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Ortodontia

Aparelhos Auto-Ligados

Aparelhos ortodônticos autoligados têm como principal característica a baixa fricção entre os arcos ortodônticos e bráquetes durante o tratamento, facilitando o início do movimento dentário pela diminuição da resistência inicial à movimentação. Estes aparelhos ortodônticos são fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. O aparelho ortodôntico autoligado é indicado para vários casos de mal oclusão dentária, mas apresentam uma vantagem em casos que não necessitam de atrito entre as canaletas dos bráquetes e o fio, em que serão realizadas grandes movimentações por meio de deslizamento e em casos com necessidade de expansão transversal das arcadas. Vantagens do aparelho autoligado Nos aparelhos ortodônticos autoligados, não há a necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as borrachinhas coloridas, pois os próprios bráquetes possuem uma estrutura que serve para prender os arcos ortodônticos. Esse sistema permite um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. Tipos de aparelho ortodôntico autoligado Existem dois tipos distintos de sistemas de aparelhos ortodônticos autoligados, que são o passivo e o interativo. Os passivos são aqueles em que o sistema de fechamento do clip na canaleta do bráquete não faz pressão sobre o fio ortodôntico, tendo um melhor desempenho no deslizamento dentário e pior no controle de rotação e inclinação dos dentes. Os interativos se comportam como ativos e passivos, e as presilhas flexíveis que fecham a canaleta podem pressionar ou não o arco, dependendo do seu calibre. Ambos têm suas vantagens e desvantagens, e o profissional ortodontista vai escolher o tipo de aparelho de acordo com o tratamento mais indicado para cada paciente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontopediatria

Pré-Natal Odontológico

A gestante não estará saudável se não tiver uma boa saúde bucal Um novo ser colocado no mundo desperta indescritível emoção, é claro, quer por todo o seu esplendor de vida nascente, quer pela sua beleza. No entanto, atrás deste sentimento e desta constatação do belo, quanto há por ser descoberto! Com relação à face e ao sorriso, são importantíssimos os primeiros meses e anos de vida, inclusive o período de formação intra-uterina. O pré-natal odontológico consiste na assistência e no controle da saúde bucal da futura mamãe, no aconselhamento das manobras orientadoras e preventivas para a manutenção da saúde do bebê, com vistas à integridade dos dentes, equilíbrio da boca e harmonia da face. Isso significa que o contato da mãe com o dentista, para manter sua própria saúde bucal e para saber mais sobre a boca e os dentes do seu filho, deveria começar quando o bebê ainda está na sua barriga ou até mesmo antes da gravidez. É bom lembrar que a saúde bucal do bebê vai depender da saúde bucal dos pais e de todo o conjunto familiar, aí incluídos a babá ou o cuidador. Por esse motivo, é imprescindível discorrer sobre a importância da realização do exame pré-natal odontológico. As alterações hormonais que ocorrem na gravidez podem aumentar os sinais de uma inflamação já existente na gengiva. Assim se, no início da gravidez, a gengiva estiver sadia e os dentes mantidos bem higienizados, a atividade hormonal simplesmente não altera o estado gengival, que permanece íntegro. A gestante não estará saudável se não tiver uma boa saúde bucal. E o mais preocupante é que as infecções bucais podem interferir na gravidez. A ação das bactérias provoca a inflamação da gengiva e também do periodonto, liberando na corrente sangüínea toxinas que podem alcançar a placenta e estimular a produção de citocinas e prostaglandinas. O Parto Prematuro O parto prematuro é um sério problema que apresenta altos índices de mortalidade neonatal e seqüelas a longo prazo. Vários estudos demonstram uma forte associação entre infecção e parto prematuro de bebês com baixo peso. A associação entre a doença periodontal e o parto prematuro de bebês, com baixo peso, é que as infecções periodontais são um reservatório de organismos anaeróbios, de endotoxinas e de mediadores inflamatórios que podem constituir uma ameaça à unidade feto-placenta e influenciar na gravidez. Assim, é importante que a grávida faça um acompanhamento, o pré-natal odontológico, para prevenir e tratar desvios de saúde bucal que podem afetar a qualidade de vida tanto dela, quanto do seu filho. Com relação à cárie, se a gestante for portadora dessa doença, mais propensão terá o bebê ficará de desenvolvê-la, porque poderá adquiri-la pelo contágio materno. Da mesma forma que a mãe transfere carinho, nutrientes e defesa imunológica para o bebê na amamentação, também bactérias da boca da mãe são transmitidas para ele. Eis, portanto, mais uma razão pela qual não se deve descuidar da saúde da boca durante a gravidez. Os cuidados, naturalmente, devem se estender e continuar após o nascimento do filho e por toda a vida. Os bons hábitos de higiene bucal também são transmissíveis. A criança imita a conduta dos pais, por isso o bom exemplo conta muito para sensibilizar a criança e motivá-la para automatizar, sem traumas, o hábito de higienização da boca. A Gestante no Dentista – Cuidados Preventivos Na fase que antecede o nascimento do filho, tanto em benefício do bebê, como deles próprios, os pais precisam dedicar muita atenção à saúde bucal, buscando orientação a respeito do estado dos seus dentes e gengivas, mantendo a boca toda cuidada, sem incidência de cárie e de doença gengival, problemas esses que podem ser transmitidos ao bebê, através da saliva, do beijo ou de condutas erradas, como a de assoprar ou de experimentar o alimento da criança na colher. A gestante precisa de mais atenção odontológica durante o decorrer da gravidez, dentro de um contexto preventivo, quando um acompanhamento mais freqüente se faz necessário. Assim, se a mulher mantém uma alimentação balanceada e saudável, sem exagerar nos açúcares, fazendo sempre uma boa escovação e limpezas profissionais, quando visita regularmente o dentista, é bastante provável que não ocorram problemas com a sua boca. Além da mãe, o pai também deve manter a saúde bucal, pois a proliferação de microorganismos pode contaminar o bebê com a doença cárie, que é uma doença infecto-contagiosa, portanto transmissível, sendo a saliva o seu principal veículo transmissor. No entanto, o que se costuma presenciar é uma realidade bem diversa. Mesmo sendo divulgada a grande importância dos procedimentos de prevenção para o desenvolvimento da criança, ainda são poucas as gestantes que costumam visitar o dentista para aconselhamentos e orientação quanto à própria saúde e a respeito dos cuidados que deverão ser dedicados ao seu futuro bebê, desde a fase de recém-nascido. O alento é que está havendo gradativamente uma modificação nesse estado de coisas. Felizmente, é inegável, temos sentido um aumento do interesse e um crescimento paulatino da procura por parte de gestantes pelo acompanhamento odontológico, buscando adequar sua boca e manter a saúde bucal, nesta fase decisiva que é a de preparo para a chegada do bebê. Nos dias atuais, em que o conceito de estética está em alta, incluindo um sorriso branco, brilhante e atraente, convém lembrar que nada é mais bonito que uma boca saudável, livre da doença cárie e da doença gengival. Manter saúde bucal com gengivas e dentes íntegros, preservando a perfeição e beleza que foram concebidas pela natureza, é quase sempre possível e está ao alcance de todos.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:  

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Estética

Sorriso Gengival

Um sorriso atraente e estético depende de uma adequada proporção entre dentes, gengiva e lábio. Ao sorrir, o lábio superior deve mostrar em torno de três milímetros de gengiva. Exposição maior que isso é conhecido como sorriso gengival. A prevalência nas mulheres é cerca de duas vezes maior que em homens. A causa pode estar relacionada a fatores musculares, esqueléticos, gengivodentais ou uma combinação entre eles. Um sorriso gengival pode ser consequência de um lábio superior curto, coroa dos dentes curta, excesso maxilar vertical, hipertrofia gengival ou hiperatividade dos músculos elevadores do lábio superior. O tratamento adequado depende da correta identificação da causa. Para algumas pessoas, o sorriso gengival representa uma desordem estética muito grande, chegando a afetar a autoestima, enquanto outras não se incomodam com a exposição gengival exagerada ao sorrir. O sorriso gengival pode ser corrigido através dos seguintes procedimentos: Gengivectomia e Gengivoplastia: cirurgia em que o excesso de gengiva é removido visando restabelecer o contorno harmônico da margem gengival. 2. Cirurgia Ortognática: é uma solução definitiva em que a altura da maxila é diminuída.É realizada em                          ambiente hospitalar após o adequado preparo ortodôntico. 3. Aplicação de Toxina Botulínica (Botox): Com uma pequena aplicação de cada lado da face, o músculo responsável por tracionar o lábio superior para cima e, consequentemente expor a gengiva em demasia, recebe um bloqueio químico e tem sua atividade diminuída. Este tratamento não é definitivo, pois a toxina deve ser reaplicada de 4 a 6 meses, aproximadamente. 4. Combinação dos métodos citados: Algumas vezes, estão indicados tratamentos restauradores complementares, para melhorar o tamanho, a forma e a inclinação dos dentes, visando oferecer o máximo de Embora a escolha pelo tipo de tratamento seja feita pelo paciente, o dentista propõe a conduta mais indicada para cada caso. Para isso, ele leva em conta o histórico dos problemas bucais, a queixa em relação ao sorriso gengival, a existência ou não de deformidade esquelética, os riscos, vantagens e desvantagens de cada técnica. Tratamentos através ortodontia e cirurgia ortognática são procedimentos complexos, de alto custo e que demandam tempo considerável e por isso, têm sido menos frequentemente recomendados para tratamento do sorriso gengival. A aplicação da toxina botulínica representa um método simples, rápido e efetivo para a correção do sorriso gengival. De fácil aplicação, segura, rápida ação, baixo risco e efeito reversível, é particularmente interessante, nos casos em que a cirurgia ortognática é recomendada, permitindo avaliar o efeito estético previamente ao procedimento invasivo. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA:

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Implantes

Implantes Dentários: Mitos e Verdades.

Muito se fala sobre Implantes Dentários, muitas são as propagandas e o paciente fica sem saber o que é o que não é possível de se fazer. Aqui iremos tentar mostrar o que você deve estar atento quando se programar para esse tipo de tratamento. O que é Implante Dentário? Implante dentário é um cilindro (pino) de titânio colocado dentro do osso, abaixo da gengiva e que tem a função de fazer o mesmo papel da raiz do dente. Em cima do implante é que o cirurgião dentista coloca o dente. Todas as pessoas podem fazer implantes dentários? Em saúde as palavras todas, nenhuma, sempre e nunca não devem ser usadas. Algumas vezes o paciente não pode fazer o implante naquele momento ou não pode fazer por uma determinada condição, mas isso não impede que ele venha a poder fazer. O importante em relação ao paciente é que ele tenha um bom estado geral de saúde. Quais são os fatores que contra indicam um implante dentário? Os principais motivos de contra indicação é a colocação de implantes dentários em crianças antes da fase final de crescimento e pessoas que tenha uma expectativa acima do normal com resultados e estética. Pessoas com problemas cardíacos de alto risco, como próteses valvulares aórticas ou mitrais, cardiopatias congênitas ou com antecedentes de endocardite infecciosa. Os outros fatores de uma maneira geral, contra indicam temporariamente ou diminuem a margem de sucesso. Os implantes rejeitam? Não, não existe rejeição dos implantes pelo organismo. Os implantes são feito de titânio e esse material é inerte ao osso. Isso quer dizer que o organismo não percebe que algo foi colocado no osso e por isso tenta fechar o furo feito pela broca para a colocação do implante. Quando o osso preenche esse orifício, ele trava o implante e isso é o que chamamos de osseointegração. Podem ocorrer problemas devido a problemas na cirurgia, no pós-operatório, pela qualidade do osso, mas não por rejeição. Os implantes importados são melhores que os nacionais? O índice de sucesso é de 98%, ou seja, em cada 100 poderemos ter problemas em dois. Existem ótimos implantes nacionais e ótimos importados, assim como existem implantes importados que são péssimos e nacionais que também são. Apenas uma marca (importada) é superior a todas as outras, mas a diferença de preço entre ela e as outras ainda é muito grande. Como eu comentei anteriormente, todos os implantes são de titânio e todas as empresas são avaliadas e recebem uma licença para comercialização, isso deveria nos garantir a qualidade de todos. A grande diferença entre os implantes melhores e os piores está depois, na hora da colocação dos dentes. Quanto melhor a empresa do implante, mais componentes e mais preciso o encaixe entre eles e o implante. Para exemplificar, um implante de uma empresa de ponta, o dentista pode colocá-lo em uma posição que não seja a ideal, mas a empresa tem acessórios que compensam essa alteração. Outras empresas você perderia o implante. Mas sempre existe um trabalho que caiba no seu orçamento. Qual a taxa de sucesso dos implantes dentários? O índice de sucesso é de 98%, ou seja, em cada 100 poderemos ter problemas em dois. Mesmo nesses que temos problemas, a cirurgia pode ser refeita. Apenas pacientes fumantes ou que façam uso constante de álcool tem essas médias diminuídas para aproximadamente 85% de sucesso e 15% de insucesso. É possível colocar os implantes e os dentes no mesmo dia? Sim, mas nem todas as pessoas podem colocar implantes e dentes no mesmo dia. Aliás, ainda é a minoria das pessoas que podem. Para isso o paciente tem que ter quantidade e qualidade suficiente de osso. Quando existe osso na região inferior normalmente é possível, pois o osso da mandíbula é mais duro (menos poroso). Já a maxila é um osso mais poroso e por isso a fixação do implante é mais difícil. Então para a colocação de implantes imediatos é necessário avaliar a quantidade óssea, o número de implantes e os dentes que serão implantados. Nos implantes convencionais as pessoas esperam em torno de 2 a 3 meses na região inferior e de 4 a 6 meses na região superior e se possível, sempre acho que é mais seguro se puder esperar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA DE AVALIAÇÃO  

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Ortodontia

Apneia Do Sono

O que é apneia do sono? Apneia significa “parada da respiração”. Apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração (apneias) enquanto dorme. As apneias são causadas por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta de pelo menos 10 segundos de duração. Quando ocorrem apneias com frequência maior que 5x/hora no sono dizemos que o indivíduo é portador de apneia do sono. Estima-se que cerca de 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofram de apneia do sono, sendo que sua prevalência é maior entre os obesos e maiores de 35 anos. Curiosamente, apesar de possuir alta prevalência na população, apenas recentemente a medicina reconheceu, através de estudos científicos, os riscos trazidos por esta doença e a importância do seu diagnóstico. Deste modo, sabe-se que cerca de 90% dos indivíduos que possuem apneia do sono ainda não possuem o diagnóstico ou sequer foram alertados pelo seu médico para a possibilidade de sofrerem desta doença. O que provoca a apneia do sono? Aumento do peso (causa mais comum nos adultos): o excesso de tecido mole na garganta dificulta mantê-la aberta. Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal: isso tende a agravar-se com a idade. Alterações do formato da cabeça e pescoço pode resultar em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta. Amígdalas e adenóides grandes são causa comum de apneia do sono na criança. Quais as consequências da apneia do sono? Cada vez que ocorre uma apneia ocorre uma diminuição rápida da oxigenação sanguínea. A fim de evitar a morte por asfixia, o organismo envia um “sinal” ao cérebro despertando-o por tempo suficiente para conseguir desobstruir a garganta. Ou seja, ocorre um microdespertar que o indivíduo não percebe e nem lembra no dia seguinte. Esse fenômeno pode repetir-se até 1000 vezes em cada noite de sono nos casos mais graves. Após cada microdespertar ocorre também uma descarga aguda de hormônios do estresse como adrenalina e outros que, aliada a queda da oxigenação sanguínea, pode desencadear arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC) durante o sono. Além disso, a apneia do sono não tratada, a longo prazo, ocasiona ou agrava várias doenças. Devido ao grande número de microdespertares pelas apneias repetidas, o sono torna-se fragmentado ocorrendo diminuição do sono profundo e do sono REM nos indivíduos com apneia do sono. O sono profundo é fundamental para a recuperação do corpo, enquanto que a fase REM (Rapid Eye Movement – fase onde ocorrem os sonhos) é importante para a consolidação do aprendizado e da memória. Assim, a apneia do sono é uma das causas mais comuns de fadiga, sonolência e dificuldades de aprendizado e memória, entre outros sintomas. Quais os sintomas da Apneia do Sono? Quando suspeitar desse distúrbio? O indivíduo com apneia do sono raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo de vários anos até o seu diagnóstico. Em muitos casos, a suspeita da doença ocorre por outras pessoas que observam os episódios de apneia ou devido aos seguintes sintomas que podem ser observados: Ronco alto e interrompido Sono agitado Engasgos noturnos Sonolência excessiva durante o dia Despertares frequentes Levantar-se para urinar à noite Pesadelos Sono não reparador Fadiga crônica Dor de cabeça pela manhã Irritabilidade Apatia, Depressão Dificuldade de concentração Perda de memória Impotência sexual Como diagnosticar? O diagnóstico da apneia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. Em casos selecionados o exame pode ser realizado no próprio domicílio do paciente através de aparelhos portáteis. Qual o tratamento? O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. O ronco sem apeia, bem como a apneia do sono leve podem ter melhora significativa com medidas simples como: dormir de lado, perder peso, evitar uso de álcool ou tranquilizantes, entre outras. O uso de dispositivos orais confeccionado por dentistas que avançam a mandíbula durante o sono (placa oral) pode ser indicado em alguns casos. O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e restabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono. Alguns casos podem se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve ser cuidadosamente avaliado por médico especialista em distúrbios do sono para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou evitar uma cirurgia desnecessária.   Quando e como procurar ajuda? O indivíduo que apresenta as doenças e/ou os sintomas descritos anteriormente deve questionar o seu médico sobre este problema ou procurar um médico especializado em distúrbios do sono (medicina do sono). Este poderá encaminhá-lo ao exame de polissonografia para confirmar ou descartar a suspeita de apneia do sono, além de classificar a gravidade da doença. Caso confirme-se a suspeita da doença, o médico especialista poderá orientar e conduzir a melhor forma de tratamento para cada caso, restaurando assim um sono de qualidade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA

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Estética

Bichectomia

A bichectomia – cirurgia de redução das bochechas para afinar o rosto, já é conhecida há bastante tempo pelos cirurgiões plásticos. O procedimento, tem sido cada vez mais procurado, devido à influência de diversas celebridades que sabidamente já realizaram a cirurgia. A cirurgia para redução das bochechas é febre há muito tempo no mundo das celebridades. Somente agora o procedimento está sendo mais conhecido e realizado no Brasil. Você deve estar se perguntando… Como é possível fazer uma cirurgia para afinar o rosto? A bichectomia como é tecnicamente conhecida, é feita através de um corte por dentro da boca, na gengiva. Através desse pequeno corte é retirada a “bola de gordura” que dá volume as bochechas e deixa o rosto mais arredondado. O nome do procedimento é dado em função dessa “bola de gordura” chamar-se “bola de bichat”, nome dado ao anatomista francês que descreveu a estrutura. Com a retirada do volume dessa estrutura as bochechas e o contorno do rosto tornam-se mais fino e as maças do rosto mais ressaltadas. Você pode perceber que o procedimento é todo feito por dentro da boca: Com isso, a boa notícia é que a cirurgia plástica para redução das bochechas não deixa cicatrizes visíveis. A Bichectomia pode ser feita em conjunto com outros procedimentos faciais como: lifting facial, cirurgia plástica das pálpebras, correção de orelha rasgada. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:  

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Odontologia Esportiva

Odontologia Esportiva

Os esportistas exigem muito do seu físico e por isto devem ter maiores cuidados com sua saúde e a saúde bucal não pode ficar fora deste conjunto. A Odontologia começa a desenvolver uma nova área do conhecimento com grandes chances de crescimento e expansão: a Odontologia Esportiva. Recente, ainda pouco conhecida e divulgada a Odontologia Esportiva não é uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia e não é matéria oferecida na graduação, existindo apenas aulas e palestras extra-curriculares. É uma área de atuação da Odontologia ligada à Educação Física que se propõe a oferecer aos atletas, profissionais ou não, cirurgiões dentistas com uma visão esportiva a fim de melhorar os seus rendimentos através da manutenção da saúde oral e prevenindo e/ou tratando possíveis lesões decorrentes das atividades esportivas. Sua atuação se dá em clubes, academias, federações e confederações esportivas, trabalhando em conjunto com a medicina esportiva, fisioterapia, educação física, nutrição, fonoaudiologia, psicologia esportiva e outras áreas ligadas ao esporte. Quem pratica esportes deve ter condições físicas adequadas para competir sem riscos ou diminuição do rendimento físico. Entre outros objetivos da Odontologia Esportiva está garantir uma excelente saúde bucal ao desportista, detectando fatores prejudiciais a ele, como: respiração bucal, posicionamento dos dentes inadequados e administração de medicamentos com substâncias que possam causar doping positivo. O rendimento de um atleta pode diminuir por vários motivos, entre outros, estão: Má oclusão – o que gera problemas de mastigação, podendo prejudicar a absorção dos nutrientes, assim como pode provocar desequilíbrios musculares e problemas na articulação têmporo-mandibular. Dor e desconforto – que são suficientes para prejudicar o desempenho e a concentração. Uma simples dor de dente pode fazer a diferença em um prova decisiva. Foco infeccioso na boca – o que representa o comprometimento da saúde dos dentes (um canal aberto significa 17% de queda no condicionamento) e/ou no periodonto (gengiva e tecidos de sustentação) e de outros órgãos do corpo, espalhando-se através da corrente sanguínea, provocando risco para o coração, lesões nas articulações e dificuldade de recuperação em lesões musculares. Respiração bucal – o que representa um atleta que pode ter um rendimento físico 21% menor se comparado com um que respira pelo nariz. Hábitos viciosos (roer unhas, ranger dentes) – abrasão e desequilíbrio. Geralmente os atletas (profissionais ou amadores) são tratados de forma convencional, o que é um equívoco, porque o tratamento de um esportista, principalmente aquele que compete deve ser diferenciado de uma pessoa comum. Como exemplo: as restaurações devem ser analisadas e substituídas por material metálico ou resinoso segundo o impacto que determinado esporte pode ocasionar. Atletas precisam deste tratamento diferenciado, com um profissional preparado, não somente durante o tratamento, mas na prevenção e tratamento de traumas. Além de ter o atendimento local e encaminhamento ao tratamento ambulatorial ou hospitalar quando necessário. Estes profissionais buscam prevenir as fraturas dos ossos da face e dos dentes, bem como lesões de língua, lábios e bochechas e avulsões (arrancamentos).   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA  NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Ortodontia

Amamentação e as Más-Oclusões

Má-oclusão é a má relação entre a maxila e a mandíbula. Quando não há um encaixe perfeito entre as arcadas dentárias, podendo prejudicar o desenvolvimento ósseo da face e das articulações temporomandibulares (ATM). A má-oclusão é um defeito físico. Tipos de má oclusão: Classe II Classe III Mordida Aberta. Mordida Cruzada. Mordida Profunda. Apinhamento   IMPORTANTE: Devemos levar em consideração sempre a função. Isso significa que a avaliação apenas estática não oferece um diagnóstico definitivo. Pode ocorrer de uma oclusão estática ser perfeita e, no entanto, nos movimentos de lateralidade percebermos que aquela boca esteticamente bonita não é funcional e está patológica. Na má oclusão, o fator hereditário (genética) responde por 40%, enquanto 60% dependem do meio ambiente. Causas ambientais responsáveis pela má oclusão: Hábitos bucais: chupeta, dedo, mamadeira, etc. Problemas respiratórios: adenóide, rinite, sinusite, respiração bucal, Alterações funcionais: alimentação pastosa ou líquida, que não oferece estímulo de atrição aos dentes, que não estimula a função mastigatória. Perda precoce de dentes decíduos (de leite), Influências nutricionais. Alterações hormonais. Traumas e tumores. O profissional poderá intervir nas questões relacionadas ao meio ambiente: orientando, prevenindo ou corrigindo o problema já instalado. As más posições dentárias ou más oclusões são sempre causadas pelo subdesenvolvimento funcional, que reflete na falta de desenvolvimento ósseo para abrigar os dentes, essa é uma das consequências da alimentação industrializada. Quando a criança não é amamentada, ou não mastiga de forma adequada, ou respira pela boca, ou possui hábitos bucais, terá como conseqüência um desenvolvimento patológico das arcadas dentárias. O melhor exercício é o da amamentação. Nele há vedamento labial, respiração nasal, posicionamento correto da língua e trabalho ativo das articulações (ATM’s), na ordenha do peito. Esse trabalho muscular irá corrigir a distoclusão fisiológica que todo bebê apresenta (queixo da criança nasce bem retraído em relação à maxila), oferecerá condições para um bom desenvolvimento da face, bem como irá iniciar o treinamento dos músculos da mastigação.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Bruxismo

Ansiedade e Bruxismo

O ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente é chamado de bruxismo. Esse distúrbio pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite, quando é chamado de bruxismo noturno. O bruxismo é diagnosticado pelo dentista, e seu tratamento é feito com sessões de relaxamento e com o uso de uma placa de proteção dentária, que deve ser colocar entre os dentes para dormir. Causas do bruxismo O bruxismo noturno nem sempre tem uma causa definida, mas pode ser decorrente de: Problemas neurológicos, como ansiedade e Parkinson; Uso de medicamentos como Fluoxetina, Paroxetina, Venlafaxina; Problemas respiratórios, como ronco e apnéia do sono. O consumo excessivo de cafeína, álcool, fumo ou o uso frequente de drogas aumenta a frequência do bruxismo, tanto durante o dia quanto durante a noite. Sintomas de bruxismo Os sintomas de bruxismo são: Apertar e ranger os dentes; Desgaste da superfície dos dentes, como mostra a imagem 1; Dor nas articulações da mandíbula, como mostra a imagem 2; Dores de cabeça ao acordar; Cansaço diurno, pois a qualidade do sono é diminuída. O bruxismo pode levar a problemas que envolvam o mau funcionamento da articulação temporomandibular, conhecida como ATM, que é a articulação que liga a mandíbula ao crânio. O diagnóstico dessa doença é feito pelo dentista, a partir da avaliação dos sintomas e da aparência dos dentes. Como tratar o bruxismo O bruxismo não tem cura e o seu tratamento tem como objetivo aliviar a dor e evitar problemas nos dentes. Assim, deve-se usar uma placa de proteção dentária durante a noite, para evitar o atrito entre os dentes, e alguns medicamentos como relaxantes musculares, antidepressivos e calmantes, que normalmente são usados por pouco período de tempo para evitar dependência. Placa de proteção dentária Além disso, pode-se usar técnicas de relaxamento para reduzir o estresse e ansiedade e, se necessário, fazer acompanhamento psicológico. Para aliviar a dor, pode-se aplicar gelo ou água morna nos músculos da mandíbula, evitar ingerir alimentos duros, como nozes ou legumes crus, fazer massagem no pescoço, ombros e rosto e exercícios de alongamento ao acordar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontologia

A Dor De Dente

A dor de dente é geralmente motivada quando o nervo de um dente estiver irritado, e as causas para o problema podem ser diversas. Infecção dentária, cárie, lesão ou perda de um dente são as circunstâncias mais comuns para o desconforto. A dor também pode ocorrer após uma extração de um dente, e pode ser desenvolvida de alguma área e se estender para a mandíbula.   Os microrganismos que nascem no interior da boca podem colaborar para doenças na gengiva, placa bacteriana, e decadência dental. Estes problemas podem ser dolorosos. É possível evitar a maioria dos problemas nos dentes por meio de uma boa higienização, que inclui o uso de fio dental, escovação após as refeições com creme dental à base de flúor, e realizar uma limpeza com um profissional pelo menos duas vezes por ano. Causas da dor de dente A dor de dente acontece por meio de uma inflamação na parte central do dente denominada polpa. A polpa possui terminações nervosas que são muito sensíveis à dor. A inflamação da polpa pode se desenvolver através de cáries dentárias, traumas e infecções. Sintomas da dor de dente A dor de dente e na mandíbula são reclamações comuns. Pode ocorrer uma dor intensa a pressão, ou a estímulos quentes ou frios. Outros sintomas que podem decorrer são: Dor na mastigação; Sensibilidade; Sangramento do dente ou gengiva causado pela presença do tártaro; Inchaço ao redor de um dente ou na mandíbula; Lesão ou trauma na região afetada. Estes sintomas podem estar relacionados com a cárie ou alguma doença periodontal. Prevenção para a dor de dente Mantenha uma dieta saudável. As bactérias se proliferam através do açúcar refinado e do amido que é consumido nos alimentos. Atente-se aos alimentos que são ingeridos e à comida que pode grudar nos dentes. Escove-os logo após a refeição e utilize o fio dental. Cumpra diariamente e após todas as refeições um eficiente programa de limpeza dos dentes para remover as partículas que resta dos alimentos. Utilize uma escova macia, com creme dental que contenha flúor, e fio dental. Escove as gengivas, as bochechas e a língua, para tentar eliminar os resíduos que se acumulam no interior da boca. Visite o dentista pelo menos duas vezes ao ano. Manter essa rotina é ideal já que, se houver algum problema, logo ele pode ser tratado pelo profissional. Também é indicado realizar uma limpeza profissional durante esses períodos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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