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Periodontia

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Freio Labial e Frenectomia

Freio Labial é uma dobra na mucosa bucal, que vai do lábio superior ou inferior à gengiva . Geralmente está localizado entre os dentes incisivos centrais (anteriores).   O Freio é capaz de se adaptar a quaisquer dos movimentos dos lábios sem grandes alterações da sua forma. Portanto sua função seria limitar esses movimentos. No recém-nascido sal função é ainda mais significativa , uma vez que pode auxiliar os músculos faciais no trabalho de sucção do leite materno. O posicionamento anormal ou aumento do tamanho do freio pode dificultar a escovação dos dentes, pode provocar a retração dos tecidos gengivais, restrição dos movimentos labiais, interferindo na fonação e estética do paciente e é uma grande causa do Diastema. Por isso a cirurgia do Freio Labial ou Frenectomia é muito recomendada pelos ortodontistas. Não se recomenda o fechamento do Diastema sem fazer a Frenectomia, pois as fibras colágenas e elásticas que compõem o Frei Labial são comprimidas, fazendo que ao remover o Aparelho Ortodôntico, ocorra a recidiva ou aparecimento do Diastema, fazendo com que o Tratamento Ortodôntico não tenha estabilidade. A cirurgia é muito simples, com anestesia local e realizada na Clínica Odontológica. Remove-se a parte do freio que está inserida próxima aos dentes, fazendo com a inserção desse freio fique mais longe desse local. O pós operatório é tranqüilo, sendo necessário apenas o uso de analgésico. O ideal é que um Periodontista, dentista especialista em gengiva e osso, realize esse tipo de cirurgia. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA COM UM PERIODONTISTA

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Peri-implantite

Os Implantes Dentais têm se tornado cirurgias muito populares no Brasil e no mundo – e por um bom motivo. Ter um sorriso bonito é sinônimo de autoestima elevada e bem-estar. Basta apenas uma pequena imperfeição para que coloquemos a mão no rosto ao sorrir ou evitemos comer em locais públicos. Criados para substituir um dente (ou muitos deles), os Implantes recuperam a saúde oral, corrigem a mastigação e servem como âncora para os dentes artificiais no osso maxilar, sendo uma restauração funcional e esteticamente mais eficaz. Mas, como todos os procedimentos possuem riscos, é preciso tomar alguns cuidados para evitar processos inflamatórios, como a Peri-implantite, que afeta os tecidos circundantes ao implante. A doença está relacionada à perda do suporte ósseo e sangramento. O que é a Peri-implantite? Você sabia que essa infecção é a maior causa da perda dos implantes? As bactérias que determinam a inflamação podem estar presentes durante a cirurgia ou na falta de uma higiene bucal adequada, estimulando o aparecimento de uma infecção meses ou até anos após a realização do procedimento. Sendo uma doença periodontal, ela ocasiona a perda óssea e, em alguns dos casos, o implante deve ser removido. A seguir, separamos algumas dicas básicas para auxiliar você na prevenção. Sinais da Peri-implantite: Aumento progressivo da profundidade de sondagem; Formação de pus na região do implante; Sangramento ao realizar a sondagem; Gengiva com aparência de tecido inflamado (sangrando, com inchaço, placa bacteriana e alteração de cor). Como prevenir Pacientes com diabetes, que abusam do cigarro, com gengivas finas e com má higiene bucal estão no grupo de risco para desenvolver o processo inflamatório. Além disso, quem tem osteoporose e bruxismo também está suscetível à doença. Para evitar que esse incômodo apareça, na hora de realizar o procedimento, procure profissionais renomados, que possuem a técnica cirúrgica adequada para realizar o implante. Além disso, o controle periodontal deve ser feito de forma correta, principalmente para evitar o contato de lesões com a superfície do implante. É importante fazer sempre uma boa escovação, removendo as placas e resíduos de alimentos, bem como utilizar a escova interdental, uma boa escova específica para implantes e limpar a área com frequência. Tratamento Se a peri-implantite não estiver em um estágio muito avançado, em que é necessário retirar o implante, o tratamento é simples: o especialista realizará a limpeza e descontaminação do local e aplicará antissépticos. Lembre-se: manter uma boa escovação e a higiene bucal correta é a melhor maneira de prevenir qualquer incômodo ou doença nos dentes e na gengiva. As cáries que estão próximas ao implante exercem grande influência e contribuem para o aparecimento da peri-implantite. Muitas pessoas costumam achar que os implantes podem ser a solução definitiva para periodontites não tratadas. Mas o tratamento periodontal deve continuar, principalmente com a presença dos implantes. O segredo para lidar com essa e outras doenças é a prevenção, o diagnóstico precoce e sempre procurar um profissional especializado, que indicará as melhores formas de manter o local limpo. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA MARCAR UMA CONSULTA NA CLÍNICA ODONTOMANIA:

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Retração Gengival

Pode não parecer, mas a retração gengival pode acontecer até mesmo em pessoas com bons hábitos de higiene e uma boca saudável. O problema é bastante comum e diz respeito à contração da gengiva em direção à raiz do dente, o que deixa a dentina exposta, provocando a sensibilidade dentária. As principais causas do problema são: * Traumatismo por escovação No caso do uso de escovas de cerdas muito duras, a retração pode ocorrer por causa do impacto provocado pela fricção, o que promove o afastamento do rebordo do tecido gengival da coroa do dente. Outra hipótese comum é o uso de escovas com cerdas muito macias, que fazem com que algumas pessoas acreditem que precisam aplicar muita força durante a escovação — o que é errado. * Inflamação da gengiva A inflamação da gengiva ocorre principalmente por causa da presença de tártaro ou placa bacteriana, porque quando estes microorganismos se alimentam de resíduos que ficam na superfície dos dentes e gengivas, eles liberam substâncias que irritam a gengiva, deixando-a inflamada. * Trauma oclusal Acontece devido a forças excessivas sobre os dentes, geralmente por causa de seu mal posicionamento. Em alguns casos, a retração pode também ser consequência de problemas oriundos de procedimentos odontológicos mal planejados, como implantes dentários, clareamento dental ou colocação de aparelho ortodôntico. Como prevenir? É importante estar atento aos primeiros sinais de que a retração gengival está acontecendo. Ao perceber qualquer exposição da dentina, é necessário procurar um profissional. Como na maioria dos problemas de saúde bucal, a principal forma de combater a retração é prevenindo para que ela não aconteça. Isso deve ser feito, principalmente, através da correta escovação, tendo bons hábitos de higienização, usando corretamente o fio dental e visitando um dentista periodicamente, pois o descuido pode comprometer para sempre a arcada dentária. Consequências da retração gengival Além do fator estético, a retração pode provocar mau hálito, dor nos dentes, sangramentos na gengiva no momento da escovação e sensibilidade excessiva na região. O problema pode provocar também perda óssea ao redor do dente afetado e, ainda, caso seja ignorado, pode alcançar proporções maiores e ocasionar cada vez mais perda gengival. Tratamentos Cada caso deve ser avaliado por um profissional especializado, mas na maioria das pessoas o principal tratamento diz respeito ao trabalho de evitar que o processo de retração evolua. O primeiro passo é uma reeducação e alteração na forma de higienização, que deve ser feita com escova de cerdas macias e com atenção na força aplicada durante a escovação. Em alguns pacientes, é preciso adequar restaurações já existentes e trabalhar no ajuste oclusal, alinhando os dentes mal posicionados. Para a gengiva já exposta, o tratamento consiste em intervenção cirúrgica, na qual é feita a extração de um pedaço da gengiva do paciente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE UMA CONSULTA COM NOSSA PERIODONTISTA

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Sorriso Gengival

O Sorriso Gengival é caracterizado pela exposição excessiva da Gengiva durante o sorriso. Tal condição ocorre por mudanças de alinhamento e posicionamento do tecido gengival e ósseo em relação à coroa dos dentes. Como hoje em dia o apelo estético está exageradamente grande, a Odontomania está recebendo cada vez mais situações clínicas que envolvem o sorriso gengival, seja em dentes naturais ou em implantes. Por isso, torna-se necessário que tenhamos um conhecimento mais aprofundado desse tema, especialmente quando se trata de dentes naturais. As causas do sorriso gengival estão relacionadas com: crescimento gengival, pelo acúmulo de placa abcteriana e medicamentos; erupção passiva alterada; excesso vertical de maxila (crescimento vertical exagerado da maxila); extrusão excessiva dos incisivos superiores; hipermobilidade/hiperatividade labial e assimetria do lábio superior. As terapias empregadas para correção do sorriso gengival incluem: Ortodontia, cirurgia ortognática, técnicas cirúrgicas periodontais e aplicação de toxina botulínica (botox). Dentre as técnicas cirúrgicas periodontais, destacam-se gengivoplastia, na qual apenas o tecido mole é removido e o aumento de coroa clínica. Nesta o tecido mole é removido ou posicionado apicalmente e há remoção de tecido ósseo. Um dos pontos mais importantes para se fazer um correto diagnóstico do sorriso gengival é o entendimento do tipo da gengiva. Existem dois tipos principais de morfologia do tecido gengival – fino e espesso. O fino se caracteriza pela fina espessura gengival < 1,5 mm. Este pode ser diagnosticado pela sondagem e visualização da sonda milimetrada no interior do sulco gengival, através do tecido gengival. Além disso, representa o tipo gengival com maiores chances de recessão marginal. O espesso apresenta uma maior espessura ≥ 1,5 mm e, consequentemente, uma menor chance de recessão marginal. Importante salientar que a morfologia do tecido mole acompanha o contorno do tecido ósseo subjacente. Assim, o fino está associado a um tecido ósseo mais delicado, enquanto que o espesso associa-se com um tecido ósseo mais espesso. Baseado nesses conhecimentos anatômicos e fisiológicos, nós estaremos capacitados para tratar, quando necessário, um sorriso gengival demasiadamente exagerado e que cause problemas estéticos e funcionais. Entretanto, é imprescindível que tenhamos um extremo bom senso quando tratamos desse assunto. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA CONSULTA      

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Retração Gengival – Consequências e Tratamento.

Retração Gengival (ou recessão) é o deslocamento da gengiva que provoca a exposição da raiz do dente, e pode acontecer por diversos motivos como: escovação traumática devido a uma fricção forçada de escova com cerdas duras, inflamação da gengiva por acúmulo de tártaro e placa bacteriana; trauma oclusal que é uma força sobre os dentes ocasionada devido ao mau posicionamento dos mesmos; restaurações dentárias com excesso nas margens ou até mesmo movimentações ortodônticas realizadas de forma errada. A Retração Gengival, além de expor o colo dos dentes, pode provocar muita sensibilidade nos mesmos, pois a raiz dental é formada apenas por dentina que é um tecido extremamente sensível ao frio, calor, doce e fricção das cerdas das escovas. Quais as consequências da Retração ou Recessão Gengival? A retração gengival pode resultar em diversas consequências, entre elas: – Dificuldade de higienização (esse fator pode piorar ainda mais a recessão); – Inflamação gengival; – Alta sensibilidade nos dentes; – Estética dentária, pois os dentes podem ficar muito alongados ou desproporcionais no arco, ocasionando problemas de auto-estima, pelo fato dos dentes ficarem muito grandes e desproporcionais com a face e a boca; – Perda de elemento(s) dentários(s), pois todo processo de retração ou recessão gengival ocorre devido à reabsorção do osso que circunda as raízes dentárias.   Como evitar a Recessão Gengival?   Pode-se evitar a Retração ou Recessão Gengival de várias formas: – Realizando uma correta técnica de escovação que deve ser ministrada pelo cirurgião-dentista; – Utilizando escovas de cerdas ultra-macias; – Fazendo visitas regulares ao consultório odontológico (a cada 4 ou 6 meses), evitando longos períodos de ausência; – Fazendo uso de placas de mordida; – Bebendo muita água diariamente, para manter as mucosas da boca sempre bem hidratadas; – Dormindo de boca fechada, pois nos respiradores bucais ocorre um ressecamento das mucosas orais, o que favorece a Retração Gengival; – Mantendo uma alimentação saudável, com muitas frutas, verduras e legumes.     Quais os tipos de tratamento para a Retração ou Recessão Gengival? Existem dois tipos de tratamentos para os casos de Retração Gengival, o cirúrgico e o não cirúrgico. No caso do não cirúrgico, pode-se recobrir os “colos” dentários com restaurações de resina composta ou ionômero de vidro, e em muitos casos, dependendo do grau de destruição do elemento dental e do envolvimento estético, indica-se a realização de coroas de porcelana “metal free” ou até mesmo daslentes de contato em porcelana. O tratamento cirúrgico, através de técnicas de deslocamento gengival associado à enxerto de tecido conjuntivo do próprio paciente, é, sem dúvida, a melhor opção, desde que muito bem planejado e indicado, pois não é todo caso de Retração Gengival que pode ser resolvido com este tipo de cirurgia. Através da cirurgia plástica gengival para correção da recessão, consegue-se reposicionar o tecido gengival em sua localização inicial, justaposto à coroa do dente, promovendo desta forma a proteção da raiz antes exposta e eliminando de vez o incômodo da sensibilidade e da dor. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA CONSULTA

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Enxerto Ósseo: O que é E Porque Usar?

Algumas pessoas sofrem perda óssea dentária ao longo de suas vidas, e é possível que quem sofreu a perda de dentes também tenha perdido osso. Para que seja possível a reabilitação oral com um Implante Dentário, essas pessoas precisam antes serem submetidas a um tratamento de enxerto de osso. A explicação? Para que os implantes colocados permaneçam firmes é preciso que ocorra o processo de osseointegração, que em palavras mais compreensíveis significa que o osso e o implante foram corretamente acoplados um ao outro. Assim, o implante ficará seguro no local onde foi colocado. O Enxerto Ósseo, portanto, é a implantação de osso ou material biocompatível no local onde há a perda óssea. Hoje em dia,esse procedimento é feito quando as condições médicas do paciente permitem. É importante informar que a retirada de osso do paciente para enxertar nos dentes não é prejudicial, pois trata-se de uma quantidade muito pequena e a escolha do local é feita mediante exames e estudos do local onde será retirado. Como é feito o Enxerto Ósseo? Muitas vezes, o osso que será enxertado é proveniente do próprio paciente, procedimento conhecido como enxerto autógeno. Essa técnica é a mais indicada pelos PERIODONTISTAS, pois é possível realizá-la sem prejuízo da região de onde será retirado o osso e as chances de rejeição pelo paciente serão quase nulas. No entanto, há casos onde não é possível fazer a retirada de osso do próprio paciente no qual será realizado o enxerto. Para esses casos, pode ser realizado o Enxerto Ósseo utilizando biomateriais. Como sei que tive perda óssea? A necessidade de Enxerto Ósseo deve ser detectada e analisada por um cirurgião dentista, que o faz através da avaliação de exames de radiografias e tomografias atualizadas, que consigam mostrar ao especialista a quantidade de osso que o paciente possui para que um procedimento de colocação de Implantes Dentários ocorra com uma osseointegração adequada. Enxerto Ósseo dói? O procedimento de Enxerto Ósseo é delicado. Mas o procedimento ocorre sob anestesia local e é totalmente indolor. Recuperação do Enxerto Ósseo A retirada dos pontos e a consulta de retorno dessa complexa cirurgia se dá por volta de 4 a 7 dias. O paciente fica sem dentes após o Enxerto Ósseo? Na maioria das vezes, não! O paciente sai da cirurgia com os dentes provisórios. Após a osseointegração, que ocorre entre 6 e 8 meses, o paciente retorna  para colocar os dentes definitivos. Como sei que preciso fazer Enxerto Ósseo? Somente uma consulta com um especialista, munido de exames radiográficos poderá indicar o tratamento mais adequado para corrigir os problemas e chegar ao resultado esperado. Clique No Botão Abaixo E Marque Uma Consulta!

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Pré-Natal Odontológico

Várias pesquisas comprovam que a infecção gengival da Gestante está associada a partos prematuros e ao baixo peso dos recém-nascidos. Isso ocorre porque as bactérias presentes em infecções gengivais severas migram para o líquido amniótico, aumentando o risco de prematuridade e também de pré-eclâmpsia, que é a forma mais perigosa de hipertensão durante a gestação. Para complicar, as mães ficam mais suscetíveis a problemas bucais por vários motivos. Um deles é o aumento do nível dos hormônios progesterona e estrogênio na gestação, responsáveis pela dilatação dos vasos sanguíneos dos tecidos que fixam os dentes, tornando a gengiva mais vulnerável à inflamação e a sangramentos – a chamada gengivite. Se não tratada, ela pode evoluir para periodontite: infecção que leva à perda do osso de sustentação dos dentes. Com a infecção, há ainda o risco da mudança no pH da saliva causada por vômitos constantes, que diminuem a proteção natural da boca. Se ainda a alimentação da gestante não for equilibrada, mas sim repleta de açúcar, esses alimentos vão estimular a formação de placa bacteriana. Dessa forma, a incidência de cárie também pode aumentar por culpa do erro alimentar e piora na higiene bucal. Na Gravidez, as mudanças hormonais ocorrem de forma mais agressiva, tornando a mulher mais suscetível à Doença Periodontal (Gengiva e Osso), por isso é importante realizar um tratamento preventivo assim que souber que está grávida. A saúde bucal comprometida pode gerar infecções periodontais. Estas liberam substâncias que podem até adiar uma concepção planejada. O ideal é visitar o dentista assim que souber que está grávida. Assim, se você tiver qualquer doença, ela pode ser tratada previamente. Está provado em estudos que a periodontite na paciente gestante pode causar danos no processo de gestação, como um parto prematuro e  o nascimento de um bebê abaixo do peso. A Consulta de Prevenção Odontológica durante a gravidez possui papel preventivo em relação ao bebê também. O ideal é fazer um pré-natal odontológico, pois a saúde bucal, ou a falta dela, interferem no desenvolvimento da criança. Em casos de periodontite, ou cárie, as dores liberam uma descarga de adrenalina que prejudicam a gestação. A grávida tem uma propensão maior a doenças periodontais, pois os hormônios nesse período alteram as estruturas celulares e deixam uma resposta inflamatória ainda mais exacerbada. Além dos fatores naturais, há outros itens que podem influenciar no surgimento das cáries e periodontites na gestante. Geralmente, as grávidas comem mais carboidrato e o enjoo provocado pela gravidez pode fazer com não realizem uma higiene bucal eficaz. Daí a importância do Pré-Natal Odontológico: limpeza cuidadosa realizada em consultório, que deve ser feita com frequência específica, dependendo do caso. Por isso a Odontomania criou o “Protocolo de Prevenção para Pacientes Gestantes”, onde ela recebe orientação sobre a melhor forma de higienização diária, com uso correto de escova e fio dental para que não agridam a gengiva sensibilizada. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO PARA AGENDAR SUA AVALIAÇÃO  

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As Causas Mais Comuns De Perdas Dentais

Se você perdeu um ou mais dentes, os Implantes Dentários são uma excelente opção de tratamento. A perda de dentes pode ocorrer por uma variedade de razões – ausência congênita, trauma, doença dental (por exemplo, cárie ou doença periodontal), bem como falha mecânica. Mais comumente, o dente decíduo está presente, mas não há nenhum sucessor (dente permanente) para substituí-lo. Frequentemente, este será aparente quando a esfoliação dente de leite, ou cai fora (geralmente durante a adolescência). Muitas vezes, no entanto, o dente de leite permanecerá no lugar e irá funcionar até a troca devido à perda de apoio raiz ou outra doença dental. Neste ponto, ele terá de ser removido. Trauma pode causar a perda de dentes em uma variedade de formas. Os dentes podem ser perdidos num trauma, como uma criança cair de sua bicicleta. Frequentemente no entanto, traumatismo pode afetar os dentes de maneira que não se manifestam até meses ou anos mais tarde. A fratura de raiz pode não ser aparente até algum tempo depois, quando a infecção se desenvolve. Doenças dentárias A razão mais comum para a perda do dente é a Doença Periodontal. Esta é essencialmente uma infecção localizada nas gengivas e as estruturas de suporte dos dentes que conduzem a perda de osso. Isso pode progredir para o ponto que dentes caem por conta própria ou são consideradas além do reparo ou estão muito comprometidos para ser útil e deve ser extraído. A cárie dentária, também pode progredir para o ponto em que os dentes estão para além da capacidade para ser restaurado em função. Também pode levar a infecção significativa do osso em torno das extremidades das raízes, que conduz a extração dentária. Finalmente, os dentes podem rachar ou fraturar de tal modo que eles devem ser removidos. Isto pode acontecer como resultado do bruxismo (ranger os dentes), ou por razões mecânicas relacionadas com a falta de apoio suficiente dos outros dentes que provoca estresse extremo para os dentes que permanecem na função.

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Como Ter Um Sorriso Saudável E Evitar A Gengivite

A gengivite é uma inflamação da gengiva em seu estágio inicial, tendo tratamento fácil, rápido e relativamente simples. As causas dessa inflamação esta´diretamente relacionada com a formação e o acúmulo de Placa Bacteriana, uma película viscosa e incolor formada por bactérias que se acumulam sobre os dentes. A placa se forma em nossas arcadas dentárias quando passamos um longo período sem escovar os dentes, deixando as bactérias e outras substâncias prejudiciais se agruparem. Se a placa não for removida pela escovação, ela produz toxinas que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes. Os sintomas da gengivite são a ruborização da gengiva, que fica inchada e sensível, podendo sangrar durante a escovação; a retração da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada. A doença gengival pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida. Para prevenir a gengivite, uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois uma vez que a placa se acumula e endurece, apenas o dentista pode removê-la. Outras maneiras de prevenir a gengivite são: -Escovação correta e uso apropriado do fio dental para remover placa e restos de alimentos; -Ter uma alimentação correta; -Evitar cigarros e outras formas de tabaco; -Ir ao dentista regularmente. CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO E AGENDE SUA CONSULTA  

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Crescimento e Retração Gengival

Causas do crescimento gengival Também chamada de hiperplasia gengival, o crescimento da gengiva acontece basicamente por três motivos: indução por placa bacteriana, por trauma e a medicamentosa. O primeiro tipo é mais comum e traz como consequência a infecção gengival. Na maior parte dos casos, é causado por má higienização dos dentes. A hiperplasia por trauma é causada por feridas, normalmente, por uma escovação traumática. Também é comum em pacientes que usam próteses dentárias removíveis. Já o terceiro caso, a medicamentosa, resulta de medicamentos como a fenitoína, os imunossupressores e os fármacos bloqueadores dos canais de cálcio. Seja qual for o seu caso, a Odontomania possui uma infraestrutura completa, profissionais de ponta e equipamentos de última geração para tratar e resolver o problema em pouco tempo. Causas da Retração Gengival A recessão gengival é a mudança de posição da gengiva com o aparecimento da raiz do dente, tornando-o mais longo e sensível. Em casos mais graves, é possível ver, inclusive a raiz do dente. As causas desse problema são diversas, mas as mais comuns são a escovação traumática, sobrecarga da mordida especificamente no dente com recessão, bruxismo e doença periodontal. Seja qual for o seu caso, a Odontomania possui uma infraestrutura  completa, profissionais de ponta e equipamentos de última geração para tratar e resolver o problema em pouco tempo.

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