Não atendemos convênio ou gratuidades

Odontopediatria

Escrevemos sobre o que há de melhor e mais recente em saúde bucal, mantendo você atualizado com notícias e informações odontológicas relevantes.

Odontopediatria

O Uso da Mamadeira e suas Complicações!

A utilização de mamadeiras causa prejuízos na saúde e no desenvolvimento da criança. Os dentes e o crescimento das estruturas ósseas são determinados pela pressão da língua para fora enquanto que a musculatura (bochechas) pressiona para dentro. Portanto, passa a ser compreensível que o crescimento cranio facial como um todo depende de um bom controle de toda a musculatura envolvida. Para que isso aconteça a musculatura necessita ser corretamente estimulada, permitindo que as funções e tonicidade sejam adequadas. Quando uma delas está em desequilíbrio, a direção do crescimento dos ossos pode ser alterada, deformando sua forma final. Caso a língua seja flácida ou as bochechas muito forte, os maxilares serão comprimidos, com os dentes anteriores inclinados para frente, normalmente com o “céu da boca” profundo, resultando em falta de espaço para a troca dos dentes. Em 2010, numa publicação de um artigo, foi comprovado, de maneira clara e irrefutável, a relação entre forma de aleitamento e estreitamento dos maxilares. Separando crianças em quatro grupos, onde o tempo de aleitamento no peito, era a diferença, foi observada uma clara relação entre mamadeira e mordida cruzada ( estreitamento maxilar). Ficou provado que quanto maior o tempo de aleitamento materno e menor o uso da mamadeira,, menores as possibilidades de desenvolver mordida cruzada. Mordida cruzada quando os dentes superiores ocluem (mordem) internamente aos dentes inferiores. Outra característica dom desenvolvimento maxilar e da cavidade nasal é a questão da língua. Uma língua bem posicionada, fica constantemente colada no céu da boca. Quando a língua se encontra flácida ou baixa, deixa de estimular o desenvolvimento maxilar, permitindo que palato (céu da boca) se afunde. Desta forma, a cavidade nasal fica mais baixa, acarretando um estreitamento na nariz e diminuição da cavidade nasal, consequentemente, a passagem de ar por ela, fica comprometida. Independente de infecções e alergias, a estrutura física do nariz está comprometida. Essa diminuição do fluxo de ar pelo nariz, obriga a criança a abrir a boca e, ao mesmo tempo, utilizar-se dela, também para compensar o fluxo de ar comprometido pela cavidade nasal. É a partir daí que se instala a respiração bucal, seja ela total ou parcial. Abaixo vejas algumas causas comuns que fazem com que alguém passe a respirar também pela boca: Rinite Alérgica: As condições da vida moderna (poeira doméstica, fungos, pelos de cães e gatos, poluentes do ar, cosméticos, produtos de limpeza) estão por trás dessa verdadeira epidemia. Estima-se hoje que 40% da população sofra de rinite alérgica, que além de poder trazer espirros repetidos, coriza e coceira no nariz, tem como um dos sintomas mais frequentes a obstrução nasal. Aumento da Adenóide: Comum nas crianças até os 5 ou 6 anos, o aumento da adenoide (e das amígdalas) pode levar a um quadro de respiração bucal, roncos à noite e mesmo à apneia do sono. Desvio do Septo Nasal:Um mal posicionamento da parede que separa internamente as duas cavidades nasais é comum em adultos e um pouco menos frequente em crianças. Sinusites ou Pólipos Nasais:Algumas pessoas têm uma tendência genética a sinusites ou a formação de pólipos dentro do nariz. Ambas situações provocam inchaço das paredes internas do nariz, levando à obstrução. Mal Formações da Face: Síndrome de Down, fendas palatina e outras síndromes podem levar à um padrão respiratório bucal. CONSEQUÊNCIAS O nariz é a porta de entrada natural do ar em nossas vias respiratórias. A respiração nasal, quando acontece da maneira adequada, propicia a filtragem, o aquecimento e a umidificação do ar que respiramos para que este chegue aos pulmões nas melhores condições possíveis. Além disso a respiração pela nariz ajuda a manter os pulmões dilatados e leva a sensação de bem estar difícil de se obter pela respiração pela boca. Se duvidar, repita a experiência do primeiro parágrafo! Respirar pela boca coloca as pessoas em risco dos seguintes problemas: Alterações da Face e da Oclusão Dentária: O fluxo aéreo natural deve acontecer pela cavidade nasal. Quando acontece pela boca, algumas forças atuam deslocando estryturas e guiando o crescimento ósseo de maneira anormal. Ronco e Apnéia do Sono:Seguindo as alterações faciais e com a possível soma de outros fatores, a via aérea alta tende a ficar obstruída durante o sono, o que pode levar ao ronco e à apneia do sono. Infecções das Vias Aéreas: O ar que entra pela boca perde o “condicionamento” realizado pelo nariz. Assim, a garganta e pulmão podem ficar fragilizados pela agressão desse ar de má qualidade. Cansaço Frequente: A respiração pela boca provoca desconforto durante o dia e um sono ruim durante a noite. O resultado pode ser um cansaço contínuo. Piora da Bronquite (Asma)      

Leia mais »
Odontopediatria

Se o dente de leite caiu, porque o permanente não nasce?

Nesse post vou explicar uma grande dúvida que os pais têm e que com uma certa frequência aparece no meu dia a dia na Ortodontia da minha clínica: “Doutor, se o dente de leite do meu filho caiu, porque o dente permanente não nasce?” Se isso acontece, uma série de problemas pode estar envolvida. O processo de troca deve ser acompanhado por um profissional especializado, um Ortodontista. Uma intervenção realizada no momento correto, pode evitar consequências mais sérias e um tratamento mais difícil. As possíveis causas para que isso ocorra são: O dente permanente não se desenvolveu. Agenesia é o processo no qual o germe do dente permanente não é formado, por causa genética, ou seja, não há muito o que ser feito para a sua prevenção. Nesse caso é extremamente importante a realização de radiografias, onde constada a falta do germe, tomaremos as providências para manter o espaço do dente permanente, e não extrair o dente de leite, precocemente, o que possivelmente acarretaria problemas para as arcadas dentárias, futuramente. Sem um dente permanente para preencher um espaço deixado pelo dente de leite, dentes vizinhos podem se movimentar na direção do espaço vago. Intervenções simples podem ajudar a minimizar o problema.   Falta de espaço para o dente permanente. Com certeza essa é a caus mais frequente. Pode ser devido a dentes muito volumosos, para o tipo do osso da criança, perdas dentárias como a citada acima ou arcadas atrésicas (fechadas) geralmente provocadas pela síndrome da respiração bucal (clique aqui para saber mais). Cada caso exige um planejamento diferente, pois envolve o tamanho das bases ósseas, assim como o estágio de trocas dentais, podendo ou não envolver extrações.   Perda precoce do dente de leite. O dente de leite também funciona como um guia para o dente permanente. Durante o processo de reabsorção da raiz do dente de leite , o dente permanente se desloca em direção à gengiva. Se o dente de leite é perdido muito cedo, o osso é formado no lugar onde ele estava, e o dente permanente pode ter dificuldades para nascer. Por isso é muito importante cuidar para que os dentes de leite não sejam acometidos por cárie ou traumas, o que podem fazer resultar nesse problema.   Dentes permanentes retidos no osso (Dentes Inclusos ou Impactados).   Qualquer dente pode não nascer e ficar  dentro do osso (incluso ou impactado). pode ser devido ao processo que chamamos de “Anquilose”, um defeito no mecanismo de troca dental ou  alterações de direção. Os dentes mais  comuns de impactar são  os dentes do siso ou terceiros molares,  os caninos superiores e incisivos laterais superiores. Os dentes impactados, sempre que possível, devem ser “puxados” para fora do osso e recolocados na arcada dentária. O procedimento inclui intervenção cirúrgica com colagem de um acessório no dente retido e posterior tracionamento para o aparelho fixo, levando-o para o seu posicionamento correto na arcada.   Gengiva muito fibrosada (grossa). A Fibrose gengival, impede que o dente permanente nasça, pois adquire a característica de um tecido parecido com o de uma cicatriz, mais grosso. Um periodontista ( especialista em gengiva) ou odontopediatra podem remover o tecido fibroso e geralmente o dente permanente nasce espontaneamente.   Espero que tenha entendido, mas se você acha que seu seu filho pode estar em algumas dessas situações, clique no botão abaixo e agende uma avaliação com a equipe de ortodontistas da Odontomania.   Até mais!

Leia mais »
Odontopediatria

Porque o “Dente de Leite” do meu filho não cai?

O processo de troca de dentes começa por vola dos 6 anos de idade e pode ser dividido em duas partes: 1ª) Quando os dentes de leite da frente, os incisivos, são trocados, neste período os primeiro dentes permanentes “do fundo”, os molares, nascem. Esses últimos dentes “nascem”  atrás dos últimos dentes de leite, nesse caso não há troca. 2ª . Troca dos dentes dos dentes de leite posteriores (molares decíduos) e canino de leite por pré-molares e caninos permanentes. Entre essas fases, há um intervalo de tempo dos 8 aos 10 anos de idade, onde não acontece a troca de dentes, mas acontecem várias alterações nas posições dos dentes. Essa fase é chamada de Fase do Patinho Feio, onde é esperada a formação de espaços espaços entre os dentes. Os dentes de leite têm uma importância fundamental para o desenvolvimento da futura dentição do seu filho. O momento do início da troca dos dentes é um momento interessante para a primeira visita ao ortodontista. Porém existe uma variedade de problemas que podem levar a atrasos nas tocas dos dentes ou à não formação dos dentes permanentes. Nesse post, explicarei os problemas mais comuns que podem causar o atraso das trocas dentais ou retenção prolongada dos dentes de leite. O Dente de leite pode estar Anquilosado Anquilose dental é a fusão das raízes do dente de leite com o osso em que ele está inserido. Por isso o dente não amolece e é comum observar que ele está mais baixo que os dentes próximos. Isso acontece porque a anquilose segura o dente naquela posição, impedindo sua erupção. Nesses casos pode ser necessária a extração do dente anqulilosado para permitir a irrupção do dente permanente. Existem várias causas para a anquilose, o traumatismo dentário é uma das causas mais comum. O Dente permanente está nascendo de maneira alterada, muitas vezes em uma posição anormal. Com isso não há reabsorção da raiz do dente de leite, que não esfolia no tempo normal. Novamente, o ortodontista e odontopediatra podem ajudar a diagnosticar esse problema.   O Dente permanente que de veria nascer não se desenvolveu. Esse problema é chamado comum. A maior causa da Agenesia, é o fator genético, por isso não há muito a ser feito para preveni-la. Com a falta do dente permanente para substituir o dente de leite, frequentemente este não esfolia, podendo ficar lá por anos. Uma avaliação com o ortodontista por volta dos 6 anos e uma radiografia podem diagnosticar esse problema. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO COM UM DOS NOSSOS ORTODONTISTAS  

Leia mais »
Odontopediatria

Trocas Dentais

A infância é um período dinâmico e um exame radiográfico pode ser de grande valia no diagnóstico precoce de problemas de desenvolvimento e crescimento. É muito importante que as crianças passem precocemente e de maneira frequente em consulta com um profissional especializado em odontologia para que tenham um correto tratamento, acompanhamento e para que qualquer acontecimento fora da normalidade seja detectado antes de poder causar algum prejuízo. Os incisivos permanentes recentemente erupcionados apresentam um serrilhado na sua borda, formando três elevações que correspondem a três centros de desenvolvimento do esmalte. Em pouco tempo esse serrilhado tende a desaparecer devido ao desgaste natural do esmalte. Terminada essa fase, a criança passa por um período sem que nenhuma troca ocorra, normalmente por volta dos sete aos nove anos de idade. Dos nove aos 12 anos em média, se inicia a segunda fase de trocas dentárias, em que os caninos e molares decíduos irão ser trocados pelos caninos e pré-molares permanentes. Normalmente os caninos inferiores trocam primeiro, seguidos pelos primeiros pré-molares, segundos pré-molares e por fim os caninos superiores. A erupção dentária pode ser afetada por alguns fatores como condições ambientais, etnia, gênero e disfunções de origem endócrina e nutricional, genética e doenças sistêmicas, podendo causar aceleração ou atraso na cronologia de erupção dos dentes. Os dentes permanentes só erupcionam quando as raízes dos decíduos forem adequadamente reabsorvidas. Isto acontece porque a reabsorção radicular normal orienta e guia a erupção do sucessor. Caso a reabsorção radicular dos molares decíduos não aconteça de maneira uniforme e adequada, poderá ocorrer a retenção prolongada destes elementos, com consequente atraso na erupção. A primeira consulta com o Odontopediatra é a mais importante de todas, pois a partir dela, você decidirá o que fazer para atingir seus objetivos quanto à saúde bucal de seu filho, e solucionará questões pendentes como: dentes com cárie, restaurações que caem ou dentes com infecções. Quanto tempo dura a primeira consulta? Reserve algumas horas, pois além da conversa com os pais, a criança passará por exame clínico e será feito um planejamento do tratamento. Caso precise de orientação mais urgente com relação ao uso de acessórios de higiene bucal, os pais ou responsáveis serão orientados nessa primeira vez.  Dependendo do caso será feita uma profilaxia para uma melhor visualização no exame clínico. Na primeira é possível a realização de tratamento de canal ou extração? Normalmente, os procedimentos serão realizados na primeira consulta apenas em casos emergenciais, em que o paciente estiver sentindo dor ou algum incômodo, depois de todas as dúvidas esclarecidas. Como funciona se a criança não deixa realizar algum procedimento? Todas as características da criança, bem como o tipo de condutas que os pais têm em casa, precisam ser conversadas na  primeira consulta As atitudes a serem tomadas não seguem um padrão, portanto, o que precisa sempre ser realizado é uma conversa sincera, para definir o temperamento e o momento que a criança esteja vivendo, em casa e na escola. Assim, definem-se quais serão as ações necessárias, por parte do profissional e dos pais, no consultório e em casa. Quando deve ser realizada a primeira consulta ao Odontopediatra? Antes mesmo do bebê comparecer a clinica, o ideal seria que a futura mamãe realizasse uma consulta com o profissional, para receber orientações, que visam  prevenção. Caso não seja possível a futura mamãe comparecer a esta consulta, o bebê devera ser levado ao odontopediatra assim que nascerem os primeiros dentes, por volta dos seis meses à uma ano de idade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

Leia mais »
Odontopediatria

Dor de Dente em Criança

A todo momento é preciso ficar atento se está tudo bem ou se seu filho precisa de alguma coisa. A situação se complica mais, pois, na maioria das vezes, a criança não sabe expressar o que sente. Dor de dente pode ser uma delas. Comportamentos como mão perto da boca constantemente ou quando a criança não tem se alimentado bem podem indicar algum incômodo, e é sempre bom que os pais questionem. Mas o que pode ser uma dor de dente em crianças? CAUSAS DA DOR DE DENTE As causas possíveis para uma dor de dente em crianças são: Cárie             Fratura               Troca dos Dentes                 Bruxismo               COMO DIAGNOSTICAR? Através de uma correta avaliação realizada por um Odontopediatra, conseguimos pistas para avaliar as potenciais causas da dor. Além do exame clínico, exames radiográficos devem ser solicitados sempre que possível para confirmar o diagnóstico. Sem contar que vai ajudar no direcionamento do melhor tratamento. O QUE FAZER QUANDO A CRIANÇA DIZ QUE ESTÁ COM DOR DE DENTE? Nunca se deve negligenciar o relato de dor. Assim que a criança se queixar, deve-se buscar atendimento especializado, principalmente nos casos de traumas. Ador é justamente um mecanismo do corpo para indicar que algo está errado e precisa de intervenção, seja com instruções de higiene ou dieta, prescrição de medicamento, tratamento de canal e  restaurações. FORMAS DE PREVENÇÃO Alguns métodos de prevenção podem ser adotados. Higiene, dieta e consultas regulares ao Odontopediatra. Nos casos de traumas a partir de quedas, tombos, acidentes, a prevenção está no uso de equipamentos de proteção individual, como capacetes e protetores bucais. Outra dica importante é a supervisão de um adulto durante as atividades da criançada, pois, muitas das vezes, por um pequeno descuido acidentes acontecem e que podem ser bem traumáticos. Evite essas situações!   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO COM NOSSAS ODONTOPEDIATRAS

Leia mais »
Odontopediatria

O Bebê e o Dentista

1.Quais os benefícios do aleitamento materno à saúde bucal do bebê? Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária. 2.Como devo fazer a higiene bucal do bebê? Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso. 3.Quando devo fazer a primeira visita ao dentista? O ideal é que a mãe faça uma consulta durante a gestação para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento. 4.O que é cárie de mamadeira? É uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior. 5.Meu filho usa mamadeira e tenho medo de que, ao remover o hábito, ele passe a não tomar mais leite. O que devo fazer para que ele continue tomando leite? Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição. 6.Meu filho está usando chupeta, como faço para acabar com esse hábito? Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:  

Leia mais »
Odontopediatria

DENTISTA SEM AGULHA!

Durante meus 20 anos de atuação na Odontologia sempre procurei me atualizar e procurar utilizar em nossos pacientes materiais e técnicas atuais e revolucionárias. Sempre me deparei, principalmente com crianças, com a dificuldade em realizar anestesias locais para a realização de vários procedimentos, pelo medo da agulha, afinal ninguém gosta de levar picadas. Pensando nisso, a ODONTOMANIA, utiliza, atualmente o sistema de Anestesia SEM AGULHAS. Através de um aparelho importado, o sistema de injeção sem agulhas, fornece um método sensivelmente suave para a administração de anestesias locais.   Os anestésicos locais são administrados de forma subcutânea e tem as seguintes vantagens: Não dói pois o anestésico é administrado sob uma leve pressão. Preservação do tecido gengival, pois não provoca traumas. Eficácia dos efeitos anestésicos, pois o anestésico se espalha mais rápido no tecido gengival. Se o medo da picada da agulha da anestesia do dentista fazia com que você ou seu filho se afastasse da clínica, agora você não precisa adiar o início do seu tratamento.   Tenho certeza que a nova técnica de anestesia sem agulha vai te deixar mais tranquilo e seguro durante o seu próximo tratamento. Forte abraço.       CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA AVALIAÇÃO 

Leia mais »
Odontopediatria

A Primeira Visita ao Dentista

Uma vida inteira de sorrisos saudáveis e sem dor começa com um exame bucal no primeiro aniversário da criança. A primeira visita ao dentista é um marco muito importante no primeiro aniversário de um bebê,  é o momento perfeito para promover um exame de saúde bucal no bebê e isso é relativamente simples, indolor e barato. As lesões de cárie em crianças entre 2 a 5 anos aumentaram 14% na última década. A cárie dentária pode ser prevenida. No  “check-up” dos dentes do bebê, além do diagnóstico da cárie e outros problemas, o dentista pode mostrar aos pais como limpar os dentes da criança corretamente e corrigir hábitos prejudiciais, como chupar o dedo. Ao contrário do pensamento popular, os dentes de leite da criança são tão importantes quanto os permanentes do adulto. Os dentes de leite normalmente começam a aparecer entre os seis meses e um ano de idade. Os dentes de leite ajudam as crianças a mastigar e falar. Eles também mantêm o espaço nos maxilares para a erupção dos dentes . “A correta higiene bucal diária e o apropriado uso de fio dental, a correta aplicação de selantes, exames bucais profissionais rotineiros e tratamentos restauradores precoces ajudam a evitar doenças bucais, poupando pacientes de todas as idades de infecções, dores e necessidade de tratamentos mais avançados e caros. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA AVALIAÇÃO

Leia mais »
Odontopediatria

Criança no Dentista

1.Quando deve ser a primeira consulta da criança ao odontopediatra? O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um odontopediatra para que pais e responsáveis possam ter conhecimento sobre as questões relacionadas à saúde oral. O odontopediatra pode orientar os pais sobre essa consulta inicial, encaminhando o bebê para a sua primeira avaliação odontológica, reiterando a importância do Primeiro dente = Primeira visita ao odontopediatra. 2. Quais são os fatores de risco para a doença cárie? Os fatores de risco para a doença cárie hoje conhecidos são: a ausência dos hábitos de limpeza e/ou escovação com dentifrício fluoretado; o aleitamento noturno (quer por leite materno e/ou fórmulas) sem higiene após a erupção dos dentes de leite; o consumo de carboidratos, principalmente açucarados e em alta frequência; a ausência de flúor na água de abastecimento e os defeitos congênitos que afetam a boca e/ou os dentes. 3. O que fazer para aliviar a angústia do bebê durante a fase de erupção dental? Todos os recursos existentes são temporários. O bebê deve passar por esta fase da forma mais natural possível. Na prática diária o mais adequado é oferecer alimentos frios ou gelados, e também de consistência mais dura, e mordedores que não apresentem riscos para os bebês (não rasgar as partes). A mamãe também poderá massagear o local com o dedo ou com uma dedeira. Em caso de dúvidas, procurar o odontopediatra. Esta é uma fase muito significativa para os pais e para os bebês, sendo que para algumas famílias pode ser angustiante, mas é preciso ter calma, paciência e esperar esta fase passar. 4. Qual o problema mais encontrado no prematuro? Defeitos de desenvolvimento de esmalte, pois o parto prematuro é marcado pela quebra abrupta do processo acelerado de crescimento do último trimestre de gestação. Os tecidos esqueléticos e dentários em formação têm a sequência regular de mineralização perturbada e como os ameloblastos – células que formam os dentes – são extremamente sensíveis, quaisquer insultos sistêmicos ou locais podem interromper a sua função permanente ou temporariamente, sendo evidenciados como defeitos de esmalte no dente decíduo. Outro fator que provoca esses defeitos são os traumas nos germes dentários em formação, pelas manobras da intubação orotraqueal. 5. Qual a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da saúde oral? O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da cavidade bucal e das estruturas a ela interligadas. Dentre as funções desenvolvidas pelo sistema estomatognático temos a respiração, sucção (amamentação), deglutição, mastigação, fala e manutenção da postura corporal. Lembrado que o cálcio e o fósforo presentes no leite materno colaboram para a formação de dentes mais saudáveis. 6. A criança também pode ter doença gengival? Por que? Sim, a gengivite pode ocorrer em crianças. Na infância, normalmente, a doença gengival está relacionada ao biofilme bacteriano, isto é, ocorre devido a má higiene oral. A gengivite é o estágio inicial da doença periodontal, que resulta no aumento de volume, vermelhidão e sangramento da gengiva. O estágio seguinte da doença periodontal é a periodontite, que leva a uma infecção e resulta na perda óssea ao redor dos dentes. Em crianças, a periodontite com frequência está associada a uma doença sistêmica subjacente ou a alguma desordem imunológica, exigindo um tratamento multiprofissional. O predomínio da respiração oral, o uso de aparelhos ortopédicos/ortodônticos, a presença de freios hipertróficos (grandes), uso de medicamentos (fenitoína, bloqueadores de cálcio e imunossupressores) e a erupção dentária, associados a má higiene oral, podem aumentar as chances de acontecer a gengivite na infância. Ressalta-se que o exame periodontal (exame gengival) deve ser realizado como rotina na infância, uma vez que o pronto diagnóstico da doença periodontal favorece ao tratamento. 7. Qual a melhor idade para iniciar o tratamento ortopédico e/ou ortodôntico? O controle da erupção dos dentes de leite e visitas constantes ao odontopediatra pode prevenir problemas ortodônticos futuros. Tão logo se observe qualquer alteração no desenvolvimento dos dentes ou da mordida a criança deve se procurar tratamento pois, desta forma, as intervenções serão simples, rápidas e poderão minimizar problemas futuros, facilitando o tratamento na fase dos dentes permanentes. Não há necessidade que ocorra a troca dos dentes para iniciar o tratamento da maloclusão. O crescimento dos arcos dentários pode ser estimulado desde a tenra idade. 8. O que se deve fazer imediatamente após a avulsão do dente permanente? No caso da avulsão de dente permanente está indicado o reimplante imediato. Para isso, é essencial: encontrar o dente, segurá-lo pela parte da coroa, lavar em água corrente, NUNCA ESFREGAR A RAIZ, recolocar o dente dentro do alvéolo, ou seja, no mesmo local que ele ocupava na arcada dentária, imitando a posição dos dentes vizinhos e mantê-lo sobre pressão. Em seguida, procurar um odontopediatra para que seja feita a contenção e os acompanhamentos devidos. Quando o reimplante imediato não é possível, colocar o dente num pote com água ou soro fisiológico e levar rapidamente o paciente com o dente hidratado para o dentista. Quanto mais cedo o atendimento odontológico, maiores são as chances de sucesso do reimplante. 9. Qual a relação da dieta com a cárie dentária? A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais causada pela desmineralização do esmalte, da dentina ou do cemento pelos ácidos produzidos pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose (açúcares). A desmineralização constante do esmalte leva a formação de uma mancha branca nos dentes, primeira manifestação clínica visível de cárie. Se o processo de desmineralização continuar, a mancha branca poderá evoluir para uma cavidade (cárie). 10- Quando deve se iniciar a higiene os dentes das crianças menores de 3 anos? Qual o creme dental indicado? A partir do aparecimento do primeiro dente no bebê, um adulto deve realizar a limpeza dos dentes pelo menos duas vezes ao dia, com escovas específicas para a idade da criança,. Deve ser utilizado creme dental contendo flúor na concentração de 1.100 ppm, em quantidade (0,1g) equivalente a um grão de arroz crú. É muito importante que esta higiene seja orientada

Leia mais »
Odontopediatria

Odontopediatria

1- A PARTIR DE QUE IDADE E COM QUE REGULARIDADE A CRIANÇA DEVE CONSULTAR UM ODONTOPEDIATRA? A primeira consulta deve ser realizada quando os primeiros dentes temporários (de leite) erupcionam (nascem) ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Idealmente, quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser observada cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses. 2- EM QUE IDADE APARECEM OS PRIMEIROS DENTES E QUANDO SE COMPLETAM AS DENTIÇÕES? Em média, a erupção da primeira dentição tem início entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. A dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e poderá constituir-se de 32 dentes, caso erupcionem (nasçam) os terceiros molares (sisos), o que nem sempre ocorre. A erupção mais precoce ou tardia não está necessariamente relacionada com patologia; no entanto, caso a criança não apresente qualquer dente após completar 1 ano de vida, deverá ser observada na consulta Odontológica. 3- QUAIS AS QUEIXAS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS COM A ERUPÇÃO DOS DENTES E COMO PODE SER AJUDADA A CRIANÇA? Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico assistente pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado. 4- QUANDO DEVE CESSAR O USO DA CHUPETA OU SUCÇÃO DO DEDO? Os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por ex.) devem ser abandonados até cerca dos 3 anos de idade, atendendo à possibilidade de auto-correção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Relativamente ao biberão, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem constituir uma mais-valia, nomeadamente diluir gradualmente em água o conteúdo do biberão, para que após 2 semanas se ofereça à criança apenas água; outra forma será reduzir gradualmente a quantidade de fluido até que o hábito cesse, sendo o biberão substituído, por exemplo, pelo copo com palhinha ou colher. 5- COMO SE PODE PREVENIR O APARECIMENTO DE CÁRIES PRECOCES DE INFÂNCIA? Várias medidas são importantes na prevenção de lesões de cárie na primeira infância: promover a amamentação materna pelo menos até aos 4-6 meses de idade, colocar apenas leite ou água no biberão e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja a dormir; não colocar líquidos açucarados no biberão nem na chupeta; logo que os primeiros dentem erupcionem (nasçam), promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, idealmente após as refeições. 6- QUAIS AS CAUSAS MAIS FREQUENTES PARA A OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES DE COR DENTÁRIA NUMA CRIANÇA? A alteração da cor poderá ter várias causas. Assim, para além das lesões de cárie, também situações traumáticas, perturbações na formação do esmalte e dentina, higiene oral deficiente ou pigmentação extrínseca de origem bacteriana ou alimentar, por exemplo, podem conduzir a este tipo de transtornos. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA AVALIAÇÃO

Leia mais »

Para iniciar o atendimento no Whatsapp Preencha com seus dados:

Não atendemos Convênios

Não atendemos Gratuidades

MELHORIAS

Tornamos o seu sorriso ainda mais bonito.

Clareamento Dental

Lentes de contato dentais

Invisalign

Harmonização Facial