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Odontologia

Escrevemos sobre o que há de melhor e mais recente em saúde bucal, mantendo você atualizado com notícias e informações odontológicas relevantes.

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Dificuldades Motoras e a Saúde Bucal

No Brasil existe mais de 24 milhões de pessoas portadoras de necessidades especiais, equivalente a 14,5% da população do País. Grande parte desses brasileiros apresenta distúrbios neuropsicomotores (que atingem as partes neurológica, cognitiva e motora) ou neuromotores (que afetam apenas as partes neurológica e motora). A dificuldade de cuidar da própria higiene,faz com que pessoas tenham um sério comprometimento da saúde bucal. Dentre eles, cáries e doenças periodontais. É importante manter uma higienização bucal adequada caso contrário, irá repercutir negativamente nos indivíduos com necessidades especiais. Existem escovas e aparelhos que auxiliam no cuidado com a higiene oral. É necessário não apenas que o paciente esteja envolvido, mas também a família e, principalmente, o “cuidador”, seja esse um membro da família ou do grupo de enfermagem. As dificuldades motoras podem decorrer de diversos fatores, como da paralisia cerebral, AVE (Acidente Vascular Encefálico), lesão medular, Alzheimer, de procedência tumoral. Muitos desses pacientes utilizam medicamentos anticonvulsivantes e alguns desses podem influir no tecido gengival, causando a hiperplasia gengival que pode até recobrir o dente. Entretanto, se a escovação for bem realizada, a pessoa não desenvolve a doença. Algumas dicas simples podem facilitar muito a higienização bucal, entre elas a confecção de um abridor de boca com palitos de sorvete envolvidos por uma gaze, utilizados para aqueles pacientes sem controle da abertura bucal. Vamos cuidar dessas pessoas com carinho.

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Atendimento à Pacientes Especiais em Odontologia

Ultimamente, na Odontologia existe um movimento maior no entendimento e na prática clínica oferecida a pessoas com necessidades especiais. Foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia a especialidade de Odontologia em Pacientes com Necessidades Especiais. Os pacientes com necessidades especiais podem ser classificados conforme segue abaixo: Classificação pacientes com necessidades especiais: Deficiência mental Deficiência física Anomalias congênitas (deformações, síndromes) Distúrbios comportamentais (autismo) Transtornos psiquiátricos Distúrbios sensoriais e de comunicação Doenças sistêmicas crônicas (diabetes, cardiopatias, doenças hematológicas, insuficiência renal crônica, doenças auto imunes, doenças vesículo bolhosas, etc) Insuficiência renal crônica Doenças infectocontagiosas (hepatites, HIV, tuberculose) Condições sistêmicas (irradiados, transplantados , oncológicos, gestantes, imunocomprometidos)  O atendimento ambulatorial deve ser sempre realizado em conjunto com a família e por profissional capacitado. Estas pessoas têm uma necessidade aumentada para o cuidado preventivo odontológico; para prevenção de cárie e doenças periodontais. A maioria destes pacientes não apresenta plena capacidade de realizar seus cuidados bucais necessitando da ajuda de demais pessoas. A participação de familiares ou responsáveis nestes cuidados é fundamental para o sucesso do tratamento odontológico e para promoção da saúde bucal do paciente. A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes. Salienta-se que muitos destes pacientes apresentam complicações orgânicas. O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica, social, etc. O dentista especialista realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos. Para pessoas com deficiência ou doença mental, da mesma forma que para crianças normais, faz-se o condicionamento psicológico do paciente especial, para que se obtenha sua cooperação, antes de quaisquer outros recursos. A contenção física ou química somente é utilizada diante da ineficiência dos métodos psicológicos. Segundo Gargione, (1998), o atendimento odontológico em pacientes especiais, atualmente, pode ser feito em três modalidades: a normal, que é o atendimento em que existe a cooperação por parte do paciente, alternando-se somente o tipo de ambiente, instrumental e material odontológico a ser empregado; o condicionado, que utiliza técnicas de demonstração com todo o aparato odontológico, para que o paciente saiba, antes de ser atendido, o que será utilizado em sua boca, incluindo as de vibrações e ruídos que farão parte do atendimento proposto; e o sob contenção (mecânica, química, hipnose). Os pacientes que apresentem problemas graves no que se refere à cooperação e ao manejo devem ser considerados dentro do grupo com indicação para a contenção química e anestesia geral. Todo tratamento odontológico é considerado como parte de um programa permanente de saúde bucal. Dentro desse programa, as medidas preventivas e as restauradoras devem estar perfeitamente integradas, ficando na dependência de cada paciente, a predominância de umas sobre as outras. Os locais para o atendimento da população de pacientes especiais devem, preferencialmente, estar junto às instituições que oferecem tratamentos globais para as deficiências abordadas. Nelas, o Cirurgião Dentista integra uma equipe de trabalho multi e interdisciplinar.

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4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista

DIABETES E ODONTOLOGIA Sempre deixamos a boca em segundo plano, é mais comum nos preocuparmos com inflamações e infecções no corpo. Entretanto, é importante destacar que a boca necessita de tanta atenção quanto o resto do organismo. Que quem tem diabetes possui maio risco de desenvolver a doença periodontal (gengivite e periodontite), principalmente pelo aumento da descompensação glicêmica, o que facilita o aparecimento de alterações bucais. A inflamação mais comum é a gengivite, que acomete a região em torno do dente, podendo em alguns indivíduos levar a processos infecciosos com perda óssea (periodontite) e ocorrer halitose, dor, mobilidade dental. Indivíduos mal controlados podem se queixar da diminuição do fluxo salivar, queimação na boca ou língua, podendo haver a manifestação de infecções oportunistas como a Candidíase. “Há evidência científica que existe uma relação entre o diabetes mal controlado e a periodontite. A manifestação e a progressão da periodontite estão relacionadas com a idade, tempo do diabetes, controle glicêmico, suscetibilidade à periodontite e hábitos deletérios, como o fumo. Estes fatores serão agravados quando associados à má higiene oral. Entretanto, ao procurar um dentista é necessário observar algumas regras importantes: relatar sua condição de saúde, hábitos e medicamentos utilizados, além de ficar o mais tranqüilo possível. “O histórico médico é necessário para o correto planejamento e tratamento odontológico. Na consulta, deve-se avaliar a glicemia capilar, pressão arterial e freqüência cardíaca do paciente. O controle do diabetes favorece o atendimento e o sucesso do tratamento. Procedimentos cirúrgicos devem ser evitados no caso de elevação da glicemia, pelo risco de sangramentos e infecções, e pela demora na cicatrização gengival. 4 Dicas para Diabéticos quando Forem ao Dentista! Atenção! • Controle o seu diabetes. Informe ao dentista sobre seus índices glicêmicos e marque uma consulta com seu médico antes do início do tratamento para avaliação de sua condição de saúde; • Em caso de cirurgia, poderá haver mudança na dieta e dosagem de insulina; • Talvez seja uma opção adiar procedimentos não – emergenciais, caso sua dosagem de glicemia esteja com valores muito elevados. Mas lembre-se: discuta com seu dentista sobre as possibilidades e conseqüências dessa decisão; • Faça consultas e reavaliações periódicas, preferencialmente a cada três meses, com seu dentista.

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Saiba O Que É Diastema e Como Resolver Esse Problema Que Incomoda Muitas Pessoas

Muito comum, o diastema é um problema bucal é motivo de vergonha para muitas pessoas A Odontomania explica o que é e quais as principais causas e tratamentos para o diastema com Facetas de Porcelana Zona Norte O que é? É um espaço entre dois ou mais dentes, mais comum nos dentes anteriores da arcada superior. Causas As principais causas são queda dos dentes de leite, anormalidade do freio labial (tecido que se estende do lábio à gengiva), falta de algum dente ou diferença entre o tamanho dos dentes. A pressão sobre os dentes decorrente do uso de mamadeira e chupeta também pode causar diastema. Tratamentos Existem duas opções indicadas para tratar o problema, o tratamento ortodôntico (com aparelho) ou Facetas de Porcelana Zona Norte. A opção para fechar o diastema com Facetas de Porcelana Zona Norte tratamento é mais rápido, em torno de uma semana. Já com aparelho ortodôntico, o processo é mais lento e depende de cada caso.

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O Que A Mandíbula Tem A Ver Com As Dores De Coluna?

Muita coisa. Disfunções na articulação têmporo-mandibular (ATM), aquela responsável pela mastigação, pelo abrir e fechar da boca, pelo bocejar e o beijar, podem provocar problemas na coluna lombar, na cervical, no pescoço. E vice-versa. A razão da ligação tão íntima entre as duas partes do corpo são as fáscias, uma película que envolve todos os músculos do corpo. Elas podem ser o caminho para se descobrir a causa de dores que atrapalham o dia-a-dia. Existem cadeias inteiras de mais de um músculo unidas por um único conjunto de fáscias específicas. A fáscia superficial cervical, por exemplo, está ligada da cervical até o quadril posteriormente ao corpo. E anteriormente da mandíbula até a pelve. Uma lesão na pelve pode, através do sistema fascial, atingir a ATM e vice-versa. As tensões se transmitem passando de uma estrutura próxima, para a mais distante ao longo de uma cadeia miofascial”, explica a fisioterapeuta Elaine Monteiro de Carvalho. Segundo a osteopata, é muito freqüente que as mulheres tenham problemas de ATM, devido ao estresse, à flexibilidade natural e a fatores hormonais. O tratamento deve ser integrado a todo corpo e não isolado. “Cerca de 85% das mulheres apresentam ATM, primeiro porque são muito mais flexíveis do que os homens, depois porque vêm sofrendo muito com o estresse. E ainda têm os fatores hormonais, que influenciam esse tipo de problema. Na osteopatia, trabalhamos com a correlação de tecidos musculares. Interpretamos a dor como um trilho que vai correndo o corpo todo. E por isso precisamos tratar de todas as estruturas musculares, trabalhar o corpo de forma holística, buscando o reequilíbrio de ossos, músculos de sustentação e ligamentos”, garante a especialista. Deve haver um equilíbrio entre dentes e músculos da mastigação, que formam a ATM. Os músculos devem trabalhar de forma coordenada e para isso a oclusão deve estar equilibrada. A má oclusão pode levar ao espasmo muscular e a uma disfunção têmporo-mandibular, comprometendo a articulação. Os músculos passam a trabalhar de forma desarmônica, desequilibrando todo o sistema, inclusive o corporal. A boca não pode ser mais vista exclusivamente como um aparelho mastigatório, mas, sim, como uma estrutura que participa dos processos respiratório, bioquímico e emocional. As transformações ortopédicas e ortodônticas atuam sobre numerosas ramificações do sistema nervoso central, em benefício da respiração, da digestão, das circulações sanguínea e linfática, da movimentação, da integração postural e psíquica do indivíduo. A odontologia em conjunto com a fisioterapia sistêmica são capazes de identificar se os problemas são ascendentes (da coluna para a cabeça) ou descendentes (da cabeça para a coluna). A paciente Alda Ludwig sentiu na pele os benefícios de uma equipe de fisioterapeuta e odontologia integrada: “Tinha muita dor de cabeça, dor de ouvido e dor na cervical. Não conseguia fazer exercício algum, nem caminhar. Tomava muito remédio e ficava mais deprimida. Com o trabalho de fisioterapia e osteopatia, fui liberando as articulações. Depois, fui fortalecendo a musculatura. Precisei depois corrigir minha oclusão. Enquanto uma especialista mexia nos dentes a outra cuidava do corpo. O resultado foi maravilhoso”, conclui. Fonte: Folha de São Paulo

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Cirurgia Ortognática

Você sabe o que é Cirurgia Ortognática?

Há pessoas que apresentam má-oclusão severa, que não está relacionada apenas a dentes mal posicionados, mas a desequilíbrios no tamanho e posição dos ossos (ex.: mandíbula, maxila, palato, etc.). Estes desequilíbrios podem provocar sobrecargas da mordida, com desgastes excessivo dos dentes, inflamações na gengiva, perda óssea e até perda de dentes, dores na ATM (articulação temporo-mandibular), com dores de cabeça e enxaquecas, além de grande desconforto estético. Nesses casos as técnicas de ortodontia isoladas são insuficientes para promover uma mordida equilibrada e precisam ser acompanhadas de cirurgias ortognáticas. O cirurgião buco-maxilo é o especialista que pode avaliar estes casos e propor soluções com grande impacto na saúde e vida das pessoas que sofrem destes males. 1) Quais as causas dos desequilíbrios dos ossos da face? Os desequilíbrios normalmente estão relacionados a fatores genéticos que determinam a fisiologia dos ossos da face (forma, tamanho, posição, etc.), e também a estímulos que recebem durante a fase de crescimento. Há ainda casos de traumas e fraturas que podem desequilibrar a harmonia dos ossos da face. 2) É possível prevenir a ocorrência do desequilíbrio dos ossos da face? Quando em fase de crescimento é possível antever a fisiologia que uma criança atingirá quando adulta. Nesta fase é possível “direcionar” e “estimular” o desenvolvimento dos ossos de forma que eventuais problemas ortognáticos possam ser amenizados. A ortodontia preventiva ou ortopedia é a especialidade que cuida destes casos, e por vezes pode até evitar a necessidade de cirurgia ortognática. Para adultos que já passaram a fase de crescimento a ortodontia preventiva não é uma opção. 3) Como é o tratamento com cirurgia ortognática? Como é a recuperação? A cirurgia ortognática ocorre acompanhada de tratamento ortodôntico. O objetivo da cirurgia é reequilibrar a posição e tamanho da maxila, mandíbula ou demais ossos, enquanto o tratamento ortodôntico contribui para o alinhamento dos dentes. Após a cirurgia, durante o período de recuperação, normalmente não há dor e os pacientes podem voltar às suas atividades normais em 15 dias, desde que respeitadas algumas recomendações simples. A alimentação é deve ser feita com alimentos pastosos e líquidos durante 3 semanas e a mastigação pode voltar a ocorrer por volta da 4ª. semana.

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Apnéia Não Tem Cura Mas Pode Ser Controlada

Roncar e ter falta de ar enquanto dorme não é normal. Esses sintomas, acompanhados de sonolência durante o dia, podem indicar uma doença: a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono. Quem sofre do distúrbio geralmente acorda cansado e mal-humorado. Além disso, apresenta baixo rendimento nas atividades cotidianas e pode chegar a ficar incapacitado de participar de reuniões, assistir a filmes e dirigir por conta da sensação extrema de que precisa dormir. Veja abaixo um vídeo demonstrativo de como acontece a apnéia do sono: A doença diminui a qualidade de vida da pessoa e aumenta a taxa de mortalidade, visto que pode favorecer o aparecimento de problemas cardiovasculares, diabetes e obesidade. Alguns fatores de risco são: ser do sexo masculino, estar acima do peso, entrar na menopausa e consumir álcool com muita frequência. As causas são diversas. Entre elas, obesidade, anormalidades endócrinas ou craniofaciais, como hipotireoidismo e hipoplasia maxilomandibular, e predisposição genética. Sintomas As pausas na respiração características desse distúrbio podem durar de dez a 30 segundos e ocorrer até cinco vezes em uma hora de sono. Na tentativa de voltar a respirar, a pessoa acorda várias vezes, o que afeta a qualidade do sono e impede o descanso adequado. Já o ronco específico de quem tem apneia segue um mesmo ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de silêncio. Saiba como controlar a Apnéia como uso de aparelhos desenvolvidos para o tratamento do ronco, marcando uma avaliação com nosso especialista.

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Você sabe o que são “Selantes”?

Os selantes são materiais plásticos transparentes, brancos ou matizados que são usados para “pintar” as superfícies rugosas dos dentes posteriores (pré-molares e molares), as quais usamos para mastigar os alimentos, promovendo a sua proteção. 0 selante age como uma barreira, uma película protetora que, facilitando a limpeza dos restos alimentares e o controle da placa bacteriana, reduz o risco de essas superfícies cariarem-se. Essa película protetora de selante não deve ser muito espessa, pois poderá interferir na oclusão (na mordida). Ela deve apenas cobrir as superfícies rugosas dos dentes posteriores. Por que os selantes são necessários? Os dentes posteriores, os quais usamos para triturar os alimentos, contêm fissuras e fóssulas: pequenas ranhuras e depressões onde os restos alimentares e a placa bacteriana ficam retidos e se acumulam e onde as cerdas das escovas não conseguem limpar. A cerda de uma escova de dente é muito larga para poder alcançar o fundo desses sulcos e fissuras. Formando uma película protetora, os selantes protegem o dente dos restos alimentares e da placa bacteriana, diminuindo, assim, o risco de cárie. Em quem os selantes devem ser aplicados? As crianças são as maiores beneficiadas. Os selantes devem ser aplicados em seus dentes, especialmente naqueles recém-erupcionados. Os selantes são recomendados para todas as crianças, mesmo aquelas que recebem aplicações tópicas de flúor ou que vivem em uma comunidade com água fluoretada (como a Grande São Paulo). 0 flúor ajuda no combate à cárie, mas é menos efetivo nas superfícies rugosas dos dentes.

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Tem Manchas Brancas nos Dentes? Saiba o que é Fluorose.

A fluorose é uma alteração que ocorre devido ao excesso de ingestão de flúor, durante a formação dos dentes. Ela se manifesta principalmente pela alteração de cor do esmalte, que pode assumir uma tonalidade esbranquiçada ou exibir pequenas manchas ou linhas brancas. Nos casos mais graves, adquire uma coloração acastanhada ou marrom, podendo haver perda de estrutura dental; nesses casos, torna-se mais friável, mais fácil de desgastar fisiologicamente. Muitos trabalhos apontam como causa da fluorose a utilização de gotas e comprimidos contendo flúor, inclusive muitos complexos vitamínicos recomendados pelos pediatras. Atualmente, a maior causa de fluorose é a ingestão de produtos fluoretados em locais onde já existe água fluoretada, sendo que o mais comum é o creme dental com flúor, que muitas crianças engolem durante a escovação. O enxaguatório contendo flúor também poderá contribuir, se for indicado para crianças que ainda não sabem cuspir. Durante a gravidez, devo ingerir suplementos de flúor? Na gravidez não é necessário ingerir suplementos de flúor, pois sabe-se que a principal ação preventiva é a tópica, ou seja, a que se dá pelo contato do flúor na boca com os dentes. Além disso, na gestante que ingere água fluoretada, o flúor passa para o bebê através da placenta. Pode ocorrer fluorose em dentes de leite? A fluorose em dentes decíduos (de leite)possui características semelhantes às da fluorose em dentes permanentes. Não é comum, pois só pode ocorrer nos dentes cuja mineralização se dá após o nascimento. A porção formada na vida intra-uterina, mesmo que a gestante ingerisse ligeiro excesso, receberia proteção da placenta, que é uma barreira semipermeável que deixa passar apenas uma parte do flúor circulante.   Os dentes com fluorose são mais fracos? Correm maior risco de ter cárie? Os dentes com fluorose são ligeiramente mais resistentes à cárie dental, mas não são imunes a ela. Portanto, se o indíviduo tiver dieta e microrganismos cariogênicos, exibindo atividade de cárie, deve receber a mesma atenção preventiva que outro paciente sem fluorose.

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Medo de Dentista?

Se você tem medo de dentista, marcar uma consulta pode não ser a coisa mais agradável do mundo. Pensando nisso, a Odontomania utiliza vários recursos que podem ajudar os pacientes com fobia acentuada. Contamos com uma equipe de profissionais capacitada para trabalhar o medo com explicações claras e objetivas sobre o tratamento, do início ao fim, e com o cuidado que o paciente merece. Nessa etapa, o foco está no tratamento humano, não apenas na técnica. Muitas pessoas têm medo de dentista apenas porque cresceram ouvindo os pais, amigos e demais familiares falarem que não gostavam de ir ao consultório odontológico. Outras afirmam ter a fobia porque passaram por algum tipo de experiência negativa durante o tratamento ou tomaram uma anestesia muito dolorosa. Entendemos que o paciente fóbico precisa de toda a atenção necessária para superar esse obstáculo. Em casos mais extremos, podemos usar o óxido nitroso, um agente analgésico e sedativo, para deixar a pessoa relaxada durante o tratamento. Nossos profissionais farão tudo o que for possível para tornar a sua consulta em uma experiência tranquila e agradável. Medo de dentista, para os nossos pacientes, é coisa do passado. Marque sua consulta e conte conosco no que for preciso para construir o sorriso que você sempre quis.

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