirar pelo nariz. Minha mãe notou um dia, que estava respirando a boca e com a utilização de um aparelho miofuncional e a ajuda da fita para vedar a minha boca, ao dormir,aprendi a respirar pelo nariz e me transformei – tenho melhor foco, memória e concentração. Minha ansiedade é muito reduzida. É hora de fazer o que nossos corpos foram projetados para fazer, que é respirar através de nossos narizes. Tente vedar a sua boca. Você não pode afirmar que você está respirando pelo nariz durante a noite. Descubra se você pode respirar a noite toda pelo nariz, vedando a sua boca. Se você não conseguir pode, então procure um dentista que realize a Ortodotnia Miofuniconal, que descobrirá, com a ajuda de outras especialidades, se você é um Respirador Bucal e que medidas tomar para que você tenha uma respiração correta.         CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO NA ODONTOMANIA

Respiração Bucal

A Respiração Bucal ocorre quando, na maioria das vezes, existe um impedimento à respiração nasal e pode ser um sinal de que algo vai mal nas vias respiratórias superiores (boca, nariz, faringe, laringe) como alergias respiratórias, obstruções mecânicas: desvio de septo, hipertrofia das adenóides e ou amígdalas, problemas ortodônticos e presença de hábitos parafuncionais, como sucção de polegar e/ou chupeta por período prolongado, roer unhas. As Consequências da Respiração Bucal, além de maior exposição às infecções, o respirador bucal, possui uma fisionomia de pessoa cansada, formato do rosto longo, com olheiras, boca sempre aberta, cansaço respiratório, mau hálito, “baba” noturna e roncos. A postura de toda estrutura facial e corporal fica alterada. O corpo reage com compensações para respirar melhor, modificando sua postura. Além de poder ser um sintoma, a respiração bucal também pode trazer alterações como, por exemplo: * alterações no desenvolvimento das suas arcadas dentárias levando as alterações na oclusão dentária – mordida aberta ou protrusão dentária; * por consequência, alterações na mastigação que ainda podem levar à alteração digestiva; * piora do quadro respiratório devido às alterações anatômicas como diminuição do espaço aéreo nasal pelo posicionamento elevado do céu da boca (palato); * alterações posturais adaptativas que começam com a anteriorização do pescoço (cabeça para frente) para aumento da passagem aérea na faringe, que leva à rotação interna de ombros, projeção anterior de quadril (a criança “senta no bumbum”), giro interno de joelhos e de pés (isto se dá por adaptações em cadeia); * a criança tende a ficar mais cansada, pois seu sono é de baixa qualidade e sua oxigenação não é das melhores. Por isso, se você repara que seu filho respira mais pela boca do que pelo nariz, você devera procurar tais profissionais como um médico Otorrinolaringologista para avaliação das estruturas do aparelho respiratório, um Odontopediatra para avaliar se há algum impacto da respiração bucal no desenvolvimento de arcadas dentárias e um FONOAUDIÓLOGO para reabilitação do padrão respiratório. A Ortodontia Miofuncional corrige os hábitos para-funcionais com Respiração Bucal, Posição errada da língua, dedo, chupeta e etc, através de aparelhos específicos. A indicação ideal para seu uso é o estágio tardio da dentição mista, entre 8-12 anos. Como em qualquer aparelho da família dos posicionadores, a erupção dos dentes permanentes é o momento ideal para mudar a forma do arco e o alinhamento dentário anterior, quando há uma maior dinâmica na dentição. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO

A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS.   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.

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