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Estética

Como é feita a escolha entre Facetas Laminadas ou Lentes de Contato Dentais em um Tratamento Estético

Facetas laminadas e lentes de contato dentais são dois tipos parecidos de trabalhos protéticos confeccionados em Porcelana. A maior semelhança é que os dois tipos têm o restabelecimento estético como maior objetivo. Basicamente as diferenças encontram-se na forma de trabalho junto ao dente em questão, pois a Faceta Laminada requererá um desgaste maior do dente para sua instalação do que a Lente de Contato. Resumindo, o dentista confecciona uma lâmina de porcelana que será colada sobre a superfície dental, sendo que, nas facetas, essa lâmina será mais espessa que a da lente de contato dental. A indicação tanto de uma como de outra relaciona-se a devolver ao dente forma, posição e cor adequados na arcada, favorecendo, assim, a harmonia estética. Muitas vezes nos deparamos com dentes com seu formato diferente dos outros. Tratam-se de dentes conóides, por exemplo, onde devido a uma característica particular na formação dos dentes do paciente, tenha surgido e se destaque de forma negativa, comprometendo a estética. Neste caso, quando o dente, apesar de sua forma inadequada, esteja bem posicionado, não havendo a necessidade de um desgaste para a recuperação da sua posição dentro da arcada, a lente de contato será o melhor caminho para solucionar o caso. Isso porque não haverá a necessidade de desgastar o dente para a colagem da lente ou, se houver, será mínimo. Caso esse mesmo dente estivesse girado ou inclinado, ou seja, desalinhado de forma exagerada, haveria a necessidade de um desgaste mais profundo, impedindo que se confeccionasse uma lente e sim uma faceta, pois precisaríamos ter uma maior espessura de porcelana para resolvermos o caso.   Da mesma forma, devemos pensar que, quando nos deparamos com um dente profundamente escurecido, há a necessidade de um desgaste muito maior para mascarar a coloração original mais escura, deixando assim que a nova cor seja instalada com a porcelana. Uma indicação precisa para as lentes de contato é a recuperação de espaços entre os dentes, os chamados diastemas. Trata-se de um espaço aumentado por diversos motivos, que comprometem muito a estética, principalmente quando localizado entre os incisivos centrais superiores. Portanto, tanto as facetas quanto as lentes de contato possuem indicações parecidas, que deverão ser precisas, pois atualmente a forma conservadora de ser da odontologia, que foi conquistada a duras penas, deverá ser sempre respeitada. Um desgaste desnecessário de um dente constitui um fato irreversível.

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Estética

Análise Clínica do Sorriso

Durante a avaliação do sorriso, todos os aspectos dentários e teciduais devem ser considerados. A quantidade de gengiva exposta deve ser avaliada após uma observação atenta do paciente durante a fonação e diversos sorrisos. O clínico deve perguntar ao paciente o que ele acha de seu sorriso. Essa atitude é primordial quando se tem conhecimento do resultado dos estudos sobre a divergência de percepção da beleza do sorriso entre profissionais e pacientes. É aconselhável fotografar o sorriso para discutir com o paciente o que ele vê e o que imagina, a fim de aprimorar seu desejo. Também é interessante para se ter uma noção exata do estado inicial. O sorriso é dinâmico e não responde a medidas precisas. Além disso, os pacientes que apresentam deficiência estética programaram seu sorriso de modo a esconder o problema. A posição da cabeça (inclinada para trás, para frente ou no mesmo nível do observador) pode também comprometer a avaliação das relações estéticas. A linha do sorriso pode ser avaliada por fotografias, estando os dentes em sua posição de contato habitual. A avaliação é feita em relação à quantidade de gengiva exposta. Trata-se principalmente de considerar a idade (o adulto jovem mostra mais a gengiva do que a pessoa mais velha) e o sexo (as mulheres mostram mais a gengiva do que os homens). Os tecidos gengivais devem ser avaliados por sua dimensão, seu estado de saúde, sua forma, seu contorno e sua cor. O pontilhado, os defeitos, a quantidade e a distribuição da pigmentação presentes nos tecidos gengivais devem ser avaliados e a necessidade de correção deve ser discutida com o paciente. Todas essas observações devem ser avaliadas no contexto da estética do rosto do paciente, para que o resultado obtido no tratamento estético seja o mais satisfatório possível.

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Odontologia

Dificuldades Motoras e a Saúde Bucal

No Brasil existe mais de 24 milhões de pessoas portadoras de necessidades especiais, equivalente a 14,5% da população do País. Grande parte desses brasileiros apresenta distúrbios neuropsicomotores (que atingem as partes neurológica, cognitiva e motora) ou neuromotores (que afetam apenas as partes neurológica e motora). A dificuldade de cuidar da própria higiene,faz com que pessoas tenham um sério comprometimento da saúde bucal. Dentre eles, cáries e doenças periodontais. É importante manter uma higienização bucal adequada caso contrário, irá repercutir negativamente nos indivíduos com necessidades especiais. Existem escovas e aparelhos que auxiliam no cuidado com a higiene oral. É necessário não apenas que o paciente esteja envolvido, mas também a família e, principalmente, o “cuidador”, seja esse um membro da família ou do grupo de enfermagem. As dificuldades motoras podem decorrer de diversos fatores, como da paralisia cerebral, AVE (Acidente Vascular Encefálico), lesão medular, Alzheimer, de procedência tumoral. Muitos desses pacientes utilizam medicamentos anticonvulsivantes e alguns desses podem influir no tecido gengival, causando a hiperplasia gengival que pode até recobrir o dente. Entretanto, se a escovação for bem realizada, a pessoa não desenvolve a doença. Algumas dicas simples podem facilitar muito a higienização bucal, entre elas a confecção de um abridor de boca com palitos de sorvete envolvidos por uma gaze, utilizados para aqueles pacientes sem controle da abertura bucal. Vamos cuidar dessas pessoas com carinho.

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Odontologia

Atendimento à Pacientes Especiais em Odontologia

Ultimamente, na Odontologia existe um movimento maior no entendimento e na prática clínica oferecida a pessoas com necessidades especiais. Foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia a especialidade de Odontologia em Pacientes com Necessidades Especiais. Os pacientes com necessidades especiais podem ser classificados conforme segue abaixo: Classificação pacientes com necessidades especiais: Deficiência mental Deficiência física Anomalias congênitas (deformações, síndromes) Distúrbios comportamentais (autismo) Transtornos psiquiátricos Distúrbios sensoriais e de comunicação Doenças sistêmicas crônicas (diabetes, cardiopatias, doenças hematológicas, insuficiência renal crônica, doenças auto imunes, doenças vesículo bolhosas, etc) Insuficiência renal crônica Doenças infectocontagiosas (hepatites, HIV, tuberculose) Condições sistêmicas (irradiados, transplantados , oncológicos, gestantes, imunocomprometidos)  O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado. Estas pessoas têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico; para prevenção de cárie e doenças periodontais. A maioria destes pacientes não apresenta plena capacidade de realizar seus cuidados bucais necessitando da ajuda de demais pessoas. A participação de familiares ou responsáveis nestes cuidados é fundamental para o sucesso do tratamento odontológico e para promoção da saúde bucal do paciente. A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes. Salienta-se que muitos destes pacientes apresentam complicações orgânicas. O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica, social, etc. O dentista especialista realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos. Para pessoas com deficiência ou doença mental, da mesma forma que para crianças normais, faz-se o condicionamento psicológico do paciente especial, para que se obtenha sua cooperação, antes de quaisquer outros recursos. A contenção física ou química somente é utilizada diante da ineficiência dos métodos psicológicos. Segundo Gargione, (1998), o atendimento odontológico em pacientes especiais, atualmente, pode ser feito em três modalidades: a normal, que é o atendimento em que existe a cooperação por parte do paciente, alternando-se somente o tipo de ambiente, instrumental e material odontológico a ser empregado; o condicionado, que utiliza técnicas de demonstração com todo o aparato odontológico, para que o paciente saiba, antes de ser atendido, o que será utilizado em sua boca, incluindo as de vibrações e ruídos que farão parte do atendimento proposto; e o sob contenção (mecânica, química, hipnose). Os pacientes que apresentem problemas graves no que se refere à cooperação e ao manejo devem ser considerados dentro do grupo com indicação para a contenção química e anestesia geral. Todo tratamento odontológico é considerado como parte de um programa permanente de saúde bucal. Dentro desse programa, as medidas preventivas e as restauradoras devem estar perfeitamente integradas, ficando na dependência de cada paciente, a predominância de umas sobre as outras. Os locais para o atendimento da população de pacientes especiais devem, preferencialmente, estar junto às instituições que oferecem tratamentos globais para as deficiências abordadas. Nelas, o Cirurgião Dentista integra uma equipe de trabalho multi e interdisciplinar.

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Odontopediatria

Cárie se Desenvolve Com Mais Freqüência em Crianças de 1 a 3 Anos de Idade

A cárie dental é a doença crônica mais comum na infância, consistindo em um grande problema para a saúde pública mundial. Um fator importante que deve ser levado em consideração é que ela pode ser prevenida, controlada ou mesmo revertida. Para prevenção, é necessário conhecer sua etiologia e os fatores de risco para o seu desenvolvimento. O controle e a reversão de tal doença são possíveis caso seja diagnosticada em estágio inicial, que é a presença de mancha branca no esmalte dental, sem cavidades. Quando a situação clínica envolve cavidades dentárias, há necessidade de tratamento curativo e preventivo, a fim de modificar as condições que levaram ao desenvolvimento da doença cárie. A evolução da doença é capaz de causar grande destruição dos dentes, ou até mesmo sua perda, podendo resultar em complicações locais, sistêmicas, psicológicas e sociais. Estudos recentes realizados no Brasil afirmam que a prevalência de cárie na infância varia de 12 a 46%, sendo que a faixa etária que desenvolveu mais cárie foi de 1 a 3 anos de idade. O último levantamento epidemiológico nacional em saúde bucal encontrou uma prevalência de 26,85% na experiência de cárie em crianças entre 18 e 36 meses, existindo um evidente incremento com avanço da idade, independente do gênero. A Organização Mundial da Saúde fixa metas decenais para estimular países em desenvolvimento a adotarem medidas para melhorar seus indicadores em saúde bucal. Para 2016, a Organização Mundial de Saúde espera que 90% desses indivíduos estejam livres de cáries. Esse é um desafio que requer esforço conjunto dos profissionais da saúde, no intuito de identificar as crianças com perfil de risco para cárie dentária, a fim de preveni-la, quando a relação custo-benefício ainda é extremamente positiva. A cárie precoce e severa na infância representa um problema de saúde pública e requer um esforço de todos os profissionais da saúde que atendem crianças. A saúde bucal não deve ser vista de forma dissociada da saúde geral. O objetivo da odontologia vai além da preservação dos dentes, vislumbra a manutenção da saúde bucal e sistêmica. A criança tem seus cuidados e valores recebidos do núcleo familiar. Desse modo, devemos modificar os fatores de risco para o desenvolvimento da doença cárie com a família e principalmente buscar a prevenção. A prevenção é barata, mas requer esforços do núcleo familiar, que nem sempre tem conhecimento sobre as repercussões que a doença cárie pode causar, ou mesmo quando percebem, é porque está estabelecida repercutindo na vida da criança e da família. É importante que profissionais da saúde que atendem crianças saibam reconhecer e modificar os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças, já que os eventos ocorridos na infância podem impactar a vida adulta determinando a condição futura da criança.

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Estética

Novo Serviço Odontomania: Visagismo Odontológico – DSD

Uma das maiores preocupações do mundo contemporâneo está relacionada à imagem. Tais características podem ser vistas através da busca incansável pela perfeição. Na Odontologia não é diferente. O Visagismo Odontológico é a arte de personalizar o desenho do sorriso, através da junção de várias técnicas da odontologia estética customizando o sorriso de acordo com a personalidade do paciente, como a forma do rosto e contorno da gengiva, alterando as formas e tamanhos dos dentes, para aprimorar a imagem pessoal de cada um. É um trabalho artesanal. Tudo começa com uma primeira consulta, onde iremos fazer um inventário da sua boca, que reúne avaliação, moldagem, e radiografia de cada dente e fotos de vários ângulos do rosto do paciente, que servem como base para estudar os traços e características que definem um sorriso perfeito e nos ajudarão a diagnosticar suas insatisfações e desejos de mudança. Com toda essa base de dados entra em ação o DSD, uma simulação feita em computador, onde iremos desenhar um novo sorriso harmônico e compatível com cada característica facial de cada indivíduo, valorizando a beleza de cada um. Uma vez definido o aspecto desejado no DSD será produzido um mock-up, prova em escala real que você utilizará provisoriamente para avaliar na prática o resultado do tratamento (cores, formas, tamanhos, alinhamento, etc.). Nesta fase são avaliados e definidos eventuais ajustes na solução. Somente após a aprovação do mock-up, quando você estiver seguro, confiante e decidido sobre o resultado é que partiremos para a execução do tratamento definitivo. Assim, através do Visagismo Odontológico, é possível atingir um resultado estético individualizado e sem surpresas. Agende uma consulta e descubra como ter o melhor de você no seu sorriso. Clique no botão abaixo e agende sua avaliação!   Ou entre em contato: Clinica Odontomania R. Carolina Soares, 108 Bairro do Limão – São Paulo – SP Tel.: 11 3955 0764 | 11 3965 8896 WhatsApp: 11 9 7755 3599

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Odontomania

Concurso #ManiaSorriso

  Participe do novo concurso do Instagram da Clinica Odontomania ! Publique uma selfie sua sorrindo de maneira bem criativa e diferente com a hashtag #maniasorriso! A melhor foto e mais criativa ganha 1 clareamento Dental grátis! Participe! Marque suas fotos até dia 30/10!  

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Estética

Posicionamento Incorreto da Língua pode Entortar os Dentes

De importância fundamental na vida humana, a língua é um órgão que participa dos processos de deglutição, fala, mastigação e gustação. Sua superfície superior é coberta por papilas, que conferem um aspecto aveludado ao órgão. Elas são responsáveis pelo reconhecimento do sabor das diferentes substâncias e alimentos. Essa superfície é um local propício para a retenção de restos alimentares e cultura de bactérias e, por isso, deve ser higienizada tanto quanto os dentes. A língua faz parte da estrutura crânio-mandibular, e a relação entre todos os componentes que cercam a boca é comumente comparada com um balé. Isso porque as variáveis de crescimento envolvem a adaptação harmoniosa de ossos, dentes, língua e arco dentário. Por isso, a língua está diretamente relacionada com a ortodontia, muitas vezes influenciando no desenvolvimento de deformidades. O correto posicionamento da língua em relaxamento é colada ao palato e com a ponta tocando os incisivos (os quatro dentes centrais) superiores. Essa posição é passiva, e o paciente não deve se preocupar em mantê-la, uma vez que o vácuo formado entre a língua e o palato garante o posicionamento elevado da língua. A posição é mantida como se houvesse uma ventosa, e o toque deve ser leve e sem força, tanto nos dentes quanto no “céu da boca”. A vedação labial é imprescindível para que esse vácuo se forme. Por isso, pacientes que respiram pela boca têm o posicionamento da língua incorreto, favorecendo problemas ortodônticos como mordida cruzada, mordida aberta, atresia maxilar, apinhamento e retrusão mandibular. Para corrigir a influência negativa da língua no arco dentário, é necessário identificar exatamente a causa, promovendo a reprogramação da posição lingual. A Odontomania trabalha com aparelhos mioprogramáveis, onde a língua e os músculos faciais são corretamente posicionados, promovendo assim uma correta vedação dos lábios anulando a respiração bucal. Porém alguns casos podem ser tratados e corrigidos por meio de cirurgia, mas as causas posturais podem ser tratadas com intervenção do ortodontista, no caso de respiração bucal – e conscientização do paciente em relação a seus vícios.

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Curiosidades

4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista

DIABETES E ODONTOLOGIA Sempre deixamos a boca em segundo plano, é mais comum nos preocuparmos com inflamações e infecções no corpo. Entretanto, é importante destacar que a boca necessita de tanta atenção quanto o resto do organismo. Que quem tem diabetes possui maio risco de desenvolver a doença periodontal (gengivite e periodontite), principalmente pelo aumento da descompensação glicêmica, o que facilita o aparecimento de alterações bucais. A inflamação mais comum é a gengivite, que acomete a região em torno do dente, podendo em alguns indivíduos levar a processos infecciosos com perda óssea (periodontite) e ocorrer halitose, dor, mobilidade dental. Indivíduos mal controlados podem se queixar da diminuição do fluxo salivar, queimação na boca ou língua, podendo haver a manifestação de infecções oportunistas como a Candidíase. “Há evidência científica que existe uma relação entre o diabetes mal controlado e a periodontite. A manifestação e a progressão da periodontite estão relacionadas com a idade, tempo do diabetes, controle glicêmico, suscetibilidade à periodontite e hábitos deletérios, como o fumo. Estes fatores serão agravados quando associados à má higiene oral. Entretanto, ao procurar um dentista é necessário observar algumas regras importantes: relatar sua condição de saúde, hábitos e medicamentos utilizados, além de ficar o mais tranqüilo possível. “O histórico médico é necessário para o correto planejamento e tratamento odontológico. Na consulta, deve-se avaliar a glicemia capilar, pressão arterial e freqüência cardíaca do paciente. O controle do diabetes favorece o atendimento e o sucesso do tratamento. Procedimentos cirúrgicos devem ser evitados no caso de elevação da glicemia, pelo risco de sangramentos e infecções, e pela demora na cicatrização gengival. 4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista! Atenção! • Controle o seu diabetes. Informe ao dentista sobre seus índices glicêmicos e marque uma consulta com seu médico antes do início do tratamento para avaliação de sua condição de saúde; • Em caso de cirurgia, poderá haver mudança na dieta e dosagem de insulina; • Talvez seja uma opção adiar procedimentos não – emergenciais, caso sua dosagem de glicemia esteja com valores muito elevados. Mas lembre-se: discuta com seu dentista sobre as possibilidades e conseqüências dessa decisão; • Faça consultas e reavaliações periódicas, preferencialmente a cada três meses, com seu dentista.

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Não categorizado

8 Coisas que Você Precisa saber sobre DSD: Digital Smiling Design

Você sabe o é que DSD? Para você, qual é a importância de um sorriso bonito e saudável? Quantas pessoas já lhe chamaram atenção na espontaneidade de um sorriso cativante, daqueles que se tornam até mesmo uma “marca registrada”? E quantas delas você mesmo(a) já conquistou com um sorriso? O que o seu sorriso revela a seu próprio respeito? Infelizmente, existe um número extremamente significativo de “sorrisos” que é expresso de uma maneira extremamente contida, muito timidamente, por diversas razões. Na maioria das vezes, porém, o fato é que boa parte de nós não se sente suficientemente segura para mostrá-los aos outros. Há quem possa sofrer com alguma doença que afete a aparência dos dentes, necessitando de uma intervenção odontológica urgente (ou, então, necessitando consultar-se com o cirurgião-dentista concomitantemente ao tratamento iniciado com o profissional especializado em outra área da Medicina), quem possa estar com o “sorriso” um pouco mais “amarelado” ou, ainda, entre outras possibilidades, quem simplesmente não goste do próprio aspecto dentário. E a novidade é que, para atender a este último caso, a Odontologia já dispõe de um novo conceito. Até aqui, o que quase sempre vimos associando ao cirurgião-dentista é a imagem daquele profissional que, se não trata as doenças relacionadas ao sistema mastigatório, previne-as. No entanto, hoje este é um especialista que, além da apurada técnica com que realiza o seu trabalho, vem ganhando cada vez mais espaço e valorização da aplicação artística – e humana – de todo este seu conhecimento. É a isto que se refere o Planejamento Digital do Sorriso (Digital Smile Design – DSD), no qual se contemplam a estética e o design do sorriso do paciente, feito previamente no computador, por um projeto digital de sorriso. Ocorre que, nos dias de hoje, possuir um sistema mastigatório livre de problemas não basta. Vivemos em uma sociedade cada vez mais exigente, de modo que também passamos a exigir o que há de melhor para nós mesmos, e a possibilidade de se vir a ter um sorriso considerado bonito, que se adeque às características peculiares de cada um (harmonizando-se com o todo, incluindo-se aí a própria personalidade), por meio do qual seja possível manifestar-se naturalmente, dando mais vida à própria face, é um desses “direitos adquiridos” que, se antes parecia um feito distante, agora já é um desejo possível de se realizar. Para tanto, uma das principais questões a serem levadas em consideração pelo cirurgião-dentista – agora também um “designer do sorriso” – é: o que o paciente quer expressar por meio do seu sorriso? Quanto aos aspectos fundamentais sobre os quais todo o procedimento se sustenta, estão a comunicação visual (uma análise fotográfica, que permite a visualização da estética e a melhor compreensão da relação entre os dentes, as gengivas, os lábios e da face), a integração entre a equipe de profissionais que atende o paciente (o periodontista, o implantodontista e o ortodontista, por exemplo) e, por fim, a interação dele, paciente, com o próprio especialista responsável. 8 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DSD: DSD não é apenas um software, um vídeo, fotos ou desenhos. DSD é uma filosofia de trabalho. É uma nova onda que traz odontologia para um nível emocional. Tentando se conectar com as pessoas através das emoções, comunicação visual e atendimento real. DSD está se tornando um designer de sorrisos. DSD está ligando o design à função. DSD é a comunicação da equipe, não só em palestras, mas também no dia a dia real da odontologia feito por pessoas reais. DSD está trazendo o paciente para construção de seu próprio sorriso. DSD está ligando as lacunas que faltam para a criação de uma nova visão dental para o século 21.

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