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Ortodontia

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A Odontologia e o Deficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças

Crianças com dificuldade de aprendizado sugerem alguma alteração mais séria como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), porém podem apresentar alterações fisiológicas como respiração bucal e Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS). Como as três alterações podem estar presentes simultaneamente e possuem sintomas semelhantes, o diagnóstico diferencial se faz necessário para tratamento adequado. Devemos nos lembrar que diagnóstico correto, tratamento correto. O diagnóstico e tratamento são multidisciplinares e os profissionais envolvidos para o são o dentista, médico otorrinolaringologista e psiquiatra. Para melhor entendimento, faremos uma breve descrição das possíveis causas para a dificuldade de aprendizado citada acima. Respiração bucal É um sintoma freqüente na infância e mais comum em meninos. A síndrome do respirador bucal caracteriza-se por cansaço freqüente, sonolência diurna, adinamia (debilitação das forças físicas, fraqueza) , baixo apetite, ronco noturno e até déficit de aprendizado e atenção. As crianças com respiração oral prolongada apresentam alterações faciais características como: aumento vertical do terço inferior da face, arcos dentais estreitos, palato em ogiva (céu da boca profundo), má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos, mordida cruzada), lábio superior curto, lábio inferior invertido, incompetência labial (os lábios não se fecham passivamente), alterações da postura de língua em repouso, na deglutição e na fala, alterações da mastigação e vocais, além de alterações posturais. Crianças com hiperplasia de adenóide e amígdalas apresentam maior freqüência de roncos e apnéia do sono, assim como mau desempenho escolar, bruxismo, ronco e agitação noturna. Assim, a investigação de Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) na criança com respiração bucal é fundamental e assim como a determinação da sua causa. Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) Tem prevalência em crianças de 0,7-3%, com pico de incidência nos pré-escolares. Fatores anatômicos como obstrução nasal severa por cornetos hipertrofiados, alterações de formações craniofaciais, hipertrofia do tecido linfático da faringe, anomalias laríngeas, e funcionais (doenças neuromusculares) predispõem à SAOS na infância. Com foi visto anteriormente, a principal causa da SAOS em crianças é a hipertrofia da adenóide e amígdalas. As manifestações clínicas mais comuns são: ronco noturno, pausas respiratórias (apnéia), sono agitado e respiração bucal. O dentista tem condição de suspeitar e sugerir uma hipótese de diagnóstico, através da anamnese, analise do padrão esqueletal, tipo de respiração, profundidade do palato (céu da boca), forma e curvatura dos arcos dentais. Entretanto, o diagnóstico deverá ser feito pelo médico otorrinolaringologista. A oximetria de pulso noturna, a gravação em áudio ou vídeo dos ruídos respiratórios noturnos, a polissonografia breve diurna e em laboratório de sono durante uma noite inteira são métodos úteis para triagem dos casos suspeitos de SAOS em crianças. Ao contrário dos adultos com SAOS, as crianças costumam apresentar menos despertares associados aos eventos de apnéia e maior número de apnéias/hipopnéias durante o sono. O tratamento da SAOS pode ser clínico (higiene do sono, pressão positiva contínua nas vias aéreas) ou cirúrgico para remoção da adenóide, correção de anomalias craniofaciais com tratamento ortodôntico associado ou não a cirurgia ortognática. Crescimento e metabolismo A apnéia promove a diminuição do oxigênio sangüíneo na fase de sono REM (fase de movimento rápido dos olhos) e o despertar. Esta fragmentação do sono acarreta sonolência diurna e parece impedir a estimulação de centros cognitivos durante o crescimento cerebral. Existem três teorias para explicar a ocorrência de retardo de crescimento em crianças com SAOS: 1. Redução da produção de hormônio de crescimento; 2. Redução do aporte calórico pela anorexia/disfagia nas crianças com hipertrofia da adenóide e amídalas; 3. Maior gasto energético pelo esforço respiratório noturno. O hormônio de crescimento (GH) é secretado durante os estágios profundos do sono de ondas lentas. Supõe-se que ocorra diminuição da secreção noturna do GH nos pacientes com SAOS. De fato, os níveis sangüíneos de “insulin growth factor” 1 (IGF-1), principal mediador das ações do GH, e de “insulin growth factor binding protein” (IGFBP-3) são menores nas crianças com SAOS do que nas normais. Após a remoção da adenóide e amígdalas, esses níveis se normalizam Funções cognitivas, aprendizado e comportamento A sonolência excessiva diurna é uma das principais queixas dos adultos com SAOS, já que o sono é fragmentado. Nas crianças, o menor número de despertares e a relativa preservação da arquitetura do sono fazem com que esse sintoma seja menos freqüente. Em um estudo de testes de inteligência, memória e atenção em 16 escolares encaminhados para tratamento do ronco, foi detectado prejuízo do desempenho cognitivo dessas crianças em relação a 16 controles normais da mesma idade. As crianças com ronco tiveram déficit de inteligência e atenção, mesmo sem hipersonolência diurna. Presume-se que o déficit de atenção comprometa o processamento e o registro de informações, reduzindo a capacidade de aprendizado das crianças com SAOS.   Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É uma síndrome psiquiátrica de alta prevalência em crianças e adolescentes (3% – 5% das crianças em idade escolar, porém, este dado sofre uma variação que gira em torno de 1% – 20% de acordo com vários autores). É mais frequente no sexo masculino e caracterizado por padrão persistente de desatenção, hiperatividade e impulsividade mais intensos quando comparados a indivíduos no mesmo nível de desenvolvimento. Alguns dos sintomas podem estar presentes antes dos sete anos, embora a maioria seja diagnosticada posteriormente, podendo observá-los em diversas situações como em casa, na escola ou no trabalho, em caso de adultos. Deve ser clara a interferência com o desenvolvimento social, acadêmico ou funções ocupacionais. A desatenção pode ser identificada pelos seguintes sintomas: – dificuldade de prestar atenção em detalhes ou errar por descuido em atividades escolares e de trabalho; – dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra; – não seguir instruções e não terminar tarefas escolares, domésticas ou deveres profissionais; – dificuldade em organizar tarefas e atividades; – evitar, ou relutar, em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante; – perder coisas necessárias para tarefas ou atividades; – facilidade de distração por estímulos alheios à tarefa; – apresentar esquecimentos em atividades diárias.

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O Que é Diastema?

Na odontologia, o diastema é compreendido como o espaço existente entre os dentes. O que antes, na Idade Média, era considerado um luxo por muitas mulheres, atualmente, dentes bem alinhados e em perfeita harmonia com o sorriso tem se tornado a prioridade dos pacientes. O diastema pode ter origem patológica ou fisiológica, seja pelo desenvolvimento normal dos dentes, hereditariedade ou problemas periodontais, lesão nos tecidos moles e até mesmo pela postura anormal da língua. Esse tipo de problema pode aparecer nos dentes centrais, laterais e posteriores. Entretanto, é mais comum nos dentes frontais da parte superior. Muitas crianças podem apresentar esse tipo de problema. Com a queda dos dentes de leite o diastema pode vir a aparecer, mas, na maior parte dos casos esses espaços se fecham com o nascimento dos dentes permanentes. Alguns hábitos, como chupar dedo, chupeta e mamadeira exercem grande pressão na região dos dentes, podendo assim, desencadear o diastema. Para solucionar e prever esses problemas é preciso ter um acompanhamento com especialistas no assunto. Por isso, realizar visitas frequentes ao dentista é fundamental, principalmente, durante as primeiras dentições da criança. A prevenção sempre é uma das melhores alternativas. Entretanto, há métodos inovadores que podem ajudar a resolver esse tipo de problema. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Deglutição Atípica

Deglutição atípica: A Deglutição atípica ocorre devido a desequilíbrio entre a língua, lábio e músculos da bochecha, caracterizando-se por uma participação ativa da musculatura perioral. Causas da Deglutição Atípica: – Desequilíbrio do controle nervoso – problema neurológico. – Respirador bucal. – Pode ser adquirido em consequência de problemas crônicos como amigdalite ou faringite, que forçam o posicionamento da língua para frente, principalmente durante a deglutição para aliviar a dor. – Macroglossia (língua grande) – Mordida Aberta Anterior. – Perdas precoces de dentes decíduos na região anterior. Características da Deglutição Normal: 1 – Deglutição Infantil Normal: – observada apenas antes da erupção dos dentes decíduos. – durante a deglutição, a língua permanece entre os rebordos gengivais. A mandíbula é estabilizada por fortes contrações dos músculos faciais. – o músculo bucinador é particularmente potente na deglutição infantil. 2 – Deglutição Madura Normal: – é caracterizada pela ausência de atividade dos lábios e da bochecha, contração dos músculos elevadores da mandíbula, que leva à oclusão dos dentes e à acomodação da língua na cavidade bucal. Características da Deglutição Atípica: 1 – Com interposição labial: – lábios entreabertos quando em repouso. – musculatura labial inferior hipertônica, interpondo-se entre os incisivos superiores e inferiores. – musculatura labial superior hipotônica. – incisivos inferiores com inclinação lingual e os superiores vestibularizados. 2 – Com interposição lingual: 1 – simples: É caracterizada pela contração dos lábios, músculos mentoniano e elevadores da mandíbula. Dentes em oclusão enquanto, a língua se protrai para a mordida aberta. Geralmente, crianças respiradoras nasais com hábitos de sucção de dedos. Apresentam bom ajuste oclusal e boa intercuspidação, mesmo na presença de uma maloclusão. 2 – complexa: Contrações dos lábios e dos músculos facial e mentoniano. Nenhuma contração dos músculos elevadores da mandíbula. Interposição da língua entre os dentes e deglutição com os dentes separados. Mordida aberta difusa e difícil definir. Algumas vezes não apresenta mordida aberta. Instabilidade de intercuspidação. Geralmente, respiradores bucais e quase sempre com histórico de doença nasorrespiratório crônico ou alérgico. 3 – Deglutição Infantil Persistente: Persistência predominante do reflexo de deglutição infantil após a erupção dos dentes permanentes. Fortes contrações dos lábios e da musculatura facial. Interposição da língua entre os dentes, tanto na parte anterior como na lateral. Musculaturas facial e bucal poderosas, fortes contrações do músculo bucinador. Os pacientes apresentam sérias dificuldades na mastigação, pois os dentes quase sempre ocluem apenas sobre um molar de cada quadrante. Tratamento: – Para corrigir a deglutição atípica com interposições lingual e labial, é necessário o trabalho conjunto do otorrino, fono, odontopediatra e do ortodontista. – Placas reeducadoras e impedidoras – grade lingual – podem auxiliar no tratamento. – Crianças, com interposição do lábio inferior, em caso de Classe II, devem ser avaliadas pelo Ortodontista para determinar o momento oportuno do início da correção da maloclusão. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXE E AGENDE UMA CONSULTA NA ODONTOMANIA

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Aparelhos Auto-Ligados

Aparelhos ortodônticos autoligados têm como principal característica a baixa fricção entre os arcos ortodônticos e bráquetes durante o tratamento, facilitando o início do movimento dentário pela diminuição da resistência inicial à movimentação. Estes aparelhos ortodônticos são fixos compostos por bráquetes que possuem uma presilha flexível metálica, como uma tampa, que prende e amarra o fio ortodôntico metálico na canaleta do bráquete. Com essa estrutura, não há necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as famosas “borrachinhas coloridas”, durante o tratamento. O aparelho ortodôntico autoligado é indicado para vários casos de mal oclusão dentária, mas apresentam uma vantagem em casos que não necessitam de atrito entre as canaletas dos bráquetes e o fio, em que serão realizadas grandes movimentações por meio de deslizamento e em casos com necessidade de expansão transversal das arcadas. Vantagens do aparelho autoligado Nos aparelhos ortodônticos autoligados, não há a necessidade do uso das ligaduras elásticas, que são as borrachinhas coloridas, pois os próprios bráquetes possuem uma estrutura que serve para prender os arcos ortodônticos. Esse sistema permite um menor atrito do fio metálico com a canaleta do bráquete, o que permite a aplicação de uma força mais suave e menos incômoda ao paciente. Além disso, a ausência das ligaduras diminui o consideravelmente o acúmulo de bactérias no aparelho, evitando assim cáries, cálculo dentário, mau hálito e outros problemas bucais. Os resultados podem ser mais rápidos e o tratamento menos doloroso do que com o uso dos aparelhos convencionais. Com a existência de um menor atrito entre as estruturas do aparelho e a possibilidade de se aplicar a força adequada para a movimentação dentária a ser obtida, os danos aos tecidos que circundam os dentes (ossos, gengivas e ligamentos periodontais) serão menores, causando movimentações mais rápidas e eficientes e ao mesmo tempo menos efeitos colaterais que possam causar dor. Tipos de aparelho ortodôntico autoligado Existem dois tipos distintos de sistemas de aparelhos ortodônticos autoligados, que são o passivo e o interativo. Os passivos são aqueles em que o sistema de fechamento do clip na canaleta do bráquete não faz pressão sobre o fio ortodôntico, tendo um melhor desempenho no deslizamento dentário e pior no controle de rotação e inclinação dos dentes. Os interativos se comportam como ativos e passivos, e as presilhas flexíveis que fecham a canaleta podem pressionar ou não o arco, dependendo do seu calibre. Ambos têm suas vantagens e desvantagens, e o profissional ortodontista vai escolher o tipo de aparelho de acordo com o tratamento mais indicado para cada paciente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Apneia Do Sono

O que é apneia do sono? Apneia significa “parada da respiração”. Apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração (apneias) enquanto dorme. As apneias são causadas por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta de pelo menos 10 segundos de duração. Quando ocorrem apneias com frequência maior que 5x/hora no sono dizemos que o indivíduo é portador de apneia do sono. Estima-se que cerca de 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofram de apneia do sono, sendo que sua prevalência é maior entre os obesos e maiores de 35 anos. Curiosamente, apesar de possuir alta prevalência na população, apenas recentemente a medicina reconheceu, através de estudos científicos, os riscos trazidos por esta doença e a importância do seu diagnóstico. Deste modo, sabe-se que cerca de 90% dos indivíduos que possuem apneia do sono ainda não possuem o diagnóstico ou sequer foram alertados pelo seu médico para a possibilidade de sofrerem desta doença. O que provoca a apneia do sono? Aumento do peso (causa mais comum nos adultos): o excesso de tecido mole na garganta dificulta mantê-la aberta. Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal: isso tende a agravar-se com a idade. Alterações do formato da cabeça e pescoço pode resultar em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta. Amígdalas e adenóides grandes são causa comum de apneia do sono na criança. Quais as consequências da apneia do sono? Cada vez que ocorre uma apneia ocorre uma diminuição rápida da oxigenação sanguínea. A fim de evitar a morte por asfixia, o organismo envia um “sinal” ao cérebro despertando-o por tempo suficiente para conseguir desobstruir a garganta. Ou seja, ocorre um microdespertar que o indivíduo não percebe e nem lembra no dia seguinte. Esse fenômeno pode repetir-se até 1000 vezes em cada noite de sono nos casos mais graves. Após cada microdespertar ocorre também uma descarga aguda de hormônios do estresse como adrenalina e outros que, aliada a queda da oxigenação sanguínea, pode desencadear arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC) durante o sono. Além disso, a apneia do sono não tratada, a longo prazo, ocasiona ou agrava várias doenças. Devido ao grande número de microdespertares pelas apneias repetidas, o sono torna-se fragmentado ocorrendo diminuição do sono profundo e do sono REM nos indivíduos com apneia do sono. O sono profundo é fundamental para a recuperação do corpo, enquanto que a fase REM (Rapid Eye Movement – fase onde ocorrem os sonhos) é importante para a consolidação do aprendizado e da memória. Assim, a apneia do sono é uma das causas mais comuns de fadiga, sonolência e dificuldades de aprendizado e memória, entre outros sintomas. Quais os sintomas da Apneia do Sono? Quando suspeitar desse distúrbio? O indivíduo com apneia do sono raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo de vários anos até o seu diagnóstico. Em muitos casos, a suspeita da doença ocorre por outras pessoas que observam os episódios de apneia ou devido aos seguintes sintomas que podem ser observados: Ronco alto e interrompido Sono agitado Engasgos noturnos Sonolência excessiva durante o dia Despertares frequentes Levantar-se para urinar à noite Pesadelos Sono não reparador Fadiga crônica Dor de cabeça pela manhã Irritabilidade Apatia, Depressão Dificuldade de concentração Perda de memória Impotência sexual Como diagnosticar? O diagnóstico da apneia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. Em casos selecionados o exame pode ser realizado no próprio domicílio do paciente através de aparelhos portáteis. Qual o tratamento? O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. O ronco sem apeia, bem como a apneia do sono leve podem ter melhora significativa com medidas simples como: dormir de lado, perder peso, evitar uso de álcool ou tranquilizantes, entre outras. O uso de dispositivos orais confeccionado por dentistas que avançam a mandíbula durante o sono (placa oral) pode ser indicado em alguns casos. O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e restabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono. Alguns casos podem se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve ser cuidadosamente avaliado por médico especialista em distúrbios do sono para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou evitar uma cirurgia desnecessária.   Quando e como procurar ajuda? O indivíduo que apresenta as doenças e/ou os sintomas descritos anteriormente deve questionar o seu médico sobre este problema ou procurar um médico especializado em distúrbios do sono (medicina do sono). Este poderá encaminhá-lo ao exame de polissonografia para confirmar ou descartar a suspeita de apneia do sono, além de classificar a gravidade da doença. Caso confirme-se a suspeita da doença, o médico especialista poderá orientar e conduzir a melhor forma de tratamento para cada caso, restaurando assim um sono de qualidade. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA

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Amamentação e as Más-Oclusões

Má-oclusão é a má relação entre a maxila e a mandíbula. Quando não há um encaixe perfeito entre as arcadas dentárias, podendo prejudicar o desenvolvimento ósseo da face e das articulações temporomandibulares (ATM). A má-oclusão é um defeito físico. Tipos de má oclusão: Classe II Classe III Mordida Aberta. Mordida Cruzada. Mordida Profunda. Apinhamento   IMPORTANTE: Devemos levar em consideração sempre a função. Isso significa que a avaliação apenas estática não oferece um diagnóstico definitivo. Pode ocorrer de uma oclusão estática ser perfeita e, no entanto, nos movimentos de lateralidade percebermos que aquela boca esteticamente bonita não é funcional e está patológica. Na má oclusão, o fator hereditário (genética) responde por 40%, enquanto 60% dependem do meio ambiente. Causas ambientais responsáveis pela má oclusão: Hábitos bucais: chupeta, dedo, mamadeira, etc. Problemas respiratórios: adenóide, rinite, sinusite, respiração bucal, Alterações funcionais: alimentação pastosa ou líquida, que não oferece estímulo de atrição aos dentes, que não estimula a função mastigatória. Perda precoce de dentes decíduos (de leite), Influências nutricionais. Alterações hormonais. Traumas e tumores. O profissional poderá intervir nas questões relacionadas ao meio ambiente: orientando, prevenindo ou corrigindo o problema já instalado. As más posições dentárias ou más oclusões são sempre causadas pelo subdesenvolvimento funcional, que reflete na falta de desenvolvimento ósseo para abrigar os dentes, essa é uma das consequências da alimentação industrializada. Quando a criança não é amamentada, ou não mastiga de forma adequada, ou respira pela boca, ou possui hábitos bucais, terá como conseqüência um desenvolvimento patológico das arcadas dentárias. O melhor exercício é o da amamentação. Nele há vedamento labial, respiração nasal, posicionamento correto da língua e trabalho ativo das articulações (ATM’s), na ordenha do peito. Esse trabalho muscular irá corrigir a distoclusão fisiológica que todo bebê apresenta (queixo da criança nasce bem retraído em relação à maxila), oferecerá condições para um bom desenvolvimento da face, bem como irá iniciar o treinamento dos músculos da mastigação.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Bruxismo

Ansiedade e Bruxismo

O ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente é chamado de bruxismo. Esse distúrbio pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite, quando é chamado de bruxismo noturno. O bruxismo é diagnosticado pelo dentista, e seu tratamento é feito com sessões de relaxamento e com o uso de uma placa de proteção dentária, que deve ser colocar entre os dentes para dormir. Causas do bruxismo O bruxismo noturno nem sempre tem uma causa definida, mas pode ser decorrente de: Problemas neurológicos, como ansiedade e Parkinson; Uso de medicamentos como Fluoxetina, Paroxetina, Venlafaxina; Problemas respiratórios, como ronco e apnéia do sono. O consumo excessivo de cafeína, álcool, fumo ou o uso frequente de drogas aumenta a frequência do bruxismo, tanto durante o dia quanto durante a noite. Sintomas de bruxismo Os sintomas de bruxismo são: Apertar e ranger os dentes; Desgaste da superfície dos dentes, como mostra a imagem 1; Dor nas articulações da mandíbula, como mostra a imagem 2; Dores de cabeça ao acordar; Cansaço diurno, pois a qualidade do sono é diminuída. O bruxismo pode levar a problemas que envolvam o mau funcionamento da articulação temporomandibular, conhecida como ATM, que é a articulação que liga a mandíbula ao crânio. O diagnóstico dessa doença é feito pelo dentista, a partir da avaliação dos sintomas e da aparência dos dentes. Como tratar o bruxismo O bruxismo não tem cura e o seu tratamento tem como objetivo aliviar a dor e evitar problemas nos dentes. Assim, deve-se usar uma placa de proteção dentária durante a noite, para evitar o atrito entre os dentes, e alguns medicamentos como relaxantes musculares, antidepressivos e calmantes, que normalmente são usados por pouco período de tempo para evitar dependência. Placa de proteção dentária Além disso, pode-se usar técnicas de relaxamento para reduzir o estresse e ansiedade e, se necessário, fazer acompanhamento psicológico. Para aliviar a dor, pode-se aplicar gelo ou água morna nos músculos da mandíbula, evitar ingerir alimentos duros, como nozes ou legumes crus, fazer massagem no pescoço, ombros e rosto e exercícios de alongamento ao acordar. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Odontologia

A Respiração Bucal e Suas Consequências

O nariz não serve apenas para sentir cheiros e transportar o ar até os pulmões, ele executa também três importantes funções: filtragem, umidificação e aquecimento do ar inspirado, de forma que este vá em condições adequadas até os pulmões. Mas afinal, porque algumas pessoas respiram pela boca? Há várias razões para que isso ocorra, e comumente tem início na infância. Podemos destacar o aumento das adenóides e/ou das amígdalas, desvio de septo do nariz, rinites, sinusites e bronquites. Alguns maus hábitos orais também podem contribuir para a instalação da respiração bucal, como sucção de dedo, uso de chupetas e de mamadeiras sem bico ortodôntico (bico anatomicamente mais parecido com o bico do seio materno) e morder ou chupar objetos de forma freqüente. Quando a respiração bucal se instala e se mantém por tempo prolongado, constitui o que se denomina de síndrome do respirador bucal devido ao conjunto de sinais e sintomas, embora seja mais comum falar simplesmente respirador bucal. É importante frisar que mesmo uma pessoa eliminando o impedimento orgânico (rinite, adenóide…) para a respiração nasal, pode assim mesmo continuar a respirar pela boca, ou seja, por mau hábito. Na maior parte do tempo, nossa respiração deve ser pelo nariz, mas em algumas situações restritas, a respiração bucal é permitida, ou melhor dizendo, normal de acontecer. É o caso da fala (inspiramos o ar pelo nariz, mas num discurso mais longo é comum que o ar entre pela boca) e de atividades físicas que exijam muito esforço, como numa corrida. Os sinais abaixo podem ser observados em um respirador bucal (não necessariamente todos os sinais estão numa mesma pessoa): Boca aberta a maior parte do tempo. Dorme mal à noite, ronca e baba. Sensação de boca seca ao acordar. Lábios ressecados. Presença de olheiras. Mastigação ruidosa e de boca aberta. É possível ver a língua numa postura entre os dentes ou rebaixada dentro da boca. O ato de engolir (deglutição) dos alimentos e líquidos fica alterada, com a língua projetada entre as arcadas dentárias, o que favorece problemas na oclusão dos dentes (encaixe dos dentes superiores ao dentes inferiores). Sonolência durante o dia, sendo comum a falta de atenção, concentração e problemas de aprendizagem pela pouca oxigenação do cérebro, proporcionada pela respiração bucal. Diminuição do rendimento físico. Aumento da probabilidade de cáries e infecções respiratórias. Além dos aspectos acima mencionados, o respirador bucal pode ter alterações significativas em sua estrutura muscular e óssea. Geralmente há um estreitamento do céu da boca (ele fica mais fundo); alteração na oclusão dentária; tendem a uma face alongada; a língua, bochechas e lábios apresentam-se com tônus diminuído (flacidez) por isso, as funções de mastigação, deglutição e fala podem estar alteradas, até a postura corporal global pode ficar prejudicada. O respirador bucal tende a preferir alimentos mais macios ou pastosos, costuma utilizar líquidos junto com os alimentos para amaciá-los e facilitar a deglutição. A mastigação costuma ocorrer de lábios abertos, de forma rápida, ruidosa e descoordenada, afinal de contas, respirar pela boca e comer ao mesmo tempo é bem complicado. Essas dificuldades na mastigação e deglutição podem levar a perda de peso e até mesmo desnutrição. Sendo assim, diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a respiração bucal tem efeitos nocivos para a saúde, afinal de contas não é um caminho natural, é como se fosse um atalho para a sobrevivência. A identificação, o diagnóstico e o tratamento da respiração bucal devem ser o mais precoce possível, de forma que se evite ou amenize os possíveis danos. A respiração nasal é importante para a qualidade de vida das pessoas proporcionando maior vitalidade e bem estar. Os Aparelhos Miofuncionais saõ eficazes no tratamento de pacientes respiradores bucais.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Ortodontia

Disfunção da ATM

A ATM é responsável pelo movimento de abrir e fechar a boca; é o encaixe da mandíbula com o resto dos ossos do crânio. É uma das articulações mais complexas do corpo humano. Para localizá-la, posicione seus dedos logo em frente das orelhas, abra e feche a boca e você sentirá as articulações temporomandibulares, uma de cada lado do rosto, movimentarem-se sob seus dedos. A disfunção da ATM é uma anormalidade da articulação temporomandibular e/ou dos músculos responsáveis pela mastigação. Diagnóstico: O paciente deve fazer um detalhado relato sobre os antecedentes, detalhes e evolução da doença, desde o aparecimento dos sintomas; o profissional de saúde deverá realizar um minucioso exame clínico para obter um correto diagnóstico, pois, muitas vezes, as disfunções da ATM podem ser confundidas com outras condições dolorosas, como dores de origem dentária e infecções bucais. Sintomas mais comuns da disfunção da ATM: – dores de cabeça na região da testa, fundo de olho e nas têmporas; – dores de ouvido; – zumbidos no ouvido; – dificuldade para mastigar, principalmente alimentos duros; – dores durante a mastigação; – tonturas; – vertigens; – barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca; – desgaste dental excessivo; – sensação de travar a mandíbula. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Estética

Diastema

Você já deve ter observado que algumas pessoas possuem um espaço entre os dentes – normalmente nos dois dentes frontais da parte superior do maxilar. Pois esse espaço entre os dentes tem nome, e se chama diastema. Para alguns, pode ser um charme – Madonna, Brigitte Bardot, Georgia Jagger são algumas famosas que o apresentam e não se importam com isso. Para outros, um problema estético grave. Se você está nesse último grupo, que considera esse espaço entre os dentes um problema estético e quer corrigí-lo, saiba que atualmente já existem alguns tratamentos para lidar com essa condição. Além disso, os dentistas afirmam que a correção do diastema é importante para a boa saúde bucal, já que ele causa perda gengival em maior grau na região em que ocorre, e isso pode resultar na chamada retração gengival. Independente da motivação, saiba que se você quiser, é possível tratá-lo. Quer conhecer um pouco mais sobre as opções de tratamento? Causas do diastema Especialistas indicam que existem diversas causas que podem ser associadas ao espaçamento entre os dentes centrais superiores. É possível que seja o freio labial que não retrocedeu adequadamente, permanecendo unido quando do surgimento dos dentes incisivos permanentes. Mas pode ser que ele decorra de outros fatores, como a ausência de algum outro dente, a diferença de tamanho dos dentes ou a queda precoce dos chamados dentes de leite. Opções de tratamento para o diastema Algumas pessoas têm a sorte de o espaçamento entre os dentes fechar sozinho, mas para aquelas que não tiveram-na, é possível tratar a condição. A primeira medida é buscar um especialista, já que não é viável fazer algum tratamento caseiro. Lá, ele poderá detectar a causa do seu diastema e expor quais os tratamentos possíveis para você. Mas já podemos adiantar alguns deles para que você tenha um pouco mais de conhecimento ao conversar com o profissional. 1. Tratamento ortodôntico Colocar um aparelho é a opção mais comum de todas. No tratamento ortodôntico, o aparelho irá mover pouco a pouco seus dentes, corrigindo sua posição até fechar o espaçamento entre eles. Ao contrário do que ocorria antigamente, nos dias de hoje existem até mesmo aparelhos que ficam invisíveis às demais pessoas – então se você considera feio aquele aparelho ortodôntico clássico, não o descarte desde logo e busque conversar com seu dentista sobre as opções disponíveis no mercado. 2. Facetas ou Lentes de Contato em porcelana As próteses de porcelana permitem corrigir o diastema sem a necessidade de utilizar aparelho ortodôntico. Essas próteses são muito finas, e são coladas à parte externa do dente, permitindo assim que o profissional de odontologia restabeleça o aspecto reto dos dentes, acabando com o espaçamento entre eles. Essa opção de tratamento oferece ainda mais possibilidades, como trocar a cor, a forma e até mesmo o tamanho dos seus dentes.   CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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