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Criança no Dentista!

Uma vida inteira de sorrisos saudáveis e sem dor começa com um exame bucal no primeiro aniversário da criança. A primeira visita ao dentista é um marco muito importante no primeiro aniversário de um bebê,  é o momento perfeito para promover um exame de saúde bucal no bebê e isso é relativamente simples, indolor e barato. As lesões de cárie em crianças entre 2 a 5 anos aumentaram 14% na última década. A cárie dentária pode ser prevenida. No  “check-up” dos dentes do bebê, além do diagnóstico da cárie e outros problemas, o dentista pode mostrar aos pais como limpar os dentes da criança corretamente e corrigir hábitos prejudiciais, como chupar o dedo. Ao contrário do pensamento popular, os dentes de leite da criança são tão importantes quanto os permanentes do adulto. Os dentes de leite normalmente começam a aparecer entre os seis meses e um ano de idade. Os dentes de leite ajudam as crianças a mastigar e falar. Eles também mantêm o espaço nos maxilares para a erupção dos dentes . “A correta higiene bucal diária e o apropriado uso de fio dental, a correta aplicação de selantes, exames bucais profissionais rotineiros e tratamentos restauradores precoces ajudam a evitar doenças bucais, poupando pacientes de todas as idades de infecções, dores e necessidade de tratamentos mais avançados e caros.

Quando Começar o Tratamento Ortodôntico?

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A diferença entre a Fase 1 e a Fase 2 do Tratamento. Fase 1 A fase 1 refere-se ao tratamento onde o ortodontista ajuda os ossos da maxila e mandíbula a se desenvolverem em uma posição mais favorável. Isso contribuirá para o alinhamento dental e a prevenção de problemas severos no futuro que podem resultar em extrações dentárias ou cirurgias. Problemas ósseos e dentários começam por volta dos 6 anos de idade, quando ocorre a FASE 1 do tratamento. Nesta fase esses problemas podem ser tratados precocemente, prevenindo assim a piora do caso. Fase 2 Na Fase 2, o ortodontista usa bráquetes ortodônticos para alinhar e nivelar os dentes permanentes, melhorando a mordida e o sorriso. A grande desvantagem de aplicar a fase 2 do tratamento é que às vezes, dependendo da época em que a criança é avaliada, o período de crescimento foi perdido, o que pode resultar em extrações dentárias ou tratamentos com resultados limitados. Quanto mais cedo os pais realizarem uma avaliação com o ortodontista, maior a chance de ser diagnosticada em que fase de atuação a criança estará classificada, facilitando assim um correto diagnóstico e planejamento do caso ortodôntico.

O Hábito de Chupar o Dedo

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É comum que desde o ultrassom sejam captadas imagens do feto chupando o dedo! Os bebês têm desde antes do nascimento, um reflexo de sucção muito forte, sugando tudo que surge próximo à sua boca. Esse reflexo é justamente para sua sobrevivência, já que dele depende da amamentação, sua primeira forma de alimentação. Mas muitas vezes o dedo pode ser uma boa opção para isso. Normalmente esse reflexo desaparece até uns 4 meses de idade. Porém a criança pode continuar com esse hábito por prazer ou por ter uma sensação de acolhimento. O grande problema da persistência do hábito de chupar é que pode interferir no posicionamento dos dentes quando eles começam a erupcionar (nascer) ou até no crescimentodos ossos da face além de distúrbios da fala. Mas como fazer a criança largar o hábito? Só se consegue retirar mesmo o hábito se a criança tiver força de vontade para isso. Da mesma forma que funciona com adultos que são motivados a abandonar um vício, é preciso motivar seu filho para a mudança. Listo abaixo algumas ações para você testar qual funciona melhor com seu filho. Boa sorte! 1) Troque o dedo por uma chupeta: é mais fácil tirar a chupeta do que o dedo. O dedo não tem como ser afastado da criança. 2) Não deixe da dar de mamar: A criança que mama no seio, raramente desenvolve o hábito de chupar o dedo. 3) Ocupe as mãos do seu filho: quando a criança se concentra em atividades com as mãos, a necessidade de chupar o dedo é deixada de lado. 4) Motive seu filho: Algumas crianças tem o hábito de chupar o dedo por ansiedade ou insegurança. Carinho e atenção são as melhores formas de libertá-la desse sentimento. 5) Brigar não é a melhor opção: Chamar a atenção para o fato, com punições somente piora o quadro.

O Uso da Mamadeira e suas Complicações!

A utilização de mamadeiras causa prejuízos na saúde e no desenvolvimento da criança. Os dentes e o crescimento das estruturas ósseas são determinados pela pressão da língua para fora enquanto que a musculatura (bochechas) pressiona para dentro. Portanto, passa a ser compreensível que o crescimento cranio facial como um todo depende de um bom controle de toda a musculatura envolvida. Para que isso aconteça a musculatura necessita ser corretamente estimulada, permitindo que as funções e tonicidade sejam adequadas. Quando uma delas está em desequilíbrio, a direção do crescimento dos ossos pode ser alterada, deformando sua forma final. Caso a língua seja flácida ou as bochechas muito forte, os maxilares serão comprimidos, com os dentes anteriores inclinados para frente, normalmente com o “céu da boca” profundo, resultando em falta de espaço para a troca dos dentes. Em 2010, numa publicação de um artigo, foi comprovado, de maneira clara e irrefutável, a relação entre forma de aleitamento e estreitamento dos maxilares. Separando crianças em quatro grupos, onde o tempo de aleitamento no peito, era a diferença, foi observada uma clara relação entre mamadeira e mordida cruzada ( estreitamento maxilar). Ficou provado que quanto maior o tempo de aleitamento materno e menor o uso da mamadeira,, menores as possibilidades de desenvolver mordida cruzada. Mordida cruzada quando os dentes superiores ocluem (mordem) internamente aos dentes inferiores. Outra característica dom desenvolvimento maxilar e da cavidade nasal é a questão da língua. Uma língua bem posicionada, fica constantemente colada no céu da boca. Quando a língua se encontra flácida ou baixa, deixa de estimular o desenvolvimento maxilar, permitindo que palato (céu da boca) se afunde. Desta forma, a cavidade nasal fica mais baixa, acarretando um estreitamento na nariz e diminuição da cavidade nasal, consequentemente, a passagem de ar por ela, fica comprometida. Independente de infecções e alergias, a estrutura física do nariz está comprometida. Essa diminuição do fluxo de ar pelo nariz, obriga a criança a abrir a boca e, ao mesmo tempo, utilizar-se dela, também para compensar o fluxo de ar comprometido pela cavidade nasal. É a partir daí que se instala a respiração bucal, seja ela total ou parcial. Abaixo vejas algumas causas comuns que fazem com que alguém passe a respirar também pela boca: Rinite Alérgica: As condições da vida moderna (poeira doméstica, fungos, pelos de cães e gatos, poluentes do ar, cosméticos, produtos de limpeza) estão por trás dessa verdadeira epidemia. Estima-se hoje que 40% da população sofra de rinite alérgica, que além de poder trazer espirros repetidos, coriza e coceira no nariz, tem como um dos sintomas mais frequentes a obstrução nasal. Aumento da Adenóide: Comum nas crianças até os 5 ou 6 anos, o aumento da adenoide (e das amígdalas) pode levar a um quadro de respiração bucal, roncos à noite e mesmo à apneia do sono. Desvio do Septo Nasal:Um mal posicionamento da parede que separa internamente as duas cavidades nasais é comum em adultos e um pouco menos frequente em crianças. Sinusites ou Pólipos Nasais:Algumas pessoas têm uma tendência genética a sinusites ou a formação de pólipos dentro do nariz. Ambas situações provocam inchaço das paredes internas do nariz, levando à obstrução. Mal Formações da Face: Síndrome de Down, fendas palatina e outras síndromes podem levar à um padrão respiratório bucal. CONSEQUÊNCIAS O nariz é a porta de entrada natural do ar em nossas vias respiratórias. A respiração nasal, quando acontece da maneira adequada, propicia a filtragem, o aquecimento e a umidificação do ar que respiramos para que este chegue aos pulmões nas melhores condições possíveis. Além disso a respiração pela nariz ajuda a manter os pulmões dilatados e leva a sensação de bem estar difícil de se obter pela respiração pela boca. Se duvidar, repita a experiência do primeiro parágrafo! Respirar pela boca coloca as pessoas em risco dos seguintes problemas: Alterações da Face e da Oclusão Dentária: O fluxo aéreo natural deve acontecer pela cavidade nasal. Quando acontece pela boca, algumas forças atuam deslocando estryturas e guiando o crescimento ósseo de maneira anormal. Ronco e Apnéia do Sono:Seguindo as alterações faciais e com a possível soma de outros fatores, a via aérea alta tende a ficar obstruída durante o sono, o que pode levar ao ronco e à apneia do sono. Infecções das Vias Aéreas: O ar que entra pela boca perde o “condicionamento” realizado pelo nariz. Assim, a garganta e pulmão podem ficar fragilizados pela agressão desse ar de má qualidade. Cansaço Frequente: A respiração pela boca provoca desconforto durante o dia e um sono ruim durante a noite. O resultado pode ser um cansaço contínuo. Piora da Bronquite (Asma)      

Se o dente de leite caiu, porque o permanente não nasce?

Nesse post vou explicar uma grande dúvida que os pais têm e que com uma certa frequência aparece no meu dia a dia na Ortodontia da minha clínica: “Doutor, se o dente de leite do meu filho caiu, porque o dente permanente não nasce?” Se isso acontece, uma série de problemas pode estar envolvida. O processo de troca deve ser acompanhado por um profissional especializado, um Ortodontista. Uma intervenção realizada no momento correto, pode evitar consequências mais sérias e um tratamento mais difícil. As possíveis causas para que isso ocorra são: O dente permanente não se desenvolveu. Agenesia é o processo no qual o germe do dente permanente não é formado, por causa genética, ou seja, não há muito o que ser feito para a sua prevenção. Nesse caso é extremamente importante a realização de radiografias, onde constada a falta do germe, tomaremos as providências para manter o espaço do dente permanente, e não extrair o dente de leite, precocemente, o que possivelmente acarretaria problemas para as arcadas dentárias, futuramente. Sem um dente permanente para preencher um espaço deixado pelo dente de leite, dentes vizinhos podem se movimentar na direção do espaço vago. Intervenções simples podem ajudar a minimizar o problema.   Falta de espaço para o dente permanente. Com certeza essa é a caus mais frequente. Pode ser devido a dentes muito volumosos, para o tipo do osso da criança, perdas dentárias como a citada acima ou arcadas atrésicas (fechadas) geralmente provocadas pela síndrome da respiração bucal (clique aqui para saber mais). Cada caso exige um planejamento diferente, pois envolve o tamanho das bases ósseas, assim como o estágio de trocas dentais, podendo ou não envolver extrações.   Perda precoce do dente de leite. O dente de leite também funciona como um guia para o dente permanente. Durante o processo de reabsorção da raiz do dente de leite , o dente permanente se desloca em direção à gengiva. Se o dente de leite é perdido muito cedo, o osso é formado no lugar onde ele estava, e o dente permanente pode ter dificuldades para nascer. Por isso é muito importante cuidar para que os dentes de leite não sejam acometidos por cárie ou traumas, o que podem fazer resultar nesse problema.   Dentes permanentes retidos no osso (Dentes Inclusos ou Impactados).   Qualquer dente pode não nascer e ficar  dentro do osso (incluso ou impactado). pode ser devido ao processo que chamamos de “Anquilose”, um defeito no mecanismo de troca dental ou  alterações de direção. Os dentes mais  comuns de impactar são  os dentes do siso ou terceiros molares,  os caninos superiores e incisivos laterais superiores. Os dentes impactados, sempre que possível, devem ser “puxados” para fora do osso e recolocados na arcada dentária. O procedimento inclui intervenção cirúrgica com colagem de um acessório no dente retido e posterior tracionamento para o aparelho fixo, levando-o para o seu posicionamento correto na arcada.   Gengiva muito fibrosada (grossa). A Fibrose gengival, impede que o dente permanente nasça, pois adquire a característica de um tecido parecido com o de uma cicatriz, mais grosso. Um periodontista ( especialista em gengiva) ou odontopediatra podem remover o tecido fibroso e geralmente o dente permanente nasce espontaneamente.   Espero que tenha entendido, mas se você acha que seu seu filho pode estar em algumas dessas situações, clique no botão abaixo e agende uma avaliação com a equipe de ortodontistas da Odontomania.   Até mais!

Trocas Dentais

A infância é um período dinâmico e um exame radiográfico pode ser de grande valia no diagnóstico precoce de problemas de desenvolvimento e crescimento. É muito importante que as crianças passem precocemente e de maneira frequente em consulta com um profissional especializado em odontologia para que tenham um correto tratamento, acompanhamento e para que qualquer acontecimento fora da normalidade seja detectado antes de poder causar algum prejuízo. Os incisivos permanentes recentemente erupcionados apresentam um serrilhado na sua borda, formando três elevações que correspondem a três centros de desenvolvimento do esmalte. Em pouco tempo esse serrilhado tende a desaparecer devido ao desgaste natural do esmalte. Terminada essa fase, a criança passa por um período sem que nenhuma troca ocorra, normalmente por volta dos sete aos nove anos de idade. Dos nove aos 12 anos em média, se inicia a segunda fase de trocas dentárias, em que os caninos e molares decíduos irão ser trocados pelos caninos e pré-molares permanentes. Normalmente os caninos inferiores trocam primeiro, seguidos pelos primeiros pré-molares, segundos pré-molares e por fim os caninos superiores. A erupção dentária pode ser afetada por alguns fatores como condições ambientais, etnia, gênero e disfunções de origem endócrina e nutricional, genética e doenças sistêmicas, podendo causar aceleração ou atraso na cronologia de erupção dos dentes. Os dentes permanentes só erupcionam quando as raízes dos decíduos forem adequadamente reabsorvidas. Isto acontece porque a reabsorção radicular normal orienta e guia a erupção do sucessor. Caso a reabsorção radicular dos molares decíduos não aconteça de maneira uniforme e adequada, poderá ocorrer a retenção prolongada destes elementos, com consequente atraso na erupção. A primeira consulta com o Odontopediatra é a mais importante de todas, pois a partir dela, você decidirá o que fazer para atingir seus objetivos quanto à saúde bucal de seu filho, e solucionará questões pendentes como: dentes com cárie, restaurações que caem ou dentes com infecções. Quanto tempo dura a primeira consulta? Reserve algumas horas, pois além da conversa com os pais, a criança passará por exame clínico e será feito um planejamento do tratamento. Caso precise de orientação mais urgente com relação ao uso de acessórios de higiene bucal, os pais ou responsáveis serão orientados nessa primeira vez.  Dependendo do caso será feita uma profilaxia para uma melhor visualização no exame clínico. Na primeira é possível a realização de tratamento de canal ou extração? Normalmente, os procedimentos serão realizados na primeira consulta apenas em casos emergenciais, em que o paciente estiver sentindo dor ou algum incômodo, depois de todas as dúvidas esclarecidas. Como funciona se a criança não deixa realizar algum procedimento? Todas as características da criança, bem como o tipo de condutas que os pais têm em casa, precisam ser conversadas na  primeira consulta As atitudes a serem tomadas não seguem um padrão, portanto, o que precisa sempre ser realizado é uma conversa sincera, para definir o temperamento e o momento que a criança esteja vivendo, em casa e na escola. Assim, definem-se quais serão as ações necessárias, por parte do profissional e dos pais, no consultório e em casa. Quando deve ser realizada a primeira consulta ao Odontopediatra? Antes mesmo do bebê comparecer a clinica, o ideal seria que a futura mamãe realizasse uma consulta com o profissional, para receber orientações, que visam  prevenção. Caso não seja possível a futura mamãe comparecer a esta consulta, o bebê devera ser levado ao odontopediatra assim que nascerem os primeiros dentes, por volta dos seis meses à uma ano de idade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Criança no Dentista

1.Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja orientada

Fluorose Dental

O excesso de Flúor corporal ou Fluorose dental provocam manchas dentárias, em geral esbranquiçadas,  de forma simétrica. Acomete crianças de 0 a 12 anos em regiões onde a água é fluoretada ou possui nível de fluoreto natural maior que 4mg/L e em trabalhadores da industria de flúor. Higiene adequada durante a infância significa limpar a boca do bebê com água e algodão e, especialmente, evitar massas, alimentos e bebidas que contenham flúor. Isso é porque o excesso pode causar manchas na superfície dos dentes. Saiba um pouco mais sobre o problema e os cuidados necessários com os dentes da criança: O que é a Fluorose dentária? É uma anomalia causada pelo uso excessivo e prolongado de fluoreto durante a infância. É constituída por coloração que varia desde branco para castanho devido à destruição do esmalte dos dentes. Esta condição pode apresentar-se como leve, moderada ou grave e pode ocorrer tanto em dentes decíduos e permanentes. Qual é o período de maior risco? Especialistas dizem que as crianças menores de seis anos são mais propensas a ingestão prolongada de fluoreto, uma vez que são muitas vezes incapazes de lidar adequadamente com cremes dentais e controlar o uso do flúor em outros alimentos. Enquanto isso geralmente acontece durante a dentição, o consumo excessivo de flúor pode fazer com que dentes permanentes nasçam com manchas ou descoloridos. As manchas são permanentes? Uma vez que o fluoreto é parte de esmalte, não pode ser removido. Hoje você pode encontrar uma série de tratamentos de beleza para minimizar ou eliminar o problema. Estes tratamentos incluem clareamento dos dentes ou até mesmo coroas inteiras. A coisa mais importante é ir ao dentista para determinar o melhor tipo de intervenção, em função do grau de fluorose e idade do paciente. Como a fluorose dentária pode ser prevenida? O flúor é basicamente obtido através de alimentos, água, suplementos vitamínicos e cremes dentais. Em algumas partes do mundo fontes naturais de água contêm níveis muito mais elevados de flúor que o desejável. Por isso é necessário obter informações sobre a quantidade de flúor que a água em sua região tem para evitar o consumo excessivo. Além disso, os especialistas recomendam usar cremes dentais especiais para crianças, feitos com ingredientes naturais e sem flúor. Devemos ler as dicas de composição e de utilização a garantir que os produtos são adaptados à ingestão oportuna pelo bebê. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:  

Deglutição Atípica

Deglutição atípica: A Deglutição atípica ocorre devido a desequilíbrio entre a língua, lábio e músculos da bochecha, caracterizando-se por uma participação ativa da musculatura perioral. Causas da Deglutição Atípica: – Desequilíbrio do controle nervoso – problema neurológico. – Respirador bucal. – Pode ser adquirido em consequência de problemas crônicos como amigdalite ou faringite, que forçam o posicionamento da língua para frente, principalmente durante a deglutição para aliviar a dor. – Macroglossia (língua grande) – Mordida Aberta Anterior. – Perdas precoces de dentes decíduos na região anterior. Características da Deglutição Normal: 1 – Deglutição Infantil Normal: – observada apenas antes da erupção dos dentes decíduos. – durante a deglutição, a língua permanece entre os rebordos gengivais. A mandíbula é estabilizada por fortes contrações dos músculos faciais. – o músculo bucinador é particularmente potente na deglutição infantil. 2 – Deglutição Madura Normal: – é caracterizada pela ausência de atividade dos lábios e da bochecha, contração dos músculos elevadores da mandíbula, que leva à oclusão dos dentes e à acomodação da língua na cavidade bucal. Características da Deglutição Atípica: 1 – Com interposição labial: – lábios entreabertos quando em repouso. – musculatura labial inferior hipertônica, interpondo-se entre os incisivos superiores e inferiores. – musculatura labial superior hipotônica. – incisivos inferiores com inclinação lingual e os superiores vestibularizados. 2 – Com interposição lingual: 1 – simples: É caracterizada pela contração dos lábios, músculos mentoniano e elevadores da mandíbula. Dentes em oclusão enquanto, a língua se protrai para a mordida aberta. Geralmente, crianças respiradoras nasais com hábitos de sucção de dedos. Apresentam bom ajuste oclusal e boa intercuspidação, mesmo na presença de uma maloclusão. 2 – complexa: Contrações dos lábios e dos músculos facial e mentoniano. Nenhuma contração dos músculos elevadores da mandíbula. Interposição da língua entre os dentes e deglutição com os dentes separados. Mordida aberta difusa e difícil definir. Algumas vezes não apresenta mordida aberta. Instabilidade de intercuspidação. Geralmente, respiradores bucais e quase sempre com histórico de doença nasorrespiratório crônico ou alérgico. 3 – Deglutição Infantil Persistente: Persistência predominante do reflexo de deglutição infantil após a erupção dos dentes permanentes. Fortes contrações dos lábios e da musculatura facial. Interposição da língua entre os dentes, tanto na parte anterior como na lateral. Musculaturas facial e bucal poderosas, fortes contrações do músculo bucinador. Os pacientes apresentam sérias dificuldades na mastigação, pois os dentes quase sempre ocluem apenas sobre um molar de cada quadrante. Tratamento: – Para corrigir a deglutição atípica com interposições lingual e labial, é necessário o trabalho conjunto do otorrino, fono, odontopediatra e do ortodontista. – Placas reeducadoras e impedidoras – grade lingual – podem auxiliar no tratamento. – Crianças, com interposição do lábio inferior, em caso de Classe II, devem ser avaliadas pelo Ortodontista para determinar o momento oportuno do início da correção da maloclusão. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXE E AGENDE UMA CONSULTA NA ODONTOMANIA

Cárie Dental

Os dentes são recobertos por uma camada dura de esmalte, cuja função é protegê-los de qualquer agressão externa. Quando esta camada desaparece, permite que os germes presentes na boca ataquem os dentes. A cárie é a destruição localizada dos tecidos dentais produzida por esse ataque, o que ocasiona nos dentes a presença de uma cavidade que progride em tamanho, até destruir todo o dente, se não tratada a tempo.Quais são as causas das cáries dentais? Há várias teorias sobre as causas precisas das cáries, mas em geral elas concedem importância aos fatores genéticos, nutricionais e hormonais. Algumas pessoas apresentam uma proteção genética contra as cáries. As cáries dentárias são causadas por ácidos (acético, butírico e, principalmente, lático) produzidos pela fermentação de restos de carboidratos da dieta, esta fermentação é feita por determinadas bactérias que se encontram normalmente na boca. Enfim, a cárie dental resulta do desequilíbrio entre desmineralização e remineralização dos dentes, na dependência de: Um pH bucal menor do que 5,5. Fatores do hospedeiro que possibilitam maior formação e retenção de placa bacteriana. Fatores salivares. Fatores microbiológicos. Dieta do paciente. Como se formam as cáries dentais? As cáries dentárias resultam da degradação de açúcares e sua transformação em ácidos que corroem a porção mineralizada dos dentes. O flúor e o cálcio inibem esse processo. Quando não se faz uma escovação correta dos dentes, acumulam-se neles restos de alimentos e as bactérias que vivem na boca aderem-se a eles, formando a placa bacteriana que se deposita sobre os dentes, onde os açúcares dos restos de alimentos são transformados em ácidos, que corroem o esmalte dos dentes, formando uma cavidade, que é a cárie propriamente dita. Tem havido muita discussão quanto à fisiopatologia das cáries e que micro-organismos precisamente as causam. Parece que os germes que instalam as cáries são diferentes dos que as fazem progredir. Quais são os sinais e sintomas das cáries dentais? As cáries dentárias pequenas podem ser assintomáticas. Os sinais e sintomas mais chamativos das cáries dentárias são: Presença de uma cavidade, no dente afetado, com bordas ásperas, que às vezes podem ser sentidas pela língua ou detectadas pelo fio dental. Dores de dente, inicialmente causadas por alimentos ou bebidas frias, quentes ou doces. Mau hálito. Inchaço da gengiva e da face. Como é o tratamento para as cáries dentais? O dentista retirará o material patológico através de uma broca adequada e preencherá a cavidade com um material restaurador da cor do dente, geralmente, a resina. Possivelmente ele fará também uma aplicação de flúor sobre os dentes e aconselhará o uso de algum produto que contenha flúor. Como as cáries dentais evoluem? Os primeiros sinais da cárie são manchas brancas ou amarronzadas. Se não tratadas, evoluem para erosões que podem avançar em direção à dentina e à polpa dentária, causando inflamação (pulpite) e dor de dente intensa ou mesmo da face. As cáries podem ser detectadas tanto pelo exame visual direto quanto por exame radiológico, que mostram as cáries que não podem ser visualizadas de forma direta. Se não for feito o tratamento adequado, podem surgir abscessos dentários ou outras condições mais graves. As cáries dentárias podem vir a destruir todo o dente, se não tratadas a tempo. Como preveni-las? As cáries dentais são mais comuns nas crianças que nos adultos porque nelas o revestimento duro dos dentes ainda não está completamente constituído. Por isso, uma minuciosa higiene bucal é ainda mais necessária. A água de utilização diária deve ser adequadamente fluoretada. Escovar regularmente os dentes após as refeições e utilizar fio dental, de modo a evitar a acumulação de resíduos. Se não puder escovar ou usar fio dental, lave abundantemente a boca com água para remover eventuais restos de alimentos. Use chicletes sem açúcar que contenha xilitol e sorbitol, após as refeições. Diminua a ingestão de carboidratos, principalmente da sacarose, sob a suas diversas formas: sólida, líquida, pulverizada, etc. Visite regularmente o dentista. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:  

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