Os Implantes de Carga Imediata

O que significa a carga imediata? A carga imediata surge do reflexo dos tempos modernos. Nos últimos anos os avanços tecnológicos revolucionaram o mundo da prótese dentária. A credibilidade alcançada pela ósseo integração (migração das células ósseas) motivou os investigadores a extrapolar a sua aplicação com o intuito de otimizar reabilitações. Este novo conceito odontológico surge com o propósito de apresentar aos pacientes grande precisão, conforto e previsibilidade estética no tratamento fixo. O tratamento carga imediata ou dentes no mesmo dia consiste em coroas ou ponte provisória que se fixam ao parafuso de titânio logo após a sua inserção no osso. As próteses utilizadas na carga imediata são provisórias e meses depois devem ser substituídas pelas definitivas. Como é o procedimento? Em tudo semelhante aos protocolos convencionais. É feito com anestesia local e num ambiente clínico estéril. O seu sucesso relaciona-se diretamente com um correto planeamento. Estudam-se radiografias computorizadas que fornecem imagens reais em forma e tamanho proporcionando uma avaliação tridimensional mediante cortes tomográficos. Fazem-se guias cirúrgicas para facilitar a inserção controlada de implantes e permitir o planeamento destes com menos influência dos erros humanos. Estas são fabricadas com as características ideais para a colocação no comprimento e diâmetro bem como com inclinação espacial de acordo com as características da crista alveolar. Trata-se de uma ferramenta inestimável. A diferença principal entre o tratamento carga imediata e o convencional é que no primeiro , os dentes ficam fixos e a pessoa adquire uma estética imediata. A coroa ou prótese é ajustada de forma a evitar qualquer tipo de força sobre si mesma; a sua função é estética e não funcional. Quanto tempo demora? Depende da falta de dentes em particular. Pode ser feita em uma hora, nos casos mais simples, ou demorar cerca de oito horas nos desdentados totais ou em casos complexos. O paciente entra na clínica de manhã e saí horas depois com os dentes fixos. Durante este tempo foi executada a cirurgia, fizeram-se provas de cera, provas de dentes, escolhe-se a cor e o tamanho desejado. Benefícios e riscos da carga imediata Benefícios Redução do tempo de tratamento – Com esta técnica pode-se substituir um dente à frente com grande rapidez. Enquanto no método convencional é necessário um tempo de espera para regeneração óssea (união definitiva entre o osso e o implante), cerca de dois a quatro meses até ser possível confeccionar a prótese definitiva, na carga imediata fixa-se uma coroa provisória após cirurgia e a pessoa não precisa de usar próteses removíveis de substituição. Um único procedimento cirúrgico – Em vez do pilar de cicatrização que vai moldar o tecido gengival durante alguns dias no método tradicional, na carga imediata a própria coroa provisória faz essa moldagem permitindo que os resultados estéticos possam ser superiores. O paciente vai menos vezes à clínica. Evita uma aparência com falta de dentes e o desconforto das próteses removíveis – As próteses de carga imediata substituem a falta de dentes. O problema da aparência desdentada desaparece assim como a dificuldade de adaptação às próteses removíveis. Eliminam-se os problemas psicológicos associados à falta de dentes. Riscos Rejeição – Qualquer cirurgia tem um risco de rejeição seja a convencional ou a carga imediata. Esta pode acontecer caso as células ósseas não envolvam o implante ou por exemplo se o tecido gengival circundante infetar. Força excessiva – O implante deve ficar livre de tensão ou força excessiva; é fundamental que fique imóvel durante o tempo necessário à osteointegração. Vantagens da carga imediata Adquire a possibilidade de usufruir de um dente fixo no mesmo dia. Tempo cirúrgico único; significa que vai menos vezes ao dentista. A sua aparência estética é instantaneamente melhorada. Diminui a reabsorção óssea quando a extração e colocação do dente fixo se faz em simultâneo; diminuição da reabsorção do processo alveolar. O contorno da prótese (coroa) é mais natural. Aplicam-se de imediato as próteses fixas de transição. A pessoa recupera de imediato a função da mastigação. As sensações de auto estima e bem estar ficam aprimoradas. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Implantes Dentários

Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles. Como funcionam os implantes dentários? Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais. Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais. Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes. Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos. O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados. Implantes ósseo integrado: — são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante, individualmente, ou agrupado em uma prótese que pode ser de dois tipos: Prótese Protocolo: — Prótese total implantosuportada e implantoretida, fixada sobre 4 a 8 implantes em média, este tipo de prótese é parafusada e retirada apenas pelo seu dentista, é uma prótese que confere boa estética e é uma ótima opção para quem pretende fugir da dentadura, o único incoveniente é que este tipo de prótese é mais difícil de ser higienizada pois todos os detes são conectados entre si, exigindo bastante cuidado do paciente. Pode ser feita em resina ou porcelana. Prótese Overdenture: — Prótese total removível sobre implante, este tipo de prótese é mais barata que a prótese protocolo porque exige menos implantes (2 a 6 em média) e é confeccionada em resina. Esta prótese é como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que conecta os implantes à prótese, conferindo a esta mais estabilidade e retenção. Esta prótese pode ser retirada pelo paciente e por isto a sua higienização é facilitada. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Implantes Dentários: Mitos e Verdades.

Muito se fala sobre Implantes Dentários, muitas são as propagandas e o paciente fica sem saber o que é o que não é possível de se fazer. Aqui iremos tentar mostrar o que você deve estar atento quando se programar para esse tipo de tratamento. O que é Implante Dentário? Implante dentário é um cilindro (pino) de titânio colocado dentro do osso, abaixo da gengiva e que tem a função de fazer o mesmo papel da raiz do dente. Em cima do implante é que o cirurgião dentista coloca o dente. Todas as pessoas podem fazer implantes dentários? Em saúde as palavras todas, nenhuma, sempre e nunca não devem ser usadas. Algumas vezes o paciente não pode fazer o implante naquele momento ou não pode fazer por uma determinada condição, mas isso não impede que ele venha a poder fazer. O importante em relação ao paciente é que ele tenha um bom estado geral de saúde. Quais são os fatores que contra indicam um implante dentário? Os principais motivos de contra indicação é a colocação de implantes dentários em crianças antes da fase final de crescimento e pessoas que tenha uma expectativa acima do normal com resultados e estética. Pessoas com problemas cardíacos de alto risco, como próteses valvulares aórticas ou mitrais, cardiopatias congênitas ou com antecedentes de endocardite infecciosa. Os outros fatores de uma maneira geral, contra indicam temporariamente ou diminuem a margem de sucesso. Os implantes rejeitam? Não, não existe rejeição dos implantes pelo organismo. Os implantes são feito de titânio e esse material é inerte ao osso. Isso quer dizer que o organismo não percebe que algo foi colocado no osso e por isso tenta fechar o furo feito pela broca para a colocação do implante. Quando o osso preenche esse orifício, ele trava o implante e isso é o que chamamos de osseointegração. Podem ocorrer problemas devido a problemas na cirurgia, no pós-operatório, pela qualidade do osso, mas não por rejeição. Os implantes importados são melhores que os nacionais? O índice de sucesso é de 98%, ou seja, em cada 100 poderemos ter problemas em dois. Existem ótimos implantes nacionais e ótimos importados, assim como existem implantes importados que são péssimos e nacionais que também são. Apenas uma marca (importada) é superior a todas as outras, mas a diferença de preço entre ela e as outras ainda é muito grande. Como eu comentei anteriormente, todos os implantes são de titânio e todas as empresas são avaliadas e recebem uma licença para comercialização, isso deveria nos garantir a qualidade de todos. A grande diferença entre os implantes melhores e os piores está depois, na hora da colocação dos dentes. Quanto melhor a empresa do implante, mais componentes e mais preciso o encaixe entre eles e o implante. Para exemplificar, um implante de uma empresa de ponta, o dentista pode colocá-lo em uma posição que não seja a ideal, mas a empresa tem acessórios que compensam essa alteração. Outras empresas você perderia o implante. Mas sempre existe um trabalho que caiba no seu orçamento. Qual a taxa de sucesso dos implantes dentários? O índice de sucesso é de 98%, ou seja, em cada 100 poderemos ter problemas em dois. Mesmo nesses que temos problemas, a cirurgia pode ser refeita. Apenas pacientes fumantes ou que façam uso constante de álcool tem essas médias diminuídas para aproximadamente 85% de sucesso e 15% de insucesso. É possível colocar os implantes e os dentes no mesmo dia? Sim, mas nem todas as pessoas podem colocar implantes e dentes no mesmo dia. Aliás, ainda é a minoria das pessoas que podem. Para isso o paciente tem que ter quantidade e qualidade suficiente de osso. Quando existe osso na região inferior normalmente é possível, pois o osso da mandíbula é mais duro (menos poroso). Já a maxila é um osso mais poroso e por isso a fixação do implante é mais difícil. Então para a colocação de implantes imediatos é necessário avaliar a quantidade óssea, o número de implantes e os dentes que serão implantados. Nos implantes convencionais as pessoas esperam em torno de 2 a 3 meses na região inferior e de 4 a 6 meses na região superior e se possível, sempre acho que é mais seguro se puder esperar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA DE AVALIAÇÃO
Reabilitação Oral

Em um mundo competitivo e cheio de dificuldades como o de hoje, qualquer diferença pode trazer vantagem. Tanto na vida pessoal quanto na profissional, a primeira impressão é essencial. E todos nós sabemos que o sorriso é nosso principal cartão de visitas e ter dentes bonitos e alinhados deixa você em posição de destaque nas suas relações. Contudo, sabemos que muitas vezes temos problemas dentários por questões genéticas, bem como prejudicamos a saúde bucal com hábitos ruins, como tabagismo, má escovação, má alimentação e ingestão de bebidas como café ou vinho – que escurecem nossa dentição. E qual a solução para conseguir o sorriso dos sonhos? A resposta é só uma: reabilitação oral. Vamos explicar aqui o que é esse conjunto de procedimentos e por que vale a pena fazê-lo. Confira! O que é? A reabilitação oral é uma especialidade em evidência na odontologia. Ela consiste em uma atuação multidisciplinar, onde são executados todos os procedimentos necessários para reabilitar a saúde e estética dentária do paciente. Cada caso pede certos tipos de procedimentos e o profissional capacitado saberá como realizá-los. Como é feita? Cada caso é muito bem analisado, muitas vezes em equipe, e em situações muito problemáticas é demandado um planejamento maior para que as necessidades sejam totalmente atendidas. A expectativa do paciente é um fator que é sempre levado em conta, para deixar claro que não será possível superar as possibilidades reais que são oferecidas pelos tratamentos que temos nos dias de hoje. É produzido um modelo de gesso da arcada dentária que sofrerá correção e, a partir da sua análise, é trabalhada uma idealização do que pode ser executado e dos resultados que podem ser conseguidos. É necessária também uma completa avaliação radiológica para saber o estado bucal como um todo e prevenir e corrigir qualquer problema menos visível. Qual a indicação? São inúmeros os benefícios da reabilitação oral e várias pessoas podem se valer deles. Os maiores candidatos ao tratamento são pessoas com muitos anos de falta de cuidado com a saúde bucal, com ocorrência concomitante de um problema periodontal. Também são candidatas pessoas que perderam um ou mais dentes, indivíduos com oclusão inadequada, pacientes com histórico de desgaste, erosão ou bruxismo. Por que fazer? Se você sofre de algum ou alguns desses males, a reabilitação fará muita diferença para você. Se seu caso é estético, esse tratamento também fará maravilhas. Como esse é um procedimento que agrega não só beleza, mas também saúde para a sua boca, qualquer pessoa obterá vantagens ao realizá-lo. As taxas de sucesso são altíssimas e você não se arrependerá. Mostre ao mundo seu sorriso! Muitas pessoas estão insatisfeitas com sua dentição e acabam ficando retraídas e evitando sorrir em público. Além disso, a falta de dentes e a má oclusão podem atrapalhar na funcionalidade da região e prejudicar muito o paciente. Se esse é o seu caso, você tem todo o potencial para se beneficiar da reabilitação oral. Portanto, não perca mais tempo, procure um profissional de confiança e qualidade e mostre ao mundo seu melhor sorriso! CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Odontogeriatria

O Brasil passa por um processo de envelhecimento populacional rápido e intenso, tanto que a expectativa de vida do brasileiro continuará aumentando nas próximas décadas. Por isso, há a necessidade de se proporcionar maior qualidade de vida ao segmento idoso da população, focando os aspectos físico, social e psicológico. Dentro dessa realidade, o estado de saúde bucal dos idosos tem adquirido maior importância nas últimas décadas nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, visto que essa faixa da população cresce lentamente, porém continuamente, em razão do aumento da expectativa de vida. Quanto mais longa é a vida média da população, mais importante se torna o conceito de qualidade de vida, e a saúde bucal tem um papel relevante nesse contexto. Saúde bucal comprometida pode afetar o nível nutricional, o bem-estar físico e mental e diminuir o prazer de uma vida social ativa. A terceira idade, atualmente chamada de “melhor idade” é formada por um grupo heterogêneo de pessoas em virtude das diferentes experiências de vida acumuladas pelo indivíduo. Existem idosos de diferentes níveis econômicos, culturais e de saúde, além de idosos com diferentes níveis de motivação quanto à manutenção da saúde bucal. Dessa forma, essas diferenças podem afetar a aceitação, a realização e o sucesso do tratamento. É necessário conhecer as alterações fisiológicas e patológicas que acometem o organismo do paciente idoso, bem como os aspectos psicossociais de interesse para este indivíduo. O cirurgião-dentista também deve estar em contato direto com o médico geriatra, com o intuito de avaliar a administração das drogas, visto que o idoso faz uso de alguns medicamentos que apresentam efeitos colaterais, ou, mesmo, provocam alterações no nível de saúde geral. O papel da odontologia em relação a essa faixa populacional é o de manter os pacientes em condições de saúde bucal que não comprometam a alimentação normal nem tenham repercussões negativas sobre a saúde geral e sobre o estado psicológico do indivíduo. Algumas enfermidades comuns ao paciente idoso apresentam consequências bucais para as quais o cirurgião-dentista deve estar atento, a fim de minimizar interferências no tratamento odontológico. Dentre essas doenças podem-se citar o câncer, a artrite, o diabetes e o mal de Parkinson. Muitos pacientes submetidos à terapia de câncer apresentam-se mal nutridos, com cicatrização alterada, perda da capacidade gustativa, diminuição da resistência às infecções, além de redução do fluxo salivar, o que pode provocar mucosites. Os pacientes portadores de artrite apresentam perda da habilidade manual necessária para uma completa higiene bucal, e os diabéticos têm alta prevalência de xerostomia, candidíase, cáries múltiplas e doença periodontal. O mal de Parkinson, assim como a artrite, afeta a capacidade do paciente de realizar uma completa higiene bucal. Algumas das condições clínicas fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento que podem estar presentes na cavidade bucal do idoso podem ser: 1 – Redução da capacidade gustativa A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é verificada a partir dos cinquenta anos e atinge cerca de 80% dos pacientes idosos. A gustação sofre alterações com o avanço da idade porque o número de botões gustativos na papila diminui significativamente, principalmente após os setenta anos. 2 – Alterações nas glândulas salivares A função adequada das glândulas salivares é essencial para todos os aspectos das funções bucais. A saliva ajuda na proteção dos tecidos bucais, lubrificando a mucosa, prevenindo a desmineralização e promovendo a remineralização dos dentes. As alterações nas glândulas salivares podem provocar xerostomia (boca seca) e diminuição na produção da amilase salivar, o que dificulta a deglutição e posterior digestão dos alimentos. 3 – Alterações no periodonto Como a cárie dental, a doença periodontal é causada pela placa bacteriana que se acumula e adere à superfície dos dentes, acarretando uma destruição dos tecidos locais. Então, os produtos das bactérias penetram nos tecidos periodontais iniciando a resposta inflamatória. 4 – Alterações nos dentes/uso de próteses Dos problemas bucais existentes no paciente da “melhor idade”, a perda de dentes é um dos mais frequentes. Em decorrência disso, a reabilitação protética torna-se fator importante para o restabelecimento das condições bucais ideais do paciente. A perda da dentição permanente influenciará na mastigação e, consequentemente, na digestão, bem como na gustação, na pronúncia e na estética. A odontologia voltada para a terceira idade recentemente foi reconhecida como uma especialidade: a Odontogeriatria. A manutenção da saúde bucal contribui para o bem-estar físico, psíquico e social do paciente. Existe uma falta de percepção quanto à necessidade de tratamento odontológico, tanto por parte do paciente idoso como pelos seus familiares, pessoal de apoio e demais profissionais consultados por ele. Tanto os idosos como seus familiares devem ser conscientizados de que existe uma necessidade contínua de cuidados bucais. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Implante All-On-4

Um motivo para sorrir NOVAMENTE: implantes dentários All-on-Four. Poderiam apenas quatro implantes substituir todos os dentes na parte superior ou na parte inferior de sua boca? Sim. Graças aos avanços da tecnologia de implante dentário, a resposta é um sonoro sim. Acredite ou não, a perda do dente é extremamente comum entre os adultos, especialmente à medida que envelhecemos. Na verdade, mais de 35 milhões de pessoas nos Estados Unidos estão perdendo todos os seus dentes superiores e / ou inferiores. Ao invés de viver com o desconforto e dificuldades de dentaduras, muitas pessoas estão optando por aquilo que é chamado de restauração do implante dental All-on-Four. O que é um All-on-Four? Um arco com dentes, presos por quatro implantes dentários. Para entender completamente esta técnica notável para a substituição de dentes, você deve primeiro entender o que é um implante dentário . Um implante é um pequeno parafuso de titânio que se encaixa dentro do seu maxilar e substitui a parte de raiz de um dente em falta. Uma pequena cirurgia é necessária para inserir os implantes. Uma vez que o implante está no lugar, uma coroa é anexada para dar-lhe um dente protético altamente realista e funcional. Aqui é onde fica realmente interessante: Você não precisa de um implante dentário para todos os dentes em falta. Tudo que você precisa é de quatro implantes precisamente colocados no topo de sua boca, e quatro na parte inferior, para restaurar o seu sorriso . Essa é a beleza do All-on-Four. O implante é feito de titânio, que tem a capacidade única de se fundir com o osso. Então, eventualmente, o implante dental torna-se parte do osso maxilar e serve como, uma base forte de longa duração para os seus novos dentes. Além de garantir que os seus implantes sejam permanentemente fixos no lugar, esta fusão óssea tem outro benefício importante: ele previne a perda óssea futura na mandíbula. Isso ajuda a manter uma estrutura e uma melhor saúde bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Causas de Perda do Implante Dentário

Os problemas com Implantes Dentais são muito menos frequentes hoje do que foram no passado. Atualmente a taxa de sucesso dos implantes ronda impressionantes 98%. Os problemas que surgem estão normalmente relacionados com a ossointegração (processo de cicatrização). As consequências da não ligação do implante dental ao osso, podem originar as seguintes complicações: 1. Infecção do implante dentário: Pode derivar de infecção provocada durante a cirurgia do implante dentário. Igualmente, uma má higiene dentária pode provocar uma infecção. Em ambos os casos a infecção causa a inflamação do osso na área do implante provocando uma perda óssea. As infecções são a principal causa de rejeição do implante dentário. 2. Osso insuficiente: Se um implante dentário for colocado numa área do maxilar onde o volume do osso é demasiado pequeno, o implante pode não aderir convenientemente. A solução é a realização da cirurgia de enxerto ósseo. Consequentemente isso reduzirá as chances de qualquer complicação. 3. Fumo: O risco de insucesso aumenta consideravelmente em pacientes fumantes. É indicado que o paciente diminua a quantidade de cigarros antes de iniciar qualquer procedimento relativo ao implante dentário. 4. Estado de saúde do paciente: Pacientes em melhor condição física usufruem das melhores taxas de sucesso. Pacientes com doenças crônicas como o diabetes, pressão arterial alta ou outra condição de saúde que interfira com a recuperação e crescimento ósseo, são os mais susceptíveis de enfrentar complicações. Seus níveis precisam estar controlados. 5. Carga imediata: Alguns dentistas preferem carregar os implantes imediatamente a seguir à sua fixação (colocação da coroa ou dente sobre o implante, imediatamente após o seu posicionamento no osso da arcada dentária). Ao adoptarem este procedimento, as forças sobre o dente (implante) podem perturbar a ossointegração e causar a falha do implante. Este cenário é raro porque os dentistas normalmente não carregam o implante imediatamente, e se o fizerem asseguram-se da não existência de forças ou pressão aplicada sobre o dente recém implantado. Estas são as razões de problemas nos implantes dentários. No caso de algo correr mal, o implante é removido e se as condições permitirem, o local é imediatamente preparado para receber outro implante. Senão, o dentista deixará recuperar a zona durante alguns meses até condições satisfatórias estarem de novo reunidas, para uma segunda tentativa. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:
Limpeza da Prótese Dental Tipo Protocolo

Chamamos de PROTOCOLO as próteses fixas colocadas sobre implantes. Estas próteses são parafusadas sobre os implantes e só poderão ser retiradas pelo dentista. O recomendado é que seja feita a cada seis meses ou a critério do seu cirurgião. Existe a crença que ao colocar o implante não vamos precisar de uma escovação rigorosa como a que fazemos com os nossos dentes, mas é muito errado pensar assim, vamos a explicar o por que. Quando temos este modelo de prótese fixa sobre implantes é muito comum o acúmulo de alimentos que podem nos trazer problemas como mau hálito até casos mais complicados de periimplantite, infecção ao redor do implante que pode levá-lo a ter desde mobilidade até a sua perda definitiva. Devemos prestar atenção na nossa higiene diária aos pontos entre os pinos dos implantes e a próteses protocolo evitando o acúmulo de resíduos alimentares nestes pontos, assim como devemos evitar também a formação de placa bacteriana na superfície das próteses. Temos no mercado, vários tipos de produtos que poderão ser utilizados na higienização deste tipo de próteses, entre eles a escova de modelo unitufo, que alcança perfeitamente os espaços mencionados acima. Temos também fio dental com ponta rígida para conseguir passar por cima ou por baixo das próteses dependendo se elas são superiores ou inferiores. Ele tem um aspecto esponjoso que expande e limpa toda a região com suavidade. Outro aliado muito importante é o aparelho chamado de Waterpik, ele é basicamente um jato de água sob pressão que ao jogá-lo por cima ou por baixo das próteses, promove a remoção dos resíduos alimentares. As próteses são confeccionadas em resina que é um material muito propenso a manchar com alimentos pigmentados como café e vinho entre outros, por este motivo se recomenda que após a ingestão dos mesmos a higienização seja feita em sequência. Devemos ter cuidados redobrados nos primeiros meses depois da cirurgia de colocação de implantes, mas o cuidado não deve ser abandonado nunca, já que a durabilidade e a funcionalidade dos mesmos dependem da nossa conscientização e conservação. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA:
Carga Imediata

Começar a usar prótese para um dente, ou até mesmo para toda a arcada, não é algo simples. No procedimento tradicional de implantodontia (especialidade que cuida de implantes dentários), inserem-se pinos de titânio que futuramente receberão as coroas (novos dentes) no local onde antes estava a estrutura original, e, após a incisão por meio da gengiva, é preciso aguardar pelo menos 12 semanas para que haja a chamada osseointegração – ou seja: espera-se que o osso da mandíbula aceite o novo material como parte de sua estrutura fixa e que, então, não haja a menor possibilidade de movimento do mesmo. Apenas após esse período de cicatrização é que os novos dentes poderão ser finalmente instalados com segurança. E, já que o novo sorriso terá não apenas função estética, mas também mastigatória, o seu sucesso está fundamentalmente ligado à confiança do paciente e à não ocorrência de quaisquer descuidos de sua parte, a fim de que a prótese permaneça bem adaptada. Ainda que este seja – relativamente – um tratamento de curto prazo, se comparado com outras especialidades médicas, algumas semanas podem ser muito tempo para alguém que, por exemplo, perdeu os dentes da frente. Em cenários como esse, a técnica conhecida como “implante dentário com carga imediata” tem se destacado nos últimos anos pela rapidez e pela eficiência da sua instalação. Embora não difira tanto da prótese em muitos aspectos, a carga imediata possibilita que o paciente já saia do consultório com uma coroa sobre o implante recém-instalado. Dada a sua grande conveniência, essa técnica tem sido amplamente difundida e utilizada, portanto nem todos os candidatos estejam aptos a recebê-la. A avaliação caso a caso, que inclui a análise da saúde bucal e radiografias da região mandibular (comum a todos os tipos de implantes), deve ser feita por um profissional capacitado, tendo-se em vista que o paciente é submetido a uma pequena cirurgia. Apenas nesta etapa do procedimento é que o cirurgião-dentista conseguirá avaliar se a qualidade óssea e o travamento (torque) do implante permitem o imediato uso do novo dente ou se o corpo ainda precisará de um tempo antes de ele ser colocado com segurança. Mesmo que a avaliação tenha sido positiva e a instalação imediata seja feita, esse é um procedimento de caráter majoritariamente estético, sendo que a prótese é apenas provisória e, portanto, não deve haver mastigação nessa área durante o processo de osseointegração – processo este que, graças aos avanços tecnológicos dos materiais, foi significativamente reduzido nos últimos anos. Apesar de variarem de paciente para paciente, algumas marcas de implantes, sob condições adequadas, podem receber a prótese definitiva – em condições de sofrerem carga mastigatória – em pouco mais de 20 dias. Conforme se pode depreender dessas informações, o implante dentário com carga imediata é uma técnica cujo êxito exige conhecimento, experiência e análise prévia e detalhada por parte do cirurgião-dentista, que, para realizá-la, precisa dispor dos mais avançados materiais na área da Odontologia. Por isso a Odontomania se preocupa em fornecer aos seus pacientes a garantia quanto à exatidão do diagnóstico e a certeza do melhor tratamento possível, trabalhando com uma equipe qualificada e com material da mais avançada tecnologia – combinação essencial para a conquista de um sorriso bonito e da perfeita saúde bucal. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA
A Falta De Um Dente E Suas Consequências

Quando uma criança cai e quebra um dente, os seus pais logo se preocupam com as possíveis consequências dessa perda, buscando antecipar-se a elas, pois, ainda que possam desconhecer todos os eventuais prejuízos decorrentes da ausência de um dente neste período da vida, eles sabem, de algum modo, que não se trata de algo a ser deixado para depois, independentemente de corresponder ou não a um dente de leite. Essas ocorrências inesperadas podem se dar não apenas com as crianças, mas também com os adultos, muito embora as causas referentes à perda de um ou mais dentes destes últimos costumem ser outras – na maioria das vezes, cárie, doença periodontal ou traumatismo. E, quando o dente quebrado ou extraído é um daqueles d frente, a preocupação em relação ao que fazer se potencializa, já que, evidentemente, a ausência de dentes, mesmo que seja somente um, não faz parte dos nossos requisitos sociais quando se trata de qualificar um sorriso como “bonito”, podendo comprometer a autoestima de quem não o (s) tem. Assim, o que se espera dessas situações é que as pessoas procurem logo pela intervenção do cirurgião-dentista, na tentativa de que o problema seja resolvido o mais rapidamente possível. Quando, porém, o dente que falta não estava numa daquelas posições mais evidenciadas pelo sorriso, há um número expressivo de pessoas que acaba adiando a procura por ajuda especializada, deixando para depois a reposição do dente no espaço que permanece indevidamente aberto, uma vez que a sua aparência não está visivelmente comprometida. E, por não se sentirem diretamente afetadas no quesito estético, muitas descuidam da importância da própria saúde bucal, acreditando que a perda do dente não trará maiores prejuízos – o que é um grande equívoco. (O alerta, portanto, também vai para quem prefere EXTRAIR um dente (um molar, por exemplo) a tratá-lo adequadamente, valendo-se da justificativa de que “ninguém vai ver” ou de que “um dente só não fará falta”.) O fato é que, muito antes de voltar as atenções à apreciação de um sorriso (se ele é ou não referência de beleza), é fundamental pensarmos na funcionalidade da nossa arcada dentária. A perda de um único dente, independentemente da posição que ele ocupava (tanto faz se na arcada dentária superior ou inferior), desencadeia alterações na saúde, cuja gravidade pode ser maior ou menor. Isto porque a sua principal ação consiste na mastigação dos alimentos, que é feita com os dentes movimentando-se um na direção do outro. Porém, quando um encontra um espaço vazio no lugar do outro, o alimento acaba preenchendo essa área, e, no contato direto com a gengiva, pode machucá-la. Este ferimento, por sua vez, é capaz de causar um incômodo que, muito provavelmente, incidirá sobre as escolhas alimentares da pessoa, que selecionará em maior quantidade aquilo que lhe parecerá mais fácil de mastigar. Consequentemente, o fato de preterir os alimentos que lhe dificultariam a mastigação representará a abstenção do consumo de nutrientes essenciais à manutenção da sua boa saúde, aumentando o risco de surgimento de diversas doenças. E, se já não bastasse todo o problema gerado até aí, ainda é preciso ter em vista que, na ausência de um dente de um determinado lado, a nossa tendência é transferir a mastigação para o outro – principalmente quando a gengiva se encontra ferida em uma dessas partes. Logo, com a sobrecarga da mastigação de um lado só, este sofrerá um desgaste maior. Outra alteração provocada pela falta de um dente está no fato de que os próprios dentes passam a “se comportar” como se quisessem fechar o espaço em aberto. Assim, os dentes que estão imediatamente ao lado daquele ausente (“dentes adjacentes”) começam a se inclinar na direção do buraco, ao passo que o “dente oposto” (o correspondente a este na outra arcada) “cresce”, na tentativa de “tocar” alguma coisa, cedendo a um fenômeno denominado “extrusão” (uma espécie de “saída forçada”). Portanto, esses desajustes da mordida (“oclusão”) interferirão no funcionamento adequado do processo mastigatório. Ainda se retomarmos aquilo que aprendemos nas aulas de Ciências desde as séries iniciais, poderemos facilmente estabelecer um paralelo entre a perda de um dente, o problema da mastigação e a dificuldade de uma boa digestão (problemas estomacais e/ou intestinais), uma vez que o processo digestivo dos alimentos tem início na própria mastigação. Como se vê, a perda de um único dente pode interferir significativamente na estrutura de toda a cavidade bucal, prejudicando não apenas aspectos referentes à estética, mas à própria funcionalidade, como no caso de desajustes da mordida. Portanto, a orientação a ser seguida é a de que, em tendo perdido e/ou até mesmo extraído um dente, um cirurgião-dentista seja procurado o mais rapidamente possível. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA: