A Odontomania é Referência no Tratamento de Pacientes Especiais.

Recentemente, na Odontologia existe um movimento maior no entendimento e na prática clínica oferecida a pessoas com necessidades especiais. Foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia a especialidade de Odontologia em Pacientes com Necessidades Especiais. Os pacientes com necessidades especiais podem ser classificados conforme segue abaixo: Classificação pacientes com necessidades especiais: Deficiência mental Deficiência física Anomalias congênitas (deformações, síndromes) Distúrbios comportamentais (autismo) Transtornos psiquiátricos Distúrbios sensoriais e de comunicação Doenças sistêmicas crônicas (diabetes, cardiopatias, doenças hematológicas, insuficiência renal crônica, doenças auto imunes, doenças vesículo bolhosas, etc) Insuficiência renal crônica Doenças infectocontagiosas (hepatites, HIV, tuberculose) Condições sistêmicas (irradiados, transplantados , oncológicos, gestantes, imunocomprometidos) O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado. Estas pessoas têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico; para prevenção de cárie e doenças periodontais. A maioria destes pacientes não apresenta plena capacidade de realizar seus cuidados bucais necessitando da ajuda de demais pessoas. A participação de familiares ou responsáveis nestes cuidados é fundamental para o sucesso do tratamento odontológico e para promoção da saúde bucal do paciente. A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes. Salienta-se que muitos destes pacientes apresentam complicações orgânicas. O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica, social, etc. O dentista especialista realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos. Para pessoas com deficiência ou doença mental, da mesma forma que para crianças normais, faz-se o condicionamento psicológico do paciente especial, para que se obtenha sua cooperação, antes de quaisquer outros recursos. A contenção física ou química somente é utilizada diante da ineficiência dos métodos psicológicos. Segundo Gargione, (1998), o atendimento odontológico em pacientes especiais, atualmente, pode ser feito em três modalidades: a normal, que é o atendimento em que existe a cooperação por parte do paciente, alternando-se somente o tipo de ambiente, instrumental e material odontológico a ser empregado; o condicionado, que utiliza técnicas de demonstração com todo o aparato odontológico, para que o paciente saiba, antes de ser atendido, o que será utilizado em sua boca, incluindo as de vibrações e ruídos que farão parte do atendimento proposto; e o sob contenção (mecânica, química, hipnose). Os pacientes que apresentem problemas graves no que se refere à cooperação e ao manejo devem ser considerados dentro do grupo com indicação para a contenção química e anestesia geral. Todo tratamento odontológico é considerado como parte de um programa permanente de saúde bucal. Dentro desse programa, as medidas preventivas e as restauradoras devem estar perfeitamente integradas, ficando na dependência de cada paciente, a predominância de umas sobre as outras. Os locais para o atendimento da população de pacientes especiais devem, preferencialmente, estar junto às instituições que oferecem tratamentos globais para as deficiências abordadas. Nelas, o Cirurgião Dentista integra uma equipe de trabalho multi e interdisciplinar.
Odontopediatria

Ao longo da minha jornada na Odontologia, percebi que os pais tinham algumas dúvidas com relação ao tratamento odontológicos dos seus filhos, por isso listei e respondi as 10 maiores dúvidas. Espero que gostem. Abraço! 1.Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia,
Apneia em Crianças

Um dos maiores problemas na geração de conscientização para a apneia do sono é que muitas vezes as pessoas têm uma noção preconcebida de como é um paciente típico da apneia do sono. Quando a maioria das pessoas pensa em um paciente que sofre de apneia do sono, a imagem de um homem com sobrepeso de meia idade vem à mente. E, embora esta imagem possa ser bastante precisa em muitos casos, não é de modo algum uma representação completa de todos aqueles que poderiam potencialmente estar aflitos com a apneia do sono. Muitas mulheres que sofrem de apneia do sono são diagnosticadas com insônia em vez de apneia do sono devido a esse equívoco. E pior, muitas crianças com apneia do sono são diagnosticadas com outros distúrbios porque não se encaixam no perfil típico do paciente. Prevalência e riscos de apneia do sono não tratada em crianças A prevalência de apneia do sono em crianças pode ser muito menor do que em adultos (aproximadamente 5% das crianças em comparação com 26% dos adultos com idade entre 30 e 70 anos), mas ainda é comum o suficiente para ser motivo de preocupação. Crianças com apneia não tratada do sono correm o risco de ter problemas comportamentais, adaptativos e de aprendizagem. Muitos dos sintomas diurnos de um sono fraco causado pela apneia do sono podem se manifestar como sintomas muito semelhantes aos da hiperatividade do TDAH, dificuldade em aprender e concentração e mau desempenho na escola. Até 25% das crianças diagnosticadas com TDAH podem, de fato, ter sintomas de apneia do sono, e seus problemas de aprendizagem e comportamentais estão relacionados ao sono pobre / fragmentado. Outro estudo mostrou que a probabilidade de problemas comportamentais era 4-5 vezes maior em crianças com apneia incidente do sono e crianças 6 vezes maiores com apneia persistente do sono. O estudo também descobriu que “em comparação com os jovens que nunca tiveram respiração desordenada do sono, as crianças com apneia do sono eram mais propensas a ter problemas relatados pelos pais nas áreas de hiperatividade, atenção, comportamentos disruptivos, comunicação, competência social e auto -cuidado.” Essas crianças com apneia não tratada do sono também encontraram 3 vezes mais probabilidades de ter notas de “C” ou inferiores. Crianças com apneia não tratada do sono correm o risco de desenvolver hipertensão e problemas cardíacos à medida que crescem. Sintomas da apneia do sono infantil Se você está preocupado, os problemas de sono do seu filho podem ser um sinal de apnéia do sono, aqui estão alguns sintomas para manter o olho para fora. Muitos desses sinais podem ser observados durante o sono, enquanto alguns dos sintomas podem se manifestar durante o dia Ronco. Aproximadamente 10% das crianças que roncam têm apneia do sono Respiração bucal. Crianças com adenóides alargadas tendem a respirar com as bocas abertas. A respiração pausa durante o sono Sonolência diurna Dificuldade de concentração Pobre período de atenção Problemas comportamentais Pobre desempenho na escola Causas da apneia do sono infantil As causas da apneia do sono infantil podem variar significativamente das causas da apneia do sono em adultos. Considerando que, em adultos, os principais fatores que contribuem para a apneia do sono são peso, circunferência do pescoço e idade, para crianças a causa mais comum é amígdalas aumentadas e / ou adenóides. Quando estes tecidos são ampliados, podem causar dificuldades respiratórias durante o dia. Quando a criança está dormindo, os músculos do corpo relaxam, inclusive aqueles na garganta. O relaxamento desses músculos permite que as amígdalas e adenóides restrinjam ainda mais o fluxo de ar no sistema respiratório superior e causem eventos de apneia durante o sono. A obesidade infantil também pode contribuir para a apneia do sono da mesma forma que acontece nos adultos. Quanto mais tecidos gordurosos na garganta, mais provável que a respiração possa se romper durante o sono, pois o tecido extra macio pode restringir mais facilmente o fluxo de ar. No entanto, a obesidade só acredita ser um fator para a apneia do sono em crianças maiores de 12 a 18 anos e não crianças mais jovens. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E MARQUE UMA AVALIAÇÃO [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”https://www.clinicaodontomania.com.br/odontopediatria” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
Tratamento Odontológico Para Crianças

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA, BIBERÃO OU SUCÇÃO DIGITAL? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correcção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem, promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO [button size=”big_large” target=”_self” hover_type=”default” font_weight=”700″ text_align=”center” text=”Agende uma avaliação” link=”https://www.clinicaodontomania.com.br/odontopediatria” color=”#ffffff” hover_color=”#ffffff” background_color=”#ff9500″ hover_background_color=”#87ab2e” border_color=”#7f7f7f” border_radius=”5″ hover_border_color=”#ffffff”]
Se o dente de leite caiu, porque o permanente não nasce?

Nesse post vou explicar uma grande dúvida que os pais têm e que com uma certa frequência aparece no meu dia a dia na Ortodontia da minha clínica: “Doutor, se o dente de leite do meu filho caiu, porque o dente permanente não nasce?” Se isso acontece, uma série de problemas pode estar envolvida. O processo de troca deve ser acompanhado por um profissional especializado, um Ortodontista. Uma intervenção realizada no momento correto, pode evitar consequências mais sérias e um tratamento mais difícil. As possíveis causas para que isso ocorra são: O dente permanente não se desenvolveu. Agenesia é o processo no qual o germe do dente permanente não é formado, por causa genética, ou seja, não há muito o que ser feito para a sua prevenção. Nesse caso é extremamente importante a realização de radiografias, onde constada a falta do germe, tomaremos as providências para manter o espaço do dente permanente, e não extrair o dente de leite, precocemente, o que possivelmente acarretaria problemas para as arcadas dentárias, futuramente. Sem um dente permanente para preencher um espaço deixado pelo dente de leite, dentes vizinhos podem se movimentar na direção do espaço vago. Intervenções simples podem ajudar a minimizar o problema. Falta de espaço para o dente permanente. Com certeza essa é a caus mais frequente. Pode ser devido a dentes muito volumosos, para o tipo do osso da criança, perdas dentárias como a citada acima ou arcadas atrésicas (fechadas) geralmente provocadas pela síndrome da respiração bucal (clique aqui para saber mais). Cada caso exige um planejamento diferente, pois envolve o tamanho das bases ósseas, assim como o estágio de trocas dentais, podendo ou não envolver extrações. Perda precoce do dente de leite. O dente de leite também funciona como um guia para o dente permanente. Durante o processo de reabsorção da raiz do dente de leite , o dente permanente se desloca em direção à gengiva. Se o dente de leite é perdido muito cedo, o osso é formado no lugar onde ele estava, e o dente permanente pode ter dificuldades para nascer. Por isso é muito importante cuidar para que os dentes de leite não sejam acometidos por cárie ou traumas, o que podem fazer resultar nesse problema. Dentes permanentes retidos no osso (Dentes Inclusos ou Impactados). Qualquer dente pode não nascer e ficar dentro do osso (incluso ou impactado). pode ser devido ao processo que chamamos de “Anquilose”, um defeito no mecanismo de troca dental ou alterações de direção. Os dentes mais comuns de impactar são os dentes do siso ou terceiros molares, os caninos superiores e incisivos laterais superiores. Os dentes impactados, sempre que possível, devem ser “puxados” para fora do osso e recolocados na arcada dentária. O procedimento inclui intervenção cirúrgica com colagem de um acessório no dente retido e posterior tracionamento para o aparelho fixo, levando-o para o seu posicionamento correto na arcada. Gengiva muito fibrosada (grossa). A Fibrose gengival, impede que o dente permanente nasça, pois adquire a característica de um tecido parecido com o de uma cicatriz, mais grosso. Um periodontista ( especialista em gengiva) ou odontopediatra podem remover o tecido fibroso e geralmente o dente permanente nasce espontaneamente. Espero que tenha entendido, mas se você acha que seu seu filho pode estar em algumas dessas situações, clique no botão abaixo e agende uma avaliação com a equipe de ortodontistas da Odontomania. Até mais!
Dor de Dente em Criança

A todo momento é preciso ficar atento se está tudo bem ou se seu filho precisa de alguma coisa. A situação se complica mais, pois, na maioria das vezes, a criança não sabe expressar o que sente. Dor de dente pode ser uma delas. Comportamentos como mão perto da boca constantemente ou quando a criança não tem se alimentado bem podem indicar algum incômodo, e é sempre bom que os pais questionem. Mas o que pode ser uma dor de dente em crianças? CAUSAS DA DOR DE DENTE As causas possíveis para uma dor de dente em crianças são: Cárie Fratura Troca dos Dentes Bruxismo COMO DIAGNOSTICAR? Através de uma correta avaliação realizada por um Odontopediatra, conseguimos pistas para avaliar as potenciais causas da dor. Além do exame clínico, exames radiográficos devem ser solicitados sempre que possível para confirmar o diagnóstico. Sem contar que vai ajudar no direcionamento do melhor tratamento. O QUE FAZER QUANDO A CRIANÇA DIZ QUE ESTÁ COM DOR DE DENTE? Nunca se deve negligenciar o relato de dor. Assim que a criança se queixar, deve-se buscar atendimento especializado, principalmente nos casos de traumas. Ador é justamente um mecanismo do corpo para indicar que algo está errado e precisa de intervenção, seja com instruções de higiene ou dieta, prescrição de medicamento, tratamento de canal e restaurações. FORMAS DE PREVENÇÃO Alguns métodos de prevenção podem ser adotados. Higiene, dieta e consultas regulares ao Odontopediatra. Nos casos de traumas a partir de quedas, tombos, acidentes, a prevenção está no uso de equipamentos de proteção individual, como capacetes e protetores bucais. Outra dica importante é a supervisão de um adulto durante as atividades da criançada, pois, muitas das vezes, por um pequeno descuido acidentes acontecem e que podem ser bem traumáticos. Evite essas situações! CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO COM NOSSAS ODONTOPEDIATRAS
RESPIRAÇÃO BUCAL

Os problemas físicos, médicos e sociais associados à respiração bucal não são reconhecidos pela maioria dos profissionais de saúde. Odontopediatras tipicamente solicitam que seus pacientes retornem a cada seis meses, o que significa que algumas pessoas vêem o seu odontopediatra com mais freqüência do que vêem seu fisioterapeuta. Como resultado, os odontopediatras podem ser os primeiros a identificar os sintomas da respiração bucal, porque os odontopediatras compreendem os problemas associados com a respiração pela boca, que pode ajudar a prevenir os efeitos adversos. “As alergias podem causar obstrução das vias aéreas superiores, ou respiração bucal, em pacientes”. “Quase toda família tem alguém com problemas de respiração boca.” Se ao longo do tempo, as crianças que possuem respiração bucal não forem tratadas, podem sofrer de desenvolvimento facial e dental anormal, como, faces longas e estreitas bocas, sorrisos gengivais, gengivite e dentes tortos. Os hábitos de sono pobres que resultam da respiração bucal pode afetar negativamente o crescimento e desempenho acadêmico. Muitas dessas crianças são diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção (ADD) e hiperatividade. Além disso, a respiração bucal pode causar concentração de oxigênio pobres na corrente sanguínea, o que pode causar pressão alta, problemas cardíacos, apneia do sono e outros problemas médicos. “As crianças que respiram pela boca, normalmente, não dormem bem, resultando no cansaço durante o dia e, possivelmente, na incapacidade de se concentrar. “Se a criança torna-se frustrada na escola, ele ou ela podem apresentar problemas de comportamento.” Por isso é necessária a regularidade de consultas com um odontopediatra. O tratamento para a respiração bucal está disponível e pode ser benéfico para as crianças se a condição for diagnosticada no início. O odontopediatra pode verificar se há sinais de respiração oral e se as amígdalas estão inchadas. Se amígdalas e / ou adenoides estão inchados, eles podem ser removidos cirurgicamente por um otorrinolaringologista. Se o rosto e boca são estreitas, os dentistas podem usar aparelhos de expansão para ajudar a ampliar os seios e abrir passagens das vias aéreas nasais. “Após a cirurgia e / ou intervenção ortodôntica, muitos pacientes apresentam melhora no comportamento, nível de energia, desempenho acadêmico, a aceitação pelos pares e de crescimento” . “O tratamento para a respiração bucal pode melhorar significativamente a qualidade de vida.” Os odontopediatras e ortodontistas da Odontomania estão preparados para diagnosticar e tratar pacientes com Respiração Bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO
DENTISTA SEM AGULHA!

Durante meus 20 anos de atuação na Odontologia sempre procurei me atualizar e procurar utilizar em nossos pacientes materiais e técnicas atuais e revolucionárias. Sempre me deparei, principalmente com crianças, com a dificuldade em realizar anestesias locais para a realização de vários procedimentos, pelo medo da agulha, afinal ninguém gosta de levar picadas. Pensando nisso, a ODONTOMANIA, utiliza, atualmente o sistema de Anestesia SEM AGULHAS. Através de um aparelho importado, o sistema de injeção sem agulhas, fornece um método sensivelmente suave para a administração de anestesias locais. Os anestésicos locais são administrados de forma subcutânea e tem as seguintes vantagens: Não dói pois o anestésico é administrado sob uma leve pressão. Preservação do tecido gengival, pois não provoca traumas. Eficácia dos efeitos anestésicos, pois o anestésico se espalha mais rápido no tecido gengival. Se o medo da picada da agulha da anestesia do dentista fazia com que você ou seu filho se afastasse da clínica, agora você não precisa adiar o início do seu tratamento. Tenho certeza que a nova técnica de anestesia sem agulha vai te deixar mais tranquilo e seguro durante o seu próximo tratamento. Forte abraço. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA AVALIAÇÃO
A Primeira Visita ao Dentista

Uma vida inteira de sorrisos saudáveis e sem dor começa com um exame bucal no primeiro aniversário da criança. A primeira visita ao dentista é um marco muito importante no primeiro aniversário de um bebê, é o momento perfeito para promover um exame de saúde bucal no bebê e isso é relativamente simples, indolor e barato. As lesões de cárie em crianças entre 2 a 5 anos aumentaram 14% na última década. A cárie dentária pode ser prevenida. No “check-up” dos dentes do bebê, além do diagnóstico da cárie e outros problemas, o dentista pode mostrar aos pais como limpar os dentes da criança corretamente e corrigir hábitos prejudiciais, como chupar o dedo. Ao contrário do pensamento popular, os dentes de leite da criança são tão importantes quanto os permanentes do adulto. Os dentes de leite normalmente começam a aparecer entre os seis meses e um ano de idade. Os dentes de leite ajudam as crianças a mastigar e falar. Eles também mantêm o espaço nos maxilares para a erupção dos dentes . “A correta higiene bucal diária e o apropriado uso de fio dental, a correta aplicação de selantes, exames bucais profissionais rotineiros e tratamentos restauradores precoces ajudam a evitar doenças bucais, poupando pacientes de todas as idades de infecções, dores e necessidade de tratamentos mais avançados e caros. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO
Criança no Dentista

1.Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja orientada